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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) está preparando a recepção dos vencedores do 2º Prêmio Nacional de Redação Cooperjovem, que será na próxima semana. Os alunos que tiveram suas redações escolhidas participarão de uma cerimônia de premiação na manhã de quinta-feira (11/12), no auditório da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
Ainda na quinta-feira, as crianças, acompanhadas de integrantes da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento (GEADG) e da Gerência de Comunicação (Gecom), vão conhecer uma cooperativa do Distrito Federal e no dia seguinte participam de um tour por pontos cívicos de Brasília (DF).
O 2º Prêmio Nacional de Redação Cooperjovem contou com a participação das unidades estaduais do Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Tocantins. "Foram inscritas mais de 18 mil redações provenientes de 243 escolas, superando os números de 2007, quando cerca de 15 mil alunos participaram", explica
Na categoria I, para alunos matriculados no 4º e 5º ano do ensino fundamental, sagrou-se vencedor Lucas Gabriel Alves de Oliveira, 13 anos, estudante do 5º ano da Escola Municipal Açude da Porta, localizada
O primeiro lugar da categoria II, destinada a alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, foi Erick Henrique da Silva, 13 anos, matriculado no 8º ano do Colégio Estadual Idalina de Paula, em Paraíso do Tocantins (TO). Em segundo ficou Antônio Augusto Ferreira da Silva, 18 anos, aluno do 6º ano da Escola Municipal Bonfim,
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A governadora do Estado do Rio Grande do Sul , Ieda Crusius, entregou a primeira parcela dos recursos estaduais previstos para o ano de 2008 e destinados ao Programa Luz para Todos (LPT). A cerimônia ocorreu na quarta-feira (4/12). Foram beneficiadas seis cooperativas gaúchas. O presidente da Coprel, Jânio Vital Stefanello, participou do evento que aconteceu no Palácio Piratini, em Porto Alegre (RS).
Na oportunidade a governadora se comprometeu a incluir no orçamento do estado de 2009 e 2010, as parcelas restantes do programa, visando cumprir com o compromisso do Rio Grande do Sul, em participar com 10% dos investimentos com o Luz para Todos. O Governo Federal, por meio da Eletrobrás, participa com 50% dos recursos e as cooperativas com 40%.
O programa deve atender 70 mil propriedades, sendo que as 15 cooperativas do Rio Grande do Sul já atenderam 16 mil famílias. A Coprel, até o final do programa, vai beneficiar 3.040 famílias rurais. (Fonte: Coprel)
Mais de 400 pessoas, entre dirigentes, conselheiros fiscais e administrativos, cooperados, empregados, representantes do poder público e de outras entidades ligadas ao cooperativismo estão reunidas em Belo Horizonte (MG) para o V Congresso Mineiro de Cooperativismo e II Seminário de Responsabilidade Social nas Cooperativas Mineiras. O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, participou da cerimônia de abertura, nesta quarta-feira (3/12).
O evento é promovido pelo Sistema Ocemg-Sescoop/MG até esta sexta-feira (5/12). A abertura contou com a palestra do vice-governador de Minas Gerais, Antônio Augusto Junho Anastasia, sobre as boas práticas de governança e seus impactos no desempenho da administração pública. “A governança pressupõe pessoas preparadas e uma gestão de resultados. É um processo lento e gradual que prescinde alteração de procedimentos e o afastamento do amadorismo”, disse.
Lopes de Freitas elogiou a iniciativa do Sistema Ocemg-Sescoop/MG de colocar mais uma vez em pauta a importância da gestão profissionalizada no segmento cooperativista. “Está mais do que na hora de revermos nossa postura para proporcionarmos resultados ainda melhores nas comunidades em que atuamos. Este congresso demonstra o sucesso do cooperativismo mineiro, o que influencia em muito o cooperativismo brasileiro”, disse.
Durante a solenidade de abertura, ainda foi feito o lançamento do Anuário do Cooperativismo Mineiro 2008 – Maiores Cooperativas de Minas Gerais, publicação que reúne as principais informações econômicas e sociais do segmento, além do ranking das maiores cooperativas do Estado.
As cooperativas mineiras cinqüentenárias foram homenageadas durante o evento e receberam placa comemorativa das mãos do presidente do Sistema, Ronaldo Scucato.
Tendências - O V Congresso Mineiro de Cooperativismo termina nesta sexta-feira (5/12), com apresentação das Diretrizes do Plano Diretor do Sistema Ocemg-Sescoop/MG – marco orientador estratégico para as ações de 2009/2012. (Fonte: Sistema Ocemg-Sescoop/MG)
O superintendente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), Aramis Moutinho Jr., e o presidente da Casa, deputado Vaz de Lima, conversaram sobre o cooperativismo no Estado de São Paulo. O encontro ocorreu na sede da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), nesta terça-feira (2/12).
Estavam presentes no evento diversas autoridades e lideranças políticas do Estado, dentre eles o deputado Barros Munhoz, coordenador da Frente Parlamentar do Cooperativismo Paulista (Frencoop/SP).
“Combinamos uma continuidade do diálogo nos próximos dias, com a presença de nosso presidente, Edivaldo Del Grande”, disse Aramis. (Fonte: Ocesp)
Advogados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), juristas das instituições que congregam o Sistema Cooperativista Brasileiro, e técnicos do Ministério da Fazenda e da Receita Federal iniciaram hoje (4/12) os debates sobre o Projeto de Lei 3.723/2008. O PL, proposto pelo governo federal, que trata da regulamentação do tratamento tributário de alguns ramos do cooperativismo.
A intenção é obter um consenso a respeito da legislação que se pretende aprovar. “É uma grande conquista reunir os advogados de todo o setor cooperativista brasileiro para tratar de um assunto tão relevante”, avaliou o coordenador Jurídico da OCB, Marco Aurélio Bellato Kaluf, ao final da reunião.
Para o delegado da Receita Federal de Julgamento em Santa Maria (RS), Pedro Anceles, o aperfeiçoamento das normas de natureza tributaria terá como conseqüência a segurança jurídica assegurada no cumprimento das obrigações para o governo e para as cooperativas.
O representante do Sicredi, Enio Meinen, disse que o encontro possibilitou construir uma solução de consenso com o governo para disciplinar o tratamento tributário do ato cooperativo. “Nas primeiras manifestações do setor cooperativista e do governo foram identificadas algumas divergências, e o objetivo é aproximar visões sobre esse tema de interesse comum e avançar no processo da construção legislativa”, disse Meinen.
Por sua vez, José Cláudio Ribeiro Oliveira, advogado da Unimed Brasil, existe uma convergência das principais idéias, como a definição do ato cooperativo, a não incidência de tributo sobre o ato cooperativo e o respeito às peculiaridades de cada segmento, e por isso é necessário que o grupo tenha uma visão sistêmica. “A OCB é o lugar ideal para discutir esses assuntos, pois é o órgão que representa os diferentes ramos do cooperativismo”, disse.
O representante da União e Solidariedade das Cooperativas Empreendimentos de Economia Social do Brasil (Unisol), Luís Fernando Muratori, está animado com as discussões, pois percebeu a evolução e o interesse do cooperativismo e do Executivo em trabalhar de forma participativa no aprimoramento da legislação. “O trabalho visa atender todos os ramos”, finaliza o advogado.
Na avaliação do advogado Brasil Salomão houve um grande avanço. “Conseguimos concretizar em forma de projeto as discussões e sugestões. Excelente para o cooperativismo e palatável para o governo”.
Participaram 22 juristas integrantes do Comitê Jurídico da OCB, que tem a coordenação dos advogados da OCB, Marco Aurélio Kaluf e Adriano Alves. O objetivo das reuniões do Comitê é evoluir na análise do projeto e propor algumas sugestões que não limitem o tratamento tributário aos atos jurídicos e ramos da atividade econômica tratados na proposta original, pois a teor do art. 5º, da Lei 5.764, de 1971, as cooperativas poderão adotar por objeto qualquer gênero de serviço, operação ou atividade.
O potencial de desenvolvimento das pequenas empresas nos setores produtivo e econômico pode ser maximizado por meio do apoio ao cooperativismo e aos arranjos produtivo locais (APL), apontam os especialistas. Entender de que forma o apoio ao APL pode favorecer o desenvolvimento regional é um dos objetivos do 61º Fórum de Debates Projeto Brasil, no próximo dia 8, em São Paulo (SP). O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participará do 3º painel: O cooperativismo revigorado, junto com o professor e coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, Roberto Rodrigues.
O painel será às 12h40 e vai promover um debate sobre o cooperativismo como alternativa de organização do trabalho e de produção. Experiências bem sucedidas se expandem pelo Brasil, mas ainda há gargalos importantes que precisam ser considerados, como a legislação, as políticas de financiamento e a gestão administrativa.
Vão participar especialistas, estudiosos, membros do governo federal e representantes de associações e empresas privadas, todos ligados ao setor.
Estudar alternativas específicas para o setor, assim como analisar as bases de atuação federal e privada na implementação de políticas e recursos, que otimizem os processos produtivos e econômicos baseados na cooperação, são as frentes iniciais de debate propostas pelo 60º Fórum de Debates Projeto Brasil. O evento será no Hotel Paulista Plaza, Alameda Santos, 85 (SP).
Os deputados Paulo Piau e Luis Carlos Heinze se reuniram nesta quarta-feira (3/12), com o grupo técnico da Subcomissão e representantes de entidades representativas na agricultura, entre elas, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Encontro teve como objetivos traçar um panorama da agricultura brasileira e propor soluções para evitar o caos no setor. Piau é presidente da Subcomissão de Renda Rural, criada no âmbito da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e Heinze é relator da subcomissão.
“O produtor rural está angustiado. Esta subcomissão foi criada não para apagar incêndio, mas para criar alguma coisa estruturante. Vamos tentar fugir das questões corriqueiras e oferecer perspectivas futuras que possam dar estrutura para a agropecuária brasileira”, disse Piau.
De acordo com o parlamentar, em face de tantos problemas que a agricultura brasileira vem enfrentando, a produção agropecuária, que devia ser uma das maiores do mundo, está cada vez menor. “O Brasil tem uma produção tímida levando em conta a dimensão e o potencial que o país tem. Poderíamos produzir muito mais”, frisa.
Foram questionadas também a necessidade de recursos para financiamento da colheita e recursos para a safra 2008/ 2009 e 2009/2010.
Demétris Cruz, representante do Ministério da Fazenda propôs apresentar ao secretário executivo do ministério estas demandas e na próxima semana marcar uma reunião com todas as áreas envolvidas e com os deputados da subcomissão para tentar sanar algumas delas. (Fonte: Assessoria Dep. Paulo Piau)
A Coamo Agroindustrial Cooperativa vai antecipar a distribuição de sobras do exercício. A partir de quarta-feira (10/12), R$ 30 milhões estarão à disposição dos cooperados, que receberão de acordo com a movimentação de soja, milho, trigo e insumos. O valor representa um acréscimo de 40% sobre o que foi distribuído em dezembro de 2007.
O presidente da cooperativa, José Aroldo Gallassini, explicou que os adiantamentos de sobras costumam ser equivalentes a um terço do total previsto para o ano.
"Foi o melhor ano que já tivemos e superamos todas as nossas metas", afirmou Gallassini. Segundo ele, cerca de cinco milhões de toneladas de produtos foram recebidos pela Coamo e os bons preços dos grãos registrados antes da crise financeira ajudaram no desempenho. O executivo disse que parte da queda das cotações foi compensada pela valorização recente do dólar. Com esse cenário, a cooperativa deve fechar o ano com faturamento de R$ 4,3 bilhões, com crescimento de cerca de 24% sobre os R$ 3,47 bilhões registrados no exercício anterior. Com isso, baterá seu recorde de 2004, quando faturou R$ 3,9 bilhões. (Fonte: Sistema Ocepar-Sescoop/PR)
Nesta sexta-feira (5/12), o Sistema Ocepar-Sescoop/PR reúne cerca de 2 mil cooperativistas paranaenses para o Encontro Estadual, que neste ano acontecerá no Teatro da Universidade Positivo, em Curitiba (PR). Para este evento estão sendo aguardadas as presenças do ministro do Planejamento Paulo Bernardo; de parlamentares; do secretário de Agricultura, Valter Bianchini; e do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes Freitas.
O evento tem como objetivo comemorar com as cooperativas paranaenses as inúmeras conquistas obtidas durante o ano. Tradicionalmente, o encontro líderes de associados, esposas, conselheiros fiscais, membros da diretoria das cooperativas do Paraná.
A programação deste ano conta com uma homenagem aos ex-presidentes da Ocepar, a solenidade de entrega do Prêmio Ocepar de Jornalismo e do Prêmio Cooperjovem de Redação - Construindo o Futuro. "Este ano, vamos valorizar os talentos culturais de nossas cooperativas. Teremos apresentações de cooperados que participaram da edição de 2008 do Intercâmbio Cultural Cooperativista", comenta o superintendente do Sistema Ocepar-Sescoop/PR, José Roberto Ricken.
As inscrições devem ser feitas pelo Agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa diretamente no site www.ocepar.org.br ou pelo telefone (41) 3200-1129 ou e-mail
O Sicoob/SC Blucredi criou uma linha de crédito especial – Blucredi Emergencial. Com taxa de juro diferenciada e carência de seis meses, tem como objetivo atender os associados que sofreram algum tipo de dano com a enchente e os deslizamentos de terra que ocorreram no Vale do Itajaí, Vale do Itapocu e no Litoral nas últimas semanas.
"Pretendemos atender de forma emergencial aqueles que precisam de recursos para começar a reconstrução de suas casas ou para compra de móveis e eletrodomésticos", explica o diretor-presidente da cooperativa, João Baron.
A oferta do Blucredi Emergencial foi viabilizada com a liberação pelo Sicoob Central de Santa Catarina de até R$ 1 milhão do capital da cooperativa. O valor do empréstimo, exclusivo para pessoas físicas, está limitado a R$ 3 mil ou até duas vezes o valor do capital para a alternativa de débito das prestações em conta corrente. Para os associados com desconto em folha, o valor pode ser de até três vezes o valor do capital. A taxa de juro é de 0,57% ao mês, podendo ter carência de seis meses e prazo de até 24 parcelas, com seguro prestamista e isenção de tarifas.
"Independente do valor do capital dos associados, o empréstimo ficará limitado ao máximo de R$ 3 mil como forma de beneficiar um maior número de pessoas", informa Baron.
Conta especial - O Sicoob/SC Blucredi disponibilizou uma conta corrente para quem quiser fazer doações aos associados atingidos pela enchente e deslizamentos no Vale do Itajaí. O valor arrecadado será repassado aos associados afetados de acordo com avaliação da Defesa Civil dos municípios onde foram registrados prejuízos. Para fazer a doação basta ir até o posto de atendimento mais próximo e depositar na C/C: 24.466-0, Ag: 3269 ou por meio de qualquer instituição financeira no Banco 756, Ag: 3269, C/C: 24.466-0. Outra alternativa para doação é utilizar a conta aberta pelo Sicoob Central Santa Catarina - Banco: 756 Ag: 1005 C/C: 1005-7. (Fonte: Sicoob/SC Blucredi)
Nesta quarta-feira (3/12), integrantes do cooperativismo brasileiro participaram de uma audiência com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, na sede do ministério, em Brasília (DF). O objetivo era tratar do acesso das cooperativas de crédito aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) estiveram presentes na reunião solicitada pela organização estadual de Santa Catarina, a Ocesc, representada na ocasião pelo Sicoob Central Santa Catarina.
Na audiência, estavam presentes assessores do Ministério do Trabalho e Emprego, o secretário-executivo da Presidência da OCB, Renato Nobile, o gerente de Mercados da Organização, Evandro Ninaut, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado federal Odacir Zonta, o presidente e o gerente comercial do Sicoob Central Santa Catarina, Rui Schneider e Luiz Carlos Pizzolo, respectivamente, e o advogado da Confederação Sicoob Brasil, Ricardo Senra.
“Estou satisfeita em participar do Workshop de Projeto, pois atendeu às expectativas e, no próximo ano, veremos os resultados obtidos nos projetos que vamos elaborar”. Essa foi a avaliação da gerente de Capacitação da OCB-Sescoop/CE, Ilana Maria de Oliveira Maciel, que junto com outros dez representantes de unidades estaduais do Sescoop – das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste – concluíram nesta quarta-feira (3/12), o workshop realizado na sede da instituição em Brasília (DF).
A metodologia utilizada, com grupos focais, foi o diferencial do evento, conforme avaliação dos participantes. ”O diagnóstico feito durante os debates em grupos possibilitou reconhecer as características comuns, necessidades e carências e também ter uma percepção geral a respeito dos elementos que compõem os projetos”, acrescentou Ilana.
Além de tratar de cada passo que compõe o processo de elaboração de um projeto, o grupo aprofundou na prática seu olhar de analista, por meio de avaliações e sugestões para o aperfeiçoamento do processo de elaboração de um projeto. Nesse sentido, a iniciativa do Sescoop de realizar o workshop atendeu a uma das demandas apontadas pelos participantes da capacitação em Elaboração de Projetos, realizada em março deste ano.
O evento terminou nesta quarta-feira (3/12), em Brasília (DF). Participaram 11 técnicos das unidades estaduais do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Pernambuco e Ceará. O evento tem como o objetivo de contribuir com o aprimoramento da elaboração de projetos desenvolvidos pelo Sescoop.
O método adotado para a realização do evento envolveu debates em grupos, estudo de caso e reforço do conteúdo. Também foram trabalhados estudos de casos baseados em modelos de projetos do Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo (Fundecoop) que corresponde a 20% da arrecadação líquida da unidade nacional do Sescoop.
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O aperfeiçoamento dos instrumentos de seguro rural para a proteção da produção agrícola, pecuária, aqüícola e de florestas no Brasil, levando em conta catástrofes decorrentes da natureza, doenças e pragas, foi o grande tema tratado nesta quarta-feira (3/12), na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O Projeto de Lei Complementar nº 374, que tem a relatoria do deputado Federal Moacir Micheletto, e trata do assunto, foi discutido. Participaram representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), CNA e do setor de seguros e resseguros.
Micheletto destacou a necessidade de se discutir o projeto, para que o setor de seguros, resseguros e produtores rurais possam indicar os pontos fortes e fracos, para obter um equilíbrio entre as seguradores e as reais necessidades dos produtores rurais e cooperativas. O deputado mostrou que o seguro rural no Brasil possui três alicerces básicos: a subvenção ao prêmio, a padronização dos termos e condições e a formação do consórcio de seguradores para compor o fundo de catástrofe.
Segundo Marcos Matos, técnico da Gerência de Mercados da OCB, o PLP 374 é de fundamental relevância para a consolidação do seguro rural no Brasil, contudo, a sua elaboração deve englobar uma visão de futuro, evitando-se repetir os pontos críticos do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural (FESR). “Precisamos ajustar a regulamentação do fundo de catástrofe por meio do consórcio de seguradora e a existência de garantias governamentais, devido às eventuais perdas catastróficas”, destaca o técnico. De acordo com Matos o consórcio será mantido por fundos privados.
O Projeto de Lei 3.723/2008 – proposto pelo Governo Federal, que trata da regulamentação do tratamento tributário de alguns ramos do cooperativismo será o tema da reunião do Comitê Jurídico da Organização das Cooperativas Brasileiras, nesta quinta-feira (4/12). A reunião terá a presença de advogados da OCB, juristas das instituições que congregam o Sistema Cooperativistas e técnicos do Ministério da Fazenda e da Receita Federal.
O Comitê tem a coordenação dos advogados da OCB, Marco Aurélio Kaluf e Adriano Alves . O objetivo das reuniões do Comitê é evoluir na análise do projeto e propor algumas sugestões que não limitem o tratamento tributário aos atos jurídicos e ramos da atividade econômica tratados na proposta original, pois a teor do art. 5º, da Lei 5.764, de 1971, as cooperativas poderão adotar por objeto qualquer gênero de serviço, operação ou atividade.
A alteração do modelo de carta-frete e o vale-pedágio foram assuntos tratados nesta terça-feira (2/12) por representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em Brasília (DF). A reunião foi agendada por Bernardo Figueiredo que assumiu recentemente o cargo de diretor geral ANTT.
Para a maioria dos carreteiros, a necessidade de receber o pagamento da mercadoria transportada com a polêmica carta-frete se constitui problemas, apesar dos postos de combustíveis procurarem alternativas de favorecimento às transportadoras e ao motorista. Também está sendo estudada a criação de um cartão eletrônico de frete, para minimizar os impactos negativos causados pela carta-frete.
O superintendente de Logística e Transporte Multimodal da Agência, Wilbert Ribeiro, propôs a criação de um grupo de trabalho entre todas as instituições envolvidas para que se possam capturar informações precisas do setor e buscar as melhores soluções para todos.
O segundo tema discutido foi o vale-pedágio. Os presentes reconheceram a importância do vale pedágio obrigatório e são favoráveis à manutenção desse instituto (criado pela Lei 10.209 de 23/03/2001), mas são contra o uso compulsório do chamado “Modelo Próprio” (inovado pela Lei 10.561 de 13/11/2002), até mesmo em função da dificuldade na obtenção do cartão, além das dificuldades operacionais para cartão, além das dificuldades operacionais para carga do valor de frete.
Os representantes das cooperativas também manifestaram as dificuldades encontradas na aquisição do cartão e questionaram sobre a possibilidade do pedágio também ser feito em moeda corrente.
O diretorgeral da ANTT reconheceu que este modelo precisa ser revisto e modernizado. Informou que a possibilidade do pagamento ser feito também em moeda corrente se torna inviável em função da Lei 10.209/2001, mas se colocou a disposição para agendar uma reunião com os setores envolvidos e discutir uma outra forma de cobrança do pedágio superando os problemas operacionais relatados. Ele se manifestou favorável a adotar uma medida que desonere os embarcadores dos custos operacionais de adoção do vale pedágio, como alternativa para que não haja modificações na Lei.
Estiveram presentes os representantes da OCB: Marco Aurélio Bellato Kaluf e Patricia Medeiros, da Ocepar: João Gogola; das cooperativas Coopercaf: Dorival Bartzike; Cooperlog: Adir José Bisson e Cootran: Élio José Delgado. Estavam presentes também o Sindicato dos Transportadores Autônomos, NTC, CNT e União Nacional dos Caminhoneiros.
Interpretada por Lú Schiavo e Robledo Martins, a música “Claridade”, de autoria de João Bosco Ayala Rodriguez e Fábio Peralta e letra de Fernanda Irala Gomes, foi a grande vencedora da segunda edição do Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo. A etapa final foi realizada na noite de 29 de novembro, em Taquari (RS), na Lagoa Armênia. Cerca de 2.500 pessoas assistiram à apresentação das 16 obras finalistas e viram a premiação dos artistas e show de Daniel Torres. O público também votou, elegendo a música mais popular. A iniciativa é do Sistema Ocergs-Sescoop/RS.
Confira os ganhadores do Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo – Edição 2008:
1º lugar: Claridade
Prêmio: R$ 6 mil e troféu
Letra de Fernanda Irala Gomes
Melodia de João Bosco Ayala Rodriguez e Fábio Peralta
Interpretação de Lú Schiavo e Robledo Martins
2º lugar: O milagre da multiplicação
Prêmio: R$ 5 mil e troféu
Letra de Carlos Omar Villela Gomes
Melodia de Jean Kirchoff e Arison Martins
Interpretação de Jean Carlo Kirchoff
3º lugar: De Sonho à Realidade
Prêmio: R$ 4 mil e troféu
Letra de Rodrigo Bauer
Melodia de Pirisca Grecco e Pedro Olmedo Ribas
Interpretação de Pirisca Grecco e Cristiano Quevedo
Música mais popular: A idéia de quem coopera
Prêmio: R$ 2 mil e troféu
Letra de Mauro Dias
Melodia de Fábio Prates
Interpretação de Leonardo Paim e Jorge Freitas
Melhor instrumentista: Luis Augusto Corrêa, acordeonista em “Claridade”
Prêmio: R$ 2 mil e troféu
Melhor intérprete: João de Almeida Neto (Missões, legado e herança)
Prêmio: R$ 2 mil e troféu
Melhor letra: Flaubiano Lima (A Fábula dos Gansos
Prêmio: R$ 3 mil e troféu
Melhor melodia: João Bosco Ayala Rodriguez e Fábio Peralta (Claridade)
Prêmio: R$ 3 mil e troféu
Melhor arranjo: Lenin Nunez (Coração para florir)
Prêmio: R$ 2 mil e troféu
Ao saudar o público presente na Lagoa Armênia, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, enfatizou que todos os artistas da noite são grandes vencedores. “Hoje à noite, nós teremos 16 aulas de cooperativismo. Não importa quem vai ganhar, pois a razão de ser do nosso Festival é cantar o cooperativismo. Queremos que ele seja cantado em todo o Brasil, mas o espírito começa aqui, no Rio Grande do Sul” – afirmou Perius, que dedicou a etapa de Taquari ao ex-presidente da Certaja, Frederico Bavaresco, falecido em fevereiro deste ano.
A noite ainda teve uma homenagem simbólica a duas cooperativas gaúchas que receberam o “Prêmio Cooperativa do Ano”, promovido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e revista Globo Rural, da Editora Globo, no mês de agosto. Os presidentes da Coprel Cooperativa de Energia, Jânio Vital Stefanello, e do Sicredi Alto Uruguai, Eugênio Poltonieri, subiram ao palco para representar as ganhadoras, que receberam os prêmios da categoria Infra-estrutura e Crédito, respectivamente.
Retrospectiva
A segunda edição do Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo começou no dia 15 de agosto, com a etapa de Soledade. As outras eliminatórias foram realizadas em Lagoa Vermelha (05/09), Uruguaiana (04/10) e São Miguel das Missões (31/10). Em cada fase foram classificadas quatro obras, que participaram da final em Taquari. Cada noite de eliminatória foi encerrada com um show. Subiram ao palco do Festival artistas consagrados, como Os Fagundes, Joca Martins, Mano Lima e Pedro Ortaça.
O Rio Grande Canta o Cooperativismo reuniu mais de 8 mil pessoas ao longo das cinco fases e se firmou, na opinião dos próprios artistas participantes, como o maior e mais bem organizado Festival de música tradicionalista do Rio Grande do Sul na atualidade.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS agradeceu aos artistas afirmando que “sua participação no Festival é uma grande vantagem no fortalecimento das cooperativas gaúchas”. Perius encerrou a segunda edição do evento declarando: “Nosso objetivo é mostrar o valor da cooperação através da cultura. Espero que esta parceria em favor do cooperativismo siga forte por muito tempo”.
A Cooperativa Agropecuária de Uberlândia (Calu) engajou-se à Campanha “SOS Santa Catarina” e transformou as Lojas Calu em postos de arrecadação de doações para o estado do Sul do Brasil que está castigado pelas chuvas. A Cooperativa que, além de vários derivados do leite, produz leite UHT e achocolatado – alimentos de longa vida considerados não perecíveis – comercializa, nas Lojas Calu de Uberlândia, Monte Alegre de Minas, Tupaciguara, Ituiutaba e Gurinhatã, esses produtos a preço de custo para as pessoas que querem contribuir com a campanha. O cliente compra o leite e deixa no posto de arrecadação, na própria loja.
Mais uma facilidade para quem quer ajudar as pessoas desabrigadas pelas enchentes e que estão passando fome e frio, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Além disso, vários produtores associados à Calu também já manifestaram o apoio à Campanha. Um grande número de cooperados já doou parte da produção diária de leite ao projeto. Quantidade que será revertida em leite longa vida.As doações depositadas em todas as Lojas Calu serão recolhidas pela Defesa Civil de Uberlândia e encaminhadas às vítimas. (Fonte: Assessoria Calu)
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), do Senado Federal, aprovou substitutivo da Câmara ao PLS 293/99, de autoria do senador Gerson Camata (PMDB-ES), que reconhece o cooperativismo de crédito no Sistema Financeiro Nacional. O relator, senador Osmar Dias (PDT-PR), destacou a relevância da matéria, ao afirmar que "o cooperativismo de crédito tem se destacado a fornecer financiamento a micro e pequenos empresários e para a agricultura familiar".
O PLS 293/99, trata da regulamentação do art. 192 da Constituição, que desenha a estrutura regulatória do cooperativismo de crédito brasileiro. Seu teor, de estilo moderno e flexível, foi recomendando por todas as entidades de representação do cooperativismo de crédito, tendo merecidas contribuições e a chancela do Banco Central do Brasil, do Ministério da Agricultura, Ministério da fazenda, além do entendimento da liderança do governo e dos aliados.
O colegiado aprovou ainda pedido de Gerson Camata para que a matéria tramite em regime de urgência. A proposta segue para exame no Plenário.
Conheça a integra da PLP 177/2004 - (PLS 293/1999)
A ampliação do limite de crédito de até R$ 35 milhões para até R$ 50 milhões, do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção (Prodecoop), definida no último dia 27 de novembro, é resultado de uma série de medidas de apoio ao setor que vêm sendo adotadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A afirmação é do secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Mapa, Marcio Portocarrero.
“A iniciativa viabiliza a continuidade do investimento nas cooperativas, que estão ligadas a cerca de 50% de toda a produção agropecuária do País”, revelou o secretário. Os recursos disponibilizados para aumentar o crédito são do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). A medida, autorizada pela Resolução nº 3.644 do Conselho Monetário Nacional (CMN), também inclui a retomada do financiamento de capital de giro não associado a projeto de investimento, no valor de até R$ 10 milhões ao ano, por cooperativa.
Nesse caso, deve ser observado o limite de crédito das cooperativas e também respeitado o montante de recursos destinado a essa linha, que não pode ultrapassar 30% das disponibilidades do programa (R$ 300 milhões).
De acordo com a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), existem no País cerca de 7,5 mil cooperativas e mais de sete milhões de associados em todos os 13 ramos do setor. (Fonte: Mapa)
Confira a íntegra da Resolução nº 3.644 do CMN.
O Projeto de Lei 3.723/2008 – proposto pelo Governo Federal, que trata da regulamentação do tratamento tributário de alguns ramos do cooperativismo será o tema da reunião do Comitê Jurídico da Organização das Cooperativas Brasileiras, na próxima quinta-feira (4/12). A reunião terá a presença de advogados da OCB, juristas das instituições que congregam o Sistema Cooperativistas e técnicos do Ministério da Fazenda e da Receita Federal.
O Comitê tem a coordenação dos advogados da OCB, Marco Aurélio Kaluf e Adriano Alves . O objetivo das reuniões do Comitê é evoluir na análise do projeto e propor algumas sugestões que não limitem o tratamento tributário aos atos jurídicos e ramos da atividade econômica tratados na proposta original, pois a teor do art. 5º, da Lei 5.764, de 1971, as cooperativas poderão adotar por objeto qualquer gênero de serviço, operação ou atividade.
Segundo Adriano Alves, é importante ressaltar que os estudos que vem sendo desenvolvidos pelo Comitê Jurídico OCB, referentes aos principais projetos de lei do sistema cooperativista, demonstra a capacidade que as cooperativas tem de se organizarem e desenharem seu destino, com a mais ampla autonomia, e cumprir o objetivo que é desenvolver uma verdadeira Política Nacional de Cooperativismo”, diz. O documento que o Comitê está elaborando deverá servir de subsídio para que o deputado federal, Dr. Ubiali, relator do projeto, possa mostrar a representatividade do Sistema.
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