Notícias representação
* Alderico Sena
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado da Bahia (Sescoop/BA) é uma entidade que tem como objetivo a capacitação, o monitoramento e a promoção social dos cooperados, empregados de cooperativas e de seus familiares. As atividades de formação cooperativista empreendem a construção de uma identidade do cooperado que atenda a uma nova forma socioeconômica de ser, através da educação, treinamento e informação.
O alicerce da direção do Sescoop/BA nesses dez anos de fundação (novembro de 1999) tem como prioridade o investimento na formação profissional dos cooperados e empregados de cooperativas objetivando capacitar gestores da economia cooperativa e visando a eficiência no gerenciamento de negócios e a excelência do desempenho de uma empresa coletiva. As ações do Sescoop/BA abrangem cursos, treinamentos de curta e media duração; treinamento especializado; capacitação de conselheiros de administração e fiscal; formação de multiplicadores; formação de jovens lideranças cooperativistas e desenvolvimento de gêneros nas cooperativas. As ações de monitoramento do Sescoop/BA são um processo de acompanhamento sistemático das atividades das cooperativas, permitindo uma avaliação econômica, financeira e administrativa do desempenho, apontando indicadores operacionais para o alcance dos objetivos sociais.
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado da Bahia (Sescoop/BA) é uma instituição sem fins lucrativos, integrante do Sistema “S”, que tem como objetivo o desenvolvimento do cooperativismo e o cumprimento de uma ação social e econômica para os seus associados. A criação do Sescoop em nível nacional através da Medida Provisória 1715 de 1998 e regulamentada pelo Decreto 3017 de 1999 foi uma conquista do Sistema como instrumento de educação dos cooperados, empregados e dirigentes de cooperativas para que venham interagir no mercado globalizado em igualdades de condições.
Nesses dez anos, o cooperativismo baiano, sob o comando do presidente Dr. Orlando Colavolpe e do superintendente Alderico Sena - conquistou espaços bastante significativos, em nível, estadual e nacional basicamente, devido à seriedade e o comprometimento dos dirigentes e empregados do Sescoop/BA e da Oceb com os objetivos institucionais, tais como: Transformação da Organização das Cooperativas em Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia (Oceb) ; apresentação da proposta do Projeto de Lei de Política Estadual do Cooperativismo na Assembléia Legislativa, que se encontra em tramitação; proposta da criação da Frente Parlamentar do Cooperativismo Estadual; maior repassador de recursos do Norte e Nordeste das contribuições cooperativistas para a OCB; único estado no Brasil a implementar o Projeto Pedagógico Unificado nas Cooperativas Educacionais, sob aprovação do Conselho Estadual de Educação do Estado; ser referência do cooperativismo do Norte e Nordeste; aumento do volume de recursos orçamentários para investimentos na formação profissional dos cooperados, empregados e de seus familiares; assento no Conselho Administrativo e Fiscal do Sescoop e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB); presidência da Federação das Organizações das Cooperativas do Sudeste e Nordeste – Fecoop Sulene; vice-presidência da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCOOP), dentre outras conquistas para as cooperativas registradas e adimplentes com as obrigações estatutárias para com a Oceb.
O cooperativismo promove equilíbrio em eficiência econômica e eficácia social proporcionando distribuição de renda e felicidade entre as pessoas que acreditam na filosofia do cooperativismo.
* Superintendente do Sescoop/BA
O Curso de Especialização em Gestão de Cooperativas, oferecido pelo Sistema OCB-Sescoop/CE, terá novo módulo nesta sexta-feira e sábado (18 e 19/4), na sede da instituição em Fortaleza (CE). A especialização que está no oitavo módulo vai tratar de Metodologia da Pesquisa Científica e Elaboração de Monografia e conta com a chancela da Universidade Federal do Ceará (UFC).
A disciplina a ser abordada tem a finalidade de auxiliar os alunos na escolha e construção de seus objetos de investigação científica, além de fornecer diretrizes para o trabalho de campo e de construção e elaboração da monografia. O facilitador será o professor da UFC, Eduardo Santos Ellery.
O curso, com 31 alunos está formando a sua segunda turma. As aulas tiveram início em outubro de 2008 e são ministradas durante uma sexta-feira e um sábado por mês. (Fonte: OCB/CE)
"Ley Marco para las Cooperativas de América" é o título da publicação em espanhol que a Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas) lança em versão digital. O livro orienta sobre os fundamentos da legislação cooperativista.
São 102 artigos estruturados em 12 capítulos. Em breve a ACI Américas fará a versão impressa traduzida para o inglês e também para o português. Clique aqui para fazer download do livro.
A cada ano, mais escolas, professores e cooperativas estão aderindo ao Programa Cooperjovem, desenvolvido desde 2000 pelo Sistema Cooperativista Brasileiro. O programa tem abrangência nacional e é implementado pelas unidades estaduais do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), em parceria com secretarias de educação, cooperativas e estabelecimentos de ensino. Nos primeiros sete anos de implantação, o Cooperjovem envolveu 327 cooperativas, 1246 escolas, 117 cooperativas educacionais, 278.042 alunos e 9758 professores no País, de acordo com relatório divulgado recentemente pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Sescoop. Nesse período, o programa também promoveu 447 eventos de capacitação para professores.
Evolução nos Estados - Em todos os estados brasileiros, a proposta de educação cooperativista está conquistando cada vez mais espaço. No Paraná, o programa ganha força e se consolida como ação educacional permanente. Implantado no estado em 2002, passou de duas cooperativas parceiras para 16 até o ano de 2007. Nesse período, o número de escolas atendidas subiu de seis para 176; a quantidade de alunos evoluiu de 115 para 17.002 e a de professores passou de 22 para 870. Já o volume de municípios saltou de cinco para 62. Quatorze cooperativas educacionais também aderiram ao Cooperjovem. "Em quando as crianças participam do Cooperjovem, estão se preparando para o exercício de sua cidadania. Com o aprendizado, viabilizam expectativas de um mundo mais justo e fraterno", afirma o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski.
Contraponto - O programa colabora com o trabalho da escola na formação dos professores e na preparação de jovens que fazem parte de uma sociedade globalizada e em contínua transformação. Mas seu objetivo é mais profundo e amplo. "Ao apresentar o cooperativismo e seus valores essenciais, como solidariedade, autonomia, responsabilidade, democracia e honestidade, o Cooperjovem age como um contraponto à competitividade bruta que tende a individualizar as relações até mesmo no cotidiano escolar", esclarece o gerente de Desenvolvimento Humano da Ocepar, Leonardo Boeche.
Origem - No início dos anos 1980, a Cooperativa de Profissionais Gráficos do Distrito Federal (Copergraf) desenvolveu um material ilustrado, em formato de revista em quadrinhos, que apresentava o cooperativismo de forma lúdica e atrativa por meio de personagens da "Turma da Cooperação". A partir dessa publicação, foi desencadeada uma ação sistematizada por um programa de trabalho, que organizava o método do repasse de informações sobre cooperativismo para jovens no ambiente escolar, constituindo-se, então, o Programa Cooperjovem.
Fundamentos - O Coopejovem foi instituído considerando as ações que buscam divulgar os princípios, a doutrina e a filosofia cooperativista como forma de desenvolvimento integral das pessoas. Compreende a capacitação de professores e oficinas de educandos, oferecidos como forma de disseminação da cultura cooperativista. Com base em seus princípios sociais, busca desenvolver e implementar uma proposta metodológica de educação baseada na relação ensino-aprendizagem, construída a partir de valores que embasam o cooperativismo, como justiça social, solidariedade, participação, liberdade, igualdade, equidade e autonomia; direcionada aos educadores e alunos das escolas e cooperativas educacionais, nos nível fundamental e médio.
Modelo diferenciado - O Programa foi institucionalizado em 19 de junho de 2007 pela resolução nº 109, do Conselho Nacional do Sescoop. Em 5 de novembro de 2007, foi aprovada a portaria nº 036, estabelecendo os procedimentos para fins de qualificação, implantação e acompanhamento do programa. "Com essa iniciativa, nós podemos construir um modelo diferenciado de relações entre alunos, professores, comunidade e cooperativa, promovendo uma mudança estrutural nas sociedades envolvidas", afirma o presidente do Sistema OCB e do Sescoop Nacional, Márcio Lopes de Freitas.
Intercâmbio - Um dos objetivos do Cooperjovem é promover o intercâmbio entre escola/cooperativa e vice-versa. Nesse sentido, diversas unidades têm organizado atividades variadas para promover maior interação entre os públicos. No Paraná, a Cooperativa C.Vale, por exemplo, com sede em Palotina, promove um dia de lazer para as crianças participantes do programa com o envolvimento de várias escolas. No Ceará, foi organizada uma campanha de prevenção às cáries; no Mato Grosso do Sul o Torneio de Jogos Cooperativos e uma Gincana Cultural. Já em Pernambuco, o Prêmio de redação com o tema "Cooperativismo: você participa, todos crescem" ofereceu R$ 3 mil como premiação aos primeiros colocados.
Prêmio Nacional - Em 2007, foi lançada a primeira edição do Prêmio Nacional de Redação do Programa Cooperjovem, com a participação de 14 unidades nos estados do Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul,"
Estão abertas as inscrições para o Curso Básico de Cooperativismo, programado para o próximo dia 29, das 8h às 17h, no auditório da Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado de Pernambuco e da unidade estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (OCB-Sescoop/PE), na Iputinga, Recife (PE). O treinamento visa disseminar a cultura cooperativista e preparar cooperados para atuar com maior qualidade no sistema.
Inscrições devem ser encaminhadas para o e-mail
“A AgroBrasília 2009 está entre grandes exemplos de feiras agropecuárias de difusão tecnológica promovidas pelo setor cooperativista, com amostras de inovações, inclusive na área de pesquisa, e comprova, mais uma vez, a capacidade de organização dos produtores por intermédio das cooperativas”, avalia o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),
O evento foi prestigiado pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que salientou o trabalho extraordinário que o agricultor brasileiro tem feito. “Num momento de crise como esse, a agricultura tem reagido de forma extremamente positiva”, disse na abertura da feira de tecnologias.
A feira, promovida pela Coopa/DF, conta com 180 expositores, que mostram inovações tecnológicas nas áreas de cultivares, maquinários, tratores, sementes, veículos, além das novidades da agricultura familiar. “O objetivo do evento é fazer com que os produtores possam se aperfeiçoar com as novas tecnologias, seja na área de genética ou maquinário”, disse o presidente da cooperativa, João Carlos Werlang,
Segundo a coordenação da AgroBrasília
Participaram da abertura da feira o secretário-executivo da OCB, Renato Nobile, o governador e o vice-governador do Distrito Federal, respectivamente,
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Exportar produtos lácteos para América Latina, Oriente Médio, África e Ásia é uma das ações previstas no Programa Setorial de Exportação de Lácteos (PSI Leite), que foi apresentado pelo assessor de Relações Institucionais da Itambé, Ricardo Cotta Ferreira, nesta quinta-feira (16/4), na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF). O programa visa ampliar as exportações desses produtos, aumentando a gama de empresas exportadoras e o mix de produtos exportados, com investimentos
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O PSI do Leite está divido em sete grandes ações: criação de sistema de informação do mercado internacional de produtos lácteos, criação de um portal na internet; participação em feiras e eventos no exterior; elaboração de um projeto comprador e projeto imagem (missões comerciais e rodadas de negócios); projeto vendedor; promoção e marketing e marketing em mercados- alvos.
A especialista da Gerência de Mercados da OCB, Flávia Zerbinato, disse que o projeto é de grande importância para o setor, pois atende às cooperativas e indústrias lácteas. "A intenção é buscar a confiança dos compradores externos, e, dessa forma, fortalecer o mercado interno e alavancar a economia brasileira. Temos qualidade e sabemos quais são as exigências a serem cumpridas."
O gerente de projetos da Apex-Brasil, Marcos Soares, falou sobre a forma de atuação da Agência e esclareceu algumas dúvidas referentes à utilização dos recursos, os quais podem ser utilizados como contrapartidas, além do orçamento real do projeto. Ele explicou que o Projeto Setorial Integrado (PSI), estimula e facilita a inserção das empresas de pequeno e médio portes no mercado internacional aumentando, de forma sustentada, sua participação nas exportações brasileiras.
“Existe dentro da Apex-Brasil, uma área específica para trabalhar com os projetos, no sentido de aumentar as exportações brasileiras, diversificar a pauta de exportações, ampliar a base exportadora e promover a maior inserção do setor empresarial no processo exportador”, enfatizou Soares. Para o gerente, a geração de emprego e renda são diretrizes essenciais observadas nos projetos apoiados pela área.
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"A crise contemporânea como oportunidade para o cooperativismo" foi o tema do Seminário do Cooperativismo Fluminense, nesta quinta-feira (15/4), no Rio de Janeiro (RJ). A iniciativa é da Organização das Cooperativas do Estado do Rio de Janeiro e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado (OCB-Sescoop/RJ). O gerente de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Evandro Ninaut, ministrou palestra sobre as "Novas oportunidades de negócios para as cooperativas".
“Mediante a crise, o cooperativismo tem tido uma visão de oportunidade, buscando meios para contornar as dificuldades geradas pela situação e, ao mesmo tempo, se revelando como alternativa. O cooperativismo de crédito, por exemplo, tem ocupado espaço com a saída das tradings e retração da oferta de crédito. O mesmo pode-se dizer das oportunidades geradas para o Ramo Trabalho, que se mostra uma alternativa ao aumento do desemprego ocasionado pela crise, e às cooperativas agropecuárias, com resultados melhores na venda de seus produtos em decorrência do aumento do câmbio”, explica Ninaut.
"O panorama das leis cooperativistas sem tramitação" foi o tema abordado pelos advogados Eduardo Pastore e Ronaldo Gáudio. Geraldo Magela, representante nacional do Ramo Trabalho na OCB, falou sobre a "Certificação das cooperativas de trabalho para atuação no mercado".
"Oportunidades em momentos de crise" foi o assunto apresentado pelo diretor de Produtos e Atendimento do Sebrae, Cezar Vasquez. A economista da Fundação Getúlio Vargas Myrian Lund trouxe o tema "A economia mundial e o momento atual brasileiro". E para encerrar as atividades, o coordenador geral do Banco de Palmas, João Joaquim de Melo Neto, apresentou um caso de sucesso da instituição.
"No próximo dia 27, será lançado a Campanha Cooperativa Saudável no Estado de Pernambuco. O evento será após a Assembléia Geral Ordinária da Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado de Pernambuco e da unidade estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (OCB-Sescoop/PE), e acontece em Iputinga, Recife (PE).
A Campanha, é uma iniciativa do Sescoop, com o apoio da Unimed do Brasil e da Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UFTPR), e tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento profissional e a integração das cooperativas, além de buscar a melhoria da qualidade de vida dos cooperados e funcionários.
A campanha começa com um levantamento do perfil e estilo de vida de associados, empregados, familiares e comunidades ligadas a cooperativas, a partir de um método desenvolvido pelo professor Markus Nahas, a avaliação do Perfil do Estilo de Vida Individual (Pevi), alicerçada em cinco aspectos fundamentais – nutrição, atividade física, comportamento preventivo, relacionamento social e controle do estresse.
A coleta de informações tem início com o lançamento da ação e vai até o dia 15 de junho, período em que as unidades estaduais do Sescoop poderão promover eventos voltados à qualidade de vida, em parceria com as Unimeds estaduais, incentivando a resposta à avaliação do Perfil do Estilo de Vida Individual. Com esses dados, o Sescoop investirá no planejamento de ações pela promoção da saúde em ambientes cooperativistas.
A cerimônia de lançamento será na sede da OCB-Sescoop/PE, às 10h30, com a palestra sobre comportamento preventivo na área da saúde, proferida pelo médico Giovanni Rattacaso, presidente da Cooperativa dos Médicos do Brasil (COOMEB).
De acordo com a coordenadora da campanha em Pernambuco, Madalena Nascimento, a intenção é fazer com que as cooperativas participem ativamente da iniciativa, atuando como multiplicadoras da campanha. “É importante que as cooperativas realizem ações visando atingir seus cooperados, incentivando-os a realizar a sua auto-avaliação”, reforça Madalena.
Para obter o Perfil do Estilo de Vida Individual, o interessado deve acessar o site da campanha Cooperativa Saudável (https://cooperativasaudavel.brasilcooperativo.coop.br/) e escolher a opção “Quero participar”. Também é possível acessar o Perfil pelo site do Sescoop/PE (www.sescoop-pe.org.br), no link “Cooperativa Saudável”. (Fonte: OCB-Sescoop/PE)
As perspectivas para a safra de trigo e o final da safra de soja no Rio Grande do Sul, foram avaliadas pela Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola (Coodetec). A reunião aconteceu na Cooperativa Tríticola de Não-Me-Toque (RS), nesta quarta-feira (15/4). Apesar da falta de uma política de preços adequada às necessidades do produtor desestimular o plantio, o diretor executivo da Coodetec, Ivo Carraro, ressalta que o trigo continua sendo uma boa fonte de renda para o inverno.
Para garantir melhores resultados, Carraro destaca a necessidade do agricultor investir na qualidade da produção. Ivo Carraro afirma também que o bom planejamento da safra de trigo, como a escolha da variedade mais adequada ao que o mercado procura, é fundamental para obter lucro. “Notamos que o agricultor está preparado para plantar trigo, mas ainda se encontra meio inseguro. O Brasil precisa de trigo, por isso insistimos na busca de informações por parte do produtor. Existe a exigência de mais qualidade e o RS tem potencial para isso”, enfatiza.
Segundo Carraro, o agricultor não é o último cliente. “Ele faz parte de uma cadeia”. O diretor defende a idéia de que o produtor de trigo precisa estar atento àquilo que o mercado consumidor precisa, porque, a partir desta busca de qualificação, vislumbrará um bom negócio.
Ivo Carraro afirma que o trigo é uma excelente cultura, inclusive para a cobertura de solo, mas que esta acaba sendo uma visão muito limitada do que a cultura do trigo pode representar economicamente para o Estado. “Não podemos mais tratar o trigo só para cobertura de solo e sim como fonte de renda, algo mais profissional”, diz.
A diferença de preço está na qualidade do grão produzido. “Muitas vezes o agricultor não investe porque acha o lucro pequeno. Quem compra, compra a partir da qualidade que deseja. O agricultor precisa pesquisar um pouco mais e investir neste sentido”.
O diretor executivo da Coodetec orienta o produtor para que procure se informar sobre as questões: qualidade, preço e políticas de governo. “Existem muitas opções e a cultura é altamente viável. Planejamento também é o alicerce do negócio”. (Fonte: Cotrijal)
A Coop – Cooperativa de Consumo prevê para o segundo semestre deste ano a contratação de 120 profissionais para a nova unidade que será aberta em outubro, no bairro Novo Horizonte, zona leste de São José dos Campos (SP). As admissões começam entre o final de agosto e início de setembro.
De acordo com o presidente da Coop, Antonio José Monte, os candidatos podem entregar os currículos nas outras duas unidades da rede na cidade --no Jardim Morumbi e em Santana. "Já temos muitos currículos. Não vamos chamar ninguém antes de agosto. O ideal é que comecem a deixar os currículos a partir de junho. Algumas vagas serão preenchidas com nossos funcionários", explicou Monte.
Investimento - Para a nova loja, a Coop irá investir cerca de R$ 6,5 milhões. O terreno onde está sendo construída a unidade possuí 14 mil metros quadrados e terá uma área construída de 5.400 metros. "O terreno foi comprado há mais de quatro anos. Já fazia parte das nossas estratégias essa nova loja. Os clientes vão contar com 150 vagas de estacionamentos e terão à disposição cerca de 30 mil itens, incluindo os de drogaria", disse o presidente. (Fonte: Ocesp)
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Nesta terça-feira (14/4), a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado federal (CRA/SF) debateu, em audiência pública, alternativas para a redução dos preços dos insumos usados na agricultura. O senador Valter Pereira, membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), foi autor do requerimento da audiência.
Segundo informações da Agência Senado, a conclusão encontrada pelos debatedores, acerca da questão dos insumos agrícolas, foi a necessidade de se buscar alternativas viáveis para aumentar a produção de fertilizantes no país, que possuam preços competitivos e que, dessa forma, possam salvar os agricultores dos altos preços internacionais que geram o desestímulo da produção agrícola interna.
O representante do Ministério de Minas e Energia, professor Cláudio Scilar, informou que o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) montou uma comissão interna para análise dos processos de minérios destinados à produção de fertilizantes. Esse grupo conta com participação ativa do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e técnicos da Embrapa.
Já o professor Ali Aldersi Saab, técnico do Mapa, cobrou da Petrobrás a liberação da exploração de jazidas, de fósforo e potássio, por exemplo, para atender as necessidades de aumento da produção nacional de fertilizantes. Em resposta, o gerente-geral da Área de Abastecimento da Unidade de Negócios Petroquímicos e Fertilizantes da Petrobrás, Fernando Fernandes Martinez, argumentou que a instalação de mais unidades de exploração depende de incentivos tributários para o setor.
Outra questão importante levantada pelo representante do MAPA, foi a necessidade da criação de uma política estatal que cuide exclusivamente da produção de fertilizantes. Nessa política, destacou Ali Saab, devem participar empresas como a Petrobrás, e grupos privados que atuam na área, como o Consórsio Cooperativo Agropecuário Brasileiro (CCAB) e a AMA Brasil. O senador Valter Pereira apoiou a proposta e demonstrou acreditar que a criação de uma holding é uma solução adequada, pois atende a necessidade de uma solução rápida para o setor agrícola, isso, em comparação ao tempo gasto para a implantação de uma empresa estatal, pois leva muito tempo por conta da burocracia existente para a criação de uma estatal.
No debate, estiveram presentes representantes do Ministério de Minas e Energia (MME), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Petrobrás, Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA Brasil) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
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O Conselho Estadual do Cooperativismo (Cecoop-MG) se reúne nesta quinta-feira (16/3), às 15 h, na sede do Sistema Ocemg/Sescoop-MG, para deliberações em sua 6ª reunião ordinária, a segunda do ano. Em pauta, a continuidade da discussão sobre a criação do Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo (Fundecoop).O presidente do Sistema Ocemg/Sescoop-MG, Ronaldo Scucato, participará da reunião que será conduzida pela presidente do Conselho, Marilena Chaves.
Na ocasião, o deputado estadual Domingos Sávio, presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo Mineiro (Frencoop-MG), apresentará o requerimento publicado no Diário do Legislativo no último dia 19 de março relacionado à produção de campanha educativa através da TV Assembléia. A iniciativa, segundo ele destacaria a importância do cooperativismo, os trabalhos da Frente Parlamentar, da Superintendência de Cooperativismo, entre outros.
Conforme estabelecido na última reunião do Conselho, também será feita apresentação sobre os ramos Trabalho e Transporte. A cada reunião, dois ramos serão apresentados até que todos tenham sido contemplados.
O Cecoop-MG é subordinado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e tem por objetivo estabelecer metas para o cooperativismo, além de promover uma maior aproximação entre as cooperativas e os órgãos públicos. (Fonte: Ocemg)
O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, nesta terça-feira (14/4), a Lei 11.922, proveniente da conversão da Medida Provisória 445. Em relação à cafeicultura, o documento prevê, em seu artigo 16, que os mutuários que possuam financiamentos de alongamento do Funcafé (Dação em Pagamento), cujo vencimento final era previsto originalmente em 2014, possam reescalonar o saldo devedor ajustado remanescente em parcelas trimestrais, semestrais ou anuais até 2020, conforme sua periodicidade regular de obtenção de receitas.
De acordo com o texto, o vencimento da primeira parcela, já repactuada, deverá ser feito em 2009, desde que os tomadores do empréstimo tenham manifestado interesse em aderir ao processo de renegociação nos prazos definidos pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).
A lei permite, ainda, que os mutuários adimplentes optem pelo pagamento das parcelas do referido financiamento em sacas de café, com a quantidade do produto a ser entregue sendo definida pela divisão do valor da parcela atualizada pelo preço mínimo vigente na data do pagamento.
Os mutuários interessados em liquidar a parcela desta forma devem observar locais de entrega, condições e características do produto que serão definidas pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). (Fonte: CNC)
Integrantes da Reunião Especializada das Cooperativas do Mercosul (RECM) se reúne, nesta quinta e sexta-feira (16 e 17/4), no Centro de Formação para a Integração Regional, em Montevidéu, no Uruguai para discutir a criação de um espaço de formação em economia social e solidária destinado a representantes de cooperativas dos quatro países-membros do Mercosul. Será um projeto baseado na reflexão sistemática sobre processos de desenvolvimento bem- sucedidos com uma sólida fundamentação teórica em conceitos.
A delegação do Brasil será composta pela especialista em Comércio e Exterior da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Patrícia Medeiros, pelo diretor e técnico do Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(Denacoop), respectivamente, Daniel Amin e Marconi Lopes Albuquerque, e pelos representantes da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), Roberto Marinho e Fábio Sanchez.
A RECM atua como órgão de representação governamental em coordenação com entidades privadas do setor cooperativo de cada país. Sua instituição não implica a criação de estruturas burocráticas, mas a formalização de uma situação pré-existente, favorável à atividade cooperativista. Nesse âmbito, iniciou-se a inserção dos movimentos cooperativos nacionais no processo de integração do Mercosul.
O governador Luiz Henrique da Silveira sancionou, nesta segunda-feira (13/4), o Código Ambiental de Santa Catarina. Cerca de 1,5 mil produtores rurais acompanharam a cerimônia de assinatura do Projeto de Lei 238/08 no Centro de Tradições Gaúchas Galpão Crioulo, em Campos Novos, no Meio-Oeste catarinense. Para Marcos Zordan, presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), o novo código deve evitar a paralisação da agricultura catarinense.
A opinião é reforçada por representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc), que consideram excessivas as normas ambientais federais.
Os ambientalistas, por sua vez, criticam a redução do limite da área de mata ciliar que deve ser preservada das propriedades rurais. A mudança deve, segundo eles, afetar a quantidade de água disponível para o consumo e aumentar os riscos de deslizamentos e alagamentos. (Fonte: Diário Catarinense)
Nesta terça-feira (14/4), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) entregou o Documento de Concepção de Projeto (DCP) de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) à Cooperativa Agrícola Mista Rondon (Copagril), no Paraná. A cooperativa foi selecionada para participar do projeto-piloto do Programa de Inserção Sustentável das Cooperativas no Mercado de Carbono, lançado pela OCB e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) em 2008.
A iniciativa contribui para o crescimento sustentável do planeta à medida que promove a difusão do conhecimento sobre mudança climática, Protocolo de Quioto e o desenvolvimento de projetos com ênfase na sustentabilidade.
O MDL foi implantado em 16 propriedades de associados da Copagril que trabalham com a suinocultura, por meio de biodigestores. O especialista da Gerência de Mercados da OCB, Gustavo Prado, e Danilo Miranda, da empresa Ambiente, apresentaram o resultado e os próximos passos do projeto-piloto aos dirigentes da Coopagril. Representantes do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o gerente do Departamento de Agronegócios do Banco do Brasil , Reinaldo Yokoyama, e Alexandre Gomes, da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) também participaram da apresentação.
Em sua exposição, Prado falou da importância da participação dos associados, bem como de todos os ganhos para aqueles que aderem à iniciativa. Ele detalhou o Project Design Document (PDD) e ressaltou que o resultado de um trabalho bem-sucedido será revertido em benefícios socioambientais. Outro tema em pauta foram as linhas de crédito disponíveis para o projeto, apresentadas pelo representante do Banco do Brasil, Reinaldo Yokoyama.
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Os representantes das cooperativas C.Vale e Copacol participam, nesta quarta-feira (15/4), da capacitação em Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) Florestal em cooperativas agropecuárias, realizada em Palotina (PR).
O especialista da Gerência de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) Gustavo Prado, e representantes da empresa Iniciativa Verde estão desenvolvendo as atividades que fazem parte de programa da OCB e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), em parceria com a Embaixada Britânica.
O projeto é focado no reflorestamento de áreas do bioma Mata Atlântica.
A capacitação inclui temas como os mercados de carbono; os principais sistemas de reflorestamento; métodos de restauro florestal; monitoramento e estimativas de estoques de carbono e boas práticas na elaboração de relatórios.
A Frente Parlamentar do Cooperativismo do Amazonas (Frencoop-AM) foi instalada na manhã desta quarta-feira (15/4), em Manaus (AM). A decisão foi oficializada em reunião no último dia 7 de abril, na qual participaram representantes do Sistema OCB-Sescoop/AM, parlamentares e representantes de cooperativas do Estado, segundo informou o presidente do Sistema OCB-Sescoop/AM, Petrucio Pereira de Magalhães Junior.
O Amazonas foi o primeiro Estado da Região Norte a implantar a Frencoop. A Frente amazonense será presidida pelo deputado Luiz Castro, pelo vice-presidente Adjunto Afonso e pela secretária executiva deputada Conceição Sampaio, que respondem pela entidade no biênio 2009-2010.
Segundo o deputado Luiz Castro, a Frencoop-AM é uma organização de parlamentares independente de filiação partidária, portanto, suprapartidária, atuando de forma solidária na articulação de ações e projetos de lei que promovam e atendam os interesses das sociedades cooperativas, visando seu desenvolvimento sustentável. (Fonte: OCB/AM)
"Com o objetivo de aumentar a oferta de crédito para aposentados e pensionistas, o Conselho Nacional de Previdência Social alterou em março deste ano o valor para comprometimento da renda com empréstimos. Com a nova regra, foi aumentado de 20% para 30% o desconto autorizado na folha de pagamento de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Observando essa mudança, sistemas cooperativos de crédito procuraram adequar seus serviços a essa demanda.
As cooperativas do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) aumentaram de R$ 15 mil para R$ 25 mil o valor máximo por operação para o serviço, disponível a cooperados ou não. O auxiliar financeiro do Sicoob Goiás Central, Caio Telles de Andrade Coelho Corrêa, explicou que, por ser recente, o novo limite ainda não gerou impacto para as cooperativas. No entanto, o serviço já estava apresentando crescimento progressivo.
Do valor total contratado pelas cooperativas filiadas ao sistema, foi atingido mais de R$ 2 milhões em março, o que representa 48% de crescimento em relação a fevereiro. “A expectativa é de que, com o aumento da margem consignável, as singulares filiadas possam realizar mais operações e, consequentemente, aumentar sua receita, pois o mercado é amplo e o número de empréstimos deve continuar em crescimento”, explicou Corrêa.
Já o Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) realiza mensalmente 450 mil pagamentos a aposentados e pensionistas. Destes, 55% são associados das cooperativas de crédito filiadas ao sistema. Segundo o consultor de Negócios da Central Sicredi Brasil Central, Jefferson Limonge de Souza, as operações de crédito a este público somam mais de R$ 35 milhões. “Para este público é oferecido um serviço que contempla o aposentado que recebe sua aposentadoria em conta corrente numa das cooperativas de crédito do sistema e o chamado Crédito Responsável Sicredi, que oferece orientação financeira aos aposentados que pretendem utilizar o limite consignado”, explicou Souza. (Fonte: OCB/GO)
