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Para aprimorar os serviços prestados aos associados, cooperativas alagoanas do Ramo Crédito participam de um encontro promovido pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Alagoas (OCB/AL) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/AL). O evento ocorrerá no hotel Maceió Atlântic, nesta quinta e sexta-feira (16 e 17/7), a partir das 19h.
Na programação, constam nomes como Cícero Péricles, da Universidade Federal de Alagoas, Abelardo Duarte, do Banco Central do Brasil, Joaquim Melo, do Banco Palmas/Ceará, e Júlio César Pompeu, professor da Universade de São Paulo.
Em Alagoas, existem hoje 12 cooperativas de crédito, reunindo cerca de 7.200 associados, que praticam taxas menores nos mesmos produtos oferecidos por outras instituições financeiras. O objetivo dessas organizações é auxiliar, com serviços financeiros, os cooperados e as comunidades onde se fazem presentes. Segundo balanço apresentado pela OCB-AL, as cooperativas de crédito faturam cerca de R$ 26 milhões ao ano.
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O Projeto de Lei 3833/08, que altera a Lei nº 7.408/1985 e trata da tolerância máxima sobre limites de peso dos veículos de carga, foi aprovado nessa quarta-feira (15/7), na Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados. O PL faz parte da Agenda Legislativa do Cooperativismo 2009 e tem autoria do deputado federal Valdir Colatto, membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).
Com a aprovação, que ocorreu no formato de um substitutivo, de autoria do deputado federal Lael Varella, aumenta-se de 5% para 10% a tolerância máxima sobre limites de peso bruto transmitido por eixo de veículo à superfície de vias públicas. Além disso, esses percentuais de tolerância somente poderão ser considerados quando os pesos forem aferidos por equipamento. A medida evitará autuações injustas aos transportadores de carga ocasionadas por erro metrológico.
O substitutivo teve apoio do Sistema Cooperativo por ser considerada uma iniciativa de extrema importância para o Ramo Transporte, que hoje congrega 1.060 cooperativas, com 90.744 associados em todo Brasil. No último dia 8 de julho, representantes do setor se reuniram com o relator, deputado Lael Varella, para manifestar esse apoio. Estavam presentes integrantes da Gerência de Mercados e da Assessoria Parlamentar da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), e da organização estadual do Paraná, Ocepar.
O projeto segue para a Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.
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Marta Watanabe, de São Paulo
A queda no preço do petróleo e a manutenção do crescimento nas exportações garantiram saldo positivo na balança comercial entre o Brasil e os países árabes. O superávit foi de US$ 4,3 bilhões no primeiro semestre.
De janeiro a junho, as vendas aos países árabes cresceram 4,1% em relação ao primeiro semestre do ano passado. No mesmo período, as importações de produtos árabes tiveram queda de 61%. A redução no valor dos desembarques é creditada principalmente à queda no preço do petróleo, responsável por cerca de 80% da pauta de importações. Salim Taufic Schahin, presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, lembra que o preço do barril de petróleo está atualmente em US$ 60 enquanto em julho do ano passado o valor era de US$ 145.
Para Schahin, a perspectiva para o segundo semestre é fechamento com superávit, com a tendência de estabilização dos preços do petróleo em um nível mais baixo. Ele também acredita que as exportações do Brasil para os países árabes deverão ter continuidade no segundo semestre. "No primeiro semestre, as exportações brasileiras para a região aumentaram, mas as exportações do Brasil para o mundo caíram 22%." De janeiro a junho o conjunto dos países árabes atingiu cerca de 6% de participação nas exportações totais do Brasil. O segundo semestre deve encerrar com fatia semelhante, estima.
Schahin credita o crescimento das exportações aos países árabes durante o primeiro semestre tanto ao movimento de estocagem de produtos como à demanda de consumo. "Assim como o Brasil, os países árabes foram menos afetados pela crise e devem ter um crescimento médio de 3% a 3,5% no ano", diz. Portanto, as vendas do Brasil devem continuar em ritmo semelhante no segundo semestre. Ele lembra ainda que o nível de comparação é alto, já que as exportações no primeiro semestre do ano passado já apresentaram crescimento em relação a 2007.
A pauta de exportações do Brasil para os países árabes no primeiro semestre incluiu itens tradicionais. Cerca de 61% das vendas ficaram concentradas em açúcar, carnes e minério de ferro. O que chamou a atenção e contribuiu para a elevação dos embarques foi a exportação de aeronaves, que cresceu 63% em relação ao primeiro semestre de 2008 e representou 6,3% do total exportado para a região.
Veículo: Valor Econômico
Publicado em: 16/07/2009
Ampliar o canal de comunicação com as cooperativas tocantinenses, entidades parceiras e outros públicos. Com estes objetivos, o Sistema OCB-Sescoop/TO lança um novo site institucional - www.ocbto.coop.br , com leiaute moderno, de fácil visualização e busca de resultados pesquisados, além de vários tópicos de contatos com os funcionários da instituição.
Ao acessar o novo endereço das cooperativas do Tocantins, os visitantes têm à disposição mecanismos para atualizar informações relevantes sobre o cooperativismo, assim como calendário de eventos, ações realizadas, dados cadastrais, busca por palavra-chave, entre outros recursos. Outros pontos importantes são a publicidade e transparência dos aspectos legais e societários, com a divulgação do estatuto social e do regimento interno, bem como a prestação de contas e relatórios de gestão da instituição.
“Queremos com esta ação ampliar de forma eficiente e eficaz cada vez mais nossa comunicação com as cooperativas tocantinenses, com o publico em geral, entidades parceiras e com os veículos de comunicação, afim de garantir a responsabilidade do sistema com as ações realizadas com a publicidade dos mesmos”, assinada Viviane Alexandre da Silva Pereira, que assina a mensagem de divulgação novo site do Sistema OCB-Sescoop/TO.
Os presidentes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, e da organização estadual de São Paulo (Ocesp), Edivaldo Del Grande, se reuniram nesta terça-feira (14/7) com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, na sede do ministério, em Brasília (DF). Durante o encontro, Freitas apresentou ao ministro a necessidade de adequação do Procap-Agro e Del Grande, um convite para palestra na Ocesp.
Na ocasião, Freitas detalhou ao ministro Stephanes a importância para o setor de se promover ajustes na resolução que trata do Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro), tendo em vista o atendimento às centrais de cooperativas. O presidente da OCB ressaltou também a necessidade de adequação e agilidade nos aspectos operacionais do Programa junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O ministro foi convidado por Del Grande para dialogar com as cooperativas paulistas sobre o novo Código Ambiental. “Nosso convite foi aceito e precisamos apenas fechar a data. Provavelmente será em setembro”, adiantou o presidente da Ocesp. "As mudanças na legislação ambiental geram um intenso debate no País e os cooperativistas são convidados a participar". (Fonte: c/ informações da Ocesp)
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As sugestões de normatização baseadas na nova Lei Complementar nº 130/09, que regulamentou o Sistema Cooperativo de Crédito, serão avaliadas pelo Conselho Especializado do Ramo Crédito (Ceco), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que se reúne nesta quinta-feira (16/7) na sede da entidade pela manhã e à tarde, no Banco Central (Bacen), em Brasília (DF). No dia 17, a coordenação do Ceco e seu grupo técnico voltam a se reunir na OCB para as conclusões e encaminhamentos.
Além de avaliação a aplicação da nova lei, os participantes do Ceco vão resgatar temas como ouvidoria e registro de títulos de valores mobiliários. Na pauta do grupo ainda estão temas relacionado ao plano de ação do Ceco, explica Sílvio Giusti, da Gerência de Mercados da OCB que acompanha as atividades do Conselho.
À tarde, no Bacen, a coordenação do Ceco e o grupo técnico têm reunião com os departamentos de Supervisão e Fiscalização de Cooperativas e Instituições Não Bancárias (Desuc), de Organização do Sistema Financeiro (Deorf) e o de Normas do Sistema Financeiro (Denor). A proposta é verificar com o Bacen o projeto de estratificação de cooperativas de crédito, avançar no processo de adequação normativa da Lei Complementar nº 130/09, e rever as posições sobre ouvidoria e registro de títulos de valores mobiliários.
No dia 17 pela manhã, a coordenação e o grupo técnico do Ceco fazem uma reunião de fechamento na OCB, para nivelar os entendimentos e encaminhar ações originárias dos desdobramentos desses encontros.
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Já estão abertas as inscrições para o 8º. Congresso Brasileiro de Agribusiness, uma iniciativa da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que ocorre nos dias 10 e 11 do próximo mês de agosto, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo (SP). O tema central “Agronegócio é Sustentabilidade: Crise e Oportunidades” encontra sustentação no consenso de que as oportunidades se afloram em períodos de crise. “É quando a criatividade, a transparência nas ações e o trabalho se destacam”, pondera o presidente da Abag, Carlo Lovatelli, em sua mensagem “A matéria-prima do agronegócio”, que anuncia o evento no site www.abag.org.br. Na ocasião, a Abag homenageará a personalidade do Agronegócio 2008.
A grande novidade este ano será a moderação dos painéis feita por jornalistas renomados e um talk show com o humorista Chico Anysio. O congresso terá cinco painéis, todos direcionados ao tema sustentabilidade, além de palestras de autoridades e especialistas, a exemplo de Paulo Adário, do Greenpeace, que falará sobre o aspecto ambiental; do deputado federal Homero Pereira, que tratará do aspecto econômico e o social comentado por Rubens Gomes, da Oficina Escola de Lutheria da Amazônia (Oela).
A moderação nos diversos painéis que compõem o evento será feita por jornalistas como Augusto Nunes, da Gazeta Mercantil, Paulo Henrique Amorim, da Record; Sonia Racy, do jornal O Estado de S. Paulo, responsável pela coluna “Direto da Fonte”;e William Waack, da rede Globo.
A programação, porém, está sendo estruturada e ainda depende da confirmação de palestrantes e moderadores. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas por meio do site www.abag.org.br. O valor da taxa de inscrição é R$ 500. Dúvidas podem ser esclarecidas na Wenter Eventos, telefone (11) 3854-8060 ou pelo e-mail:
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Os indicadores econômicos e sociais da C.Vale em 2009 mostram que, apesar da crise econômica internacional e dos problemas climáticos sobre a safra de verão, a cooperativa segue crescendo, embora em ritmo menor que em 2008. O desempenho da organização foi apresentado pelo presidente Alfredo Lang aos associados e funcionários. Foram realizadas 20 reuniões, mobilizando mais de 1.470 pessoas nas comunidades da área de atuação da cooperativa, de 4 de junho a 14 de julho.
O recebimento de soja recuou quase 10% até maio, mas os preços mais altos do produto este ano acabaram compensando os efeitos da estiagem sobre a cultura na última safra. Segundo Lang, a participação do Mato Grosso no volume total de recebimento cresceu este ano e ajudou a diminuir o impacto da quebra de safra no Paraná. A produção de leite cresceu mais de 8%, chegando a 9,4 milhões de litros, e a de suínos foi ampliada em 30%, aproximando-se de 39 mil animais. Outra atividade que serve como diversificação de renda apresentou crescimento. A produção de carne de frango subiu 4%, superando 62 milhões de quilos.
Esse conjunto de fatores permitiu que a C.Vale fechasse os cinco primeiros meses de 2009 com faturamento bruto (soma da vendas) de R$ 961 milhões, cerca de 8% a mais que no mesmo período do ano passado. “A estiagem nos atrapalhou mais do que a crise econômica, mas não nos acomodamos e estamos reagindo. Já enfrentamos o pior período da crise e conseguimos resultados. Não é o que esperávamos, mas, dentro das circunstâncias, é bem satisfatório. Tudo sinaliza que vamos chegar ao fim do ano com sobras”, comentou Lang.
A melhoria do desempenho econômico está sendo acompanhada por benefícios sociais. Em 2009, 220 novos postos de trabalho já foram abertos, o que elevou para 4.930 o número de funcionários da cooperativa. O número de associados subiu para 8.296 e a arrecadação de tributos alcançou R$ 35,5 milhões.
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Os projetos desenvolvidos pelo Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Piauí (Ocepi) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop-PI) foram apresentados à primeira dama do estado e secretária para Inclusão da Pessoa com Deficiência, Rejane Dias, neste mês.
Ao falar dos resultados alcançados, o presidente da Ocepi-Sescoop-PI, José Pinto de Alencar, juntamente com o superintendente do Sescop-PI, José Gutemberg dos Santos, ressaltou as ações do Programa Cooperjovem. Alencar disse que hoje oito cooperativas educacionais piauienses desenvolvem o programa, levando a filosofia cooperativista para 1.468 estudantes com idade entre sete e 17 anos.
A metodologia e o material didático do Cooperjovem chamou a atenção de Rejane Dias, que é uma grande admiradora do cooperativismo e acredita que “esta é uma excelente forma de mudar a vida das pessoas, pois gera trabalho e renda, garante cidadania e inclusão social.”
O presidente da Ocepi-Sescoop/PI também elencou diversas ações que a instituição vem desempenhando junto aos associados de cooperativas do estado. Alencar frisou que os projetos são direcionados à formação profissional, promoção social e fortalecimento dos negócios, especialmente no que se refere ao melhoramento da produtividade e comercialização dos produtos e serviços. Na oportunidade, o líder cooperativista demandou apoio do governo do Piauí na implementação e viabilidade dos programas direcionados às cooperativas agropecuárias do estado.
Ao final do encontro, Rejane Dias parabenizou o trabalho realizado em prol do desenvolvimento econômico e social do Piauí e aproveitou a oportunidade para solicitar o estreitamento dos laços entre as instituições. Ela também pediu apoio à organização dos produtores nos municípios que foram devastados pelas enchentes, principalmente, Buriti dos Lopes e Cocal da Estação. Em atendimento ao pleito, o presidente da Ocepi-Sescoop/PI requereu o agendamento de uma reunião com a assessoria Técnica da Secretaria para Inclusão da Pessoa com Deficiência (SEID), a fim de elaborar um plano de atendimento para as regiões citadas.
O encontro ocorreu no último dia 6 de julho, em Teresina (PI), na sede do governo do estado.
A partir dessa semana, a Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg) passa a fazer parte do Comitê Gestor do Pólo de Excelência do Leite e Derivados. O termo de adesão foi assinado pelo presidente do Sistema Ocemg/Sescoop-MG, Ronaldo Scucato, na última reunião do Comitê, nessa segunda-feira (13/7), na sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Juiz de Fora (MG).
Na ocasião, foram apresentados os resultados dos dois anos de ação do Comitê, como a criação de um mestrado profissional para atender a demanda do setor, a formação e multiplicação de consultores e a criação de um núcleo de valorização do leite, entre outros. Também ficou definido como objetivo a consolidação do Pólo do Leite por meio da ampliação de sua visibilidade, além de articulações internacionais e exportação de produtos lácteos.
O gerente técnico do Sistema, Marco Túlio Borgatti, ao ressaltar a participação de diversas instituições no Comitê, afirmou que essa iniciativa soma forças e parcerias para o crescimento efetivo dos produtos lácteos em Minas Gerais e no País. Da mesma forma, citou o apoio das entidades envolvidas para a criação de um Museu do Leite, dentro das dependências do Instituto Técnico de Laticinistas Cândido Tostes, cuja função é resgatar toda história da cadeia produtiva do leite no Estado de Minas Gerais.
"O presidente da Federação e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Rio de Janeiro (OCB/RJ), Wagner Guerra da Fonseca, anunciou hoje (15/7), a realização do evento comemorativo do 87º Dia Internacional do Cooperativismo, no próximo dia 30, quando será lançado o Programa Nacional de Conformidade do Ramo Trabalho (PNC Trabalho). O convite para participação na solenidade foi feito ao presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, durante reunião na sede da entidade, em Brasília (DF).
Segundo Wagner Guerra, o evento vai reunir lideranças cooperativistas estaduais e nacionais. A OCB/RJ vai lançar o PNC Trabalho para adesão pelas cooperativas do ramo. O programa é uma iniciativa da OCB de âmbito nacional que visa à certificação dessas cooperativas. “A cooperativa Cooptrein participou do projeto-piloto desenvolvido pela OCB e, agora, depois de consolidada a metodologia de certificação, vamos buscar a adesão das demais cooperativas fluminenses de trabalho”, disse o presidente da OCB/RJ.
Para o gerente de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Evandro Ninaut, que conduz nacionalmente o desenvolvimento e a implantação do PNC, a iniciativa vai fortalecer as organizações, além de imprimir mais legitimidade às cooperativas frente ao mercado. “Vai promover também o desenvolvimento do setor e, consequentemente, impulsionar a economia e a geração de trabalho no País”.
“Será um dia de comemoração”, ressaltou a superintendente da OCB/RJ, Maria de Fátima Moraes Rodrigues, acrescentando que a programação também prevê a apresentação de cases de sucesso de cooperativas de trabalho do Rio de Janeiro. Paralelamente, será abordado o tema orçamento familiar, pelo professor Jorge Bruno, com o intuito de trazer a participação da família do cooperado, que poderá ser indicado pelas cooperativas. “E haverá espaço especial para exposição de produtos e serviços pelas cooperativas convidadas, visando promover a intercooperação.”
Foi aprovado hoje (14/7), na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), da Câmara dos Deputados, o relatório do deputado Duarte Nogueira, membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), pela rejeição Projeto de Lei nº. 6329 de 2002. O PL 6329/2002, de autoria da deputada Rose de Freitas, proíbe a utilização de substâncias anabolizantes hormonais ou semelhantes, naturais ou sintéticas, na produção de aves e ovos destinados ao consumo humano.
Para o deputado Duarte Nogueira, que é contrário ao PL, diz que o mesmo propaga o mito do rápido crescimento dos frangos devido ao uso de substâncias hormonais na ração e esse mito, "precisa ser definitivamente banido do ideário da sociedade brasileira. Geralmente propagada por leigos, esta falsa suspeita não encontra sustentação técnica, econômica e legal. Esclarecer os fatos à opinião pública e divulgar informação correta à população é tarefa importante e que deve estar entre as prioridades do setor avícola nacional, afinal a carne de frango é alimento básico do brasileiro, que atualmente consome mais de 35 kg por habitante, a cada ano".
Segundo a Gerência de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) a instituição apóia o relatório do deputado Duarte Nogueira, pois, a carne brasileira de aves hoje é segura ao consumidor. A Gerência entende que os argumentos não verídicos de que o produto possui substâncias hormonais.
O Projeto segue agora para a Constituição e Justiça e de Cidadania.
A comissão especial da Câmara dos Deputados, criada para analisar o impacto da crise mundial no setor agrícola aprovou, hoje (14/7), o relatório final do deputado Abelardo Lupion, com os diagnósticos e sugestões para enfrentar os problemas do setor. Um dos principais pontos do relatório é a criação de um fundo garantidor da agropecuária, a exemplo do fundo que será criado pelo governo para garantir as micro e pequenas empresas.
Seis projetos - O relatório aprovado sugere seis projetos de lei e três propostas de emenda constitucionais que a comissão vai propor à Câmara para atenuar os efeitos da crise e propor salvaguardas para proteger a agricultura e pecuária dos choques externos.
O deputado Beto Faro chegou a apresentar um voto em separado, argumentando que o relator havia levantado questões estruturais como fruto da crise mundial, o que ele considerou equivocado. No entanto, ele retirou o seu voto com a aquiescência do deputado Lupion em modificar o seu parecer com as ressalvas apresentadas pelo deputado paraense.
"A Unicred Porto Alegre, cooperativa de crédito do Rio Grande do Sul, em breve terá uma unidade do Projeto Pescar. As inscrições para a primeira turma devem ser feitas até 20 de julho. O curso Iniciação Profissional em Serviços Administrativos será oferecido gratuitamente para 20 jovens em situação econômica desfavorável. As aulas começam em agosto deste ano e irão até maio de 2010, de segunda-feira a sexta-feira, das 13h30 às 17h30. Os interessados devem ter entre 17 e 19 anos, residir na Zona Norte de Porto Alegre, além de estar cursando ou ter concluído o ensino médio.
Além do curso, os jovens selecionados receberão vale-transporte, refeição, seguro de vida, uniforme, material didático e, ao término do curso, serão encaminhados para o mercado de trabalho. Para participar da seleção basta preencher formulário no site www.unicred-poa.com.br.
O Projeto Pescar é uma rede que funciona por meio do sistema de franquia social. As empresas franqueadas pela Fundação Projeto Pescar abrem espaço para a formação pessoal e profissional de adolescentes de baixa renda. Além de promover a aprendizagem básica para o exercício de uma profissão, o projeto estimula jovens a adotar novos hábitos e atitudes de convivência e cidadania. (Fonte: Unicred)
"A Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, homologou a documentação encaminhada para a criação do Sicoob Santa Catarina (SC) Corretora e Administradora de Seguros, uma sociedade anônima cujo principal acionista é o Sicoob Central SC. O objetivo é a padronização comercial, tecnológica e operacional do setor de seguro das 44 cooperativas do sistema.
Segundo o presidente do Sicoob Central SC, Rui Schneider da Silva, "o registro da corretora na Susep representa a realização de um projeto desenvolvido pelo Sicoob SC com o intuito de atingir um dos principais objetivos estratégicos estabelecidos no planejamento do sistema para o quadriênio 2009–2012".
Para o gerente Comercial da Central, Luiz Carlos Pizzolo da Silva, "o Sicoob SC Corretora de Seguros entra no mercado com a meta de ser a melhor opção de serviços de corretagem de seguros para as cooperativas singulares do Sistema Sicoob, e de estar entre as cinco maiores corretoras de seguros de Santa Catarina até o final de 2012".
Em julho, a Corretora irá oficializar acordos operacionais com seguradoras e inaugurar sua nova estrutura anexa à mais nova agência do Sicoob na Rua Tenente Silveira, no Centro de Florianópolis, devendo iniciar suas atividades junto às cooperativas no mês de agosto. (Fonte:Sicoob Central SC)
Três portarias interministeriais publicadas no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13/7) autorizaram a Conab a realizar leilões para o pagamento de até R$ 900 milhões em subvenção econômica aos produtores de trigo, milho e algodão. O objetivo da operação é equalizar a diferença de preços entre os valores de referência utilizados pelo governo e o que é pago atualmente aos produtores no mercado. Os editais com as datas dos primeiros leilões devem ser publicados nesta semana no site da estatal.
Os agricultores que cultivam milho no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Paraná, Bahia, Tocantins, Maranhão e Piauí devem receber até R$ 250 milhões. Os triticultores do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina receberão até R$ 100 milhões. Já os produtores de algodão devem receber apoio de até R$ 550 milhões.(Fonte: Conab)
"Em sua palestra no Fórum de Dirigentes do Cooperativismo Leiteiro, Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e atual presidente do Conselho Superior de Agronegócio da Fiesp, falou sobre o potencial agrícola do Brasil, a deficiência das políticas públicas e a importância do cooperativismo. “A oferta não acompanha a crescente demanda de alimentos no mundo”, começou o ex-ministro da Agricultura, apontando o Brasil como o grande celeiro do mundo.
“Nenhum país fez uma revolução tecnológica no campo como o nosso; o Brasil tem aumentado constantemente as exportações agrícolas, diversificando os produtos e os destinos; e temos terras e gente disponíveis para ampliar muito mais o plantio”, ressaltou Rodrigues, destacando também o rejuvenescimento dos produtores agrícolas. “Os jovens estão aprendendo a tocar como empresários as lavouras dos pais, sem precisar da presença constante no campo”, disse ele.
“Só não somos melhores por problemas de efetivação das políticas públicas e pela grande resistência ao Brasil agrícola lá fora”, continuou Rodrigues, afirmando que os países não diminuem o protecionismo rural com medo do Brasil ganhar mais mercado ainda. Sobre política agrícola, o ex-ministro foi categórico: “temos, sim, política agrícola; o problema é que os instrumentos para efetivá-la estão espalhados por vários ministérios, que não se conversam”.
Rodrigues alertou também os dirigentes cooperativistas. “Temos um instrumento muito importante para corrigir o social por meio do econômico. O problema é que os dirigentes um tem ciúme do outro, e os discursos e iniciativas que realmente interessam não ecoam. Nosso lobby desunido não convence o governo”, disse Rodrigues, com a experiência de quem já conduziu várias entidades de representação das cooperativas, no Brasil e no exterior.
Para a produção de leite, Rodrigues disse que são necessárias tecnologia, escala e agregação de valor, e tudo sob uma gestão adequada. “Isso só é possível por intermédio de cooperativas”, salientou ele, concluindo que os cooperativistas ainda não sabem a força que têm.“Não adianta saber das leis e dos valores do cooperativismo, é necessário ter comportamento cooperativista”, acrescentou Rodrigues.
Agricultura familiar – Após a palestra do ex-ministro, o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Arnoldo de Campos, apresentou aos participantes os programas de apoio às cooperativas de agricultores familiares produtores de leite. O fórum terminou com as falas do coordenador da Câmara de Leite OCB/CBCL, Vicente Nogueira, e do presidente da Coonai, Eduardo Freitas, e com um jantar de confraternização.
O II Encontro Estadual de Produtores de Leite também teve, na quarta-feira, 8, a palestra ‘O futuro da atividade leiteira’, proferida pelo presidente da Itambé, Jacques Gontijo; com depoimentos de casos de sucesso na produção leiteira; a entrega do prêmio ‘Produtividade com Qualidade’ e a realização do Circuito Tecnológico da Pecuária Leiteira. (Fonte: Ocesp)
"O Fórum de Dirigentes do Cooperativismo Leiteiro, realizado dia 7 de julho na Feira de Agropecuária de Patrocínio Paulista, contou com cerca de 100 participantes, que representaram 20 cooperativas de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Organizado pelo Sistema Ocesp, Organização das Cooperativas Brasieliras (OCB), Sebrae São Paulo e Cooperativa Nacional Agroindustrial (Coonai), o evento foi aberto pelo presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Freitas, ressaltou a importância do fórum como uma forma de troca de experiências entre os dirigentes, com o intuito de melhorar a vida dos cooperados, motivo maior da atuação da cooperativa. Ele destacou também o alto nível dos palestrantes, “o que só contribui para aprimorar a atividade leiteira e cooperativista no país”. O prefeito Barcellos mostrou-se entusiasmado, uma vez que a região conta mais com eventos artísticos e rodeios. “Este encontro dos produtores de leite vem agregar conhecimento; pretendo continuar incentivando eventos desse tipo no município”, salientou o prefeito.
Na sequência houve o pronunciamento do gerente do Sebrae São Paulo no escritório regional de Franca, Iroá Nogueira Lima Arantes, da coordenadora da Cadeia de Leite e Derivados do Sebrae Nacional, Fátima da Costa Lamar, do vice-presidente da Ocesp, Maurício Miarelli, do coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, ex-ministro Roberto Rodrigues, do diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor do MDA, Arnoldo de Campos, e do prefeito de Patrocínio Paulista, Mauro Barcellos.
Entre os participantes, mereceu cumprimentos dos componentes da mesa e aplausos do público o senhor Rubens de Freitas, pai do Márcio e do Eduardo Freitas, este presidente da Coonai. Rubens foi presidente da Ocesp. Ultimamente tem aparecido pouco nos eventos. Mas é considerado um exemplo de pessoa dedicada à causa cooperativista.
Oficina – Na quinta-feira, 9, foi o Dia da Educação Cooperativista no II Encontro Estadual dos Produtores de Leite. O Sistema Ocesp, que contou com estande na feira, levou a oficina ‘Reciclar e Brincar é Cooperar’ para instruir estudantes do ensino fundamental sobre a importância da reciclagem, inclusive com a construção de brinquedos a partir de sucata. Houve também apresentações teatrais com a peça ‘Cooperativismo ao alcance de todos’. (Fonte: Ocesp)
"A superintendência do Sistema OCB-Sescoop/GO começou a distribuir aos associados a quarta edição do Censo do Cooperativismo Goiano. A publicação apresenta um raio-x atualizado do cooperativismo goiano, com dados referentes ao exercício fiscal de 2008. O censo mostra em detalhes informações das 200 cooperativas registradas na entidade em dezembro de 2008. Hoje, são 214.
Com 164 páginas impressas em papel reciclado, o novo censo do setor traz desde o número absoluto de cooperados (entre ativos e inativos) até a evolução do patrimônio líquido das cooperativas, passando por informações como o grau de escolaridade dos funcionários e a participação dos associados em cursos promovidos pelo Sescoop/GO. Além disso, aborda a distribuição geográfica das cooperativas goianas por regiões e traz estatística do cooperativismo do Centro-Oeste e do País. (Fonte: OCB/GO)
O secretário Estadual do Meio Ambiente do Paraná, Raska Rodrigues, esteve reunido na manhã desta segunda-feira (13/7) com os diretores do Sistema Ocepar, em Curitiba (PR). Na oportunidade, falou sobre as suas expectativas em relação às mudanças nas leis ambientais. "As legislações que vierem para colocar o processo produtivo dentro de um marco regulatório, que permita a preservação e a conservação, devem ser comemoradas porque, assim, estaremos trabalhando para construir um futuro", disse.
Conjuntura desfavorável - Raska lembrou que a natureza vem dando sinais que algo deve ser feito para reverter o quadro atual. "Tenho a expectativa que mudanças venham para proteger o nosso agricultor e o nosso cidadão que mora nas cidades. Estamos vivendo numa conjuntura muito desfavorável no mundo inteiro. A natureza tem demonstrado, diariamente, que se vinga da agressão que nós fazemos. Portanto, se essas alterações vierem para criar um cenário futuro, em que possamos conviver melhor, utilizar melhor a água, o solo e o ar, temos que comemorar", ressaltou.
"O agricultor, o industrial, tem filhos que vão continuar a sua hereditariedade e vão necessitar de um mundo melhor e, segundo o Órgão das Nações Unidas, já avançamos 25% do cheque especial da natureza. Isso significa que nós não estamos fazendo o nosso dever de casa direito", acrescentou.
Cooperativas - O secretário salientou ainda as ações desenvolvidas pelas cooperativas em relação ao meio ambiente. "Nós vivemos um momento muito em relação à efetividade das soluções ambientais. As cooperativas hoje têm sido parceiras do governo no sentido de construir no campo uma consciência ambiental, respeitando as legislações", afirmou. "Este é um objetivo desde o início do nosso governo, em 2003, chamar o agricultor ao compromisso ambiental para que ele seja protegido, ter o seu produto com alcance, de forma perene, no mundo inteiro. Temos conseguido fazer isso em todos os setores: na avicultura, na suinocultura, no álcool, em toda a produção do campo", complementou.
Reserva Legal - Sobre a Reserva Legal, cuja averbação deve ser feita pelos agricultores até dezembro, de acordo com o decreto federal 6514/2008, o secretário disse que a Secretaria Estadual do Meio Ambiente continua orientando os agricultores a seguir a legislação vigente. "Temos atendido à legislação federal e orientado o agricultor à segui-la porque a reserva legal é uma área que se agrega ao patrimônio ambiental de cada produtor. Ela pode ser uma ferramenta muito importante para a manutenção da qualidade ambiental das propriedades", disse. "A floresta é uma bomba d'água, de geração de água. A floresta Amazônica, por exemplo, é responsável por 50% da pluviometria do estado de São Paulo. Portanto, é importante a gente conhecer essa interatividade que existe entre o meio ambiente e todas as áreas", disse.
Debate - Na avaliação do secretário, é importante tentar aumentar a produtividade das áreas já exploradas e combater o desperdício. "O que se discute muito hoje é o tamanho da reserva legal, se deve ser incorporada ou não à Área de Preservação Permanente (APP). Antes de discutirmos isso, temos muitos deveres de casa a fazer como, por exemplo, produzir mais no mesmo espaço. O Iapar tem orientado os produtores a fazer o Programa de Integração Lavoura-Pecuária, com resultados excelentes. É preciso ainda diminuir o desperdício na produção que ocorre no campo, no transporte, no armazenamento, no consumo. Não é o momento de discutirmos avanços sobre novas fronteiras e, sim, de aumentar a efetividade e a produtividade das fronteiras produtivas existentes", completou. (Fonte: Ocepar)
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