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A Cooperação tem suas raízes na paz e na justiça social. Como um dos objetivos da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) é “contribuir para a paz e a segurança internacional” através dos benefícios da cooperação, se justifica haver os cooperativistas de Israel, Palestina e Irã, entre outros, escrito à ACI, solicitando ao movimento cooperativo internacional que conclame um fim imediato da violência na sua região.
Atendemos, prazerosamente, o pedido, na certeza de que a ofensiva atual, assim como foi no passado, somente poderá tornar a situação pior.
Nós apoiamos a resolução das Nações Unidas, exigindo um imediato cessar-fogo e reconhecemos que somente através dos auspícios da ONU uma solução poderá ser encontrada. Esta solução deverá assegurar o direito à paz, à auto determinação e a um estado soberano a todas as pessoas da região.
Nossos valores cooperativos de solidariedade, democracia, equidade e responsabilidade oferecem uma base firme para esta solução e a ACI está pronta para assessorar neste processo.
Apelamos, portanto, aos governos do G20, da União Européia e das Nações Unidas para que promovam e apoiem as negociações entre Israel e a Palestina, a fim de alcançar uma paz duradoura baseada na justiça social, segurança e desenvolvimento econômico, conjugado com a melhoria do padrão de vida. Estes são os valores, princípios e regulamentos da empresa cooperativa, cujo desenvolvimento pode dar uma importante contribuição a este processo.
O Conselho de Administração da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) definiu, no final do ano passado, as regras para o recolhimento da contribuição cooperativista referente ao exercício 2009, ano base 2008. Nesse sentido, foi firmado um convênio com as organizações estaduais do Sistema OCB, que recebem diretamente a contribuição.
As cooperativas que optarem pelo pagamento antecipado, em parcela única, terão uma série de vantagens. Até o dia 31 de janeiro, o desconto é de 10%; até 28 de fevereiro, a cooperativa terá abatimento de 8%; e até 31 de março, o desconto é de 6%. Os pagamentos posteriores a 31 de maio de 2009 e a falta de pagamento no dia do respectivo vencimento, para o caso de pagamento em parcelas, estarão sujeitos à multa de 2% e juros de mora de 1% ao mês.
De acordo com a orientação do superintendente da OCB, Luís Tadeu Prudente Santos, as cooperativas devem procurar as suas respectivas organizações estaduais para efetuar o pagamento da Contribuição Cooperativista - 2009. “A adimplência é essencial para a sustentação das ações de representação e defesa dos interesses das cooperativas”, enfatiza Santos.
No Brasil, concentram-se 7.672 mil cooperativas, com cerca de 7,6 milhões de sócios, abrangendo 13 ramos de atividade econômica. As cooperativas geram mais de 250 mil empregos diretos e estendem seus resultados socioeconômicos às comunidades nas quais estão localizadas. Sua atuação abrange o mercado internacional, graças à expansão das exportações pelas cooperativas associadas ao Sistema OCB. Os resultados refletem-se no desenvolvimento e na melhor qualidade de vida e bem-estar social.
Clique aqui e tenha acesso ao endereço das organizações estaduais do Sistema OCB, que dispõem de mais informações sobre a Contribuição Cooperativista.
As dificuldades que as cooperativas gaúchas estão enfrentando com a falta de crédito para financiamento, foi pauta de uma reunião, nesta terça-feira (13/1), com representantes das cooperativas Fecoagro, Cotrimaio e Cotribá com o ministro Interino e Secretário Executivo do MDA, Daniel Maia. Participaram Rui Polidoro Pinto e Enio Cezar do Nascimento, presidente da Fecoagro e o diretor secretário da Cotribá, respectivamente. Eles disseram que mesmo tendo a liberação de recursos as cooperativas gaúchas terão dificuldades de acessar o crédito por questão de garantias e capacidade de pagamento. Informaram ainda que as cooperativas tenham recebíveis de cooperados , em função de financiamentos de secas, excesso de chuvas e armazenagens dos últimos cinco anos, que poderiam ser revestidos em capital para o caixa das mesmas.
Antônio Wünsch, presidente da Cotrimaio, informou ao ministro que mais de 70% dos cooperados têm a Declaração de Aptidão do Pronaf (DAP) e sugeriu que o Governo amenize a situação do agricultor com a flexibilização dos financiamento com juros de 2% ao ano. Participou da reunião o gerente de mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras,
Segundo Ninaut, o ministro Daniel Maia foi sensível às reivindicações das cooperativas e ficou de conversar com o Secretário de Agricultura Familiar Adoniran Sanches Peralci para discutir, em nível de Governo, a inclusão no ProcapAgro da redução da taxa de juros para 2% ao ano para o agricultor que tiver a DAP e aumentar o limite da capitalização para as cooperativas. Estiveram ainda presentes à reunião o presidente da Cooplib Ernesto Krug e o representante da Valor Consultoria Empresarial José Silvio Medeiros.
"Nesta terça-feira (13/1), o governo federal promoveu o primeiro leilão para o escoamento (PEP) de 200 milhões de litros de leite de vaca, mas apenas 38 milhões de litros foram leiloados. Ocorreu na modalidade "Cartela", por meio do Sistema Eletrônico de Comercialização da Conab (SEC), pela Bolsa de Mercadoria de Brasília (DF). De acordo com o gerente de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Evandro Ninaut, o resultado não foi tão positivo em virtude ter sido o primeiro. “O Governo até ampliou de R$ 0,035 para R$ 0,07 o prêmio de abertura para atrair os interessados, mas conseguiu comercializou apenas 19% da oferta”, finaliza Ninaut.
Participaram do leilão indústrias processadoras de leite e cooperativas de produtores de leite que efetuam o processamento do leite das Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. O desempenho do Governo, em relação ao ofertado, foi de 11,43% no centro-oeste, 21% no Sudeste e 20% no sul do país. O interessado na tabela divulgada pela Bolsa de Mercadorias de Brasília pode clicar aqui.
"Os produtores rurais interessados em alongar o pagamento das parcelas de custeio do trigo, que vencem em janeiro e fevereiro, devem procurar a instituição financeira munidos do recibo do depósito e formalizar a solicitação. Segundo o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), que negociou o prazo adicional com o governo, as duas primeiras prestações foram transferidas para maio.
Já o vencimento das operações de março e abril foi mantido na mesma data. "Vamos analisar como será a reação do mercado após esse acerto. Se houver necessidade acumulamos todo o débito no pagamento de maio", explica. Para o deputado Heinze, a medida foi adotada em boa hora, porque desobriga o produtor de vender a safra em período desfavorável como o atual. "Devemos lembrar que o setor enfrenta um período difícil de comercialização. Com esse prazo a pressão deixa de existir e os produtores podem buscar melhores negócios", explica.
Heinze detalhou que os triticultores precisavam desse apoio. Conforme o deputado, quando o governo pediu mais produção a resposta veio com o crescimento da área cultivada. Porém, os preços caíram e provocaram insegurança e preocupação entre os agricultores. A norma já foi repassada para todas as agências.
Nos próximos dias 23 e
Schimidt apontará modelos de gestão nacionais e internacionais, com destaque para o modelo de gestão do cooperativismo espanhol, especificamente do complexo Mondragon. A próxima disciplina a ser cursada, prevista para fevereiro, será “Estratégia e Negociação”, com o professor Luiz Gonzaga Rebouças Ferreira. O curso, que tem duração de dois anos, formou sua segunda turma em 2008. É ofertado pelo sistema OCB-Sescoop/CE, OCB e conta com a chancela da Universidade Federal do Ceará (UFC). (Fonte: OCB-Sescoop/CE)
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Os colaboradores da Cocapec e Credicocapec realizaram, pelo sexto ano consecutivo, a Campanha Natal Cooperativo. Nesta edição, o objetivo foi arrecadar leite longa vida para instituições de Franca e região, tendo em vista a centralidade deste item na alimentação de crianças e as dificuldades de creches, orfanatos e ONGs. Com a mobilização de seus familiares, amigos e dos cooperados, os colaboradores arrecadaram 15.815 litros de leite.
A campanha foi realizada durante o mês de dezembro. Foram formados 11 grupos com o objetivo de conseguir a maior quantidade de doações de leite do tipo integral. A meta inicial foi de mil litros, número ultrapassado logo nos primeiros dias da campanha. As instituições beneficiadas são: Creche Bom Pastor, Caminho da Luz, Berçário D. Nina, Creche Santa Rita, Chácara Sorriso, Recreio Infanto-Juvenil, Lar Eurípedes Barsanulfo, Lar Dona Mehiga e Creche Estrada de Damasco. (Fonte: Ocesp/Cocapec)
A safra mundial de grãos para esta temporada está estimada em bilhões de toneladas, um acréscimo de 4,9% em relação à safra passada, que fechou em bilhões de toneladas. O Brasil representa 6,2% dessa produção mundial, com 137 milhões de toneladas. Os números são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), divulgados nesta segunda-feira (12/1). A entidade informou também a pesquisa dos grãos para o país, estimada em 400,6 milhões de toneladas.
Entre os principais grãos, o trigo deverá apresentar um aumento de produção de 11,9%, soja acréscimo de 5,6% na produção, o arroz incremento de 1,8%, e queda de 0,06% na produção do milho. Os estoques mundiais de arroz, milho, soja e trigo permanecem próximos aos níveis de cinco anos atrás. Na avaliação do coordenador-geral de Planejamento Estratégico, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Garcia Gasques, as previsões do USDA mostram relativa recuperação da relação estoque e consumo para esses produtos em 2009.
Gasques acrescenta que a participação brasileira ocorre de forma mais expressiva na produção de soja, e que o país deverá produzir 25,2% do total, ou seja, 58 milhões de toneladas. O primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos com 34,5%, que representa 80,5 milhões de toneladas.
O levantamento da safra é realizado, mensalmente, com consultas a bancos, cooperativas, agricultores, agentes de mercado e representantes de indústrias de insumos no Canadá, México, Estados Unidos, União Européia (EU-27), Rússia, Ucrânia, China, Índia, Indonésia, Paquistão, Tailândia, Argentina, Brasil, Austrália, África do Sul, Turquia, entre outros. Os principais produtos pesquisados são o trigo, milho, arroz, algodão, soja, grãos forrageiros (aveia, centeio, sorgo, cevada) e sementes oleaginosas (soja e amendoim). (Fonte Mapa)
Confira a previsão da produção mundial de grãos, o consumo e os estoques mundiais de grãos e o 4º levantamento de grãos do Brasil.
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A Organização das Cooperativas do Estado do Mato Grosso (OCB/MT) informa que a contribuição cooperativista do exercício 2009 proporciona uma série de vantagens para o pagamento antecipado em parcela única: até 31 de janeiro/2009, com desconto de 10% ; até 28 de fevereiro/2009, com desconto de 6%; até 31 de março/2009, com desconto de 4% ; de 1º de abril a 31 de maio/2009, o valor apurado, sem nenhum desconto.
A contribuição cooperativista poderá ser paga em até quatro parcelas, mensais e sucessivas, de valor unitário não inferior a R$ 410,00, acrescidas de um encargo de 2% ao mês, vencendo a primeira em 31 de maio e a última no dia 31 de agosto. Os pagamentos posteriores a 31 de maio de 2009 e a falta de pagamento no dia do respectivo vencimento, para o caso de pagamento em parcelas, estarão sujeitos à multa de 2% e juros de mora de 1% ao mês. (Fonte: OCB/MT)
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O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, voltou a afirmar nesta quinta-feira (8/01) que espera em até 30 dias solucionar a questão sobre como o governo vai disponibilizar R$ 2 bilhões para alimentar capital de giro das cooperativas agrícolas. "Esperamos resolver esta questão em no máximo 30 dias. As cooperativas são um dos grandes instrumentos que temos para auxiliar na comercialização da produção", disse. O governo analisa qual será a fonte dos recursos. Nesta quinta, Stephanes disse que é possível que o dinheiro venha do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Dívidas rurais - Stephanes afirmou ainda que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, lhe garantiu que ao longo da próxima semana será encontrada uma solução jurídica para viabilizar a prorrogação do prazo para que os bancos concluam a formalização da renegociação da dívida dos produtores rurais. O governo não sabe ainda se será necessário o envio de algum tipo de proposta para o Congresso ou se apenas uma resolução do Conselho Monetário Nacional basta para alongar o prazo. (Agência Estado)
"Com o objetivo de estreitar relações entre o Banco do Brasil e as cooperativas, visando ao desenvolvimento sustentável do cooperativismo paulista, a Ocesp e o banco realizam workshops em quatro Núcleos Regionais do Sistema Ocesp/Sescoop-SP nos meses de janeiro e fevereiro. A superintendência do BB convocará seus gerentes para conhecer de perto a realidade do cooperativismo no Estado, para que junto com os gestores de cooperativas possam construir uma agenda positiva de trabalho, que gere soluções e negócios.
As reuniões técnicas são direcionadas a presidentes e gestores de cooperativas dos ramos agropecuário e crédito rural. Os workshops serão realizados em São José dos Campos (Leste), Piracicaba (Centro Paulista), Marília (Oeste), e Ribeirão Preto.
A parceria foi firmada em outubro último e é válida para a safra 2008/09. Um dos pontos principais da parceria é a capacitação das cooperativas e gerentes do banco. “No workshop, os gerentes do BB poderão conhecer melhor a realidade das cooperativas e apresentar de forma detalhada os produtos do banco. Será um ambiente diferente do dia-a-dia, com espaço adequado para dialogar sobre as necessidades dos empreendimentos cooperativos e elaborar planos de ação consistentes, que beneficiem os cooperados”, observa o presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande. A parceria é pioneira entre o BB e uma unidade estadual da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
As ações da parceria são planejadas por um comitê gestor formado por representantes da Ocesp e do BB, que já realizaram três reuniões para preparar os workshops regionais e colocar em prática os termos do acordo. Outro mecanismo proposto é a implantação pelo banco do CFC (Canal Facilitador de Crédito) nas cooperativas interessadas. O principal benefício deste instrumento é viabilizar o acolhimento de propostas de financiamentos rurais com recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) nas dependências de entidades parceiras, mediante troca de arquivos, agilizando a contratação de operações de crédito rural.
A Ocesp espera um aumento de até 50% no volume de recursos que chegarão aos cooperados nesta safra. Os locais e horários dos workshops serão divulgados pela Ocesp nos próximos dias. (Fonte: Ocesp)
"As cooperativas com sede e atuação na Bahia contarão, a partir de 2009, com apoio técnico, educativo e operacional do governo do Estado, assim como incentivos fiscais e linhas de crédito. Projeto de lei nesse sentido foi aprovado, ontem, pela Assembleia Legislativa (AL), por unanimidade. Instituindo a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo, o projeto prevê ainda a aplicação de recursos do Fundo de Desenvolvimento Social e Econômico (Fundese) e a criação do Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop).
O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia (Oceb) comemorou a aprovação. “É um marco relevante para a promoção do cooperativismo no Estado da Bahia e, seguramente, contribuirá para o desenvolvimento econômico e social de nossas Cooperativas”, avalia o presidente da Oceb, Orlando Colavolpe.
O Projeto visa contribuir para o desenvolvimento do cooperativismo no Estado da Bahia, assegurando a constituição, consolidação e expansão das cooperativas baianas. Orlando Colavolpe disse ainda que as Cooperativas registradas na Oceb sentem-se contempladas pela iniciativa e dedicarão tempo e esforço ao sucesso da Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo.
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Terminam na próxima semana as inscrições para o Fórum de Comunicadores Cooperativistas de Pernambuco, que o Serviço Nacional do Cooperativismo de Pernambuco promove nos dias 22 e 23 de janeiro, na sede da instituição, em Recife (PE). Para participar, basta encaminhar a ficha de inscrição, disponível no site www.sescoop-pe.org.br (link “Inscrições de Cursos”), para o e-mail
O evento pretende reunir comunicadores e pessoas que trabalham direta ou indiretamente com comunicação em cooperativas de Pernambuco, abrindo espaço para discussões sobre estratégias eficazes de comunicação adequadas à realidade do cooperativismo no Estado. Além disso, o Fórum também busca contribuir para a consolidação de uma rede cooperativista de comunicadores em Pernambuco, o que é de suma importância para o sistema.
Durante os dois dias, serão abordados temas relevantes para o debate sobre comunicação e cooperativismo: "As cooperativas e os meios de comunicação: desafios e estratégias"; "O projeto de comunicação para comunicadores e não-comunicadores"; "A visão da grande mídia da produção no setor cooperativista"; "Geografia da grande mídia em suas diversas interfaces". (Fonte: OCB-Sescoop/PE)
Um grupo com 35 piscicultores da Lagoa do Juara, no município de Serra (ES), atualmente reunidos em associação, participou nesta terça-feira (6/1) de uma palestra sobre a constituição de uma cooperativa. Os piscicultores, que cultivam tilápias em tanques-rede e possuem um restaurante, estão se organizando em cooperativa para viabilizar, com mais eficiência, o seu negócio.
O processo de constituição da cooperativa teve inicio em dezembro do ano passado com uma visita ao Sistema OCB-Sescoop/ES. Nesta terça-feira (6/1) os piscicultores participaram da segunda etapa do processo, a palestra de cooperativismo, na qual puderam conhecer melhor os serviços, a organização e o funcionamento do sistema cooperativista capixaba, além de terem noções básicas dos princípios, doutrina e legislação cooperativista.
A palestra foi ministrada em parceria, pelo gerente técnico Alexandre Ferreira, e pela analista técnica do ramo agropecuário Martha Teixeira. Também participou da palestra o analista contábil Enoque de Souza, que já está orientando o grupo quanto as questões contábeis/tributárias relativas à atividade da cooperativa.
Para o gerente técnico Alexandre Ferreira, a constituição do grupo como cooperativa marcará uma nova fase, baseada no apoio oferecido pelo Sistema. “Vamos fazer o possível para consolidar o empreendimento de forma econômica e social, sem perder de vista os aspectos legais e doutrinários do cooperativismo”, disse Ferreira.
Já a analista Martha Teixeira, enfatiza a legalidade da comercialização do produto como principal beneficio da constituição. “A associação deixou de assumir somente papel social, hoje opera principalmente com o desenvolvimento econômico, pois como atingiram produção em grande escala, necessitam agora legalizar a atividade comercial do pescado. Além disso, é uma forma de retornar para sociedade todo apoio que receberam dos parceiros, atuando como empresa que contribui devidamente com impostos incidentes sobre os serviços e comercialização do produto”.(Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB-Sescoop/ES)
"O governo estuda mudanças na Lei de Aprendizagem para alcançar a meta de 800 mil aprendizes no mercado de trabalho até 2010. Atualmente os dados do Ministério do Trabalho indicam que cerca de 150 mil jovens entre 14 e 24 anos estejam contratados de acordo com a lei que prevê regras diferenciadas.
Uma das principais alterações, segundo o secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, seria a ampliação para toda a administração pública da obrigatoriedade de contratar aprendizes. Atualmente a lei determina que apenas as estatais e empresas públicas de médio e grande porte estão obrigadas e contratar os jovens entre 14 e 24 anos.
“Estamos falando de uma base da administração direta, União, estados e municípios, falando de uma base em torno de 8 milhões de servidores. Se calcularmos sobre isso, seja 5% ou 10% da cota estabelecida pela lei, dá uma quantidade grande”, avalia, Nascimento.
A cota de contratação de aprendizes equivale a no mínimo 5% e no máximo 15% do total de trabalhadores existentes na empresa. Ficam excluídos dessa base de cálculo cargos de nível superior, técnico e de chefia.
Alterar esses percentuais é outra possibilidade que será discutida, de acordo com Ezequiel Nascimento. Ele disse não ser possível prever novos índices, mas avalia que pode haver uma redução da cota máxima.
Seria necessário contratar 650 mil jovens em apenas dois anos para se alcançar a meta de 800 mil aprendizes até 2010. As alterações podem não ser suficientes para esse avanço, na avaliação de Ezequiel Nascimento. Para ele, é necessário também divulgar mais a lei e fiscalizar o cumprimento.
“Certamente haverá a necessidade de uma ampla campanha, seja dentro do governo, nas três esferas, e também com o empresariado brasileiro. Seria necessário também o cumprimento da lei com ações de fiscalização mais rigorosas. Num primeiro momento, uma ação mais orientadora e num segundo momento uma ação rigorosa de fazer cumprir a lei”, diz o secretário.
Segundo ele, essa estimativa de apenas 150 mil aprendizes contratados atualmente se deve em boa parte à desinformação do empresariado. “É desconhecimento de como proceder [com a lei]”.
As alterações na Lei de Aprendizagem serão debatidas e decididas por um fórum que se reúne a partir de março com participação de representantes do governo, de empregadores e empregados. Caso o caminho escolhido seja uma mudança na lei, fica sujeita a aprovação pelo Congresso Nacional, de acordo com o secretário.
A aprendizagem é regida por um contrato especial com prazo de duração máximo de dois anos e que deve ser complementado com cursos de formação profissional. A jornada máxima de trabalho é de 6 horas diárias podendo chegar ao limite de 8 horas, desde que o aprendiz tenha completado o ensino fundamental, e se forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica. (Fonte: Agência Brasil)
"O anúncio da liberação de R$ 2 bilhões do governo federal para cooperativas agrícolas, feito na segunda-feira (5/1) pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, foi acompanhado com atenção no Rio Grande do Sul. A medida, que servirá para financiar o capital de giro das cooperativas agrícolas e garantir a comercialização da safra, foi considerada extremamente bem-vinda pelo presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Rui Polidoro Pinto. "É um auxílio para as cooperativas que estão em aperto financeiro, uma ação que já vínhamos requisitando há dois anos", informa.
Segundo Polidoro Pinto, as cooperativas gaúchas hoje apresentam um passivo financeiro em torno de R$ 600 milhões no Rio Grande do Sul, um valor que está aumentando devido às dificuldades de obtenção de crédito que se apresentam desde o início da crise econômica. Para Tarcísio Minetto, economista da FecoAgro, a liberação dos recursos, embora não solucionando a totalidade das dívidas do setor no Estado, irá proporcionar uma melhor condição econômica para as empresas e os agricultores. Segundo o economista, o essencial agora é garantir a agilidade na liberação dos recursos, a fim de proporcionar o capital de giro.
É a preocupação com o acesso aos recursos anunciados que está deixando algumas cooperativas em dúvidas quanto à efetividade da medida. De acordo com o presidente da Cotrijuí, Carlos Domingo Poletto, a experiência de operações semelhantes do passado demonstra que a obtenção dos valores acaba sendo emperrada pela burocracia. O vice-presidente da Cotrimaio, Antônio Wünsch, também alerta para a necessidade de menor burocracia para o recebimento dos recursos. "Precisamos de agilidade na liberação, temos que discutir flexibilização de garantias e acesso rápido", aponta. (Fonte: Site Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul - Ocergs)
A produção nacional de café beneficiado em 2009, estimada nesta quinta-feira (8) pela Conab, deve ficar entre 36,9 e 38,8 milhões de sacas de 60 quilos. Os números são da primeira pesquisa da safra atual e representam uma redução, conforme o intervalo inferior ou superior, de 19,8% a 15,6% em relação à colheita passada, de 46 milhões de sacas, ou seja, uma diminuição média de 8,2 milhões de sacas.
O café tipo arábica, que corresponde a 74,6% do plantio total, varia entre 26,8 e 28,3 milhões de sacas, contra as 35,5 milhões do ano passado. A redução média é de 22,3% (8,6 a 7,2 milhões de sacas). Já o conilon ou robusta representa 25,4% da produção nacional e varia de 10 a 10,5 milhões de sacas.
Os principais fatores responsáveis por essa queda são o ciclo da baixa ienalidade da cultura em áreas do arábica, a irregularidade de chuvas e temperaturas elevadas, além de menor investimento nos tratos culturais e intensificação das podas que interferem na produtividade.
O estado de Minas Gerais detém 48,6% de toda produção do país, sendo 66% do arábica. Em segundo lugar vem o Espírito Santo com 25% da colheita total, com destaque para a produção do conilon, responsável por 69% da estimativa nacional.
Área – A área de café sofreu redução de 0,5%, ou de 11,9 mil hectares. São 2,35 milhões contra 2,36 milhões de hectares registrados em 2008. Mais de 90% do plantio estão em produção e o restante dos cafezais em formação.
A pesquisa foi realizada no período de 16 a 29 de novembro do ano passado, junto a diversas instituições parceiras da Conab nos principais estados produtores, como Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Paraná, Rondônia e Rio de Janeiro. (Fonte: Mapa/Conab)
Confira pesquisa da Conab
Ocepar cobra implementação das medidas anunciadas pelo governo
O presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski, disse nesta terça-feira (6/1) que o aval do ministro da Fazenda, Guido Mantega, à liberação de R$ 2 bilhões para financiar o capital de giro das cooperativas "é uma boa notícia", mas cobrou rapidez na implantação das medidas anunciadas pelo governo. Ele citou decisão do Conselho Monetário Nacional, em novembro, autorizando o financiamento para capital de giro na safra 2008/09 de até R$ 10 milhões por cooperativa, ainda não implementada. "Faz mais de 30 dias e a resolução normativa ainda não saiu", reclamou.
Agilização - Koslovski disse ter enfatizado aos ministros Mantega e Paulo Bernardo, do Planejamento, a necessidade de agilizar a liberação de recursos, para reforçar o caixa das cooperativas num momento em que a comercialização do trigo está travada e os produtores do Estado registram perdas nas lavouras de milho e também de soja por conta da estiagem. Ele comemorou a decisão do governo de prorrogar o prazo de pagamento das parcelas do custeio dos triticultores. "Eles agora não precisarão vender de afogadilho", disse.
Continuidade - Mas enfatizou que o apoio governamental à comercialização precisa continuar, principalmente via Empréstimos do Governo Federal (EGF), que permitem ao agricultor estocar a produção para vendê-la no período de entressafra, quando os preços tendem a ser mais remuneradores. "Os moinhos também estão com problema de capital de giro e a comercialização do trigo está parada. No Paraná, os preços já chegaram ao mínimo de garantia", declarou. (Fonte: Ocepar)
"O governo vai intensificar em 2009 os mecanismos de apoio à comercialização do trigo. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) acertou com o Banco do Brasil a aplicação de mais R$ 300 milhões para Empréstimo do Governo Federal (EGF), recurso que vai permitir a comercialização de um milhão de toneladas do produto.
“O EGF tem uma taxa de juros de 6,75% ao ano e o prazo de 180 dias para o pagamento. Com isto, os industriais e cooperativas poderão ampliar a comercialização, com reforço na estocagem de produto”, destaca o coordenador geral de Cereais e Culturas Anuais do Mapa, Silvio Farnese.
Desde julho de 2008, o governo destinou mais de R$ 740 milhões para operações deste tipo, viabilizando a comercialização de um quarto da safra nacional de trigo. Do total de 1,6 milhão de toneladas de trigo vendidas com apoio do Mapa desde o início da safra foram comercializados 1,1 milhão de toneladas, por meio de leilões de Contrato de Opção de Venda, 200 mil toneladas por Aquisição do Governo Federal (AGF) e 310 mil toneladas por meio de Prêmio de Escoamento de Produto (Pep).
A partir desta quinta-feira (8/1) até abril de 2009, o Mapa continua os leilões de Contrato de Opção de Venda para garantir o preço mínimo aos produtores de trigo. (Fonte: Mapa)
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