Presidente da Unimed PR é contra prorrogação de contratos de pedágio
Curitiba (16/7) – O binômio preço do pedágio e a não realização de melhorias nas rodovias é citado pelo presidente da Unimed Paraná, Paulo Roberto Fernandes Faria, como motivo para a não prorrogação dos contratos. “Esse estado de coisa não pode permanecer e um novo processo licitatório, com certeza, proporcionará uma realidade melhor para os usuários das estradas, tanto em questão de preço como de benfeitorias”, acrescenta.
POSTERGAÇÃO - As obras inicialmente previstas nos contratos, segundo análise de Faria, “foram todas empurradas para o final do contrato, ou seja, pagamos o mais alto pedágio do país por quilômetro rodado e o estado do Anel de Integração continua praticamente como estava no início do contrato”.
BENÉFICO – O presidente da Unimed Paraná defende que uma nova licitação trará benefícios ao estado, ao considerar que, “é possível fazer exigências quanto a valores mais baixos e a realização de obras em menor espaço de tempo, ao contrário de hoje, que pagamos caro e não temos obras”.
MÉDIA – Estudo da Ocepar mostra que, em média, o motorista de automóvel desembolsa R$ 11,05 de pedágio por 100 quilômetros rodados em rodovias paranaenses. No estado de São Paulo, o gasto é de R$ 4,58, enquanto no Mato Grosso é de R$ 2,63 e em Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais, a média é de R$ 3,22. (Fonte: Assimp Sistema Ocepar)

