Notícias representação
Brasília (31/01/17) – Está a todo vapor o planejamento da quarta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC), a ser realizado em Brasília, pelo Sistema OCB, entre os dias 20 e 22 de novembro deste ano. E para agilizar processos como inscrição de participantes, submissão de trabalhos e publicação de artigos, por exemplo, está sendo finalizado o site do evento. O lançamento do ambiente virtual deverá ocorrer nas próximas semanas.
O tema desta edição ainda está sendo definido, mas, segundo a organização do IV EBPC, estará alinhado ao mote da Conferência de Pesquisa da ACI 2017, que é “Desenvolvendo Negócios Inclusivos e Responsáveis: cooperativas na teoria, política e prática”. O evento da Aliança Cooperativa Internacional será realizado em Stirling (Irlanda), entre os dias 20 e 24 de junho.
PÚBLICO
O IV EBPC é um evento destinado a pesquisadores, cooperados e empregados de cooperativas. O Encontro conta com a parceria valiosa do Observatório USP de Educação e Pesquisa (FEA – USP), da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop), sediada no Rio Grande do Sul, e das universidades federais de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Santa Maria (RS).
INTENÇÃO
O objetivo do Sistema OCB ao realizar o EBPC é aproximar a área acadêmica do movimento cooperativista brasileiro, propondo debates fundamentados em pontos definidos pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) como essenciais ao desenvolvimento do setor.
OPORTUNIDADE
Além da apresentação dos trabalhos haverá palestras e mesas-redondas, que representam grande oportunidade de “networking” para questões estratégicas à competitividade e à permanência das cooperativas no mercado global.
Pedro Afonso (30/1/17) – Com o intuito de informar e tirar dúvidas de seus associados, a Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (Coapa) realizou um encontro na noite de quarta-feira, 25/1, em sua sede em Pedro Afonso, onde foram prestadas diversas informações sobre a safra 2016/2017.
O presidente Ricardo Khouri afirmou que a Coapa tem atuado para atender, cada vez melhor, aos seus cooperados e destacou a importância de eles participarem efetivamente das atividades da cooperativa, que tem grande potencial de crescimento para os próximos anos.
Em seguida, o superintendente José Rander Lopes explanou sobre o funcionamento do armazém no período da safra, lembrando que o laboratório de classificação de grãos da unidade, conta com equipamentos modernos e auferidos pelo Inmetro. Além disso, os profissionais são capacitados para realizar as análises.
O superintendente também lembrou que no caso do produtor ter dúvidas sobre os resultados das análises, ele pode pedir uma contraprova no laboratório de classificação de produtos vegetais, localizado ao lado da sede da Coapa e que é certificado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Na sequência, o engenheiro agrônomo Eduarte Bonafede apresentou os custos para produção da safrinha de milho e sorgo, com detalhes sobre gastos com insumos, tratos culturais e colheita. Na oportunidade, o técnico fez simulações solicitadas pelos cooperados.
Já o gerente comercial Nelzivan Carvalho Neves apresentou os resultados técnicos e comerciais da safra anterior e projeções sobre o mercado de soja futura para a safra 2016/2017. Segundo ele, a meta é negociar R$ 50 milhões em grãos de cooperados no atual ano agrícola. (Fonte: Coapa)
João Pessoa (25/1/17) - Há seis anos os garimpeiros paraibanos começaram a se unir para fugir dos atravessadores, legalizar a atividade, trabalhar com segurança e agregar valor aos produtos. Com a ajuda do Sebrae Paraíba e do governo paraibano, já foram criadas sete cooperativas que reúnem 600 trabalhadores. Juntos, eles ganharam força e crédito para dar um novo rumo aos negócios. Duas unidades de beneficiamento e um centro de lapidação estão em fase de conclusão em Pedra Lavrada e Nova Palmeira, dois dos 17 municípios que formam o Arranjo Produtivo de Minério da Paraíba.
Em Nova Palmeira, a Coogarimpo está investindo R$ 446 mil do Programa Empreender Paraíba na construção de uma unidade de beneficiamento de pegmatitos, materiais utilizados na indústria cerâmica. A tonelada bruta de minerais como feldspato, albita e mica, que hoje custa R$ 20, passará para R$ 125, depois do processo de melhoramento, realizado em equipamentos de última geração. Nas indústrias de construção, esses minerais se transformam em pisos, louças sanitárias, tintas e porcelanato.
Entusiasmados com as novas possibilidades de negócios, os garimpeiros do município também decidiram criar um centro de lapidação para fabricação de bijuterias finas, utilizando pedras como quartzo, turmalina, safira, rubi, água marinha, granada, citrino e outros minerais extraídos na região. O centro, construído com recursos do Banco Mundial e Projeto Cooperar, deverá ser inaugurado este ano. Cinquenta mulheres e dez jovens aprendizes trabalharão na confecção das peças, que já têm destino certo.
“No centro, trabalharão mulheres, irmãs, filhas e primas dos garimpeiros, além de dez jovens aprendizes. A nossa ideia é montar uma linha inovadora, com peças exclusivas. Já temos duas empresas de Minas Gerais interessadas nos produtos. Faremos a venda direta, sem precisar do intermediário dos atravessadores. Esse é apenas um dos benefícios do cooperativismo”, disse Rhutinéa Dilenna, gestora da cooperativa. A unidade de beneficiamento de Pedra Lavrada também deverá ficar pronta ainda este ano.
RESISTÊNCIA
Segundo o Sebrae Paraíba, cerca de 35 mil pessoas sobrevivem da exploração de minérios nas regiões do Curimatau, Seridó e Sabugi. Mas apenas 10% dos garimpeiros se renderam às cooperativas. “Ainda há uma resistência muito forte. Passamos quatro anos para criar as cooperativas que temos hoje, mas continuamos fazendo um trabalho de conscientização para que outros garimpeiros saíam da ilegalidade e possam exercer a atividade de forma mais segura e sem exploração da mão de obra barata”, disse Marcos Magalhães, gestor do projeto de Minerais do Sebrae.
Marcos lembra que a legislação atual não permite o trabalho informal e que os garimpeiros que não se juntarem às cooperativas, serão excluídos do mercado. “O Ministério Público do Trabalho vai começar a fiscalizar de forma mais rigorosa e aqueles que não estiverem dentro das normas estabelecidas, ficarão de fora do processo num médio prazo”, disse.
RECURSOS GARANTIDOS
Há seis anos, o principal problema dos garimpeiros era o acesso a recursos financeiros, o que foi resolvido com ações do Projeto Cooperar e do Programa Empreender Paraíba, ambos do Governo do Estado. “Hoje, o grande gargalo é a rejeição dos garimpeiros ao cooperativismo porque ainda é muito forte no setor a cultura individualista, passada de geração para geração. Mas a CDRM, o Sebrae e demais parceiros no âmbito federal e estadual, estão trabalhando para mudar essa mentalidade e fazê-los entender que a formalização da atividade é o único caminho para a sustentabilidade na pequena mineração”, disse Marcelo Falcão, presidente da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da Paraíba (CDRM).
Além de Pedra Lavrada e Nova Palmeira, a atividade é exercida nos seguintes municípios: Juazeirinho, Junco do Seridó, Várzea, Assunção, Tenório, Soledade, Seridó, Picuí, Frei Martinho, Cubati, Salgadinho, São Mamede, São José do Sabugi, Santa Luzia e Damião.
Nesses municípios, são encontrados vários tipos de minérios. Os mais comuns são: feldspato, albita, mica, quartzo, citrino, água marinha, berilo e gemas (pedras semipreciosas). “A indústria da mineração é boa porque não depende de chuvas, pode ser explorada o ano inteiro. Temos três regiões ricas em minerais no Estado e o setor está começando a crescer com o cooperativismo. Estamos no rumo certo”, disse Marcos Magalhães.
PARCEIROS
O Sebrae e a CDRM trabalham em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), prefeituras municipais e Organização das Cooperativas do Estado da Paraíba (OCB – Sescoop).
Texto publicado no portal Gemas do Brasil: https://gemasdobrasil.blogspot.com.br/2017/01/cooperativas-fortalecem-mineracao-e.html?utm_campaign=website&utm_source=sendgrid.com&utm_medium=email
Maceió (24/1/17) – Professoras da Educação Infantil e do Ensino Fundamental formaram o primeiro público de 2017 atendido pelo Programa de Orientação Cooperativista (POC) desenvolvido pelo Sistema OCB Nacional. O POC tem como proposta garantir conhecimento, gratuitamente, a grupos interessados em saber mais sobre a doutrina, os princípios, os valores e as características de uma sociedade cooperativista.
É comum que profissionais de empresas que estão enfrentando dificuldade no mercado procurem o Sistema OCB/AL em busca de informação para constituição de cooperativa diante da ideia de diluir custos de operação.
Sobre esse aspecto, a diretoria da Casa do Cooperativismo alagoano destaca que: a adesão ao modelo cooperativo implica fortemente em mudança de cultura econômica.
Em uma cooperativa, todos os sócios cooperados são donos do negócio. “E nem sempre é fácil para o antigo proprietário a desconstrução dessa ideia e o compartilhamento do poder. Assim como, diante dessa figura, os demais integrantes podem permanecer com a mentalidade e o comportamento de empregado”, explica.
Fazer parte de uma cooperativa exige responsabilidade e conhecimento pleno sobre esse modelo econômico que tem foco social. E o POC é um mecanismo de orientar gratuitamente grupos interessados em desenvolver alguma atividade econômica dentro do universo cooperativo, podendo este vir a constituir ou não uma sociedade cooperativa.
Espera-se que o grupo, caso opte pela constituição, inicie suas atividades com segurança jurídica e de forma adequada aos princípios, valores e doutrina cooperativista. “Os grupos que pretendem integrar cooperativas já existentes ou que já integrem e desejem se atualizar também podem solicitar o POC no dia, na hora e no local desejados que o Sistema OCB/AL prontamente atenderá”, ressalta o presidente da Casa do Cooperativismo alagoano, Marcos Rocha.
As solicitações podem ser feitas ao setor de Capacitação por meio do email
Maceió (24/1/17) – Contadores interessados em aprender sobre aspectos contábeis cooperativistas terão a chance de participar do curso “Encerramento de Balanço de Sociedades Cooperativas” que ocorrerá no final de janeiro. As inscrições no evento são gratuitas para contadores de cooperativas registradas e regulares no Sistema OCB/AL.
Esta entidade ofertará o evento em conjunto com o Conselho Regional de Contabilidade de Alagoas (CRC/AL), no auditório do próprio CRC/AL, em Maceió, a partir das 13h30 do dia 30 de janeiro e das 8h do dia 31 de janeiro.
O curso foi pontuado no Programa de Educação Profissional Continuada (PEPC) e será ministrado por Dorly Dickel, sócio da DSM Consultores Associados.
Para a superintendente do Sistema OCB/AL, Márcia Túlia, o que se pretende apoiando o curso é refinar a prática contábil nas cooperativas. “Queremos contribuir com o processo de formação e atualização dos profissionais da área. Assim, tanto os profissionais quanto as cooperativas sairão ganhando”, destaca.
VAGAS E INSCRIÇÕES
As vagas são limitadas e podem ser garantidas por meio do site www.crcal.org.br ou telefone (82) 2122.9465, pelo investimento de R$ 100,00 (cem reais).
(Fonte: Sistema OCB/AL)

Na última sexta-feira, 20, foi realizado o Curso sobre Assembleias e Prestação de Contas para Cooperativas, no auditório do Sistema OCB/AM. O curso abordou temas de grande importância para todo o público cooperativista, como dirigentes, presidentes e membros do Conselho fiscal e administrativo das cooperativas, tratou das Assembleias Gerais Ordinárias (AGO), Extraordinária (AGE) e suas diferenciações, enfatizando o processo de Prestação de Contas de cooperativas.
Para o instrutor do curso, Samuel Rodrigo, que é Gerente administrativo e financeiro da Uniodonto Manaus: “Buscou-se apresentar e discutir a condução participativa e transparente de Assembleias Gerais, o processo de preparação e as ações pós-assembleia. Foram, ainda, esclarecidas as dúvidas dos participantes, buscando envolver suas realidades e exemplos práticos”, relata Samuel.
Ele ainda salientou que o objetivo do curso foi, justamente, dar subsídios às cooperativas para que seus gestores, cooperados e colaboradores compreendam e apliquem os conhecimentos adquiridos na realização de assembleias, prestações de contas e outros assuntos relacionados.
A técnica administrativa de projetos da Fundação Vitória Amazônica, Maria da Saúde Barbosa, destaca sua participação: “O curso me proporcionou aprendizado e amplia um leque de conhecimentos, afinal de contas, apoiar as cooperativas de base comunitária e levar essa experiência para eles é gratificante. Numa linguagem mais simples, explicar a importância da prestação de conta aos cooperados. Em geral, esse curso só fez me engrandecer com conhecimentos e informações”, frisa Maria.
O instrutor finalizou agradecendo: “Destaca-se o trabalho realizado pelo Sistema OCB-SESCOOP/AM, de capacitar seu público, contribuindo para a realização de assembleias válidas, participativas e transparentes nas prestações de contas”.
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM
Brasília (23/01/17) – Na terceira semana de janeiro de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,058 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 3,837 bilhões e importações de US$ 2,779 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,775 bilhões e as importações, US$ 8,377 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,398 bilhão.
A média diária das exportações da terceira semana (US$ 767,4 milhões), ficou 29,2% acima da média até a segunda semana de janeiro (US$ 593,7 milhões), em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+60,7%), semimanufaturados (+8,4%) e manufaturados (+8,3%). Nas importações, houve retração de 0,7%, sobre igual período comparativo (média da terceira semana, US$ 555,8 milhões sobre média até a segunda semana, US$ 559,8 milhões), explicada, principalmente, pela queda nos gastos com adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, bebidas e álcool, equipamentos eletroeletrônicos, aeronaves e peças.
MÊS - Nas exportações, comparadas as médias até a terceira semana de janeiro (US$ 651,6 milhões) com a de janeiro de 2016 (US$ 561,9 milhões), houve crescimento de 16%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (+28,6%, por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, celulose, óleo de dendê, madeira serrada ou fendida), básicos (+24,1%, em função, principalmente, de minério de ferro, petróleo em bruto, soja em grão, farelo de soja, carnes suína, bovina e de frango) e manufaturados (+2,5%, causado, principalmente, por veículos de carga, óleos combustíveis, açúcar refinado, suco de laranja não congelado, produtos laminados planos de ferro e aço). Em relação a dezembro de 2016, houve retração de 10,1%, em virtude das quedas nas vendas de produtos manufaturados (-30%), e semimanufaturados (-1,3%), enquanto que cresceram as vendas de produtos básicos (+9,7%)
Nas importações, a média diária até a terceira semana de janeiro deste ano (US$ 558,4 milhões), ficou 8,2% acima da média de janeiro do ano passado (US$ 516,1 milhões). Neste comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+99,7%), cereais e produtos da indústria da moagem (+98,9%), combustíveis e lubrificantes (+48,6%), equipamentos elétricos e eletrônicos (+40,2%), veículos automóveis e partes (+15,3%). Na comparação com dezembro de 2016, houve crescimento de 6,6%, pelos aumentos dos embarques de equipamentos elétricos e eletrônicos (+25,6%), plásticos e obras (+18,2%), químicos orgânicos/inorgânicos (+11,0%), combustíveis e lubrificantes (+7,3%) e equipamentos mecânicos (+4,9%).
Acesse aqui os dados completos da balança comercial semanal.
Fonte: MDIC
Brasília (15/12/16) – Na reta final de um ano legislativo incomum, marcado por diversos desafios nos campos político e econômico, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Osmar Serraglio, faz uma retrospectiva das principais ações no âmbito do Congresso Nacional e que impactaram o dia-a-dia das cooperativas brasileiras.
Ele também faz uma breve análise sobre os pontos de atenção para o próximo ano e é categórico ao afirmar: “A hora é de cooperar e as cooperativas têm servido de bússola nesta caminhada”. Confira!
Como o senhor avalia as atividades da Frencoop em 2016?
Este ano é bastante representativo para a nossa atuação no Congresso Nacional, por dois motivos principais: o primeiro deles é o fato de estarmos completando 30 anos da instituição da Frencoop no Congresso Nacional, sendo esta responsável, junto à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pela inclusão das previsões constitucionais de apoio e estímulo ao cooperativismo e pelo reconhecimento do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, além é claro, por uma série de conquistas no marco regulatório do cooperativismo desde então.
O segundo motivo de alegria vem pelo fato de que, mesmo em tempos de crise, conseguimos acumular uma série de conquistas legislativas para o cooperativismo durante 2016. Destaco, de maneira especial, o seguinte: o fim da cobrança de contribuição previdenciária pelo tomador de serviços de cooperativas de trabalho, por meio da Resolução nº 10/2016 do Senado Federal; o devido reconhecimento do ato cooperativo na legislação que tratou sobre a produção integrada, com a sanção da Lei nº 13.288/2016; a continuidade de descontos na compra de energia para cooperativas de eletrificação, por período definido, com a sanção da Lei nº 13.360/2016; e o avanço da tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 100/2011, que possibilita que os entes públicos municipais possam depositar suas disponibilidades de caixa nas cooperativas financeiras.
No total, foram quase 40 proposições legislativas com resultado favorável para o cooperativismo em 2016, mesmo em um contexto político e econômico difícil e que, em alguns momentos do ano, foi de paralisia decisória. Tenho convicção que estes resultados só foram possíveis por meio de uma atuação muito alinhada e articulada entre a OCB e a Frencoop.
Quais são os principais desafios para o país superar a crise?
O Brasil passa, nos últimos anos, por um momento bastante atípico e desafiador. Vivemos uma profunda crise de confiança, com consequências imediatas no âmbito político e econômico. Quanto menos confiança, menos as pessoas têm interesse em investir, empreender e consumir, o que, fatalmente, acarreta em perda de produtividade e no aumento do desemprego.
Do ponto de vista político, o recado da sociedade é claro: o combate à corrupção. Neste sentido, não temos medido esforços para debater e deliberar medidas que diminuam os privilégios políticos e o abuso de poder, seja de quem for. Tive o prazer de participar, no Congresso, da entrega do abaixo-assinado, com mais de dois milhões de assinaturas, referente ao projeto "10 Medidas contra a Corrupção", o qual tem meu total apoio. Tratam-se de medidas urgentes que precisamos levar adiante, pois a sociedade não suporta mais tantos desmandos e corrupção, que dilapidam o patrimônio público e privam as futuras gerações de um país muito melhor.
Do lado econômico, o foco está na discussão de medidas estruturantes, que reconduzam o crescimento por meio da melhoria do ambiente de negócios e da geração de empregos. É claro que, quando se tem a necessidade de balancear as contas públicas, o governo precisa ampliar a arrecadação ou diminuir seus custos, o que nos faz redobrar a atenção para que estas medidas não tenham impactos negativos para as cooperativas, como no caso de propostas que ponham em cheque as atuais políticas de financiamento ou que desejem aumentar a tributação sobre o setor.
Quais são os desafios e oportunidades do cooperativismo no contexto atual?
Acredito que o atual momento político e econômico coloca em evidência a necessidade de trabalharmos por um país melhor, com menos corrupção e mais transparência na política, e com maior confiança para investirmos e voltarmos a crescer. Como disse há pouco, estaremos atentos para que a agenda de reformas não afete negativamente o cooperativismo, mas também para aproveitarmos oportunidades de colocarmos o setor no centro da agenda de decisões.
A hora é de cooperar e as cooperativas têm servido como bússola nesta caminhada. A cooperação entre os homens e mulheres de bem, unidos por meio do empreendimento coletivo, será uma das soluções para a recondução econômica do país, espantando o desânimo e oferecendo-lhe um rumo. Para que isso ocorra de modo efetivo, é fundamental que o poder público compreenda melhor seu funcionamento para, assim, consolidarmos ações de fortalecimento do cooperativismo brasileiro.
(Brasília - 20/01) O Sistema OCB participou, na tarde desta quinta-feira (19/1), da primeira reunião do Conselho das Entidades do Setor Agropecuário em 2017, que teve como foco o debate sobre as relações trabalhistas no campo. Durante o encontro, os representantes também discutiram fontes alternativas de financiamento do setor, com destaque para o certificado de recebíveis do agronegócio, título de rendas fixas rastreados em negócios rurais.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, o encontro reflete a relevância do Conselho do Agro. “Além dos temas em pauta, fundamentais para o avanço do marco regulatório das nossas cooperativas e produtores rurais, o que fica de sentimento é que estamos no caminho certo, na construção de diálogo e alinhamento entre as diversas partes aqui representadas, o que, sem dúvida, fortalece ainda mais a defesa dos interesses do setor”, ressaltou.
Trabalho no campo
Durante o encontro, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou um panorama das matérias que estão colocadas em discussão sobre a reforma trabalhista. Neste contexto, chamam atenção, em especial, o Projeto de Lei (PL) 6.787/2016, de autoria do Poder Executivo, que dispõe, dentre outros temas, sobre: acordos coletivos, jornadas de trabalho e trabalho temporário; e o PL 6.442/2016, que institui normas reguladoras do trabalho rural.
Segundo Nobile, as propostas em pauta devem ser observadas pelo setor com equilíbrio e responsabilidade. “Temos consciência da importância de assegurarmos os direitos do trabalhador rural, ao mesmo tempo em que buscamos minimizar algumas distorções, como em relação à cobrança de horas in intinere, que têm onerado de forma substancial o custo de produção. Outra questão que nos preocupa é a dificuldade de cumprimento dos limites da jornada de trabalho em períodos de plantio e colheita”.
Política agrícola
Durante o encontro, os representantes do Conselho das Entidades do Setor Agropecuário defenderam a busca de fontes alternativas de financiamento do setor agropecuário, tendo em vista o cenário econômico do país.
Para o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a consolidação do certificado de recebíveis do agronegócio tende a ampliar seu espaço como importante mecanismo para o aporte de recursos em safras futuras. “Os títulos agrícolas devem se expandir como alternativa ao aporte dos programas oficiais, que tendem a diminuir nos próximos anos pela carência de recursos públicos. Recentemente, atuamos no Congresso para que estes títulos pudessem ser captados de fontes externas e repassados aos produtores e às cooperativas agropecuárias, inclusive, por meio das cooperativas de crédito”, finalizou Nobile.
Próxima reunião
A próxima reunião do Conselho do Agro deve acontecer na segunda semana de fevereiro.

Na manhã desta segunda-feira, 16, o presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Júnior e o superintendente, Adriano Fassini, reuniram-se com os colaboradores do sistema, para definição do Calendário de Atividades do ano de 2017.
Acesse o link abaixo e saiba mais sobre o plano de trabalho e a agenda de atividades aprovadas no final de 2016:
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

Na manhã desta segunda-feira, 16, o presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Júnior e o superintendente, Adriano Fassini, reuniram-se com os colaboradores do sistema, para definição do Calendário de Atividades do ano de 2017.
Acesse o link abaixo e saiba mais sobre o plano de trabalho e a agenda de atividades aprovadas no final de 2016:
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM
Patrocínio Paulista (13/01/2017) – O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, visitou hoje as obras da nova indústria de leite da Cooperativa Nacional Agroindustrial (Coonai), em Patrocínio Paulista (SP). A visita foi acompanhada pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, por Eduardo Freitas, que está à frente da presidência da Coonai, e por Marcelo Avelar, que ocupa hoje o cargo de vice-presidente da cooperativa. Na oportunidade, também foi apresentado ao secretário o projeto de construção da nova fábrica de rações da Coonai.
Brasília (12/01/2017) – O Ministério do Trabalho publicou hoje, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa nº. 129/2017, que estabelece procedimento especial para realização de fiscalização quanto ao cumprimento da Norma Regulamentadora (NR) n° 12. A NR 12 define referências técnicas e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, estabelecendo requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho, quando da utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos.
O Sistema OCB acompanha discussões sobre o tema, tanto no Legislativo quanto no Executivo, participando, inclusive, de reuniões dos Fóruns das Confederações Patronais, avaliando possíveis impactos da norma à realidade das cooperativas. De acordo com a IN 129, quando o Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) verificar alguma irregularidade que necessite de correção, será expedido Termo de Notificação, que fixará prazo de até 12 meses para que a cooperativa possa corrigir as irregularidades constatadas.
Vale ressaltar que o prazo proposto pela fiscalização poderá ser ampliado a partir de justificativa formal, na qual a cooperativa comprove inviabilidade técnica e/ou financeira para atendimento ao prazo anteriormente fixado. Neste caso, a cooperativa poderá, em 30 dias do recebimento da notificação, protocolar um plano de trabalho com cronograma adequação à NR nº 12. O mesmo deverá ser previamente aprovado pelo AFT ou equipe que tenha emitido a notificação. Caso o cronograma apresentado pela cooperativa seja superior a 12 meses, deverá, também, ter anuência da chefia imediata dos agentes fiscalizadores.
Destaque
A IN 129 traz maior segurança jurídica às cooperativas que utilizam máquinas de qualquer tipo, já que, se for constatado algum tipo de irregularidade pelo auditor com relação ao cumprimento da NR nº 12, elas contarão com prazo para correção do que foi apontado.

Aconteceu na manhã desta quinta-feira, 12, a primeira Reunião do Conselho de Administração do Sistema OCB/AM. Dentre os membros do Conselho estiveram presentes, o presidente do sistema, Petrucio Magalhães Júnior, o superintendente, Adriano Fassini, o presidente da Fecoop/Norte, Dr. José Merched Chaar, a presidente da Coomapem, Eliana Medeiro, a presidente da Fecootram, Walderizia Carvalho, a Dra. Lidice Okamoto, cirurgiã-dentista da Uniodonto Manaus, a Gerente de Operações do sistema OCB/AM, Cláudia Sampaio e a assessora jurídica do sistema, Karen Almeida Rodrigues.
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

Aconteceu na manhã desta quinta-feira, 12, a primeira Reunião do Conselho de Administração do Sistema OCB/AM. Dentre os membros do Conselho estiveram presentes, o presidente do sistema, Petrucio Magalhães Júnior, o superintendente, Adriano Fassini, o presidente da Fecoop/Norte, Dr. José Merched Chaar, a presidente da Coomapem, Eliana Medeiro, a presidente da Fecootram, Walderizia Carvalho, a Dra. Lidice Okamoto, cirurgiã-dentista da Uniodonto Manaus, a Gerente de Operações do sistema OCB/AM, Cláudia Sampaio e a assessora jurídica do sistema, Karen Almeida Rodrigues.
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

O Sistema OCB/AM, iniciou suas atividades na última quinta-feira, 05 de Janeiro de 2017. O presidente do sistema, Petrucio Júnior e o superintendente, Adriano Fassini, reuniram-se com os colaboradores do sistema 9, para tratar do plano de trabalho e a agenda de atividades aprovadas no final de 2016. Nesse primeiro trimestre o foco principal serão as açoes de monitoramento com visitas técnicas de apoio à realização das Assembléias Gerais Ordinárias pelas cooperativas.
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

O Sistema OCB/AM, iniciou suas atividades na última quinta-feira, 05 de Janeiro de 2017. O presidente do sistema, Petrucio Júnior e o superintendente, Adriano Fassini, reuniram-se com os colaboradores do sistema 9, para tratar do plano de trabalho e a agenda de atividades aprovadas no final de 2016. Nesse primeiro trimestre o foco principal serão as açoes de monitoramento com visitas técnicas de apoio à realização das Assembléias Gerais Ordinárias pelas cooperativas.
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM
Brasília (09/01/2017) - Com o objetivo de trazer maior clareza sobre a compra e venda de produtos industrializados no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o governo incluiu um artigo na Medida Provisória (MPV) 759/2016, enviada recentemente ao Congresso, para que o processo seja regulamentado pelo Grupo Gestor do PAA. A iniciativa trará maior segurança jurídica para os fornecedores cadastrados no programa, ou seja, produtores familiares e suas cooperativas e associações.
A partir de apontamentos da auditoria dos órgãos de controle sobre a operacionalização do PAA, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) decidiu pela suspensão preventiva das compras de produtos industrializados ao programa, até que seja regulamentado tal procedimento. Para o Sistema OCB, a proposta de inclusão do artigo na MPV, ressaltando a necessidade de regulamentação, é uma importante sinalização de continuidade da participação de centenas de cooperativas no PAA, principalmente no fornecimento de alimentos processados.
“A edição da medida provisória ainda não soluciona por completo a questão, mas indica, em caráter de urgência, a necessidade de o Grupo Gestor do PAA definir quais serão as diretrizes e as condições a serem observadas no processo de industrialização dos produtos da agricultura familiar. Isso nos dá um pouco mais de tranquilidade para continuarmos produzindo e trabalhando em prol do programa, atuando com maior segurança jurídica”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Durante o último ano, o Sistema OCB e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) estiveram mobilizados, por diversas vezes, junto à Casa Civil e a outros órgãos públicos para esclarecer a necessidade do processamento, beneficiamento e industrialização dos produtos da agricultura familiar para agregar valor aos beneficiários consumidores do programa, bem como destacar o papel das cooperativas para o ganho de escala e sustentabilidade do produtor.
Como resultado dessas ações, o governo reconheceu, na justificativa da MPV 759/2016, que o rol de alimentos que podem ser adquiridos da agricultura familiar é muito amplo, não estando restrito a produtos in natura. Em especial, os produtos processados, beneficiados e industrializados pelos agricultores familiares e seus empreendimentos ocupam papel de destaque, por garantirem maior durabilidade e flexibilidade no transporte, armazenagem e distribuição dos alimentos.
PAA - Criado em 2003, como forma de promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar, o PPA funciona como mecanismo para adquirir alimentos produzidos por produtores rurais, cooperativas e associações, e os destina às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional e pela rede pública e filantrópica de ensino, dentre outros.
