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O Programa de Formação de Jovens Lideranças vai capacitar pessoas para assumir, no futuro, cargos de dirigentes de cooperativas, aumentando o contingente ligado direta ou indiretamente ao Sistema Cooperativista Brasileiro. A iniciativa tem como foco jovens cooperados, empregados e filhos de sócios de cooperativas, oferecendo alternativa concreta de educação.
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Para o analista tributário da Gerência de Mercados da OCB, Edimir Santos, é necessário agilidade nas decisões sobre projetos do setor, pois segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os níveis de reservatórios das hidrelétricas brasileiras serão reduzidos nos próximos anos, o que deve gerar um risco de racionamento em 2010.
Para ele, as cooperativas de eletrificação serão grandes aliadas, mas, no entanto, é necessário ainda a regularização e o enquadramento das cooperativas de eletrificação, pontos que estão em andamento. No final do ano passado foi entregue, pelo Sistema OCB, ao Ministério de Minas e Energia um documento sobre o trabalho que as cooperativas realizam nas regiões em que atuam.
O material inclui uma análise sobre o enquadramento das cooperativas, como permissionárias ou autorizadas, mostrando que é possível a regulamentação das cooperativas de eletrificação, compatibilizando as peculiaridades dessas sociedades ao modelo estatal aplicado por uma agência regulamentadora.
Com o programa - que está em fase final de sistematização metodológica -, as cooperativas poderão ter acesso a uma certificação que atesta o cumprimento da legislação cooperativista (Lei 5.764/71), da Recomendação nº 193 OIT (Organização Internacional do Trabalho) e dos Critérios para a Identificação das Cooperativas de Trabalho, criados pela OCB.
O programa está sendo desenvolvido inicialmente em São Paulo e deve contribuir para reposicionar a imagem das cooperativas de trabalho no mercado. A primeira etapa do programa, que consiste no desenvolvimento dos instrumentos de avaliação, deve terminar no mês que vem. A segunda fase busca assegurar que os instrumentos funcionem efetivamente pelo dimensionamento do impacto de sua implementação sobre as condições de trabalho dentro das cooperativas participantes. (Fonte: Ocesp)
Na ocasião, o presidente da OCB/CE falou sobre os programas e os projetos desenvolvidos pela organização cearense, em especial sobre o programa de Constituição Orientada, voltado para o atendimento de grupos interessados em constituir cooperativas.
João Nicédio ressaltou que a grande preocupação do Sistema é incentivar o nascimento de cooperativas economicamente viáveis e comprometidas com os ideais cooperativistas. “Uma cooperativa deve nascer da vontade de todos os membros e não ser de um dono”, destacou. (Com Informações da OCB-Sescoop/CE).
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O índice, utilizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), classifica localidades em ordem de pobreza e bem-estar de sua população. "Isso garante que os municípios mais carentes dos estados mais pobres recebam primeiro os recursos", avaliou o relator. Segundo Fabinho, chegou-se a pensar em percentuais para cada região, mas o gargalo da distribuição são municípios que consigam chegar a apresentar projetos. (Informações e foto da Agência Câmara)
A OCB é uma das instituições parceiras do Inpev e estimula a coleta de embalagens vazias de agrotóxicos nas cooperativas do país por meio de cartilhas que conscientizam o produtor rural para não reutilizarem as embalagens de agrotóxicos e reforçam a importância de preservação do meio ambiente. Mais informações no site https://www.inpev.org.br/. (Com informações do Inpev)"
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Kelman disse que não quer criar uma situação de alarmismo, mas ressaltou que o Congresso deve conhecer as restrições enfrentadas pelo setor elétrico para obtenção de novas ofertas de energia. Ele participou nesta quinta-feira (12/4) de audiência pública sobre o mercado energético. O evento foi promovido pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Minas e Energia.
Para o presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infra-Estrutura (Infracoop), Jânio Vital Stefanello, as discussões são de grande importância e é necessário que o governo defina o conceito de desenvolvimento sustentável e agilize as licenças ambientais, para que os problemas sejam superados antes de 2010.
O presidente da Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia Elétrica (Abiape), Mário Luiz Menel da Cunha, criticou os entraves ambientais que impedem a construção de fontes de energia pelos grandes consumidores (como as indústrias de grande porte). Entre esses entraves, citou a especulação imobiliária, a paralisação de obras devido a ações ajuizadas por organizações não-governamentais (ONGs) e o reassentamento rural.
Com os recursos, os beneficiados poderão formar estoques com mercadorias adquiridas de fornecedores indicados pela Conab. São produtos alimentícios e de higiene/limpeza. Com essa proposta, o governo federal amplia as ações de segurança alimentar e fortalece as economias locais.
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Cerca de 100 vereadores, parlamentares, líderes e dirigentes cooperativistas gaúchos acompanharam a cerimônia. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que participou do evento, elogiou o trabalho da Ocergs e enfatizou a importância da frente parlamentar gaúcha.
Para ele as cooperativas precisam de apoio político. “Não se trata de tomar partido, de perder a neutralidade, apenas uma necessidade para juntos, cooperativismo e o legislativo, buscar o desenvolvimento econômico com justiça social”. A nova bancada da Frente Parlamentar Cooperativista do Rio Grande do Sul (Frencoop/RS) conta com a participação de 21 deputados.
O coordenador da Frencoo/RS, deputado Giovani Cherini (PDT), que teve sua faculdade financiada por uma cooperativa, falou da história da Frencoop/RS que existe há 10 anos. “Hoje temos 21 deputados na Frente Estadual, e esse é um bom número. Queremos fortalecer também as frentes municipais em todo estado, a meta é chegar a 90”.
Segundo Pantoja, o retorno foi positivo e as estratégias de ação começam a ser definidas. “Já temos um cronograma de atividades pré-estabelecido”. Na Ocepar, será formada uma turma inicial com 30 alunos. “Em Santa Catarina, foi apresentada a sugestão de trabalhar com cinco turmas em três regiões do estado”, comenta.
O Programa de Formação de Jovens Lideranças vai capacitar pessoas para assumir, no futuro, cargos de dirigentes de cooperativas, aumentado o contingente de pessoas ligadas direta ou indiretamente ao Sistema Cooperativista Brasileiro. O projeto tem como foco, jovens cooperados, empregados e filhos de sócios de cooperativas, oferecendo alternativa concreta de educação.
Cooperjovem - Já o Cooperjovem está com novo formato. Foram reformulados o material didático e as normas e criada nova rotina de monitoramento. Esta prevê uma avaliação do programa. O projeto conta com seis mascotes que simbolizam a turma da cooperação. Os bonecos Pinho e Pinhas (foto) vão auxiliar, de forma lúdica e pedagógica, na divulgação do Cooperjovem.
No segundo semestre deste ano, os projetos devem ser implantados no Rio de Janeiro e em Pernambuco. Em 2008, a idéia é fazer o mesmo em todos os estados.
“Vejo o cooperativismo como um excelente caminho para o desenvolvimento da agricultura. Venho de um estado em que às cooperativas se consolidaram”, respondeu o ministro, quando questionado pelo presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, deputado Odacir Zonta (PPS/PR), sobre o apoio do ministério as cooperativas brasileiras.
Stephanes anunciou que o ministério vai negociar uma solução para os juros da dívida agrícola até a divulgação do Plano da Safra de Verão deste ano, previsto para dentro de 60 a 90 dias. "Sei que há grandes conflitos na área. Temos que ter uma grande capacidade de negociação para chegar a uma solução", disse.
O ministro admitiu que o endividamento rural é o hoje o principal obstáculo do setor agrícola e prevê que serão necessárias três ou quatro safras com boas colheitas e uma solução definitiva para os juros das dívidas agrícolas para que o setor retome seu crescimento.
Além da solução para o endividamento, o ministro citou entre as prioridades de ação os investimentos na área de defesa sanitária vegetal e animal. Ele afirmou, por exemplo, que serão necessários quase R$ 80 milhões por ano para garantir as ações de defesa sanitária nas fronteiras.
Etanol - A produção de etanol também foi outra prioridade de ação dos próximos anos citada pelo ministro. Stephanes afirmou que os produtores brasileiros têm condições de aumentar a produção de álcool sem criar problemas ambientais. Ele acredita que a produção brasileira de etanol poderá dobrar ou triplicar para atender à demanda interna e externa pelo produto.
Sobre as outras espécies de biocombustíveis, o ministro acredita que ainda não há experiência suficiente para uma produção em larga escala. Ele citou como exemplo o caso do pinhão manso, cuja produção rende atualmente 3.200 litros de combustível por hectare, enquanto as lavouras de cana-de-açúcar rendem 6 mil litros de álcool etanol por hectare.
Antes de iniciar o debate, o presidente da comissão, deputado Marcos Montes (PFL-MG), entregou a Stephanes uma moção de apoio apresentada pelo deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR) que ressalta a disposição da comissão de trabalhar em parceria com o ministério. (Foto e informações da Agência Câmara).
Stephanes admitiu durante o debate que a política de juros para as dívidas agrícolas tem se tornado um obstáculo à retomada do crescimento do setor. Ele alertou, no entanto, que qualquer proposta para reduzir os juros nos financiamentos para o setor ou a renegociação das dívidas deve ser avaliada em um cenário macro-econômico.
A programação do Seminário inclui palestras dos ex-ministros da Agricultura Roberto Rodrigues e Alysson Paulinelli, além da participação das principais lideranças e órgãos estaduais do setor agropecuário e de crédito rural. Mais informações sobre o Seminário pelo telefone (31) 3284-5868.
As atividades começam no dia 25 de abril, com palestras, apresentações teatrais, exercícios práticos com pintura e orientação de escovação. Os alunos contarão com monitoramento dos dentistas envolvidos além de membros da companhia Te-Ato, grupo de atores profissionais que encenarão peças alusivas à escovação.
Inicialmente serão programadas atividades com crianças do primeiro ano do ensino fundamental. A primeira apresentação ocorrerá no Colégio Dom Bosco Assunção, seguida por duas atividades na Escola Estadual Moraes Barros. Até junho serão feitas apresentações na Creche Lygia Amaral Gobbin, na Associação de Pais e Amigos dos Surdos de Piracicaba e na VACCIP (Voluntários em Ação Contra o Câncer Infantil). As atividades fazem parte da comemoração dos 25 anos de fundação da Uniodonto em Piracicaba e serão realizadas em paralelo com uma programação social e promocional junto à comunidade. (Fonte: Ocesp)
O Centro de Estratégia foi criado no dia 21 de março e está ligado à diretoria da organização em São Paulo. Tem como principal missão a defesa dos interesses das cooperativas, atuando na mediação com os poderes legislativo e executivo, nos níveis municipal, estadual e federal.
Del Grande explicou que o Cecoop atuará com a Unidade Nacional, em Brasília. Desta forma o Centro Estratégico valorizará a Agenda Parlamentar do Cooperativismo. “Queremos contribuir para o fortalecimento do cooperativismo e defender os interesses de todos os ramos, tanto na criação de leis quanto na execução de medidas que impactam nas cooperativas”.
Ele disse que já iniciaram as reuniões com as cooperativas de São Paulo para conhecer suas demandas. Além disso, serão realizadas visitas aos deputados estaduais paulistas, inicialmente aos membros da mesa diretora da Assembléia Legislativa e líderes das bancadas.
Del Grande enfatizou que a experiência profissional de Nobile vai contribuir para o sucesso das ações. Renato Nobile é engenheiro civil, produtor rural e já foi presidente de cooperativa. O coordenador do Cecoop também atuou na área administrativa da Assembléia Legislativa de Rondônia durante seis anos.
Segundo a superintendente Valéria Mendes Elias, os técnicos vão aproveitar a passagem por cidades onde existam cooperativas não-registradas na OCB-GO para mostrar os benefícios do registro e a importância do fortalecimento do sistema cooperativista no estado. Serão 83 cidades visitadas até maio, distribuídas por seis rotas planejadas pelos técnicos.
A superintendente ressalta a importância de as cooperativas participarem do levantamento repassando todos os dados solicitados. “Esse mapeamento é um instrumento fundamental na hora de reivindicarmos políticas públicas para o setor. Quanto mais fiel tivermos esses dados, melhor para mostrar nossa força e importância sócio-econômica”, afirmou Valéria Mendes Elias. (Com informações da Ocergs).
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Para o presidente da Ocergs, Vergilio Frederico Perius, o lançamento da Frencoop/RS será um importante avanço para as cooperativas do Rio Grande do Sul . “Haverá um maior entrosamento entre os parlamentares e as questões do cooperativismo. Os deputados e vereadores que aderirem à Frencoop/RS vão conhecer melhor o cooperativismo e poderão contribuir para a consolidação e maior crescimento do movimento”. Perius destaca ainda que o cooperativismo tem uma ação importante na sociedade como gerador de trabalho e renda.
Presidida pelo deputado Giovani Cherini (PDT), a Frencoop/RS é uma entidade civil, sem fins lucrativos, de natureza política não-ideológica e suprapartidária. Tem por objetivo trabalhar solidária e coordenadamente em conjunto com a Ocergs no fomento e promoção do cooperativismo, para divulgar e defender a doutrina cooperativista, estimulando a sua prática em todos os segmentos e em todos os níveis sociais. (Com informações Ocergs)
"O evento vai contar com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que vai falar da estrutura sindical do cooperativismo de crédito, ao lado do representante nacional do Ceco, Manoel Messias, e do presidente do Sindicato Nacional das Cooperativas de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos (Sinacred), Edmir Deberaldini.
Serão tratados ainda assuntos como auditoria externa pelo diretor de normas e organização do Sistema Financeiro Nacional do Banco Central, Alexandre Tombin. A posição do governo em relação ao ramo Crédito será dada pelo diretor de Programa do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt. Os presidentes das centrais de cooperativas de crédito interessados em participar podem enviar e-mail para
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A inscrição já foi iniciada por meio do portal www.brasilcooperativo.coop.br e ainda no site www.fesdt.org.br. Brasileiros e estrangeiros interessados em participar podem apresentar até três trabalhos, redigidos em português ou em espanhol. Serão obrigatórios a originalidade e o ineditismo no Brasil, sem publicação anterior, impressa ou eletrônica.
Os estudos devem ser encaminhados para a Assessoria Jurídica do Sistema OCB (
Os trabalhos deverão versar sobre algumas das seis áreas temáticas definidas: “Cooperação e Constituição Federal”, “Cooperação e Concorrência”, “Ato Cooperativo”, “Cooperativas e o Direito Regulatório”, “Cooperativas e o Direito Civil” e “Cooperativas e o Direito Comparado”. É preciso ainda ter relação com algum dos subitens descritos em cada área temática e obedecer a formatação indicada. Essas informações estão disponíveis no edital.
O Certificado de Regularidade Técnica, que possui validade de um ano, é entregue às cooperativas que atingem pontuação mínima de 75% por atuação em conformidade Estatutária, Doutrinária, Organizacional e conformidade com a Legislação Cooperativista e Legislação Tributária/Fiscal. As cooperativas que participam da Certificação recebem treinamento, capacitação e assessorias diversas com o objetivo de atuar dentro da legalidade, transparência, ética e gestão profissional. (Com informações da Assessoria de Imprensa da OCB/ES).
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