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O encontro, em Brasília (DF), vai reunir técnicos das Organizações Estaduais para construir um plano de trabalho para 2008. “Queremos alinhar as ações de educação, promoção social e fomento promovido pelo Sistema, e discutir novas técnicas que garantam o desenvolvimento da educação cooperativista como a adoção de educação à distância”, diz o gerente de Apoio e Desenvolvimento e Gestão, José Luiz Pantoja, responsável pelo evento.
A programação conta com a apresentação de uma retrospectiva dos encontros de coordenadores do período de 1985-2006. Também serão avaliadas as práticas no processo de planejamento, implantação e monitoramento de projetos e programas. O grupo vai tratar ainda do curso de formação de multiplicadores de treinamento em cooperativas, rotina de implantação de projetos e programas no Sescoop. A abertura será feita pelo superintendente técnico do Sistema OCB, Ramon Belisário às 9h no Hotel Bonaparte (SHS Quadra 2 Bloco J).
Segundo o ex-presidente da entidade no biênio 2005/2007, Marcos Tosi, o ano de 2006 foi decisivo para a Ajap consolidar-se como proposta viável, de uma agremiação de jornalistas que une esforços na busca da excelência da comunicação dentro do setor agropecuário, com especial atenção às oportunidades de qualificação para jornalistas nesta área..
Entre a diretoria eleita é está o presidente, Samuel Zanello Milléo Filho (Sistema Ocepar); vice-presidente, Paulo Roberto Domingues (Faep); primeira secretaria, Roberto Júnior Monteiro (Emater-PR); Segunda Secretaria, Kátia Pichelli (Embrapa Floresta). (Fonte: Ocepar)
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Na última terça-feira (05), no Ministério da Fazenda, Guido Mantega recebeu os deputados da Comissão de Agricultura. E nessa quarta-feira (06), o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, foi à Câmara discutir detalhes das negociações com os deputados.
De acordo com o vice-líder do PMDB, o deputado Darcísio Perondi (RS), os agricultores, empresários e as cooperativas estão sufocados com a pior crise das últimas décadas. O primeiro ponto da pauta é o endividamento do setor. É necessária a rolagem das dívidas dos agricultores, a redução dos custos de produção e a suspensão das execuções judiciais.
Sacramentadas as reuniões políticas, começam na semana que vem as reuniões técnicas no Ministério da Agricultura. Além de representantes do Governo e da Comissão de Agricultura da Câmara, devem participar representantes de diversas entidades ligadas ao setor, como da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). (Fonte: Assessoria deputado Darcísio Perondi)
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Este ano, serão onze modalidades: futebol society, futsal, voleibol, atletismo, natação, truco, xadrez, sinuca, cabo de guerra, jogo de damas e teste cooperativo. Também terá um espaço para atividades recreativas aos participantes e familiares, com cama elástica, escalada inflável, piscina de bolinhas, brinquedoteca, futebol de salão e totó.
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A OCB/MS utiliza instrumentos de intercooperação e promove alianças estratégicas em busca de resultados efetivos para o sistema cooperativo e para a sociedade sul-mato-grossense, diz o presidente Celso Ramos Régis, presidente da OCB/MS. Sua história tem registrado ações de desenvolvimento e defesa do sistema cooperativista, obtendo o respeito da comunidade econômica, política e social do estado.
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O Sistema OCB ressalta a preocupação do setor e o esforço continuo das cooperativas em busca da diminuição dos impactos ambientais. Além das ações das cooperativas no Dia Mundial do Meio Ambiente, sua importância alcança os investimentos em produção, tecnologias limpas e educação ambiental.
Uma das ações de impacto no Sistema OCB e na sociedade é o Prêmio Cooperativo do Ano, cuja categoria Agropecuário envolve projetos de cooperativas relacionados ao meio ambiente. Realizada anualmente, a iniciativa que se concentra no setor agropecuário e mais cinco ramos do cooperativismo, valoriza investimentos na melhoria dos processos produtivos para a utilização de recursos naturais e ambientais, promovendo a diminuição de menos efluentes no meio ambiente.
Os critérios para concessão do prêmio levam em consideração dois tipos de áreas sob influência das ações da cooperativa: uma é direta, ou seja atinge áreas de propriedade da cooperativa e a segunda é indireta, na qual as ações buscam reverter o quadro em áreas afetadas pelos impactos negativos de suas atividades, como os rios que recebem os efluentes e as regiões que recebem os gases provenientes de seus processos industriais.
Até 2006, três cooperativas paranaense foram vencedores do Prêmio Cooperativa do Ano, com projetos bem-sucedidos na área de meio ambiente. As cooperativas agraciadas com o maior prêmio do cooperativismo brasileiro foram: Cooperativa Agroindustrial União, Cocamar Cooperativa Agrindustrial e a Cooperativa Agroindustrial Lar.
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O desafio foi salvar a área do rio Piquiri (foto) da degradação ambiental, e reconstituir o habitat. A iniciativa teve sucesso com a implantação do projeto “Peixe Pequeno”, prevendo a implantação da sede campestre da coopertiva e programas de educação cooperativista ambiental. Além disso, a cooperativa implantou ações de reposição de bosques e a reconstituição do ecossistema local. A cooperativa foi vencedora da premiação em 2006.
Reciclagem - A Cocamar Cooperativa Agrindustrial, do Estado do Paraná, foi contemplada com o Prêmio Cooperativa do Ano 2005, na categoria Meio Ambiente, pela realização do programa Cocamar Ecológica. O projeto, que trabalha com a reciclagem das embalagens utilizadas em suas indústrias, teve início em 2002. A partir daí, a cooperativa começou a adicionar 50% de fibras de poliéster das garrafas PET à sua indústria de algodão, e, com isso estimular a reciclagem das embalagens Longa Vida para produção de telhas ecológicas de papelão. A Cocamar passou a transformar o lixo em lucro.
A cooperativa investiu cerca de R$ 240 mil num amplo trabalho de educação ambiental nas cidades onde atua, no Paraná, (Maringá, Londrina, Apucarana, Cambe, Umuarama e Ponta Grossa), com a participação das prefeituras, escolas, cooperativas de catadores, organizações não-governamentais e supermercados. O objetivo, fazer com que essas embalagens fossem recolhidas e recicladas, ao invés de irem parar no lixo e poluírem o meio ambiente.
Reflorestamento - O plantio de mais 10 milhões de mudas de árvores no período de 2001 a 2003 pela Cooperativa Agroindustrial Lar, em 2 mil hectares de áreas destinadas ao reflorestamento nos municípios onde atua, no Paraná, rendei a instituição o Prêmio OCB na categoria meio ambiente. Além do replantio de florestas, o programa ambiental da Lar inclui a recuperação de nascentes, córregos e rios.
A cooperativa implantou também tem um programa de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos, em convênio com a Associação dos comerciantes de Agroquímicos da Costa Oeste do Paraná, em cumprimento à legislação em vigor. O setor de Gestão Ambiental da Cooperativa realiza o automonitoramento de todos os projetos em andamento, com uma equipe de seis profissionais.
Ele citou como exemplos, três projetos de cooperativas do Paraná (PR), um de Santa Catarina (SC), um de Goiás (GO), um do estado de Alagoas (AL) e outro do Ceará (CE), que envolve quatro cooperativas. Pesquisas recentes apontam que mais de 45% da população mundial não poderão contar com a quantidade mínima de água para o consumo diário em 2050, se não houver mudanças de comportamento.
As experiências de cooperativas que estão investindo na utilização correta dos recursos hídricos foram apresentadas pelo Sistema OCB no evento que marcou o Dia Mundial da Água, no último dia 22 de março, em Foz do Iguaçu (PR). Durante o encontro, organizado pela agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a FAO, foram apresentados exemplos do uso racional da água, aliados a sua preservação e recuperação.
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Segundo a gerente de Comunicação e Educação do inpEV, Juliana Hosken Wernek, os resultados surpreendem e comprovam o elevado grau de conscientização ambiental adquirido pelo agricultor brasileiro. Inicialmente os procedimentos de lavagem e devolução das embalagens vazias foram estimulados por uma legislação e hoje, após 5 anos de início do programa, podemos afirmar que já foram incorporados na rotina dos produtores rurais. Os resultados positivos são motivos de orgulho para todos os envolvidos: agricultores, distribuidores, cooperativas agrícolas, indústria fabricante e poder público, completa.
A OCB é uma das instituições parceiras do Inpev e estimula a coleta de embalagens vazias de agrotóxicos nas cooperativas do país por meio de cartilhas que conscientizam o produtor rural para não reutilizarem as embalagens de agrotóxicos e reforçam a importância de preservação do meio ambiente. Mais informações sobre a campanha pelo site https://www.inpev.org.br/. (Fonte:Inpev)"
Além do representante da OCB participaram o coordenador geral de Agregação de Valor e Renda da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Arnoldo Campos, assessora especial da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil Tereza Campello, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias.
O Consea colocou a disposição as propostas do Consea para Plano Plurianual 2008. Clique aqui e conheça o documento na íntegra.
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Os ingressos para o teatro devem ser trocados nas cooperativas de Patrocínio por dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a instituições beneficentes da cidade. Com esta atitude o Sistema Ocemg/Sescoop-MG espera sensibilizar as cooperativas em prol das comunidades que recebem o projeto. Para participar as cooperativas devem estar registradas e adimplentes no Sistema. (Fonte: Ocemg)
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Além de representantes do Banco do Brasil, também vão estar presentes técnicos da OCB e da Ocesp. De acordo com Antonio Pedro Pezzuto Jr., consultor de agronegócios do Sistema Ocesp/Sescoop-SP, as cooperativas precisam ficar atentas ao prazo de operacionalização do FRA, por isso a reunião é fundamental neste momento. É necessário confirmar presença pelo telefone (11) 5576-5964, com Betânia. A reunião será no no auditório da Ocesp na rua Correia Dias, 185, Paraíso, São Paulo. (Fonte: Ocesp).
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Conforme o analista Tributário da OCB, o Sebrae - órgão responsável pelo evento- convidou a OCB para atender as demandas de constituição de cooperativas de crédito, inclusive sugerindo novas palestras e curso sobre questões tributárias.
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A liquidação de dívidas de produtores rurais e suas cooperativas junto a fornecedores de insumos poderá ser feita em até quatro prestações, com vencimento até o dia 31 de maio de 2009, 2010, 2011 e 2012. Cada operação terá seus encargos compensados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), hoje em 6,5% ao ano, somada de 5%, e o montante de todas as operações não poderá ultrapassar R$ 2,2 bilhões.
A TJLP é fixada trimestralmente pelo Conselho Monetário Nacional, tendo como base as metas anuais de inflação. Como ela envolve um benefício para incentivar investimentos e poupanças de prazo extenso, beneficia quem toma os empréstimos. Como forma de equalizar e desonerar as operações, a MP obriga a União a subvencionar a captação de recursos pela instituição financeira sempre que ela for superior à TJLP.
O prazo para a contratação dos financiamentos encerra-se em 28 de setembro de 2007, e estão abertos para produtores e cooperativas que não tenham restrições legais ou cadastrais impeditivas. Como a MP tem validade desde sua edição, os produtores já podem começar a procurar as linhas de crédito imediatamente.
Segundo o governo, durante as duas safras os produtores agrícolas, especialmente de milho, soja e algodão, tiveram uma redução de sua renda, semelhante à "quebra de safra", devido a problemas climáticos, de doenças nas lavouras e de preços. Além disso, o governo assume que a política cambial teve influência no processo, e que uma valorização do real ocorrida entre o período de plantio e de comercialização da safra causou perdas ao setor.
O governo já tomou diversas medidas para minorar as perdas, ampliando prazos e melhorando condições de financiamento, porém, alguns produtores já se encontram no limite do endividamento, com suas garantias comprometidas em outros financiamentos, inclusive da safra 2007, e precisam de novas formas de renegociação. Por outro lado, os fornecedores de insumos agrícolas reivindicam financiamentos que paguem de forma imediata, sem prazos para recebimento de dívidas que já estão vencidas. (Fonte: Agência Câmara)
Com o ingresso, as agroindústrias das duas cidades registradas no serviço de inspeção municipal e indicadas para integrar o Sisbi/POA poderão comercializar sua produção fora do RS. Hoje, elas só estão autorizadas a vendê-los dentro do território gaúcho, a exemplo das suas congêneres de outros estados. Criado no ano passado, o Sisbi/POA integra o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa). O objetivo do programa é padronizar e harmonizar os procedimentos de inspeção, a fim de garantir a segurança alimentar dos produtos. O Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal é coordenado pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).
As equipes terão, no máximo, 16 jogadores. O campo é de futebol society e terá sete jogadores na linha e um no gol. Os jogos ocorrerão aos domingos, sempre às 10h, no Olaria Atlético Clube (Rua Bariri, 251 – Olaria). Poderão compor a equipe cônjuges e filhos a partir de 25 anos.
A inscrição é R$ 50,00 (cinqüenta reais) por equipe. No final do campeonato haverá um churrasco de confraternização. As vagas são limitadas a oito equipes. (Fonte: OCB/RJ)
"A história de sucesso alcançada em pouco tempo deu-se graças às parcerias com a prefeitura de São Paulo (SP). Em janeiro do ano passado, durante quinze dias, 25 grupos se apresentaram em duas lonas montadas em dois bairros na zona leste de São Paulo, numa promoção da Secretaria Municipal da Educação. Em julho, os artistas participaram do Projeto Recreio nas Férias e 30 grupos se apresentaram a um público de mais de 30 mil crianças da periferia da cidade.
No mesmo mês, 130 cooperados realizaram oficinas e espetáculos em mais de 10 bairros da cidade como parte do projeto Férias em Sampa, da Secretaria Municipal de Esportes. Em maio, no Memorial da América Latina, a cooperativa lançou o Panorama Paulista de Circo, desta vez com o patrocínio da Secretaria Municipal da Cultura, considerado a primeira mostra de circo no estado. Em agosto, 120 artistas participaram da Palhaçaria Paulistana, ação que devido à repercussão, foi incorporada ao calendário cultural da cidade.
“Os artistas estão percebendo que o modelo de organização do trabalho por meio de uma cooperativa é uma excelente oportunidade para formalizar a atividade. A cooperativa cuida de toda a parte burocrática e viabiliza contratos, enquanto os artistas podem se dedicar a sua arte”, explica Edivaldo Del Grande, presidente da Ocesp. “Prova disso é que neste ano concedemos o registro para a cooperativa de músicos e também está em processo a formação de uma cooperativa de cultura. Todas seguem os passos da Cooperativa Paulista de Teatro, veterana que já completou 27 anos”, conclui.
A OCB vai apoiar o 6º Seminário Banco Central sobre Microfinanças. O objetivo principal do seminário é divulgar o resultado das ações já empreendidas e apresentar, por intermédio da troca de experiências e da discussão dos diversos aspectos que envolvem a atividade de microfinanças, sua viabilidade como opção de investimento.
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A representante nacional do Ramo Trabalho do Sistema OCB, Rozani Holler, participou do evento no Centro de Treinamento do Banco do Brasil, em Brasília (DF). Para ela o evento foi muito importante, pois possibilitou a discussão da importância do cooperativismo e as mudanças que ele proporciona na sociedade, como as alterações no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nas cidades onde é forte.
Rozani disse ainda que o grupo quer , em breve, oferecer informações à comunidade sobre ações, projetos políticos e recursos existentes que buscam materializar os objetivos e metas do CDES. “Com isso espera-se ampliar a capacidade da sociedade civil de debater e propor políticas públicas e ações sociais”. Além disso, enfatiza a representante, as pessoas poderão monitorar, avaliar e cobrar resultados do governo.
O CDES, que também conta com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, tem o papel de colaborar na formação do juízo político do governo federal, como instituição representativa da sociedade. “Seu desafio é estabelecer o diálogo entre as diversas representações da sociedade civil a fim de discutir as políticas públicas e propor as medidas necessárias para alavancar o crescimento do País”, detaca o site www.cdes.gov.br.
Pelo PLS 39/03, o fundo deverá ser utilizado para financiar a aquisição de máquinas e equipamentos em projetos de fomento à agricultura e pecuária, inclusive familiar, bem como financiar pesquisas e estudos de tecnologias agrícolas no Rio Grande do Sul. O projeto foi rejeitado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) durante a legislatura passada mas, com a criação da CDR, em março de 2005, a proposta foi redistribuída e passou a tramitar na nova comissão, onde tem decisão terminativa.
Em seu parecer favorável, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) argumentou que a agropecuária do Rio Grande do Sul representa 11% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual e passa por um período difícil devido a fatores naturais adversos. Ele acrescentou uma emenda para tornar facultativa ao estado do Rio Grande do Sul a destinação do percentual de seus recursos ao fundo, uma vez que o uso desses recursos é da exclusiva competência do governo estadual.
A CDR examinou também o PLS 277/03, que inclui 58 municípios de Minas Gerais como beneficiários do Fundo de Financiamento Constitucional do Centro-Oeste (FCO), que tramita com parecer contrário da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), mas o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) pediu vista, adiando a votação da proposta.
O PLS 295/06, de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), dispondo sobre a redução dos percentuais obrigatórios de álcool anidro à gasolina na Região Norte, foi remetido à Mesa diretora para redistribuição, em função da aprovação do parecer do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) argumentando que a CDR não tem competência regimental para manifestar-se sobre a matéria.(Fonte: Agência Senado)
