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A expectativa é que o encontro reúna também parceiros que possam oferecer capital (financiamentos e investimentos) para aplicação em infra-estrutura, tecnologia e idéias para os setores de biocombustíveis e energia renovável.
Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil manterá a liderança entre os países emergentes na produção de energias renováveis pelos próximos 25 anos. A energia renovável representa 45% da matriz energética brasileira ante 14% no mundo, e apenas 6% nos países da OCDE. Esse é um modelo único que começa a ser copiado por outros países.
O evento é direcionado aos representantes de governos, distribuidores de energia e fornecedores de cadeias produtivas nacionais e estrangeiras, produtores e executivos do setor sucroalcooleiro e outras fontes de bioenergia, como grãos e sebo animal. Reunirá também representantes de ONGs, investidores, pesquisadores, dirigentes de cooperativas; gestores públicos e formadores de opinião.
As vagas são limitadas e a inscrição gratuita pode ser feita na página da internet: www.seplan.go.gov.br. O seminário é realizado pelo governo de Goiás, em parceria com Ministério da Integração Nacional, Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (Condel/FCO). (Fonte: OCB-Sescoop/GO)
Ao fazer o anúncio, o presidente Mário Lanznaster informou que a ampliação foi sustentada com recursos próprios. As obras de ampliação iniciaram em janeiro e ficam concluídas no início deste mês de setembro. O quadro funcional cresceu 10%, passando de 2.000 para 2.200 trabalhadores. A área física da planta industrial foi expandida em 1.227 metros quadrados, totalizando 39.948 metros quadrados de área construída.
Os setores que sofreram maior incremento na capacidade instalada de produção foram abate, beneficiamento de tripas e miúdos e congelamento. Equipamentos nacionais e importados absorveram a maior parte dos investimentos, especialmente os equipamentos de refrigeração da linha York (R$ 2 milhões) e as noréas da Sulmaq para seção de abate (R$ 3,5 milhões).
A demanda de água da unidade foi ampliada em 20%, de 3 milhões para 3,6 milhões de litros/dia, mas não foi necessário ampliar o sistema de tratamento de ejeções. A unidade frigorífica FACH-1 está credenciada para exportação aos mercados da África do Sul, Albânia, Argentina, Cingapura, Cuba, Equador, Hong Kong, Paraguai, Rússia, Ucrânia e Uruguai, aos quais tem suprido com cortes de carré, lombo, barriga, paleta, pernil e sobrepaleta.
A ampliação do frigorífico faz parte do programa geral de investimentos da Aurora para aumentar sua presença no mercado mundial. A Coopercentral Aurora é a sexta maior exportadora de acordo com ranking da Associação Brasileira das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Carne Suína (Abipecs), com exportações totais de 2006 em 36.855 toneladas. (Fonte: Ocesc)
As análises das amostras do leite que chegam à Calu já existiam, mas, a partir de agora, a cooperativa trabalhará com parâmetros para valorizar a matéria–prima, nos aspectos nutricionais e higiênicos. “Além de contribuir para o enquadramento do leite captado à Instrução Normativa 51 do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), isso reforça todo o processo para garantir a qualidade dos produtos nas gôndolas dos supermercados, como explica o presidente da Calu”, Eduardo Dessimoni Teixeira.
As análises das amostras são feitas em um laboratório da Rede Brasileira de Qualidade do Leite (RBQL). São levadas em consideração a Contagem Bacteriana Total (CBT), Contagem de Células Somáticas (CCS), gordura e proteína. “O pagamento do leite por qualidade é uma realidade em vários laticínios no Brasil e é a chave para o País se tornar grande exportador de lácteos. É o caminho seguido pelos países que participam desse mercado”, comenta Eduardo Dessimoni.
Cooperado ganha mais - Segundo José Galino Júnior, com essa valorização, o produtor pode ganhar até R$ 0,14 a mais no valor total recebido pelo leite. “A Calu criou bonificações para os 100 melhores resultados de cada item avaliado”, explica.
O cooperado Antônio Rodrigo Correia, que registra a produção de 1.100 litros de leite/dia, em sua propriedade, no distrito de Martinésia, em Uberlândia (MG), foi um dos beneficiados pelo pagamento por qualidade, no último mês. O produtor conseguiu receber R$ 0,08 a mais pelo litro do leite entregue à Calu.
“É uma iniciativa muito boa da Cooperativa, pois nos incentiva a focar na qualidade da matéria-prima”, considera. Correia conta que para alcançar esse resultado, teve que melhorar muitos aspectos da atividade. Desde o manejo à higienização da estrutura da fazenda, tudo passou por uma reavaliação. “Vale a pena esse investimento. O ganho é positivo”, afirma. (Fonte: Ocesp)
Líder da Medicina Preventiva, Virginia Maria Freitas revela que o projeto também pretende oferecer atividades de socialização por meio de promoção de aulas de dança de salão e canto. “Queremos trabalhar pelo bem-estar da melhor idade”, disse. Os primeiros contemplados serão os usuários da Medicina Preventiva e os associados da Amam que correspondem ao perfil. A expectativa é de inscrição inicial de 100 pacientes.
No lançamento, os presentes serão contemplados com alongamento, medição dos sinais vitais, assim como a apresentação de atividades artísticas e culturais. Palestras educativas, aferição de pressão, verificação da glicemia e orientações amparadas por diversas especialidades – nutrição, psicologia, assistência social e educação física - garantirão bons resultadas nas atividades físicas, compatíveis e dirigidas à qualidade de vida. (Fonte: Unimed Cuiabá)
A programação do evento está dividida em dois momentos. O primeiro deles será para apresentar a ação de promoção comercial a ser realizada pela OCB como resultado do estudo de inteligência comercial envolvendo os setores de mel, frutas e artesanato. Na outra etapa do encontro, os participantes conhecerão as potencialidades de negócios de mercado internacional de crédito de carbono e a viabilidade de projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) no âmbito do setor de agropecuário.
O 3º Encontro Técnico de Mercados, que inclui o Workshop Oportunidades do Mercado de Créditos de Carbono para o Sistema Cooperativista, objetiva ainda capacitar os participantes tanto no desenvolvimento de ações de promoção comercial para os três setores, como também na prospecção de oportunidades de mercado de créditos de carbono.
“Nós desenvolvemos um trabalho de capacitação no qual cada unidade estadual é representada por um técnico. Primeiramente, passamos a este grupo noções de mercado, e agora partiremos para estratégias de promoção comercial. Também daremos enfoque ao mercado de créditos de carbono, que representa hoje uma nova oportunidade para o sistema cooperativista brasileiro”, comenta o gerente de Mercados do Sistema OCB, Evandro Ninaut.
O VI Seminário é uma iniciativa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), com o apoio da unidade estadual do Espírito Santo (OCB/Sescoop-ES), anfitriã desta edição. O evento acontece anualmente em novembro, com a presença dos principais líderes do Sistema, parlamentares e autoridades do Executivo estadual, consultores e especialistas brasileiros e estrangeiros. Para mais informações e inscrições, clique aqui.
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A programação terá a palestra do consultor do Departamento de Organização do Sistema Financeiro (DEORF) do Banco Central, Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, abordando “Os Desafios e Perspectivas do Cooperativismo de Crédito no Cenário Atual”. Pelo Sistema, o presidente Antonio Chavaglia e a superintendente Valéria Mendes falarão sobre a participação do Ramo Crédito nos recursos do Sescoop/GO, conforme determinação da Medida Provisória 372/07.
Além de repassar informações, o Conselho de Administração da OCB-GO espera receber sugestões que possam aprimorar os serviços que o Sistema presta às cooperativas de crédito. Esses encontros são frutos de sugestões dos próprios líderes do cooperativismo goiano que o Sistema está acolhendo e estimulando.
O objetivo é promover integração, troca de experiências e estreitamento do relacionamento de dirigentes e colaboradores de um mesmo ramo. A iniciativa ganhou força durante o I Fórum Goiano de Presidentes e Diretores Cooperativistas, realizado em fevereiro passado, em Caldas Novas (GO). (Fonte: OCB-GO)
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As auditorias têm o objetivo de checar se os processos internos do Sistema estão funcionando, na prática, da maneira como foram descritos no Manual da Qualidade, uma espécie de guia que contém todas as normas de gestão da entidade.
Desde o início do processo, que totaliza oito meses, foram realizadas reuniões, palestras, análises e tentativas de incorporar, aos poucos, na rotina dos funcionários nomenclaturas e processos próprios do Sistema de Gestão. “Estamos confiantes no trabalho que realizamos ao longo desse tempo”, pontua a coordenadora de RH e Qualidade, Tatiana Provedel. (Fonte: OCB-RJ)
Cada associado pode requerer empréstimo de até R$ 80 mil. O valor é liberado em parcela única, e o custo é de 6,75% ao ano. O prazo para o pagamento é até 19 de setembro de 2008. Os interessados devem procurar uma das agências do Sicoob no estado.
O Sicoob ES liberou no primeiro semestre deste ano R$ 82,2 milhões para o agronegócio capixaba, provenientes do Funcafé, Pronaf, Recursos Obrigatórios, Poupança Rural e Recursos Próprios. No segundo semestre, já foram disponibilizados R$ 48,6 milhões e há previsão de liberar mais R$ 65,2 milhões, o que totalizará R$ 196 milhões ao longo de 2007. (Fonte: Sicoob)
O grupo avaliou o diagnóstico e propôs modificações, afirmou o coordenador da reunião e representante nacional do Ramo Agropecuário da OCB, Luiz Roberto Baggio. Para ele, os ramos têm muito mais suporte nacionalmente do que no âmbito dos estados. “Quando deveria ser o contrário”, ressaltou Baggio. Ele enfatizou que é necessário aperfeiçoar a legitimidade da representação dos ramos e a sua organização nas bases.
O presidente Márcio Lopes de Freitas, que participou da reunião, concordou com o posicionamento do grupo e pediu que as sugestões fossem encaminhadas para o Conselho de Administração da OCB, que vai definir as estratégias de fortalecimento.
Bialoskorski, responsável pelo diagnóstico, disse que estudo apresenta muitas diversidades e que há necessidade de rever a atualizar os temas relativos à organização, representação, formalização e legitimidade dos ramos. Segundo ele, o Sistema Cooperativista tem subsídios para montar um programa nacional de fortalecimento dos ramos, o que vai garantir, consequentemente, o fortalecimento na representação da OCB.
Participaram ainda os representantes dos ramos Produção, Agostinho Thedim Costa; Consumo, Márcio Vale; Habitação, Wilhiam Niscolo; Crédito, Manoel Messias da Silva; Saúde, Eudes Aquino; Infra-estrutura, Valdir Pimenta e do Trabalho, Rozani Holler. Da OCB, participaram o superintendente técnico Ramon Belisário, o gerente de Mercados, Evandro Ninaut, e a técnica da Germec, Patricia Medeiros.
A viagem foi decidida na última segunda-feira (17/9), quando o representante da Copaga, Jordi Ciuraneta, e o deputado Jufet Angon Arno, ambos da região da Catalunha (Espanha), se reuniram com o presidente Márcio Lopes de Freitas, na OCB, em Brasília (DF). Eles vieram tratar de parcerias na área de suinocultura. Os espanhóis têm interesse em melhoramento genético de suínos e, por isso, vieram conhecer a experiência brasileira.
Entre os dias 24 e 27 deste mês, Portocarrero acompanhará os líderes da OCB na assinatura de um termo de parceria e intercâmbio comercial, em processo avançado de negociação, com cooperativas brasileiras na área de suinocultura. “O contato com as cooperativas espanholas pode ser a porta de entrada para fazermos negócios com toda a Europa toda”, avalia o secretário.
Nos dias 26 e 27, serão realizadas reuniões no Ministério da Agricultura da Espanha, para discutir temas como política governamental de cooperativismo, rastreabilidade, biocombustíveis, sanidade animal e vegetal e seguro agrícola. Está prevista ainda a retomada de um protocolo de entendimentos entre os dois ministérios, já assinado anteriormente.
No dia 28 de setembro, os secretários executivos dos ministérios de Agricultura dos dois países se encontram na cidade de Lérida, na região da Cataluña. Também está prevista, no mesmo dia, visita da delegação brasileira à feira agropecuária de São Miguel e à sede da cooperativa Copaga, na mesma cidade.
Participam também do grupo em intercâmbio à Espanha os dirigentes Malaquias Ancelmo de Oliveira, Valdir Pimenta da Silva, Onofre Cezário de Souza Filho, do Conselho de Administração da OCB, e Orlando Colavolpe, do Conselho Fiscal da OCB.
"Mais do que fazer moda, o objetivo do projeto é capacitar e transformar a vida dos envolvidos, na medida em que ajuda a ampliar a renda familiar e a inserir mulheres e adolescentes em atividades produtivas, dando uma nova perspectiva de vida às pessoas envolvidas", afirma a estilista.Cerca de 150 associados das cooperativas Pindorama, Porto Real do Colégio e Fernão Velho, todas de Alagoas, fazem parte do projeto. "As pessoas são capacitadas para produzir peças de moda que sejam competitivas no mercado. Elas recebem instruções para qualificar seus trabalhos de bordado e costura", diz Maria Icléa.
Todas as peças desenhadas valorizam aspectos da cultura nordestina. Mostram, de forma criativa, questões que envolvem o dia-a-dia da comunidade, como a degradação ambiental. O "Velho Chico" - menção ao Rio São Francisco - também é lembrado nessa coleção especial, confeccionada pelas artesãs que compõem o projeto", comenta.O desfile das estilistas alagoanas acontece no dia 4 de outubro, às 18h, no Centro de Convenções Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569, em São Paulo). (Fonte: Assessoria Fenacoop)
“Muitas vezes, os dirigentes de cooperativas têm dificuldades em dar continuidade ao processo cooperativista e de identificar gestores. Com o programa, os jovens conhecerão a doutrina cooperativista de uma forma mais ampla”, destaca a coordenadora de capacitação da OCB-AL, Marivá Pereira.
"Em sua apresentação, o superintendente explicou que, de 1995 a 2001, a Cocamar passou por grandes dificuldades financeiras e viu pela frente o desafio de sobreviver. “Mais que isso, descobrimos que o caminho seria o de retomar o crescimento e que este dependia de desenvolver um trabalho com os gestores, com o apoio do Sescoop”. A cooperativa buscou então as ferramentas do planejamento estratégico para viabilizar a solução, concluindo todo o processo em junho do ano passado.
O encerramento da jornada foi feito pelo superintendente Técnico do Sistema OCB, Ramon Belisário. "O evento e todos os materiais apresentados são fruto do trabalho participativo de todas as unidades estaduais do Sescoop”. Ele convidou o grupo para participar do Seminário Tendências do Cooperativismo Contemporâneo, que acontece de 12 a 14 de novembro em Vitória (ES).
"Segundo o presidente da Fecoeresp (Federação das Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de São Paulo), Paulo Celso Oliveira, ainda não é possível avaliar o impacto do novo modelo de funcionamento das cooperativas. “Por enquanto é uma incógnita, pois o novo regime regulado trará situações prós e contra, tanto na qualidade dos serviços como no custo da energia. Só o tempo responderá”, diz.
As cooperativas definidas como Permissionárias se equipararão às grandes concessionárias e terão direitos e deveres perante a Aneel; sofrerão sua fiscalização, cumprirão as tarifas de consumo por ela determinada e terão área de atuação própria, definida e homologada. Já as Autorizadas obterão a autorização da Aneel para prestar serviço de distribuição de energia elétrica na zona rural, onde já atuam e registram predominância de produtores rurais. Inicialmente, a tarifa praticada será estipulada pela própria cooperativa; terá certa dependência da concessionária e não terá área definida.
Todas as cooperativas paulistas já encaminharam à agência as informações necessárias para o cálculo e composição das respectivas tarifas que serão aplicadas nas contas de consumo dos cooperados e consumidores a partir da outorga da permissão. Estima-se que até o final de outubro, ou meados de novembro próximo, as cooperativas de eletrificação rural passarão a atuar como uma espécie de agente público, incumbido de distribuir energia elétrica com direitos e obrigações como se fosse uma distribuidora comum. (Fonte: Ocesc)
“Para o processo dar certo é necessário o envolvimento do líderes que estão à frente da instituição”, disse. De acordo com Tatiana, só depois de oito meses é que começou a funcionar o processo que envolve operacionalização, monitoramento, supervisão, auditoria, registro e controle das cooperativas do Rio de Janeiro.
O trabalho não para por aí: a cada seis meses, a instituição terá uma auditoria. “O processo de melhoria contínua envolve todo o quadro funcional. A conquista da ISO 9001 representa a realização de um sonho, o de mplantar um processo de qualidade na instuição que representa as cooperativas do Estado do Rio de Janeiro”, disse o presidente do Sistema OCB/RJ – Sescoop/RJ, Francisco de Assis. ( Foto:Bruno Spada)
“O nosso produto é disseminar tecnologia de gestão por meio do ensino. Ensinar organizações cooperativas a melhorar a gestão produzindo e dando melhores resultados”, disse Luís Fernando Bergamini de Sá, coordenador do Programa de Qualidade Rio.
O Prêmio Qualidade Rio tem como objetivos principais reconhecer as organizações sediadas naquele Estado que demonstrarem esforços efetivos direcionados à excelência no seu modelo de gestão e disseminar metodologia de auto-avaliação de gestão alinhada à Fundação Nacional da Qualidade –FNQ. “Parabenizo o Sescoop e o Sistema OCB pela realização da 1ª Jornada que está promovendo a troca de experiências. Estas iniciativas pioneiras permitem que as organizações queimem etapas. O caminho é longo para melhorar a qualidade das cooperativas.”
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O Fórum foi organizado para atualização técnica de contadores, técnicos em Tecnologia da Informação e administradores quanto ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), que inclui a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Escrituração Contábil e Fiscal Digital e Certificação Digital, preparando os técnicos para implantar esses serviços de forma correta e em tempo hábil.
O analista tributário da OCB, Edimir Santos, soma o grande número de inscritos. O Fórum de Cafelândia começa às 14 horas de amanhã e termina ao meio dia de sexta-feira (21/9). Serão palestrantes os consultores Almir Cheixas Dias e Fabiano Panes Brunholi, da Procwork Software Ltda. Esse fórum.
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A oficina seguinte levou os jovens ao universo da coletividade das tribos indígenas. Os jovens foram divididos em quatro grupos e cada um deles nomeou caciques e pajés para discutir a questão da liderança e as características de um líder. Na seqüência, o presidente do Sistema OCB/RJ – Sescoop/RJ, Francisco de Assis, falou dos Sete Princípios Cooperativistas e destacou a importância da participação do jovem no cooperativismo, assunto traduzido por pesquisas e estudos pelo Coordenador de Promoção Social do Sescoop, Jorge Toledo, que veio de Brasília (DF) para acompanhar o evento. (Fonte: OCB/RJ)
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