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Ser a “A vitrine da excelência cooperativa”, identificar e divulgar projetos de sucesso desenvolvidos no Sistema Cooperativista Brasileiro. Estes são os objetivos do Prêmio Cooperativa do Ano
Em sua quinta edição, o Prêmio tem como desafio envolver o maior número de iniciativas bem-sucedidas promovidas por cooperativas dos ramos Agropecuário, Consumo, Crédito, Infra-estrutura, Saúde e Transporte de todo o País. Os projetos devem ter ligação com o setor rural ou com comunidades que tenham interação com essa área econômica.
O Prêmio Cooperativa do Ano 2008 está organizado em duas categorias principais – Atuação no Agronegócio e Ramos do Cooperativismo, e estas em divididas em categorias específicas. Em Atuação no Agronegócio estão – Educação cooperativista, Gestão profissional, Inovação tecnológica, Intercooperação, Marketing, Meio ambiente, Qualidade e produtividade e Responsabilidade social. Já em Educação cooperativista estão - Consumo, Crédito, Saúde, Transporte e Infra-estrutura.
As inscrições são gratuitas e estão abertas a todas as cooperativas, singulares e/ou centrais, sediadas no Brasil e filiadas ao Sistema OCB.A icha de inscrição está disponível no Portal Brasil Cooperativo – www.brasilcooperativo.coop.br, assim como outras informações sobre a premiação.
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O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado da Paraíba (OCB/PB) e a unidade estadual do Amazonas do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PB) promoveram nesta quarta-feira (14/5) curso sobre tributação para as cooperativas, na sede da OCB/PB, em, João Pessoa (PB).
Entre os temas abordados esteve conceitos cooperativistas, ato cooperativo, tributários e contábeis, além da incidência de tributos por ramo, técnica contábil voltada aos tributos e casos específicos de contabilização tributária com exercícios práticos. As atividades foram coordenadas pelo assessor tributário da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Edimir Oliveira Santos.
“O Brasil está muito bem situado neste cenário de demanda de alimentos. Esta é uma grande oportunidade para o País. A declaração foi feita hoje (14/5) pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, durante a audiência pública conjunta das Comissões de Agricultura e Reforma Agrária, de Relações Exteriores e Defesa Nacional e da Subcomissão Permanente de Biocombustíveis do Senado Federal. A audiência discute a recente alta mundial de preços dos alimentos com a produção brasileira de biocombustível.
O ministro falou sobre o panorama mundial da alta de preço dos alimentos e apontou quatro causas principais: o crescimento contínuo dos países o que resultou no aumento de renda da população; o uso de matéria-prima de alimentos para a produção de biocombustíveis pelos Estados Unidos e União Européia; o aumento da expectativa de vida da população e as mudanças climáticas.
Neste contexto, de acordo com Stephanes, o Brasil é um dos poucos países que acompanha o crescimento da demanda interna e ainda tem excedentes para abastecer o mercado externo. Além disso, tem capacidade de produção de energia limpa, e tem demonstrado a compatibilidade dos biocombustíveis e os alimentos.
O ministro da agricultura informou que hoje apenas 0,5% do território brasileiro é ocupado pela produção de etanol e reiterou que, em mais de 60% dos casos, a cana-de-açúcar tem aproveitado áreas de pastagens degradadas.
Stephanes citou o zoneamento da cana-de-açúcar que levará em conta as questões agrícolas e ambientais, a ser anunciado em julho. Ele enfatizou o avanço das pesquisas em relação ao etanol que já tornou possível o aumento da produtividade de 4 mil litros para 9 mil litros por hectare. “As pesquisas apontam que essa produtividade pode chegar a 12 mil litros por hectare”, completou. (Fonte: Mapa)
O Projeto de Lei 78/07, de autoria do deputado Leonardo Vilela, que altera a Lei 8629/93, foi aprovado nesta quarta-feira(14/5) pelos parlamentares da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. O relator do projeto, deputado Duarte Nogueira, apresentou parecer favorável, com substitutivo. O PL estabelece alternativas à proposta do governo federal que pretende reajustar os índices de produtividade mínima das propriedades rurais.
No projeto são definidos novos parâmetros de produtividade do imóvel rural para fins de reforma agrária. Entre os parâmetros há um sistema que tem por base um laudo de avaliação técnico-agronômico, elaborado por profissional habilitado em ciências agrárias. O laudo deve considerar os níveis de produtividade, mas não de forma exclusiva nem estática.
Segundo Vilela, a proposta de reajuste do governo é inaceitável. "Precisamos encontrar soluções compatíveis para o setor. Por isso, trabalhamos exaustivamente", disse. Ele lembra que a proposta de reajuste da tabela dos índices de produtividade mínima, apresentada em audiência pública no Senado Federal, em maio de 2006, sofreu resistência de todo o setor ruralista. "Se a revisão dos índices for aprovada como quer o governo, boa parte das propriedades brasileiras poderá estar na mira do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)", alertou.
Já o deputado Duarte Nogueira ressaltou que as medidas de produtividade para efeito de reforma agrária precisam considerar a racionalidade econômica em conjunção com a sustentabilidade. A matéria segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). (Com Câmara dos Deputados).
Audiência pública - Na mesma reunião, os parlamentares aprovaram requerimento de autoria de Vilela, que solicita a realização de audiência pública para discutir as ações governamentais frente ao alto custo dos insumos agropecuários. Conforme o deputado, o governo federal não tem adotado nenhuma ação para solucionar ou adotar estratégias que possibilitem o aumento da produção dos insumos e fertilizantes e a conseqüente redução de custo ao produtor e, em última análise, ao consumidor da cadeia produtiva. A audiência ainda não tem data prevista.
Parecer do deputado Roberto Brito favorável à aprovação do Projeto de Lei 6.919/2006, de autoria do deputado Leonardo Vilela, foi apresentado nesta quarta-feira (14/5) na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. O projeto regulamenta a comercialização de alimentos para lactentes e crianças de primeira infância e de produtos de puericultura correlatos.
Da sua tramitação na primeira comissão de mérito, no caso, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural daquela casa legislativa, a proposição sofreu ajustes que contemplaram diretamente o setor e as cooperativas de laticínios. Se aprovado seguirá para a última comissão, de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O Financiamento de Recebíveis do Agronegócio (FRA), operado pelo Banco do Brasil, foi pauta de uma reunião com o setor agrícola e as secretarias Executiva e Adjunta de Política Econômica do Ministério da Fazenda, nesta terça-feira (13/5). Os produtores rurais em cooperativas querem garantir acesso aos recursos do FRA.
Na ocasião, o diretor de Agronegócio do Banco do Brasil, José Carlos Vaz, disse que o banco está disposto a realizar o FRA e enfatizou que a instituição quer continuar sendo o principal agente financiador. Ele explicou que já existem 32 operações contratadas, totalizando R$ 27,6 milhões. Ressaltou que nenhum recurso foi disponibilizado, pois estão aguardando deliberação do Tesouro Nacional.
O assessor especial do ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, disse durante a reunião, que existe a possibilidades de outros agentes financeiros serem convidados a participar do FRA.
De acordo com a técnica da gerência de Mercados da OCB, Flávia Zerbinato, o Banco do Brasil vai estudar uma proposta de liberação de crédito para o produtor, que possibilite alavancar a agricultura.
Estiveram presentes representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasill (CNA), Associação dos Produtores de Soja do Estado do Mato Grosso (Aprosoja), Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), Banco do Brasil (BB), Ministério da Fazenda, parlamentares e demais instituições de representação do setor.
"Em reunião nesta terça-feira (13/4), com técnicos do Ministério da Agricultura, representantes do setor agropecuário e de misturadores de fertilizantes, o deputado federal Luis Carlos Heinze, disse que é alto o volume de importação dos insumos agrícolas. "Em 1990 o país importava 34% dos produtos utilizados na lavoura, hoje o volume é de 69%", destacou. Heinze é sub-relator da Proposta de Fiscalização e Controle (PFC 15/2007), da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que prevê a fiscalização no mercado dos insumos agrícolas.
Outro ponto discutido no encontro foi à concentração da produção da matéria prima no poder de poucas empresas. Mais de 120 misturadoras e importadoras são registradas no Ministério da Agricultura. Desse total, menos de 10 comandam o mercado produtivo e a comercialização de fertilizantes no Brasil,avaliou o deputado.
Para regular esse cenário e reduzir os custos dos produtos vendidos aos agricultores, o grupo que conta com o apoio das pastas da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e de entidades representativas do produtores, vai elaborar um política especifica para regular o mercado, ampliar a produção brasileira e diminuir os impostos nas importações de adubos.
Na próxima semana o parlamentar gaúcho deve se reunir com técnicos do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia, para discutir a localização das principais minas do país e mapear quem detém o poder de exploração.
Agenda de trabalho: ações de curto prazo
1. Extinguir a cobrança de 25% do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) incidente sobre o valor do frete marítimo na importação de fertilizantes.
2. Consolidar a alíquota zero nas importações de fertilizantes (matérias-primas e formulações), constantes da lista de exceções da Tarifa Externa Comum (TEC);
3. Extinguir o antidumping de 13% aplicado às importações do nitratro de amônia, quando originárias da Rússia e da Ucrânia, concedido em benefício da empresa Ultrafértil S. A.;
4. Reduzir os custos de infra-estrutura e logística, em especial os custos portuários;
5. Isentar a cobrança de impostos para a produção e comercialização de fertilizantes.
Em reunião com o presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande, nesta segunda-feira (12/5), a vereadora Bispa Lenice Lemos apresentou dois projetos de lei que beneficia o cooperativismo na capital. As proposições apresentadas foram enviadas Câmara Municipal de São Paulo no dia (24/4). A primeira, trata da criação da política municipal de incentivo ao cooperativismo, e a segunda dispõe sobre o funcionamento de cooperativas sociais na cidade. “Tivemos uma excelente notícia com o projeto”, disse Del Grande.
Também presente, o coordenador do Centro de Estratégia do Cooperativismo Paulista (Cecoop), Renato Nobile, comentou sobre a importância da lei para a capital paulista. “Existe um estudo da OCB que diz que nas cidades onde o cooperativismo é forte, bem-estruturado, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) está acima da média”, ressaltou.
Nobile explicou a Lenice o funcionamento do sistema Ocesp/Sescoop e, principalmente, do Cecoop. Nobile relembrou o impulso tomado pelo cooperativismo em cidades que formaram Frentes Municipais do Cooperativismo, como Jundiaí.
Também participaram da reunião o assessor da vereadora, Ronan Goulart, os diretores da Easy System Informática e do Portal EasyCoop, Daniel Wendell e Sandra Campos, o presidente da IdealCooper, Arnaldo Forner e o assessor jurídico da Ocesp, Paulo Vieira. (Fonte: Ocesp)
Foi cancelada a Audiência Pública solicitada pelos senadores Flávio Arns e Paulo Paim, nesta quarta-feira (14/5) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. O objetivo era debater a proposta do Ministério da Educação de mudanças no Sistema S, com a criação de um fundo contábil (Funtec), de caráter nacional. A nova data deverá ser divulgada nos próximos dias.
Representantes do Sistema S participam nesta quarta-feira (14/5), de Audiência Pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, para debater a proposta do Ministério da Educação de mudanças no Sistema S, com a criação de um fundo contábil (Funtec), de caráter nacional. A audiência foi solicitada pelos senadores Flávio Arns e Paulo Paim. O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, foi convidado a participar.
Também foram convidados o ministro de Educação, Fernando Haddad; o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro; o vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Luiz Gil Siuffo Pereira, o diretor da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Geraldo Vianna e o presidente da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. A audiência terá inicio às 10h.
Reunir os presidentes das cooperativas do Paraná para debater temas atuais e importantes para a tomada de decisões. Este é um dos objetivos do Fórum dos Presidentes, promovido pelo Sistema Ocepar, que iniciou ontem à noite (12/5), no auditório da instituição, em Curitiba (PR).
"A finalidade é analisar os fatos que estão ocorrendo e discutir os reflexos para as sociedades cooperativas", disse o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski.
Hauly defende o fim do ICMS - As discussões do Fórum começaram com um painel sobre Reforma Tributária com o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR). Membro titular da Comissão Especial de Reforma Tributária, o parlamentar defendeu um sistema tributário simplificado e concentrado em 10 itens da economia. Também explicou sua proposta para modificar a atual estrutura de tributos do país, que considerou ineficaz e "caótica". "Precisamos alcançar um modelo tributário simplificado, que teria no meu projeto um imposto de renda de base larga, progressivo, um imposto seletivo estadual e federal de 10 itens da economia, isentando 400 mil itens, além de um imposto de movimentação financeira, substituindo a contribuição previdenciária patronal. Nós deixaríamos neutra a tributação da folha de pagamento patronal e manteríamos as contribuições sobre a propriedade. Esse é um sistema racional, enxuto, que extinguiria o ICMS, o IPI, o IOF, ISS, PIS e Cofins", disse.
Dificuldade - Segundo Hauly, o modelo atual causa concentração de renda e dificulta o desenvolvimento econômico. "Um modelo tributário enxuto e racional poderia fazer o Brasil crescer 10% ao ano, distribuindo renda e riquezas", afirmou. "Setores como energia, combustível, cigarros e bebidas já respondem pela maior parte dos tributos e, com um arranjo adequado e podem contribuir para que a maioria das atividades econômicas seja isenta de encargos". De acordo com o parlamentar, as negociações em torno das propostas de reforma tributária exigem que os setores produtivos estejam presentes e atentos e enfatizou a importância da agropecuária para a economia brasileira. "O agronegócio é responsável central do sucesso da política macroeconômica do Brasil porque o saldo da balança comercial desses últimos 15 anos é que tem sustentado o Real e a estabilidade da economia", diz.
Dólares - Para Hauly, com o grau de investimento, uma "enxurrada" de dólares e investimentos virá para o Brasil, e o governo precisa ter uma política que incentive os empreendimentos do país, sobretudo as cooperativas. "O cooperativismo é a única forma de enfrentar o grande capital, o monopólio, o oligopólio, os cartéis e as grandes corporações internacionais. Cooperativismo forte é país forte", concluiu.
Economia mundial - Na manhã desta terça-feira (13/5), os trabalhos iniciaram com a participação do jornalista econômico da rádio CBN e do canal de TV Globo News, Carlos Alberto Sardenberg, que ministrou a palestra "Surfando nas Crises com Grau de Investimentos". "O objetivo é mostrar o que houve na economia mundial dos últimos e anos e qual foi a reação do Brasil", disse o jornalista. O crescimento médio de 5% da economia mundial nos últimos cinco anos é, na opinião do jornalista, algo extraodinário. "Fui uma situação nunca vivida antes, porque o crescimento foi generalizado e não, como já ocorreu, apenas de alguns países".
Crescimento- Enquanto o Brasil cresceu 5,4% em 2007, mais que os Estados Unidos (3%) e que o Japão (2%), a economia da China superou todos os índices e cresceu 11,5% no ano passado, mais que a Índia que cresceu 9,2% em 2007. "Sem dúvida, a China está se mostrando a nova potência mundial", disse Sardenberg. Este bom momento da economia mundial é, segundo o jornalista, resultado de três fatores: avanços da tecnologia de informação, que permite ganhos de produtividade, uso melhor do capital e da mão de obra existente; o fim do socialismo que abriu novos mercados consumidores; e, obviamente, a China que se apresenta tanto como grande importadora quanto exportadora. "Apenas para citar um exemplo, a China consome metade do cimento produzido no mundo", conta Sardenberg. O Brasil, com sua tradição na produção de alimentos, se deu bem nesse cenário de crescimento mundial. "O país tinha os produtos e estava preparado para aproveitar essa onda boa", disse.
Desafios- Os países emergentes enriqueceram, o crescimento da demanda puxou os preços das commodities agrícolas e metálicas, a situação melhorou, inclusive para o Brasil, mas agora o mundo todo vive um momento de dúvida e reflexão em relação ao que vai acontecer diante das ameaças que estão surgindo. "As perspectivas para este ano e também para 2009 é de desaceleração na economia, em função da crise financeira e desaceleração dos Estados Unidos e no Japão, do aquecimento e infla&"
“O Mercado Lácteo no Brasil e no Mundo na Atual Conjuntura” e “As Conseqüências Internas e Externas do Processo de Aglutinação de Cooperativas” são temas da reunião, que acontece nesta quinta-feira (16/5), em Belo Horizonte (MG). O gerente de Mercados do Sistema OCB, Evandro Ninaut, vai moderar as discussões.
O evento promovido, pela Ocemg-Sescoop/MG, pretender discutir questões do setor, tendo em vista que o sistema cooperativista de leite, no Brasil, tem sido alvo freqüente de investidas de grupos empresariais e indústrias de laticínios.
Só este ano, segundo informações da Ocemg a atuação dos concorrentes provocou uma queda na produção de leite das cooperativas próximo a 6% do total, ou seja, 144 milhões de litros/ano. "Este processo traz reflexos negativos e traz prejuízos para os cooperados, pois abre maior espaço para a concorrência e provoca redução da margem de ganho do produtor-cooperado, em uma lógica empresarial que não leva em consideração a eqüidade social”, analisa o gerente técnico do Sistema Ocemg-Sescoop/MG, Carlos Eduardo Borges.
O evento será realizado de 8 às 16h, no BH Platinum Hotel, na avenida Olegário Maciel – 1748 – Lourdes. Mais informações pelos telefones (31) 3284.5869 ou 3284.5881. (Fonte: Ocemg)
"A Cooperativa de Consumo (Coop), de São Paulo (SP) iniciou nesta segunda-feira (12/5) a Campanha Coop Junina, que vai até o dia 30 de junho. Durante esse período, os produtos relacionados às festas juninas terão um espaço reservado nas lojas. Eles ficarão expostos em barracas e haverá decoração típica com os ícones tradicionais das festas juninas, porém sem alusão à fogueira e balão em respeito ao meio ambiente.
Tablóides com promoções especiais de produtos convencionais e sazonais completarão a campanha (pipoca, canjica, amendoim e leite condensado). Essas ações, segundo Emerson Poppi, gerente de mercearia da Coop, deverão alavancar as vendas em torno de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.
Sobre a Coop - Criada em 1954 por 292 funcionários da Rhodia, a Coop comemora neste ano 54 anos de fundação e possui atualmente mais de 1,4 milhão cooperados. Considerada a maior cooperativa de consumo da América Latina, a Coop possui 25 unidades de distribuição em operação sendo 24 no modelo tradicional: 17 no ABC Paulista, duas em São José dos Campos, duas em Sorocaba, uma em Tatuí, uma em Piracicaba e uma em São Vicente, e uma Zapt Coop em Santo André, no formato loja de proximidade. (Fonte: Ocesp)
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participará nesta terça-feira (13/5), em Bogotá, na Colômbia, da Reunião do Comitê Executivo da ACI-Américas. Em pauta, a reestruturação da ACI, que já foi discutida no ano passado em Washington (EUA). As principais novidades são as mudanças na região européia e alterações nas formas de contribuição financeira das cooperativas filiadas. Outros assuntos como a VI Conferencia Regional- ACI-Américas e a apresentação da proposta de Lei Marco para as Cooperativas de América Latina, também fazem parte da programação.
Freitas é vice-presidente da ACI-Américas, juntamente com Carlos Palacino, presidente, e diretor Américo Utumi, também assessor da Diretoria da Ocesp. A ACI/Américas conta atualmente com 230 membros, entre eles entidades e cooperativas. É composta por associados de 92 países.
Enquanto a Medida Provisória (MP) que prevê a renegociação das dívidas agrícolas não é publicada pelo governo, os parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara Federal analisam a minuta e avaliam alguns pontos pendentes.
Na reunião que fizeram na semana passada, os deputados discutiram pontos que não não estavam no texto da MP, como o caso dos produtores rurais que tiveram custeios e investimento vencidos entre 2 de janeiro e 31 de março. “Esses agricultores estão inadimplentes nesse momento, com dificuldades de custear as lavouras de inverno. Se isso não for incluído na medida do governo, vamos trabalhar para inserir por meio de emendas”, explica deputado federal Luis Carlos Heinze.
Na última quinta-feira (8/5), os parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados solicitaram ao presidente da Casa, deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP), auxilio para apressar a publicação da Medida Provisória do endividamento rural. Heinze ressalta que a demora na publicação da MP está atrasando a discussão de outros temas importantes para a agropecuária, como as constantes altas dos insumos agrícolas. (Fonte: Assessoria de Imprensa/Deputado Heinze)
Durante a 16ª edição do Seminário do Agronegócio para Exportação (AgroEx), o coordenador do Núcleo de Integração para Exportação, da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento (Mapa), Daniel Amin, explicou a importância da integração entre produtores, industriais e distribuidores para acessos aos mercados internacionais.
Para exemplificar, Amin citou os ganhos obtidos por alguns atores do agronegócio por meio da integração contratual. No caso do consórcio cooperativo agropecuário brasileiro, criado em abril de 2006, o objetivo era integrar as cooperativas para a aquisição de agroquímicos. Hoje, 21 delas atuam em oito milhões de hectares nos estados de Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Goiás (GO) e Bahia (BA).
Em relação à capacidade produtiva, dados de 2007 apontam que este consórcio cooperativo foi responsável por 21% da área total cultivada de soja no Brasil e, ainda, por 65% das exportações do algodão em pluma. “O interessante seria que este modelo se reproduzisse em outras cadeias do agronegócio”, concluiu o coordenador.
De acordo com o diretor do Departamento de Promoção Internacional do Agronegócio do Mapa, Eduardo Sampaio Marques, em sua palestra sobre os desafios para exportação, é necessária a organização da produção para adquirir escala necessária para alcançar o mercado internacional.
Nesta tarde, os integrantes do Seminário vão participar de painéis sobre a aprendizagem de exportação. Entre os temas do programa estão: Passo-a-passo para exportação, Produção Integrada e Orgânicos. (Fonte: Mapa)
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Árvores próximas à rede elétrica podem oferecer risco ao fornecimento de energia. A avaliação foi do responsável pelo setor de meio ambiente da Cooperativa Regional de Eletrificação Teutônia (RS) (Certel), engenheiro agrônomo Ricardo Jasper. No inicio deste mês fortes chuvas e ventos atingiram o Estado do Rio Grande do Sul e diversas cidades tiveram seu abastecimento de energia interrompido, devido ao contato de galhos e à queda de árvores na rede elétrica.
Conforme Ricardo Jasper, mais de 90% dos casos de interrupção do fornecimento, que afetou cerca de 18 mil associados da cooperativa, foram causados por esta aproximação. “Isso nos preocupa, em função de todo um trabalho que a Certel tem efetuado ao longo dos anos, estimulando os associados a pensarem na sua responsabilidade de manter as faixas de domínio das redes de distribuição de energia livres da vegetação. Reforçamos o pedido de que o associado seja nosso parceiro nesse sentido”, observa.
Jasper frisa que as áreas de 10 metros da faixa de domínio muitas vezes são insuficientes diante do porte de árvores como acácia-negra ou eucalipto que, com o vento, alcançam a rede e geram problemas. “Para essas áreas, sugerimos sempre vegetação de pequeno porte, que é perfeitamente compatível com a rede por não gerar nenhum tipo de conflito”, orienta. O alerta vale também para a garantia de segurança das pessoas, que acidentalmente podem tocar ou pisar em fios elétricos caídos no chão e morrer. (Fonte: Certel)
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“Diante das perspectivas de que devemos aumentar a produção de alimentos é urgente que o governo estabeleça uma política de incentivo para a produção de insumos agrícolas e reduza os custos de importação". A afirmação é do deputado federal Luis Carlos Heinze, que defende a continuidade da isenção da Tarifa Externa Comum (TEC) para importação de insumos entre os países do Mercosul.
Ele participou nesta terça-feira (6/5) do primeiro encontro dos parlamentares que integram a Proposta de Fiscalização e Controle – (PFC 15/2007), que prevê a fiscalização dos preços dos insumos agrícolas. Na reunião foi traçado o plano de ação para coibir o aumento excessivo dos fertilizantes. Durante a reunião também foi debatido a criação de uma política para incentivar a produção nacional de adubo.
A retirada da tarifa antidumping para todos os fertilizantes utilizados no Brasil e o fim da cobrança da taxa Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) para os insumos agrícolas importados, também estão entre as medidas que serão negociadas com o governo. Heinze vai propor para que a Petrobras amplie a produção brasileira dos fertilizantes e universalize a comercialização dos produtos básicos utilizados na agropecuária.
O parlamentar destaca que além da alta absurda dos fertilizantes vendidos no Brasil, outra preocupação a ser enfrentada é o crescimento desproporcional entre a produção nacional e a crescente demanda. Atualmente o país importa 15 milhões de toneladas, das 24 milhões de toneladas utilizadas na agricultura. Na próxima semana o deputado vai agendar um encontro com representantes das indústrias e cooperativas. (Fonte: Assessoria do deputado Luis Carlos Heinze)
O acelerado encarecimento dos insumos está ameaçando a viabilidade da agricultura brasileira. O alerta é do presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Antônio Zordan, que recomenda a adoção imediata de mecanismos para reduzir o impacto do aumento dos insumos agropecuários, como sementes, fertilizantes e ração animal.
A medida é necessária é urgente para não agravar o quadro de escassez e encarecimento de alimentos, observa o dirigente. Nesse aspecto, Zordan elogiou as iniciativas das Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados e das Frentes Parlamentares da Agricultura e do Cooperativismo (Frencoop).
O presidente da Ocesc acredita que a escalada de preços ainda não acabou e poderá comprometer o desempenho do setor neste ano. As sugestões incluem a eliminação da cobrança do PIS/Cofins das empresas de ração e fertilizantes que pagam alíquota de 9,25%, a isenção completa do fosfato e seus derivados das alíquotas de importação e o fim da cobrança do adicional de frete da Marinha Mercante nas importações de insumos básicos, atualmente em 25% do preço do frete.
Entre as mudanças à longo prazo, Zordan sugere uma política de substituição de importação, com a criação de um parque nacional de insumos agrícolas. Apesar de ser um dos maiores produtores de gêneros alimentícios do mundo, o Brasil é dependente da importação de fertilizantes, complementos e rações. Vitaminas usadas na alimentação animal, por exemplo, são 100% importadas.
O cooperativista assevera que o Brasil terá dificuldades em aumentar sua produção agropecuária enquanto resistir a restrição dos insumos: há deficiência na oferta interna e a safra 2008/2009, que começa a ser plantada no próximo semestre, vai ser fortemente atingida pela elevação dos preços dos insumos. (Fonte: Ocesc)
O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás (OCB-GO) lançou duas publicações sobre o Sistema Cooperativista do estado: o Relatório de Atividades e a segunda edição do Balanço Socioambiental do Sistema.
