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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai rever a Resolução nº 3.056, de 12 de março de 2009 em atendimento à Organização das Cooperativas Brasileiras. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (29/7), durante reunião entre os dois órgãos, em Brasília (DF). No entendimento da OCB, a resolução impossibilita a prestação de serviços remunerados de transportes rodoviários de cargas e terceiros – frete de retorno – por frota própria de cooperativas do Ramo Agropecuário.
Participaram da reunião com o diretor de Transportes Rodoviários de Carga da ANTT, Wilbert Junquilho, o secretário executivo da Presidência da OCB, Renato Nobile; o gerente de Mercados da OCB, Evandro Ninaut, acompanhado de técnicos de sua equipe e do Sistema Ocepar-Sescoop/PR; e Cândido Takashiba, superintendente geral da Cotriguaçu Cooperativa Central .
Segundo Takashiba, a ANTT defende a resolução para disciplinar o mercado de cargas do País. “Assim como a agência, nós também buscamos maior qualidade na prestação do serviço. Por essa razão, cooperativas como a nossa possuem frota própria, garantindo o transporte da carga até o ponto de escoamento. Mas precisamos ter rentabilidade. Se o caminhão volta vazio, conforme a exigência da resolução, os cooperados tem seus custos aumentados”, explicou o superintendente geral da Cotriguaçu.
”As frotas próprias da cooperativas agropecuárias são formadas por caminhões novos e seminovos, diferenciando dos autônomos. O frete de retorno é um dos mecanismos para reduzir custos das cooperativase manter a frota renovada ”, defendeu Ninaut.
Após analisar os pleitos da OCB, a ANTT vai marcar nova reunião com os técnicos da organização. Os representantes do cooperativismo estão otimistas que o retorno positivo virá antes do início do recadastramento no RNTRC, pela agência.
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Kelly Lima e Tatiana Freitas, RIO
A queda no índice de sucesso na perfuração de poços exploratórios na região do pré-sal é uma tendência natural. No futuro próximo, deve chegar aos 30%, a mesma média da Bacia de Campos, dizem três geólogos e um consultor, especialistas em pré-sal. "Falar em um índice de sucesso de 100%, de risco zero, é quase uma licença poética", afirmou o ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP) John Forman.
Ontem, a Petrobrás divulgou comunicado ao mercado informando ter perfurado 30 poços na área do pré-sal, com índice de sucesso de 87%. Na Bacia de Santos, a estatal afirma que a taxa de sucesso até agora é de 100%. Informações preliminares obtidas pelo governo na ANP indicam que foram perfurados, pela Petrobrás e operadoras privadas, um total de 34 poços na camada do pré-sal até hoje. Desses, segundo uma fonte do governo, 31 (cerca de 91%) tinham óleo em condições viáveis de produção.
A nota foi divulgada em resposta à reportagem publicada ontem pelo jornal Valor Econômico indicando que 32% dos poços no pré-sal tiveram resultados insatisfatórios. Com base em dados da ANP, o jornal listou 28 poços, dos quais 9 seriam secos ou subcomerciais.
"A tendência é que o índice de sucesso no pré-sal caia. Se ficar nos 30%, é excelente", afirma o geólogo Giuseppe Baccocoli. Ele lembra que, ao fazer a primeira perfuração numa área para identificar potenciais reservas, o principal alvo é onde há o mais forte indício de óleo, de acordo com a análise sísmica. "Nas demais perfurações, o investidor vai buscando delimitar o reservatório. O trabalho se desloca para as encostas para testar áreas de menor certeza e a taxa de sucesso diminui."
Para o geólogo Marcio Mello, da HRT Petroleum, as estruturas do pré-sal são gigantescas e merecem o título de "bilhete premiado", mesmo que não se mantenha o risco zero, apontado como a principal vantagem dessas áreas. "O índice de sucesso que vamos encontrar no pré-sal - e o tempo vai provar isso -, é o mesmo que existe na Bacia de Campos, ou seja, de cada três poços perfurados, um encontre reservas. É um nível alto para uma área que promete um volume elevado", destacou.
Na Bacia de Santos, referência para o pré-sal, 15 poços perfurados justificaram a euforia do governo. Até a perfuração do 15º poço, o segundo na área do CM-S-22, operado pela Exxon, com parceria da Petrobrás, todos os demais haviam registrado algum indício de óleo ou gás. Em junho, quando a Exxon confirmou o primeiro poço seco, o mercado começou a questionar o potencial daquela área, onde já haviam sido identificados até 12 bilhões de barris (entre Tupi e Iara), com potencial para muito mais.
O próprio ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que disse que só voltará a se pronunciar a respeito depois que a ANP concluir nova análise dos poços, já chegou a se referir à área do pré-sal em toda a extensão geológica (800 quilômetros de comprimento por 200 quilômetros de largura) com potencial de até 150 bilhões de barris.
"Muito se falou sobre índice de sucesso do pré-sal. Inicialmente falaram em uma grande lagoa de petróleo que se estendia por toda essa área de 160 mil km². Depois, que essa formação rochosa teria algumas acumulações ao longo da extensão. Hoje, pelos estudos disponíveis, se sabe que as maiores acumulações do pré-sal se dão no Polo de Tupi. Aos poucos, vamos aprendendo mais sobre essa nova fronteira geológica", comentou um executivo do setor, que pediu para não ser identificado.
A média mundial da taxa de sucesso gira hoje em torno de 10% ou 12%, com picos máximos de 25% e 30%, de acordo com especialistas do setor. Já para áreas novas, nunca exploradas, como é o caso do pré-sal brasileiro, um indicador em torno de 5% seria razoável.
Segundo o diretor executivo da DCT Energia, Ericson de Paula, a atividade de exploração é feita por aproximação e erro. "Quanto mais a operadora fura, mais eleva a precisão da exploração e o surgimento de poços secos acaba sendo uma consequência. Encontrar poços secos não é necessariamente ruim. Faz parte do processo."
O especialista ainda argumentou que, como não há antecedente histórico para a área do pré-sal, não é possível estimar qual seria um índice razoável de sucesso para a área. O fato de as empresas encontrarem poços secos, na sua avaliação, não vai diminuir o apetite das operadoras privadas pelo pré-sal. "Até porque não há tantas novas fronteiras para explorar e, entre as disponíveis, o Brasil é o mercado com as regras mais estáveis.""
Discutir as demandas e prioridades do Ramo Infraestrutura e seu plano de ação junto com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Com este objetivo, representantes das cooperativas paranaenses do setor estiveram reunidos na manhã desta terça-feira (28/7), em Curitiba (PR), na sede da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). O evento faz parte de uma série de reuniões para melhor estruturação do plano de ação do ramo, organizada pela OCB. Estão previstos outros encontros nas regiões Sul e Nordeste ainda neste ano.
A realização de um seminário para debater as estratégias das cooperativas de infraestrutura e o agendamento de uma audiência na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foram alguns dos pontos discutidos. A reunião contou com a participação do vice-presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop) e presidente da Cooperativa de Energização e Desenvolvimento Rural da Grande Dourados (Cergrand), Valdir Pimenta da Silva, como representante nacional do ramo, o secretário executivo da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, e o superintendente adjunto do Sistema Ocepar, Nelson Costa.
Importância - De acordo com o secretário executivo da OCB, Renato Nobile, a reunião foi muito positiva no sentido de promover o alinhamento do ramo. "O presidente da OCB, Márcio Lopes, defende de que tenhamos esse alinhamento no Sistema. É um trabalho conjunto, onde procuramos ir aos estados e às regiões para perceber os problemas específicos de cada localidade e os problemas comuns, principalmente os ligados à regulação", afirma. "Vamos tentar sensibilizar cada vez mais os entes do governo federal sobre a importância das cooperativas do setor de infraestrutura no modelo de desenvolvimento do interior do País", completa Nobile.
Ações - Ainda em agosto deste ano, deve ser realizado um seminário nacional, em Brasília (DF), para discutir os principais desafios enfrentados atualmente pelo segmento. De acordo com Valdir Pimenta da Silva, as cooperativas de infraestrutura estão sendo pressionadas a deixar o mercado. "Nós não vamos permitir que as cooperativas sejam liquidadas, como vem ocorrendo. Também estamos nos mobilizando para que o setor seja regulamentado de forma a garantir a sua viabilidade econômica", afirma. "O grande problema é que está ocorrendo omissão por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no processo de regularização, provocando distorções que vem prejudicando as cooperativas", acrescenta o representante nacional do ramo.
Pleito - Entre as reivindicações do setor está a definição de tarifas para as cooperativas autorizadas. Na reunião desta terça-feira, os participantes decidiram agendar uma audiência com o diretor presidente da Aneel para discutir o assunto. "Precisamos que sejam definidas tarifas de compra de forma que possamos entregar energia elétrica aos nossos associados com um valor módico. O nosso preço final não pode ser diferente ao da Copel, por exemplo. Mas as tarifas de hoje não nos permitem fazer isso. Desta forma, estamos sendo obrigados a buscar recursos complementares em outros meios", explica Valdir.
Ainda de acordo com ele, no Paraná, a defasagem é maior ainda porque o governo do estado está incentivando atividades rurais, como avicultura e suinocultura, com incentivo ao uso de energia elétrica a preços menores, mas sem contemplar as cooperativas do ramo.
Ação - Na próxima sexta-feira (31/7), será realizada outra reunião na sede da Ocepar para buscar uma solução jurídica à pressão exercida pela Copel sobre as cooperativas de infraestrutura paranaenses. "Temos que tomar uma medida urgente porque os reflexos estão vindo mais rápido do que nós imaginávamos. As cooperativas estão recebendo visitas de representantes da Copel, que estão querendo incorporar ou comprar as unidades. É um jogo desleal que está sendo praticado com o objetivo de enfraquecer no nosso sistema", afirma Edvino Shadeck, que é presidente da Federação das Cooperativas de Eletrificação Rural do Paraná (Fecoerpa), secretário da Cooperativas de Infraestrutura e Eletrificação Rural de Palotina (Cerpa) e diretor da Ocepar.
Apoio - Ele lembra que as cooperativas de infraestrutura foram criadas no Paraná há pouco mais de 30 anos, com o apoio da Copel e do Incra. "Foi uma forma de fazer com que a agricultura tivesse um atendimento direto, já que existia dificuldade de expansão e baixo consumo. Agora que no meio rural há grandes consumidores, como os da avicultura, estamos sendo pressionados a deixar de atuar no setor", ressalta.
Ainda de acordo com Shadeck, as cooperativas de infraestrutura respondem por cerca de 1% do volume de energia consumido no Paraná. No entanto, estão tendo que arcar o prejuízo. "Nós estamos que pagar o aumento de cerca de 12,6% concedido pela Aneel, mas nã"
A criação da primeira faculdade de medicina veterinária no Brasil, o surgimento das escolas rurais e do Departamento Nacional de Pesquisa foram inovações importantes para a agricultura. A afirmação é do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, que participou da abertura das comemorações dos 149 anos da instituição, nesta terça-feira (28/7), em Brasília (DF).
O ministro ressaltou que o Mapa tem avançado na área de política agrícola, mas é preciso investir em infraestrutura e logística, estabelecer um Plano Estratégico, um marco regulatório para a exploração de jazidas minerais para adubos e desenvolver nova política de crédito, preço e de seguro rural. “O Ministério não perdeu sua origem, ao apoiar o agricultor em tudo o que precisa para produzir, ou seja, é uma organização que alcançou os resultados que se esperava”, enfatizou.
Biodiesel - Stephanes comentou, ainda, sobre a produção de biodiesel, que hoje é feita, em grande parte, a partir do óleo de soja e do óleo de dendê. “A Embrapa Agroenergia está desenvolvendo o pinhão-manso como uma alternativa de grandes perspectivas. Além disso, o governo deve aprovar, nos próximos meses, um programa para aumentar a produção do óleo de dendê, como matéria-prima básica para a produção de biodiesel”, destacou.
Durante as comemorações dos 149 anos do ministério, Stephanes lançou o Prêmio Mapa de Jornalismo, o livro Produção Integrada no Brasil: Agropecuária Sustentável, Alimentos Seguros e a nova versão do Plano Estratégico do Mapa. Os servidores presentes conferiram, também, a exposição Conhecer para se Orgulhar, que apresenta datas e fatos marcantes do período 2008/2009, como o centenário do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Biblioteca Nacional de Agricultura (Binagri) e os quatro anos da ouvidoria do ministério. (Fonte: Mapa)
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O Sistema OCDF-Sescoop/DF e cooperativas do Distrito Federal participaram da 6º Feira do Empreendedor, que encerrou no domingo (26/7), em Brasília (DF). As unidades puderam expor seus produtos e materiais institucionais, fazer rodadas de negócios com outras entidades e promover adesão de novos cooperados. O Sistema divulgou seus serviços e produtos, prestou consultoria ao público interessado na constituição de cooperativa e nos programas do Sistema OCB-Sescoop, num total de 52 atendimentos durante os cinco dias do evento.
As cooperativas participantes foram Cooperativa Agrícola da Região de Planaltina (Cootaquara), Central das Cooperativas de Crédito do Distrito Federal – Ltda (Sicoob Central DF), Cooperativa de ECM dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores da Produção Industrial do Distrito Federal (Sicoob Credindústria), Cooperativa de Crédito Rural de Brasília Ltda (Sicoob Credibrasília), Cooperativa de Crédito dos Lojistas do Distrito Federal (Sicoob Credilojista) e Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Distrito Federal Ltda (Sicoob Credibrasil).
Difundir a cultura do empreendedorismo, promover a exposição de produtos e serviços de empresas e órgãos do Distrito Federal e criar um ambiente de negócios e troca de experiências. Esses foram os principais objetivos da 6ª edição da Feira do Empreendedor, promovida pelo Sebrae, realizada este ano entre os dias 22 e 26 de julho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. (Fonte: OCDF)
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Mauro Zanatta, de Brasília
O Banco do Brasil desembolsou até agora um terço do orçamento de R$ 6 bilhões destinados à instituição pelo Tesouro Nacional para financiar capital de giro emergencial a agroindústrias e usinas de álcool.
O BB ainda não recebeu os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para lastrear esses empréstimos, como previsto pelo governo, mas financiou R$ 2 bilhões a empresas dos segmentos sucroalcooleiro, frigorífico, tabaco, têxtil, madeira e celulose, máquinas e equipamentos agrícolas, café e laticínios. Até o fim de agosto, o BB estima emprestar outros R$ 3 bilhões em operações com juros fixos de 11,25% ao ano para empresas com dificuldades de caixa.
O Tesouro Nacional autorizou, há dois meses, o repasse ao BB de metade do orçamento de R$ 10 bilhões do Programa de Crédito Especial Rural (Procer) e de R$ 1 bilhão do Programa de Apoio ao Setor Sucroalcooleiro (PASS). Uma lei, aprovada em abril deste ano pelo Congresso Nacional, permitiu o subsídio direto do Tesouro aos juros dessas operações. O governo espera financiar até 1,87 bilhão de litros de etanol para usinas e dar fôlego financeiro suficiente para agroindústrias e cooperativas consolidarem suas posições em meio à crise econômica global.
O BB informa que o repasse deve ocorrer até o fim de julho. "Estamos atendendo a toda demanda que tem chegado, dentro do cronograma acertado no âmbito do governo", diz o diretor de Agronegócios, José Carlos Vaz. Mas o atraso, dizem analistas, deve encurtar o prazo de adesão e o tempo do financiamento, previsto para até dois anos.
Para suprir a demanda de crédito, o BB optou por fazer uma espécie de "empréstimo-ponte", usando recursos captados na poupança rural para alimentar as novas linhas do governo. Depois, o banco fará um arranjo contábil para reclassificar essas operações como crédito rural para o novo Plano de Safra.
No balanço dos empréstimos, as usinas de álcool foram as mais beneficiadas até agora. Levaram R$ 817 milhões do total do crédito agroindustrial liberado pelo BB. Com dificuldades de caixa, os frigoríficos contrataram R$ 795 milhões da linha. Já o complexo soja ficou com R$ 558 milhões. A surpresa ficou para os desembolsos às indústrias de tabaco, que levaram R$ 362 milhões , e das têxteis, que contrataram R$ 275 milhões. Indústrias de madeira e celulose obtiveram R$ 326 milhões em financiamento. O setor de defensivos ficou com R$ 313 milhões e o de máquinas e equipamentos agrícolas, R$ 133 milhões. As indústrias de suco de laranja tiveram R$ 80 milhões, as de café R$ 60 milhões, e os laticínios, R$ 58 milhões.
Nas contas do BB, porém, os desembolsos somam R$ 5,6 bilhões. "Essas operações não estavam previstas no Plano de Safra original e foram realizadas como ação anti-crise", explica José Carlos Vaz. Os recursos extras vieram da poupança rural. "Mas sem comprometer os desembolsos em crédito rural", ressalva. Houve, segundo ele, o efeito da elevação do percentual de aplicação obrigatória pelos bancos no setor (exigibilidades) - no caso da poupança, de 65% para 70%. Também foi registrado um forte crescimento da captação "acima e fora da curva histórica" prevista no desenho do Plano de Safra 2008/09.
Nos cálculos do BB, entram todas as operações de crédito agroindustrial feitas na safra 2008/09, encerrada em 30 de junho - nesse período, o banco liberou R$ 30,5 bilhões em crédito rural. No total, o governo reservou R$ 12,3 bilhões para socorrer agroindústrias e usinas de álcool.
Veículo: Valor Econômico
Publicado em: 27/7/2009
Com o objetivo de mobilizar mais empresas para a contratação de jovens aprendizes e assim cumprir a Lei da Aprendizagem, será lançado no dia 3 de agosto o Fórum Estadual da Aprendizagem Profissional, em São Paulo. O evento, que está com inscrições abertas até o 31 de julho, tem o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de São Paulo (Sescoop/SP) como um dos incentivadores e contará com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Luppi.
O Fórum pretende mobilizar governo, empresas e sociedade civil em favor da qualificação profissional e trabalho decente aos jovens. Dentre os assuntos a serem discutidos estão a aplicabilidade da lei, os desafios, as boas práticas, avaliação de resultados, além das propostas de adequação, metas para municípios ou por setores econômicos.
O lançamento do Fórum Estadual em São Paulo acontecerá às 9h do dia três, no Memorial da América Latina. O evento é uma promoção do MTE, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP), Fundação Roberto Marinho e da Atletas pela Cidadania.
A meta do MTE é inserir até o final de 2010, pelo menos, 800 mil aprendizes no mercado de trabalho, conforme anunciou o ministro Lupi e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a I Conferência Nacional, em novembro de 2008. Inscrições e informações no site do MTE ou pelo telefone (61) 3317-6453. (Fonte: Sescoop/SP)
A Cooperativa dos Profissionais em Educação de Jaru (Cooped) receberá capacitação referente ao Programa Cooperjovem neste fim de semana. O curso, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Rondônia (Sescoop/RO), será apresentado pela professora e capacitadora Georgia Silva Araújo a partir de hoje (24/7), com término previsto para o dia 27 de julho.
Participarão do curso cerca de 40 pessoas, entre professores, funcionários e pais de alunos da Cooped-Jaru, que também é a primeira cooperativa educacional rondoniense. Para a diretora da cooperativa, Fátima Ferreira dos Anjos, o professor tem papel fundamental no programa. "É ele quem vai trabalhar o conteúdo em sala de aula e envolver os alunos na cultura da cooperação. Com isso, a criança descobrirá os valores e princípios cooperativistas, e ainda praticará a ajuda mútua, a cooperação, a solidariedade em pequenos gestos do dia-a-dia”, comenta.“Esta é uma importante oportunidade que o Sescoop/RO proporciona a nossa escola”, complementa.
"Nestes projetos são desenvolvidos tanto a cooperação, entendida como valor ou atitude que contribui para um melhor relacionamento entre todos os envolvidos no processo educativo, como também o cooperativismo, um modo de organização socioeconômica baseado em princípios fundamentais”, diz Rosania Franco Pego, superintendente do Sistema OCB-Sescoop/RO.
Capacitadora - Formada em Ciências Sociais, especializada em Capacitação em Educação Cooperativista na Escola, Georgia exerce, atualmente, as seguintes funções: técnica da Secretária de Educação do Município de Santa Cruz do Capibaribe – Disciplina: Filosofia do Cooperativismo; coordenadora do Programa Cooperjovem; moderadora da Oficina de Multiplicadores do Cooperjovem e também do programa Jovens Lideranças; supervisora em Educação do município de Santa Cruz do Capibaribe (PE) para o Projeto Cooperjovem/ Filosofia do Cooperativismo.
Cooperjovem - Por meio do programa é possível destacar o cooperativismo como forma efetiva de exaltar os valores essenciais: cooperação, voluntariado, solidariedade, autonomia, responsabilidade, democracia, igualdade e eqüidade, honestidade e ajuda mútua. O Cooperjovem é destinado a estudantes do ensino fundamental e médio.
(Com informações do Sescoop/RO)
Um novo módulo da Pós Graduação Lato Sensu em Gestão de Cooperativas, lançada em janeiro deste ano pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Alagoas (OCB/AL) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/AL), será ministrado neste fim de semana. O tema "Jogos Cooperativos" será apresentado por Fábio Brotto nos dias 25 e 26 de julho, na Cooperativa Educacional de Xingó, onde são realizadas as aulas referentes à pós-graduação, na cidade de Xingó (AL).
Mestre em Ciências do Esporte e autor de livros, Fábio Otuzi Brotto esteve em Maceió (AL), em março deste ano, quando realizou uma oficina de Jogos Cooperativos para cooperados do Ramo Educacional. Jogos cooperativos são dinâmicas de grupo que têm por objetivo despertar a consciência de cooperação. No jogo cooperativo, aprende-se a considerar o outro que joga como um parceiro. (Fonte: OCB-AL)
Nesta sexta-feira (24/7), o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, recebe o Troféu Cotrijui 2009, oferecido pela Cooperativa Agropecuária e Industrial (Cotrijui), localizada em Ijuí (RS). Freitas será homenageado na categoria “Personalidade Cooperativista”.
A premiação foi criada em 2007, ano do cinqüentenário da cooperativa, para homenagear pessoas, instituições e empresas que contribuem para a consolidação das missões da organização e também do cooperativismo.
A entrega será realizada durante comemoração do 52º aniversário da Cotrijui, às 19h, na sede da associação dos funcionários da cooperativa, a Afucotri, também da cidade de Ijuí.
A agricultura familiar contará com R$ 15 bilhões para a safra 2009/10, frente a R$ 13 bilhões destinados à safra 2007/2008. Os recursos foram anunciados nesta quarta-feira (22/7), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2009/2010. O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, e o secretário executivo da instituição, Renato Nobile, participaram da solenidade, realizada no Museu da República, em Brasília (DF).
Os recursos anunciados pelo governo atendem às linhas de custeio, investimento e comercialização do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). As cooperativas foram contempladas com medidas específicas para o setor. O limite individual foi elevado de R$ 5 mil para R$ 10 mil na linha especial para cooperativas de produção, o Pronaf Cotas-Partes. Para Pessoa Jurídica, o teto foi estendido de R$ 5 milhões para R$ 20 milhões.
Já o patrimônio líquido ampliou de R$ 50 milhões para R$ 70 milhões. A taxa de juros praticada será de 4% ao ano. Essas medidas são exclusivas para as cooperativas que assinarem termo de ajuste de gestão, plano de aplicação, capacitação dos dirigentes e viabilidade econômico-financeira, proporcionando condições de liquidez para os empreendimentos com problemas de capital de giro.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Plano Safra da Agricultura Familiar 2009/2010 beneficiará 4,1 milhões de unidades produtivas familiares em todo o Brasil. Dados do MDA indicam que o setor responde por 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros e por 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. (C/ informações do MDA)
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) enviará, no início do próximo mês, comunicado para 14 das 27 cooperativas de eletrificação rural, que ainda não assinaram o contrato de permissão, dentro das negociações com a Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestututra (Infracoop). No documento constarão as tarifas recalculadas para as cooperativas permissionárias, algumas com ativos de geração e outras não.
Segundo a Infracoop, as unidades deverão agora avaliar o resultado das correções monetárias e se manifestar em 30 dias, no máximo, caso discordem da proposta.
Se a cooperativa tiver dúvidas ou não concordar com os valores propostos deverá fazer contato com a Superintendência de Regulação Econômica da Aneel. Passado este período cada unidade estará apta para assinatura do contrato com a agência, sendo enquadrada como Permissionária.
A Infracoop alerta as cooperativas que além das tarifas de compra e de fornecimento, devem avaliar todos os encargos e tributos que serão escolhidos, e se sua estrutura interna já está preparada para permissão.
Histórico - O superintendente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestututra (Infracoop), José Zordan, explica que a partir da Resolução Normativa nº 354, de 3 de março de 2009 da Aneel, as unidades, com ativos de geração, tiveram revistos os valores propostos de tarifas pela agência.
A resolução estabelece as condições gerais para enquadramento de cooperativas de eletrificação rural com geração destinada ao mercado próprio, como permissionárias de distribuição de energia elétrica.
O processo de regularização das cooperativas está em curso desde março de 1999 para cumprimento da Lei nº 9.074/1995. Desde o início, as cooperativas lutam para ter suas particularidades respeitadas pela Aneel.
Já 26 do total de 53 permissionárias assinaram o contrato de permissão com a Agência.
De acordo com a Infracoop, as cooperativas de eletrificação rural são responsáveis por cerca de 580 mil ligações de energia no País, com a operação e manutenção de mais de 100mil quilômetros de redes - mais de duas voltas no globo terrestre.(Com informações da Infracoop)
A primeira etapa dos Esportes Cooperativos de Minas Gerais (Coopsportes)começa dia 31. A iniciativa, que já acontece há sete anos, é uma promoção do Sistema Ocemg-Sescoop/MG e tem o objetivo de despertar nos cooperativistas mineiros o interesse pela prática do esporte, além de estimular a integração de dirigentes, funcionários e associados das cooperativas.
Serão realizadas duas etapas classificatórias. Os dois primeiros colocados de cada fase concorrerão aos títulos.
A primeira etapa será de 31 de julho a dois de agosto, a segunda de 21 a 23 de agosto e a final no dia 12 de setembro. Mais de 780 pessoas de 35 cooperativas se inscreveram para a competição que acontece no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte (MG. Maos informações pelo telefone (31) 3025-7110. (Fonte: Ocemg)
Devido ao volume de café comercializado pela Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) no período de 1º de março a 30 de junho, o Conselho de Administração optou por repassar o valor do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) presumido a cerca de 6 mil cooperados.
O percentual de crédito presumido repassado foi de 3,6% por saca de café, segundo determina a legislação do ICMS no Estado de Minas Gerais. O Decreto 45.030 de 29 de janeiro de 2009, em vigor em 1º de março, regulamentou este percentual para operações que envolvam a aquisição de café cru, em grão ou coco.
A Cooxupé efetuou a venda de café tributado de 847.194 sacas de 60 quilos, entre março e junho, e por esta razão repassa R$ 6.424.277,57 aos que comercializaram o produto na cooperativa: são 5.962 os beneficiados. “É uma maneira de retribuirmos a confiança que nossos cooperados depositam em nosso trabalho, pois se comercializamos volume expressivo de café é porque recebemos volume igualmente expressivo em nossos armazéns”, afirma o presidente Carlos Alberto Paulino da Costa.
Milho - A legislação do ICMS em Minas Gerais contempla outros produtos agropecuários. Portanto, os cooperados que entregaram e comercializaram milho com a Cooxupé, de 1º de março a 30 de junho, recebem o percentual de crédito presumido de 2,4% por saca. O valor tributado pela Cooxupé no período foi de R$ 325.848,66, referente à venda de 769.901 sacas de 60 quilos e vai contemplar 283 produtores de milho.
A cooperativa deverá repassar mais benefícios aos cooperados. Desta vez, vai contemplar os que produziram cafés diferenciados e receberam maior valorização no mercado por esses lotes. Isso se aplica aos cooperados que se enquadraram no programa mundial denominado 4C – Código Comum para a Comunidade Cafeeira – e produzem de forma sustentável, aos produtores que têm suas fazendas certificadas pelo sistema Utz Kapeh e também aos que comercializaram cafés por intermédio do Jornada da Excelência, programa criado pela Cooxupé para incentivar a produção de qualidade.
Se os benefícios concedidos hoje pelo crédito de ICMS presumido forem somados aos repasses que serão em breve disponibilizados aos cooperados do 4C, Utz Kapeh e Jornada da Excelência, o valor chega a R$ 7.665.509.48, englobando 7.782 cooperados. “São produtores que valorizam a fidelidade, conscientes do compromisso de se produzir com qualidade e de forma sustentável”, conclui o presidente da Cooxupé. (Fonte: Ocemg)
O Seminário de Desenvolvimento Sustentável será nesta sexta-feira (24/7) e sábado (25/7), em Bom Jesus do Araguaia (MT). O evento tem o apoio do Sistema OCB-Sescoop/MT e da cooperativa Sicredi Araguaia. A Escola Estadual Professor Gerson Carlos Silva sediará o seminário, que reúne dez municípios da região.
Na quarta-feira (15/7), o presidente do Sicredi Araguaia, Marco Antonio Malburg e o vice Guiomar Weiler estiveram na sede do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Mato Grosso (OCB/MT) para tratar de questões relacionadas ao seminário, tais como sustentabilidade, agricultura familiar, produção local de demandas e dinamização da economia. (Fonte: OCB/MT)
O Sistema OCB-Sescoop/MT promove a 2ª etapa do circuito cultural - 2009 “ Cantos da Nossa Gente” em três municípios mato-grossenses. O festival reúne produções do rasqueado e outros ritmos brasileiros com os artistas Pescuma, Henrique e Claudinho. O próximo show será no município de Juína, dia sete de agosto.
No dia 19 de setembro o circuito chega a Tangará da Serra e dia 31 de outubro, em Terra Nova do Norte.
Os músicos são conhecidos no Centro-Oeste, que tem como referência o rasqueado cuiabano. No repertório desta etapa estão "É Bem Matogrosso", "Coração da América", "Laço Aberto", "Viajante Solitário", "Mulher Sempre Mulher" e "Arapuca". (Fonte: Sistema OCB-Sescoop/MT)
Pela primeira vez uma rede de supermercados da região, mais propriamente uma cooperativa, vai investir no ramo de combustíveis. O novo desafio da Coop (Cooperativa de Consumo) está em instalar postos de gasolina em algumas de suas lojas, assim como já o fazem Carrefour, Extra. Wal-Mart e Makro.
Segundo o presidente da Coop, Antonio José Monte, já foram feitos cinco pedidos de concessão para a instalação dos postos. Dois estão previstos em Santo André - sendo um no bairro de Capuava e outro na Vila Pires -, um em Sorocaba, um em São José dos Campos e outro em Tatuí. "O objetivo é que todos estejam em funcionamento em 2010."
Cada um deles requer investimento de R$ 700 mil, somente para a montagem do posto. Todos os locais são lojas da Coop em que existem terrenos próprios para a construção. Traduzindo, o montante inicial gira em torno de R$ 3,5 milhões.
A concessão da unidade da Coop em Capuava já foi emitida, porém, o alvará da Prefeitura de Santo André ainda não foi concedido. "Ontem mesmo fui à Prefeitura tentar agilizar o licenciamento. Mas eles alegam que primeiro terão de desapropriar uma faixa da Av. das Nações para dar continuidade à duplicação da via. Só então concederão o alvará. Apesar disso, entendo que uma questão não tem relação com a outra", relatou.
Dadas as circunstâncias, e considerando-se que se leva cerca de dois meses para construir um posto de combustíveis, a expectativa é de que em outubro, no mais tardar novembro, o de Capuava esteja em funcionamento.
Em relação à perspectiva de abastecimento, Monte salientou que espera vender entre 500 e 550 mil litros de combustíveis por mês, o que equivale ao movimento de 11 a 15 mil veículos/mensais.
PREÇOS - Questionado sobre os preços dos combustíveis que serão oferecidos pelos postos da Coop, Monte alega que ainda não é possível estimar os valores. "Quando todas as autorizações forem liberadas, vamos fazer propostas às distribuidoras de combustíveis e então decidir se teremos bandeira própria ou de terceiros", informou.
Seja qual for a escolha, o presidente da cooperativa ressaltou que "jamais será comercializado combustível batizado". Ele complementou: "A Coop possui um nome consolidado no mercado e não vai arriscar perdê-lo. O intuito é aumentar o espectro de atendimento ao nosso cooperado e, se possível, oferecer preço melhor".
Monte revela que a Coop está desembolsando R$ 12 mil nas despesas de prospecção e consultoria para cada posto, visando a abertura das unidades. "Estudamos, ainda, no ano que vem, comprar terrenos próximos a outras lojas ou mesmo em locais independentes, para ampliar a oferta de combustíveis."
Por ainda não haver investimentos firmes para 2010, não é possível, por ora, divulgar os próximos locais onde a Coop pretende expandir no segmento. (Fonte: Diário do Grande ABC)
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Discutir a cadeira produtiva do setor lácteo brasileiro e debater os recentes aumentos dos preços de produtos lácteos cobrados aos consumidores. Estes são os objetivos da audiência pública marcada para o próximo dia 11 de agosto, às 14h30, no Plenário 6 da Câmara dos Deputados. O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, será um dos expositores.
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural convidou ainda para expor no Plenário, os ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes; do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge; e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias.
A audiência foi marcada por meio de requerimento dos deputados Antônio Andrade e Vitor Penido.
"O 8º Congresso Brasileiro de Agribusiness acontece nos dias 10 e 11 de agosto, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo (SP). Realizado pela Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), o evento deve colocar em debate as consequências da crise e as oportunidades geradas no momento da agricultura brasileira, que é cada vez mais norteada pela sustentabilidade. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é uma das entidades patrocinadoras do congresso.
Destinado a políticos, empresários, acadêmicos e demais representantes do agronegócio, o congresso, segundo o presidente da Abag, Carlo Lovatelli, será centrado no objetivo de contribuir para a construção de um mundo sustentável, com apresentações e discussões que gerem as luzes futuras do País.
As inscrições estão abertas até o dia seis de agosto no site www.abag.com.br. Informações também pelo telefone (11) 3854.8060 e e-mail
Acontece nesta terça-feira (21/7) a largada da 18ª edição da “Caminhada Ecológica”, que conta novamente com apoio da Cooperativa de Trabalho Médico de Goiânia (Unimed Goiânia). A chegada em Aruanã está prevista para sábado (25/7), totalizando um percurso de 353 km. A Unimed Goiânia acompanhará os 25 participantes até a cidade de Inhumas com uma ambulância e equipe médica para prestar atendimento aos atletas.
Durante a temporada de férias no Araguaia a Unimed Goiânia desenvolve uma campanha de conscientização ambiental. A assistente de marketing da cooperativa , Flavia Savastano Rodrigues, destaca o comprometimento da Unimed Goiânia com ações de preservação do meio ambiente.
“Temos essa preocupação ambiental e, além da Caminhada Ecológica, isso pode ser percebido nas ações diárias da cooperativa, que vão desde o trabalho de coleta seletiva do lixo até a doação de todo o papel consumido ao Hospital Araújo Jorge para reciclagem”, destacou Flavia. (Sistema OCB-Sescoop/GO)
