Notícias negócios
Terceira edição da Cúpula Internacional de Cooperativas é realizada pelo Sistema Desjardins com apoio da ACI e ocorrerá em outubro no Canadá
Brasília (2/2) – O Sistema Desjardins e a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) realizarão entre os dias 11 e 13 de outubro, deste ano, em Quebec, no Canadá, a III Cúpula Internacional de Cooperativas, principal evento global destinado ao desenvolvimento de negócios entre os diversos integrantes da comunidade cooperativa mundial. A Cúpula ocorre a cada dois anos. Na última edição, em 2014, contou com a participação de mais de duas mil pessoas, oriundas de 90 países.
Um dos momentos alto do evento é a apresentação de trabalhos que retratem a realidade do cooperativismo nos mais diversos países onde o movimento se faz presente. Para isso, a organização está recebendo a inscrição de trabalhos que enfoquem o tema do evento que discutirá os impactos do cooperativismo na sociedade.
Os interessados em submeter seus trabalhos à análise da comissão têm até o dia 29 de fevereiro para enviar os papers. Os estudos aceitos serão apresentados ao público durante a conferência. Para isto, os autores terão inscrição gratuita para todo o evento. O resultado da análise dos trabalhos que farão parte da Cúpula deve ser divulgado no dia 9/5.
CLIQUE AQUI para mais informações e inscrições.
SAIBA MAIS – O público da Cúpula Internacional das Cooperativas é formado por gestores, diretores, além de líderes de cooperativas de todos os lugares, ramos e portes. Além disso, nas edições anteriores também houve a participação de um número expressivo de empresários de diversos setores da economia global. Na última edição, realizada em 2014, o evento contou com a participação do governador geral do Canadá.
A intenção da III Cúpula Internacional de Cooperativas é demonstrar os verdadeiros benefícios do modelo cooperativista nas economias em nível local, nacional e internacional, de maneira a evidenciar a importância decisiva dessas instituições como parte da solução para enfrentar os desafios socioeconômicos do século XXI.
Os temas da conferência são divididos em cinco principais interesses das cooperativas. O objetivo é tanto frisar o impacto das cooperativas sobre suas partes interessadas, como mostrar as influências recíprocas e, principalmente, a capacidade com que contam as partes interessadas para transformar as cooperativas. Assim, serão abordados os impactos das cooperativas sobre os consumidores, empregados, produtores, investidores e comunidades.
O aspecto da diversidade e multidisciplinaridade dos participantes e colaboradores aporta qualidade às trocas de experiência. Por isso, a organização da conferência receberá estudos de variados perfis: profissionais ligados a cooperativas, representantes de comunidades locais, bem como pesquisadores de variados campos de estudo, tais como administração e gestão, economia, sociologia, ciências políticas, pesquisa operacional, geografia, dentre outras.
Goiânia (2/2) – Com o intuito de atender à demanda das cooperativas de Goiás para capacitação do público cooperativista, o Sistema OCB/GO apresenta o Programa de Formação de Dirigentes e Gerentes de Cooperativas (Formacoop). Os treinamentos, que serão ministrados a partir de junho deste ano, têm como foco primordial as áreas de Recursos Humanos, Gestão de Cooperativas, Finanças e Educação Cooperativista.
O programa visa desenvolver atitudes e habilidades necessárias para o relacionamento interpessoal com o quadro social, equipe de colaboradores e público externo. Além disso, o Formacoop tem por objetivo aprimorar o processo de gestão das cooperativas, por meio da evolução comportamental e qualificação de suas lideranças e responsáveis.
"O Formacoop pretende ampliar a visão do seu público atendido sobre as formas de gestão do empreendimento cooperativo na atual conjuntura econômica global. Com isso, deve proporcionar oportunidade de discussão e análise do contexto do segmento de atuação da cooperativa. É necessário que todos eles recebam treinamentos específicos para desempenharem melhor as suas funções", afirma o presidente do Sistema OCB/GO, Joaquim Guilherme Barbosa de Souza.
INFORMAÇÕES – O projeto do Formacoop tem subsídio do SESCOOP/GO, na maior parte do investimento. Porém, para participar, é necessário que a cooperativa, de origem do participante esteja inscrita ou se inscreva no Programa Nacional de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC) e/ou participe de outro Programa Nacional (PAGC, GDA), que melhor atenda ao porte da cooperativa. Ela também deve realizar, no mínimo, o diagnóstico organizacional no início do curso.
INSCRIÇÕES – Os interessados em se inscrever devem estar atentos ao prazo, pois as inscrições estão abertas até o dia 5 de abril. A ficha deve ser preenchida no portal Goiás Cooperativo. Mais detalhes sobre o Programa podem ser obtidos pelo telefone (62) 3240-8909, pelo e-mail (clique aqui) ou leia a notícia sobre o assunto. (Fonte: Assimp Sistema OCB/GO)
Belém (2/2) – Quem visitasse a sede do Sistema OCB/PA no ano de 2000 iria encontrar um jovem recepcionista de apenas 20 anos com um sorriso sempre largo no rosto e muitos sonhos no peito. Passados 16 anos, o garoto, hoje casado e pai de família, continua com o mesmo sorriso. Não mais na recepção. Atualmente ele ocupa o segundo cargo mais importante do ramo cooperativista no estado. Júnior Serra é o mais novo superintendente do Sistema OCB/PA.
Formado em administração, o superintendente é pós-graduado em gestão de cooperativas, especialista em desenvolvimento regional e gestão de cooperativas de crédito e está fazendo pós-graduação em gestão de empresas em São Paulo. Dentro da Unidade Estadual do Sistema, Júnior passou pela recepção, foi auxiliar administrativo, técnico, gerente de desenvolvimento de cooperativas e, agora, superintendente.
“Foi bem trabalhoso. Comecei servindo cafezinho, ainda muito jovem. Depois de todo esse tempo, ser nomeado superintendente pelo presidente Ernandes Raiol é algo indescritível. É o reconhecimento por todo o esforço e dedicação em prol do segmento cooperativista. É também a prova de que com dedicação e força de vontade, todos os nossos sonhos ainda que nos pareçam inatingíveis, são completamente possíveis”.
Júnior tem uma ampla experiência com as cooperativas paraenses. Ele também ajudou a desenvolver alguns programas de nível nacional como o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). Ele participou do Comitê elaborador do Programa que é um dos desdobramentos da Diretriz Nacional de Monitoramento do Sescoop e tem como objetivo promover nas cooperativas a adoção de boas práticas de gestão e governança, aprimorando os processos de produção, reduzindo custos e aumentando a produtividade e competitividade das organizações.
“Ao longo desses 16 anos, desenvolvi uma ótima relação com as cooperativas paraenses. Tive a oportunidade de conhecer todo o Estado, a maioria das cooperativas, assim como a estrutura interna do Sescoop/PA. A minha meta é auxiliar a atual presidência a fortalecer o sistema cooperativista e aprimorar os processos internos da Unidade, assim como manter o crescimento, fazendo com o que o Sistema OCB/PA seja de fato uma ferramenta de fomento para o desenvolvimento cooperativista. A proposta é que as cooperativistas possam recorrer ao Sistema para encontrar essa profissionalização”, afirma Júnior Serra.
De acordo com o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a nomeação do novo superintendente foi uma escolha que comprova as oportunidades de crescimento pessoal e profissional do cooperativismo. “Acompanhamos a carreira do Júnior desde o início e percebemos como aquele garoto, que começou com uma função modesta, se tornou um grande agente de desenvolvimento do segmento cooperativista. É um exemplo da eficiência dos programas desenvolvidos pelo Sistema de valorização da mão de obra jovem, que se mostra com um enorme potencial de transformação social e de crescimento. Investir nos jovens é a grande tendência do mercado e as cooperativistas precisam compreender isso.” (Fonte: Assimp Sistema OCB/PA)
Além disso, em três meses, a participação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo no SFN passou de 4,40% em junho/15 para 4,58% (set/15)
Brasília (1º/2) – O número de unidades de atendimento ao público das cooperativas de crédito no Brasil ocupa o primeiro lugar em um ranking que compara o Banco do Brasil, Bradesco, Itau e Caixa Econômica Federal. Os dados constam do relatório trimestral do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), referente a setembro de 2015, divulgado pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop).
De acordo com os dados levantados, as cooperativas de crédito possuem 5.432 unidades de atendimento, número superior ao da rede do Banco do Brasil (5.424) e ao de bancos como o Bradesco (4.601), Itau (3.837) e Caixa (3.401).
Outro dado bastante relevante diz respeito aos depósitos do Sistema Financeiro Nacional (SFN) – excluídos os depósitos interbancários – que alcançaram, em setembro do ano passado, o montante de R$ 1,9 trilhões, com crescimento de 2,50% no trimestre. Mesmo com a turbulência econômica a participação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo no SFN (um total de R$ 91,2 bilhões) passou de 4,40% em junho/15 para 4,58% (set/15), sendo os depósitos a prazo nas cooperativas singulares e a captação de depósitos à vista dos bancos cooperativos os principais responsáveis pelo aumento.
O documento acaba de ser divulgado pelo FGCoop. O objetivo, segundo o diretor executivo do Fundo, Lúcio Faria, é consolidar os números do sistema para trazer maior transparência às informações e dados estatísticos, ampliando, assim, o conhecimento do segmento de crédito cooperativo dentro e fora do país. O relatório trimestral é composto por três tópicos: 1) Estrutura do SNCC; 2) Depósitos; 3) Operações de crédito.
IDIOMA – E com o objetivo de conferir maior visibilidade e transparência às informações do SNCC, o site, bem como seu conteúdo está sendo traduzido. Boa parte do material já pode ser lido em inglês. Até o fim deste mês, a versão espanhola também poderá ser acessada.
Para acessar o relatório, clique aqui.
Geci Pungan que faleceu no sábado, tem sua história confundida com a do próprio cooperativismo
Brasília (1º/2) – Uma grande perda para o cooperativismo brasileiro. Geci Pungan, nome de destaque do movimento cooperativista nacional, faleceu no sábado, dia 30/1, após mais de 40 anos de atuação em prol do setor. Tido como uma referência, Geci que era natural de Seara (SC) deixa esposa, filha e muitos amigos em todas as partes do país.
Geci tinha 72 anos e era superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no estado de Santa Catarina (Sescoop/SC). O cooperativista fez parte do grupo técnico nacional que fundamentou as bases para a criação do Serviço Nacional, há 16 anos. O Sescoop é, hoje, um braço fundamental no que diz respeito à profissionalização de dirigentes, associados e colaboradores de cooperativas.
Contador e auditor profissional, prestou mais de 40 anos de relevantes serviços ao cooperativismo catarinense e brasileiro. Na década de 1980 atuou no Instituto Técnico das Cooperativas (ITEC), organismo que teve importante papel na qualificação do setor. Também ocupou a função de superintendente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), onde assegurou diversas conquistas às cooperativas catarinenses.
Pungan colaborou, incentivou, participou e assessorou a constituição de dezenas de cooperativas dos ramos Agropecuário, Crédito, Transporte, Saúde, Consumo, Infraestrutura, Educação, Habitação e Trabalho.
DEPOIMENTOS
EXCELÊNCIA - “Não tem como falar de cooperativismo sem fazer um vínculo com a atuação do amigo Geci. Com sua vasta experiência nas áreas de contabilidade e auditoria, ele trabalhou muito para que hoje tivéssemos um nível de organização contábil de excelência. Ao colaborar, por exemplo, com a criação do Sescoop, ele garantiu o futuro do cooperativismo, sobretudo quando o assunto é qualificação profissional. O movimento cooperativista vive profunda dor, pois perde um de seus maiores entusiastas.” Márcio Lopes de Freitas – presidente do Sistema OCB
AGREGADOR - “O Geci tinha um jeito firme de se posicionar quando se tratava de defender a essência do cooperativismo e seus mecanismos de desenvolvimento, mas ao mesmo tempo, ele sempre tinha um olhar acolhedor para com a opinião dos colegas. Ele sempre fez questão de aprender com o ponto de vista alheio, pois acreditava que isso sinalizava o quanto ele valorizava as relações humanas. Sem sombra de dúvidas: Geci, com sua integridade e capacidade agregadora, foi um dos grandes responsáveis pelo crescimento da organização do cooperativismo brasileiro.” Renato Nobile – superintendente do Sistema OCB
COMPETÊNCIA – O presidente do Sistema Ocesc, Marcos Antônio Zordan, declarou que “Geci contribuiu decisivamente para as cooperativas atingirem o elevado nível de desenvolvimento gerencial e econômico da atualidade”. Acrescentou, ainda, que todos os ex-presidentes da entidade contaram com seu “competente e leal assessoramento”.
DESTAQUE – "No cooperativismo temos grandes líderes que possuem funções diferentes. Uns se destacam pela defesa dos princípios e valores do cooperativismo, o Geci era um desses cooperativistas." Cergio Tecchio, presidente do Sistema OCEB e integrante do Conselho Nacional do Sescoop
PROFISSIONALISMO – “Todas as vezes que trabalhei diretamente com o Geci, ele sempre me surpreendia com seu comprometimento e profissionalismo. É inegável que ele respirava cooperativismo e que não media esforços para alcançar tudo aquilo que tivesse o objetivo de melhorar a rotina das cooperativas. Um de seus focos de atuação era a profissionalização de dirigentes, associados e colaboradores de cooperativas. Ele sempre será uma fonte de inspiração para todos nós!” Karla Oliveira – gerente geral do Sescoop
GESTÃO E GOVERNANÇA – “Como catarinense, pude ver o quanto a atuação do Geci, focada em práticas de gestão e governança, melhorou as rotinas das cooperativas do estado de Santa Catarina. Era muito claro, para ele, que o papel das organizações estaduais é contribuir com a melhoria operacional da nossa base e, por isso, nunca media esforços para encontrar a solução mais adequada para cada questão que lhe era apresentada. O movimento cooperativista tem o dever de se lembrar do Geci como alguém que fez a diferença.” Tânia Zanella – gerente geral da OCB
DESPEDIDA
O corpo do superintendente Geci Pungan foi cremado no fim da tarde de sábado (30/1), no Crematório Vaticano, de Balneário Camboriú (SC), depois de despedida que reuniu centenas de amigos, familiares, colegas de trabalho e autoridades. A causa da morte foram as complicações decorrentes de um câncer de pulmão. (Com informações da assessoria de imprensa do Sistema Ocesc)
Brasília (28/1) – Presidentes e superintendentes das unidades estaduais do Sistema OCB estão em Brasília, desde ontem, onde participaram de reuniões para avaliar e ranquear as prioridades que darão o tom da atuação das três casas – OCB, Sescoop e CNCoop – ao longo deste ano.
Durante a abertura do Encontro Nacional de Presidentes e Superintendentes, ocorrida no início da tarde de ontem, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez questão de ressaltar a importância de se trabalhar em conjunto com os estados, a fim de conferir além de representatividade, legitimidade à atuação das entidades de representação do cooperativismo nos níveis nacional e estadual.
“Quando ouvimos as necessidades dos estados é possível encontrar alternativas e soluções para questões em comum. Isso nos fortalece e nos integra mais e mais. Esse é o grande diferencial da nossa gestão: a decisão participativa”, comenta.
Ontem, o diálogo girou em torno do projeto de mudança de marca do Sistema OCB, da elaboração de um projeto de curso de qualificação continuada destinado aos presidentes de unidades estaduais e, também, sobre o manual de governança cooperativa. Hoje pela manhã, os superintendentes debateram sobre assuntos estratégicos para o movimento cooperativista nacional.

Depois de 11 horas navegando o rio Purus e igarapé Mapiá, a equipe técnica da SOS Amazônia e da OCB/AM, por meio do projeto Valores da Amazônia (selecionado no âmbito da Chamada Pública de Projetos Produtivos Sustentáveis do Fundo Amazônia) chegou à Vila Céu do Mapiá, localizada na Floresta Nacional do Purus (Flona do Purus), município de Pauini, AM, para realizar curso de Cooperativismo e Gestão, destinado aos produtores e extrativistas da Flona e da Resex Arapixi.
A iniciativa teve por objetivo promover o perfil cooperativista entre os produtores e fortalecer a estrutura organizacional da Cooperativa Agroextrativista do Mapiá e Médio Purus (Cooperar), com ênfase na consolidação do processo de autogestão.
Com carga horária de 48 horas, o curso foi ministrado pelo especialista em Marketing e em Gestão de Cooperativas, Adriano Trentin Fassini, superintendente do Sistema OCB/AM.
“Durante seis dias debatemos cooperativismo e gestão com um grupo de cooperados e lideranças ávidas por conhecimento, com grandes perspectivas de aprimoramento e implementação de projetos de produção. A Cooperar desenvolve intensos esforços na região do Mapiá e Médio Purus para promover geração de renda e agora busca, por meio do projeto Valores da Amazônia, se organizar para possibilitar a participação qualificada das famílias cooperadas e das comunidades no processo de autogestão”, explicou Adriano.
Dona Eliana Lúcia, da Vila Céu Mapiá, destacou durante o curso a importância da união entre os sócios da cooperativa para a realização de um sonho coletivo, que é o avanço econômico da Cooperar e de seus associados.
“Cooperativismo é uma economia solidária e participativa, a união de todos para a comercialização dos nossos produtos. Este curso está empoderando os cooperados para que cada um tenha consciência do seu papel e que saiba que ele não é o fornecedor, mas sim o dono da cooperativa. Fazer essa reflexão facilita para que todos tenham mais o pé no chão, despertando no cooperado a busca por uma estrutura que organize a produção e a comercialização”, disse dona Eliana.
Ela falou ainda sobre a assessoria técnica da SOS Amazônia na região. “Eu acho o papel da SOS Amazônia como uma grande ponte para termos agora uma nova postura com relação a nossa vida comunitária, nossa vida de floresta. A SOS Amazônia é uma ponte para darmos continuidade a essa preservação da floresta, a termos segurança alimentar, com uma produção limpa, sem agrotóxico”, comentou.
Divididos em dois módulos, os temas abordados foram: Introdução ao Cooperativismo; Estrutura e funcionamento de uma cooperativa; Gestão e governança de cooperativa; Participação, direitos e deveres dos associados de uma cooperativa; A cooperação e a atuação dos associados na cooperativa e no mercado; A importância da comunicação e da educação cooperativista nas cooperativas; A cooperativa como sistema social e sua estrutura de poder; O processo de constituição, funcionamento e sustentabilidade de cooperativas; Técnicas e práticas sobre organização, administração e operação de uma sociedade cooperativa; Planejamento participativo de uma cooperativa; Como criar valor para os produtos e serviços das cooperativas a partir dos seus princípios, valores e natureza societária.
Mais depoimentos:
“O curso foi muito bom, aprendemos a importância de estarmos organizados para poder aumentar nossa produção e valorizar também nossos produtos. Com certeza quero fazer parte da cooperativa e buscar melhorias para todos nós” (Jovem produtor de cacau da Resex Arapixi, Ralide Rodrigues de Maria).
“A produção está iniciando agora e capacitações como esta pode dar o impulso que estávamos precisando, ter meios de produzir e também de explorar a floresta com sustentabilidade. Eu acho interessante a filosofia da SOS Amazônia que é a de tentar manter a floresta em pé. Todas as ações em defesa da floresta, desde o início da sua história, com Chico Mendes, e hoje desenvolve um trabalho nas comunidades visando a conservação da natureza, da biodiversidade. Então eu acho interessante essa proximidade com a nossa comunidade e a nossa cooperativa justamente porque a SOS Amazônia visa a sustentabilidade”. (Edilson Dorneles, Vila Céu do Mapiá)
“O pessoal ficou bem animado e engajado, o curso surtiu o efeito de despertar o interesse das pessoas pela cooperativa. Nós estamos numa fase de reorganização produtiva do cacau e com a possibilidade de poder avançar na proposta do empreendimento dos óleos vegetais. E essa reforma institucional que começamos a fazer é um grande resultado. O Adriano da OCB é um profissional muito capacitado, atendeu bem as expectativas de todos. Agora vamos trabalhar muito para manter esse ânimo, para poder avançar ainda mais”, (Alexandre Lins, presidente da Cooperar)
“O curso de cooperativismo é uma das coisas mais importantes para fortalecer nossa produção. No tempo do padrinho Sebastião ele já falava para nós que ia acontecer isso. A cooperativa trouxe uma sabedoria imensa para nós, clareou as nossas ideias de cooperação, de harmonia, de companheirismo. Ela nos trouxe capacitação, a gente mexia com plantas, mas não sabia tecnicamente como fazer. Nesses seis dias que participei eu já me descasquei tipo um mulateiro” – disse seu Camilo afirmando que se renovou igualmente a um pé de mulateiro, que renova a sua casca uma vez por ano. (Antônio Camilo, extrativista da Flona do Purus, é um dos maiores produtores de cacau da região e muito engajado em atividades cooperativistas).
Projeto Valores da Amazônia
O projeto Valores da Amazônia foi selecionado no âmbito da Chamada Pública de Projetos Produtivos Sustentáveis do Fundo Amazônia, no valor de R$ R$ 9.993.000,00, para Estruturação, Fortalecimento e Integração das cadeias de valor de produtos florestais não madeireiros nos estados do Acre e Amazonas.
Com duração de 36 meses, a iniciativa tem por objetivos disseminar e apoiar iniciativas empreendedoras em nove instituições aglutinadas com vistas à geração de trabalho e renda, por meio do desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas dos óleos vegetais (murmuru, buriti, cocão), cacau silvestre e borracha, em seis municípios do estado do Acre e quatro do estado do Amazonas.
Dentre os serviços que vão ser realizados pelo projeto, está o fortalecimento organizacional das nove entidades beneficiárias e da Rede de Apoio às Cadeias de Valor; Assistência Técnica e Extensão Rural e Florestal (ATERF) às entidades beneficiárias e produtores; visitas de intercâmbio a experiências inovadoras e bem sucedidas relacionadas às cadeias de valor; mapeamento das áreas e elaboração dos Planos de Manejo Simplificados para os produtos florestais não madeireiros; Certificação dos Produtos e Empreendimentos (orgânica, mercado justo e extrativismo); e estudos de mercado e promoção comercial dos produtos.
O Valores da Amazônia tem a coordenação geral do engenheiro florestal, Alisson Maranho, MSc. Coordenação Regional: Márcio Lima, engenheiro agronômo.
É realizado com recursos financeiros do Fundo Amazônia/BNDES | Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior | Ministério do Meio Amabiente | Governo Federal.
Municípios beneficiados com o Projeto no Acre e no Amazonas: Acre: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Porto Walter, Tarauacá e Feijó. Amazonas: Boca do Acre, Pauini, Lábrea e Silves.

Em momentos de instabilidade econômica, o consumidor precisa estar atento na hora contratar serviços ou produtos bancários. No caso de empréstimos, por exemplo, é bom observar o percentual de juros a incidir sobre o valor contratado. E é nesse momento em que as cooperativas de crédito surgem como a alternativa mais viável, na comparação com as demais instituições financeiras do país.
O assunto foi destaque no Jornal Hoje, desta sexta-feira, que veiculou uma matéria enfatizando as vantagens das cooperativas de crédito, em relação aos demais bancos do Sistema Financeiro Nacional.
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é uma das fontes ouvidas pela reportagem. Segundo a entidade, no empréstimo pessoal, por exemplo, a taxa de juros das cooperativas varia entre 30,4#$-$#a 43,9#$-$#ao ano. Enquanto nos bancos comuns, a média é de 120,4#$-$#ao ano, de acordo com o Banco Central. No cheque especial, a taxa de juros das cooperativas varia entre 90,5#$-$#e 175,7#$-$#ao ano. Nos demais bancos a taxa média é de 284,8#$-$#ao ano.
Clique aqui para assistir a reportagem: https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2016/01/cooperativa-de-credito-e-alternativa-para-emprestimo-com-juros-baixos.html
Fonte: Site www.ocb.coop.br
Curitiba (25/1) – O Paraná consolidou sua liderança na exportação de frango no País com mais um recorde nos embarques em 2015. Foram 1,481 milhão de toneladas exportadas, volume 15,17% maior do que em 2014, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O Paraná representou 34% das exportações brasileiras, que somaram 4,304 milhões de toneladas no ano passado.
Impulsionada pelos investimentos das cooperativas agropecuárias, pela integração com o produtor e o bom resultado na exportação, a avicultura paranaense cresce mesmo com a economia nacional encolhendo. “A avicultura paranaense atingiu um forte grau de especialização, com a conquista de mercados exigentes e ainda tem espaço para expansão no Estado”, diz Francisco Carlos Simioni, chefe do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
PARCELA - O setor respondeu por 20% das exportações do agronegócio do Paraná em 2015, de acordo com levantamento realizado pela Federação da Agricultura do Paraná (Faep). Os principais mercados da carne de frango foram Arábia Saudita (22%), União Europeia (13%), China (11%), Japão (9%) e Emirados Árabes (9%).
CADEIA - A cadeia paranaense da avicultura abate cerca de 1,8 bilhão de aves por ano e gera 60 mil empregos diretos e cerca de 600 mil indiretos no Estado. Ao todo são 36 frigoríficos, a maioria na região Oeste, com uma produção de 3,6 milhões de toneladas, de acordo com o Deral.
RECEITA - As exportações de carne de frango somaram US$ 2,37 bilhões no ano passado, com uma variação de 0,10% em relação a 2014. O crescimento menor em faturamento, apesar do aumento do volume, ocorreu porque houve, em média, uma queda de 13% no preço do frango comercializado no Exterior, explica a economista Tania Moreira, do departamento técnico e econômico da Faep.
DÓLAR - A queda dos preços em dólar, no entanto, foi compensada pela desvalorização do real, de acordo com Domingos Martins, presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar). “Alguns cortes não tiveram aumento de preços, principalmente alguns vendidos na Europa e em Hong Kong. Mas mesmo assim, com a diferença cambial, houve aumento de receita”, diz.
EXPANSÃO - Atualmente 152 países compram o frango paranaense. As oportunidades de expansão são grandes, principalmente com as restrições sanitárias impostas a alguns mercados, como Estados Unidos e México, por conta da gripe aviária. A previsão, de acordo com Domingos Martins, é que, dentro de cinco anos, o Paraná responda por 50% das exportações brasileiras de frango. “A crise brasileira é interna. No Exterior, para quem faz o dever de casa, trabalha com qualidade e é competitivo, há mercado”, afirma Martins.
REFLEXO - A competitividade da avicultura paranaense é reflexo de uma combinação de fatores: oferta de insumos, como o milho, usado como ração, alta tecnologia de produção e investimentos em sanidade animal e agroindustrialização. Além disso, os frigoríficos souberam se adaptar às exigências dos mercados consumidores. O frango enviado para a Arábia Saudita, por exemplo, é abatido de acordo com o método Halal, que obedece a lei islâmica. O país é hoje o principal destino das exportações do setor no Estado.
Agronegócio responde por quase 80% das exportações do Paraná - O agronegócio respondeu por 78% das exportações paranaenses em 2015. A participação é a maior desde o início da série histórica, em 2000, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. O resultado foi impulsionado pela boa safra de grãos e pelo avanço nos embarques de carne de frango e de suíno. Em 2015 o setor exportou o volume recorde de 22,45 milhões de toneladas – 13% mais do que em 2014.
VALOR - Apesar do aumento dos volumes, o valor exportado do agronegócio recuou 7,83% em dólar, para US$ 11,64 bilhões, devido à queda dos preços das principais commodities, de acordo com a economista Tania Moreira, do departamento técnico e econômico da Faep. Somente a soja, principal produto da pauta de exportações, registrou uma queda de 10% no valor exportado em 2015. Mas bateu recorde em volume, com 7,78 milhões de toneladas, 17,5% mais do que em 2014.
ÚLTIMA DÉCADA - O aumento da participação do agronegócio na pauta de exportações do Paraná se intensificou na última década, com o aumento da produção agrícola e a perda relativa de outros setores, como a indústria de transformação, prejudicada pelo dólar alto. Em 2005, o agronegócio respondia por 59% das exportações do Estado.
ACIMA DA MÉDIA - O agronegócio tem uma participação no total exportado do Paraná bem acima da média brasileira. No país, o setor representa 43% do total enviado ao exterior. (Agência de Notícias do Paraná)
Brasília (22/1) – Em momentos de instabilidade econômica, o consumidor precisa estar atento na hora contratar serviços ou produtos bancários. No caso de empréstimos, por exemplo, é bom observar o percentual de juros a incidir sobre o valor contratado. E é nesse momento em que as cooperativas de crédito surgem como a alternativa mais viável, na comparação com as demais instituições financeiras do país.
O assunto foi destaque no Jornal Hoje, desta sexta-feira, que veiculou uma matéria enfatizando as vantagens das cooperativas de crédito, em relação aos demais bancos do Sistema Financeiro Nacional.
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é uma das fontes ouvidas pela reportagem. Segundo a entidade, no empréstimo pessoal, por exemplo, a taxa de juros das cooperativas varia entre 30,4% a 43,9% ao ano. Enquanto nos bancos comuns, a média é de 120,4% ao ano, de acordo com o Banco Central. No cheque especial, a taxa de juros das cooperativas varia entre 90,5% e 175,7% ao ano. Nos demais bancos a taxa média é de 284,8% ao ano.
Clique aqui para assistir.
Porto Alegre (22/1) – O segmento cooperativista gaúcho tem motivos de sobra para comemorar os resultados obtidos em 2015. Apesar do cenário de instabilidade na economia do Brasil e da crise política do setor público, o cooperativismo segue sua curva de crescimento e desenvolvimento socioeconômico.
Com destaque em diversos ramos, as cooperativas gaúchas receberam premiações e foram homenageadas pelo trabalho e serviços prestados ao longo do ano. Ao todo, entre certificados, medalhas e troféus, foram 350 prêmios recebidos.
Dentre as premiações recebidas durante o ano de 2015 destacam-se as seguintes conquistas: Marcas de Quem Decide, Top of Mind, Maiores e Melhores: as 1000 Maiores Empresas do Brasil, Prêmio Índice Aneel de Satisfação do Consumidor – Prêmio IASC 2015, Prêmio Sescoop Excelência de Gestão, Melhores Empresas para se Trabalhar, Carrinho AGAS, 100 melhores Vinhos do Mundo, Prêmio Mérito Lojista, Prêmio Responsabilidade Social, Prêmio Top de Marketing, Troféu Campeador, 500 Maiores do Sul, Prêmio de Excelência da Saúde, Valor 1000 Maiores Empresas, entre outras premiações que foram concedidas a cooperativas, presidentes, dirigentes e entidades representativas do setor.
Durante o ano de 2015, o Sistema Ocergs atuou de forma significativa na divulgação da força do cooperativismo no desenvolvimento da economia do Estado, onde atuam cerca de 430 cooperativas registradas junto ao Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), somando 2,6 milhões de associados e cerca de 58,4 mil empregados diretos.
Desenvolvimento socioeconômico do cooperativismo em 2015
Nesse sentido, o presidente do Sistema Ocergs, Vergilio Perius, enaltece o trabalho das cooperativas em prol do desenvolvimento de suas comunidades locais, combatendo as desigualdades sociais, gerando empregos, promovendo a inclusão social e realizando negócios de forma sustentável.
“Nunca tivemos tantas premiações, que representam o volume de crescimento econômico e social das cooperativas e o reconhecimento da importância delas no Estado. Esse cenário denota a relevância que o Sistema Ocergs tem imprimido ao cooperativismo no Rio Grande do Sul, no sentido de que perante a sociedade e os governos o cooperativismo é uma ferramenta importante no desenvolvimento socioeconômico do Estado. Podemos dizer que o ano de 2015 foi coroado com êxito, na medida em que os indicadores sociais demonstraram mais uma vez que o cooperativismo cresceu em 2015 e, que em 2016, continuará na mesma caminhada”, disse Perius. (Fonte: Assimp Ocergs)
Brasília (21/1) – O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) acaba de divulgar o resultado preliminar da etapa de entrevista técnica, integrante do processo seletivo que visa à contratação de profissional para o cargo de analista de sistemas (desenvolvedor). O Sescoop também informa o prazo para interposição de recursos que será entre os dias 22 e 23 deste mês de janeiro. Clique aqui e saiba mais!
"Rio de Janeiro (21/1) – É a primeira vez que na atual gestão do Sistema OCB/RJ será implementada a Organização de Quadro Social (OQS) em uma cooperativa. A instituição a ser contemplada é a Cooperativa Agropecuária Duas Barras. Em 14 de janeiro, o programa – que tem duração de três meses – foi apresentado aos membros dos Conselhos Fiscal e Administrativo e dirigentes da cooperativa.
Desde o dia 18 de janeiro a Cooperativa Agropecuária Duas Barras utiliza o diagnóstico dos cerca de 180 cooperados, visitando-os, a fim de estruturar comunidades para administrar melhor a atuação da cooperativa.
A OQS é um processo sistemático de comunicação e integração que contribui para melhorar a eficiência, eficácia e competitividade da cooperativa e seus cooperados. O programa dará oportunidade aos cooperados de participarem da gestão da cooperativa, preparar lideranças para assumir cargos na administração e fiscalização, orientar os cooperados em relação aos serviços prestados pela cooperativa, buscar a contribuição na definição de objetivos e criar um espaço de comunicação e informação para o cooperado.
O coordenador de Planejamento da Sescoop/RJ, Valdinei Calixto e os analistas de Operações e Planejamento do Sescoop/RJ, respectivamente, Sabrina Oliveira e Márcio Fernandes, representaram o presidente do Sistema OCB/RJ, Marcos Diaz, em visita realizada esse mês. Para Sabrina, a OQS é um momento importante que deve ser seguido por todas as cooperativas.
“É um marco, pois é a primeira vez que realizamos a OQS nessa gestão, sendo referência no Estado. Desejo sucesso a todos os cooperados e que possa servir de exemplo para outras cooperativas”, comentou.
Segundo Calixto, o momento é propício para a cooperativa crescer com melhores resultados para todos. “O objetivo é levar resultados aos cooperados e fazer com que a cooperativa seja sustentável econômica e ambientalmente”, declarou.
A apresentação da OQS foi feita pelo professor do curso de Formação em Gestão de Cooperativas (Formacoop), Frederico Zappi. O presidente da Cooperativa Agropecuária Duas Barras, Roberto de Mello Araujo, que participa do Formacoop, mostrou-se satisfeito e creditou ao Sistema OCB/RJ a oportunidade de crescimento. “A cooperativa está dando um grande passo com a ajuda do Sistema para se desenvolver e ter melhores resultados para todos”, concluiu.
Também estiveram presentes na visita o secretário municipal de Cultura e Turismo, Francisco José Vasconcellos Filho; o chefe do escritório local da Emater-Rio, José de Mello Araújo, a presidente da Associação dos Artesões de Duas Barras e membro da Associação Comercial e Turística de Duas Barras, Adriane Calvo; o professor da Unesc, de Colatina (ES), José Carlos Moreira Araújo de Barros; e o ex-presidente da Confederação das Unimeds do Brasil, Dagoberto José Silva. (Fonte: Assimp Sistema OCB/RJ)
Vitória (21/1) – O Sistema OCB/ES realiza na próxima segunda-feira, dia 25/1, o seminário “Cenários e Tendências: Mundo, Brasil e ES”. O evento que ocorre na sede da entidade, em Vitória/ES, marca o início do Programa de Gestão Avançada das Cooperativas do Espírito Santo (Progescoop), fruto de uma parceria entre o Sistema OCB/ES, a Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (SEAG) e a Fundação Dom Cabral.
Seu o objetivo é capacitar dirigentes e gestores com foco em melhoria de resultados nas cooperativas agropecuárias para aprimoramento da gestão cooperativista e disseminação de boas práticas de governança. Farão parte do programa as cooperativas: Agrum Coop, Cacal, Clac, Cooabriel, Coocafé, Coopbac, Coopeavi, Selita, Veneza E Caf Sul.
O programa visa, ainda, implantar o Programa Parceiros para a Excelência (PAEX), desenvolvido pela FDC, em cooperativas agropecuárias do Espírito Santo. É uma iniciativa que conta com uma metodologia moderna e dinâmica, com implementação de um modelo de gestão focado em melhoria de resultados e aumento de competitividade. Todo trabalho é desenvolvido com o acompanhamento de professores experientes, os resultados aparecem a médio e longo prazos, por meio do realinhamento da estratégia de cada cooperativa e com avaliações gerenciais mensais para mensurar o progresso dos negócios.
INVESTIMENTO – Serão investidos pelo Sistema OCB/ES e pelas cooperativas R$ 2,3 milhões e, pelo Governo do Estado, por meio da SEAG, R$ 1,5 milhões em três anos, totalizando R$ 3,8 milhões em investimento no cooperativismo capixaba.
RECONHECIMENTO – O Programa ganha notoriedade e destaque a nível nacional tendo em vista as ações realizadas com orientações de especialistas da Fundação que atuam junto às empresas e cooperativas dando ênfase aos seguintes aspectos: redefinição da estratégia, acompanhamento de indicadores e metas, intercâmbio entre cooperativas para compartilhamento das melhores práticas de gestão, e metodologias diversas ligadas as áreas de Marketing e Vendas, Gestão de Processos, Gestão de Pessoas, Gestão de Projetos, Finanças, Operações e Logística. (Com informações do Sistema OCB/ES)
Salvador (21/1) – O Sistema OCEB realizará no dia 1º/2 o II Encontro de Alinhamento dos Consultores, Instrutores, Assessores e Facilitadores do Sistema Cooperativista Baiano. Os objetivos são otimizar e alinhar informações que norteiam o Sistema Cooperativista na Bahia, além de fortificar o trabalho no desenvolvimento das cooperativas e do cooperativismo de forma integrada e permanente.
Na oportunidade, será apresentado o Planejamento Estratégico da OCEB e do Sescoop/BA, assim como as ações do Sistema para 2016. De acordo com o superintendente da OCEB, José Alberto Batista, o encontro pretende reunir profissionais alinhados com os objetivos do Sistema, para melhor desenvolver o aprimoramento da gestão das cooperativas e seu desenvolvimento.
“O Sistema cooperativista tem como visão ser reconhecido pela sociedade por sua competitividade, integridade e capacidade de promover a felicidade dos cooperados e para alcança-la é necessário o envolvimento de todos, falando a mesma linguagem e seguindo alinhado com os objetivos do Sistema”, ressalta o superintendente. (Fonte: Assimp Sistema OCEB)
Florianópolis (20/1) – Contadores, faturistas e profissionais ligados à tecnologia da informação de cooperativas agropecuárias catarinenses participaram, nesta semana, em Chapecó/SC, de um encontro para esclarecer dúvidas e questões relacionadas à implantação da Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e), projeto desenvolvido pela Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina (SEF/SC). O evento foi promovido pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc).
O diretor superintendente da entidade, Neivo Luiz Panho, conduziu a abertura das atividades e destacou a importância da implantação do sistema para facilitar o processo de emissão de nota aos produtores rurais. “Com o sistema, não é necessário ir até a prefeitura municipal para prestar contas. Basta emitir a nota eletrônica para que a operação seja contabilizada pelos órgãos competentes”, disse.
O auditor fiscal da Receita Estadual e responsável pelo projeto na SEF/SC, Ari José Pritsch, iniciou sua explanação lembrando que nota fiscal tem como finalidade registrar operações, atestar a responsabilidade do produtor pela segurança e qualidade do produto, proporcionar garantia do produto, permitir o acompanhamento estatístico da produção, planejar ações voltadas ao desenvolvimento, arrecadação de impostos, entre outros aspectos.
As vantagens da NFP-e incluem o fato de o produtor poder usá-la na comercialização de vários produtos e serviços como o turismo rural e a venda de adubos, ração e fertilizantes. Atualmente, a NF em papel é emitida somente para produtos primários.
Além disso, com o sistema eletrônico, todas as notas emitidas entrarão, automaticamente, no movimento econômico do Município e contribuirão no cálculo do retorno do ICMS. As notas ficarão arquivadas e disponíveis para a Previdência Social quando o produtor solicitar sua aposentadoria. Outros benefícios compreendem a substituição do bloco de notas em papel, redução de custos, o fato de evitar deslocamentos para buscar novos blocos e prestar contas, além da nota ficar armazenada na SEF/SC com a possibilidade de imprimir cópias ilimitadas, o que facilita a comprovação da renda.
De acordo com a SEF/SC, a implantação do novo sistema deve beneficiar cerca de 200 mil produtores rurais de Santa Catarina. As notas fiscais estarão articuladas com as Guias de Transporte de Animais (GTA) que estão em versão eletrônica desde 2014.
HABILITAÇÃO – Para fazer a habilitação para o uso da NFP-e, o produtor rural poderá ir até a Unidade Conveniada do município ou, se tiver condições, o próprio produtor poderá providenciar sua habilitação pelo endereço www.sef.sc.gov.br. Antes de fazer a habilitação, o produtor deverá comunicar o adquirente de sua produção sobre a adesão no sistema da NFP-e. Para isso, o produtor deverá ter em mãos os seguintes documentos: número da inscrição estadual, CPF, data de nascimento, título e eleitor, e-mail e telefone. O acesso ao sistema de emissão de notas é feito mediante número da Inscrição Estadual do produtor e senha criada no momento da habilitação. (Fonte: Assimp Sistema Ocesc)
Belo Horizonte (20/1) – Lançado em 2015 pelo Sistema Ocemg, o Programa de Gestão Avançada para Lideranças (Lidercoop), realizado em parceria com a Fundação Dom Cabral – instituição renomada em educação executiva eleita pelo jornal Financial Times entre as 20 melhores escolas de negócios do mundo, terá a sua segunda edição iniciada nos dias 16 e 17 de fevereiro, com previsão de conclusão para os dias 22 e 23 de novembro.
A iniciativa tem uma proposta inovadora que visa ao desenvolvimento das competências essenciais de liderança, gestão e governança, com visão e conhecimento das várias funções organizacionais e de negócios aplicáveis às cooperativas.
Direcionado exclusivamente para presidentes, conselheiros e diretores de cooperativas participantes no Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), a seleção dos participantes é feita a partir da análise dos indicadores de gestão, comparativamente com os resultados das demais cooperativas participantes. No total, são oferecidas 35 vagas, uma por cooperativa, de modo a garantir que um maior número de cooperativas possa participar.
O curso tem carga horária de 96 horas, divididas em seis encontros de 16 horas com os seguintes temas: Gestão Estratégica, Finanças, Gestão de Riscos, Marketing e Vendas, Gestão de Projetos e Gestão de Pessoas. A primeira turma realizada em 2015 teve adesão expressiva e um elevado índice de aprovação pelos participantes.
De acordo com a gerente de Capacitação do Sistema, Andréa Sayar o Sistema Ocemg continuará garantindo o padrão de qualidade obtido na primeira edição do curso dentro de uma perspectiva de melhoria continua no programa e de evolução permanente, frente à dinâmica do ambiente de negócios das cooperativas. "Como sempre, o Sistema Ocemg busca aprimorar os seus cursos de modo a manter o padrão de ensino aprendizagem considerando as avaliações dos participantes e as próprias observações feitas pela equipe técnica da entidade" conclui. (Fonte: Assimp Sistema Ocemg)
Belo Horizonte (20/1) – O calendário de cursos e eventos do Sistema Ocemg para 2016 já está disponível no Portal do Cooperativismo Mineiro. De acordo com a gerente de capacitação do Sistema, Andréa Sayar, todas as atividades da Casa estão organizadas em eixos temáticos como Gestão e Governança, Organização do Quadro Social (OQS), Educação Cooperativista, Promoção Social, além de Estudos e Pesquisas.
Entre as atividades de Gestão e Governança das Cooperativas, os cooperativistas têm à disposição o Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista (PAGC), o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), o Programa de Formação de Dirigentes e Gestores das Cooperativas Mineiras (Formacoop), o Programa de Formação de Conselheiros das Cooperativas de Crédito (Formacred) e o Programa de Gestão Avançada para Líderes (Lidercoop).
Em breve, as programações detalhadas dos Encontros Profissionais, além das propostas para os de Jovens e de Mulheres, serão divulgadas. O ciclo de palestras quinzenais de Orientações Básicas sobre o Cooperativismo já foi retomado em janeiro.
As atividades ligadas à Promoção Social abrangem ações de Educação, Lazer e Cultura, Reponsabilidade Social e Qualidade de Vida. Acompanhe no Portal do Cooperativismo Mineiro as agendas do Sábado Cooperativo, Coop Encena, Corrida da Cooperação, Coopsportes e Dia C.
Mais informações podem ser obtidas na Gerência de Capacitação pelos telefones (31) 3025-7112 e 3025.7110 ou pelo e-mail
Belo Horizonte (20/1) – Uma das principais ações do pilar de Promoção Social do Sistema Ocemg, o Programa de Educação Cooperativa, cresce a cada ano. O sucesso da iniciativa reflete números expressivos. De 2011 até o final de 2015, 9.178 alunos foram contemplados pelo programa, vindos de mais de 150 escolas mineiras. Cerca de 500 educadores foram envolvidos no projeto, que contou com a colaboração de 21 cooperativas locais como apoiadoras.
Para 2016, as visitas do programa terão início na segunda quinzena de março e existem ainda novidades entre as atividades a serem trabalhadas com os estudantes. "Dentre as temáticas e as atividades a serem desenvolvidas, destacamos a elaboração de um Plano de Negócio Cooperativo, a partir da visão e da prática do empreendedorismo coletivo. Esse plano de ação servirá de suporte metodológico e de inspiração na estrutura, organização e gestão para que os estudantes escolham e definam o tipo de negócio cooperativo que querem desenvolver", explica a analista da Gerência de Capacitação, Thaís Leite.
Desde o início do programa, o número de cidades também aumentou de três para 21. E este ano o número de cidades contempladas pelo projeto será ainda maior, com seis novas adesões: Cataguases, Itabira, Guapé, Lajinha, Campos Altos e Pimenta. Além desses municípios, Alpinópolis, Araguari, Caetanópolis, Canápolis, Capinópolis, Carmo do Rio Claro, Carmópolis de Minas, Chapada Gaúcha, Curvelo, Esmeraldas, Frutal, Guanhães, Guaxupé, Gurinhatã, Ituiutaba, João Monlevade, Luz, Machado, Morada Nova de Minas, Paraopeba, Três Marias estão entre as cidades que já recebem o programa.
O Programa de Educação Cooperativa é um a iniciativa do Sistema Ocemg, com objetivo de disseminar a consciência e a cultura da cooperação para os professores e estudantes no ambiente da escola, na família, na comunidade e na cidade. (Fonte: Assimp Sistema Ocemg)
Brasília (19/1) – O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) comunicou hoje o resultado da terceira etapa do processo seletivo para o cargo de analista de pessoal. Clique aqui para conhecer o documento.
