Notícias representação
Brasília (4/2) – O Comitê Técnico de Assessoramento do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) conta, desde ontem, com mais um integrante: Dilmar Peri, da Credicoamo, que representará as cooperativas de crédito não-filiadas a centrais. A inclusão do novo nome foi um pedido da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), acatado, ontem, pelo Conselho de Administração do FGCoop, que se reuniu em Brasília.
O Comitê tem por objetivo auxiliar o Conselho de Administração e a Diretoria Executiva do Fundo. Para isto, é composto por técnicos indicados pelos conselheiros representantes dos sistemas organizados em dois e três níveis e, também, da OCB. O coordenador do Ramo Crédito, Thiago Borba Abrantes, continua a compor o Comitê Técnico como representante da Organização.
O Conselho de Administração do FGCoop tratou, ainda, da aprovação das demonstrações financeiras de 2015 e da visão do Fundo sobre a auditoria cooperativa prevista na Resolução nº 4.454/15.
Curitiba (4/2) – Para alertar os proprietários rurais quanto à necessidade de fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR) antes do encerramento do prazo, que vence em 05 de maio, o Governo do Estado, sindicatos rurais, representantes de classe e cooperativas do setor agrícola passam a promover reuniões técnicas periódicas para acompanhamento da evolução dos cadastros no Paraná. A ideia é promover em conjunto diversas ações, além de campanha de divulgação, para esclarecer sobre a necessidade do cadastramento e as dificuldades para o proprietário rural que não cadastrar sua propriedade.
CRONOGRAMA - Na primeira reunião do grupo, ocorrida semana passada, em Curitiba, ficou definido um cronograma de ações para melhorar o atendimento aos proprietários rurais. Também foi acordado que as entidades e o Governo do Estado vão buscar um relacionamento ainda mais próximo com o Governo Federal para ter as previsões de regulamentações e atualizações de sistema de cadastro que ainda precisam ser feitas. Na oportunidade, o Sisemta Ocepar foi representado pelo assessor de meio ambiente, Silvio Krinski.
ENVOLVIMENTO E PARCERIAS - A ação do Governo do Estado envolve as secretarias de Agricultura e do Abastecimento, de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto Florestal do Paraná (IFPR) e Emater. Também são parceiros das atividades o Sistema Ocepar, a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep), Associação Paranaense de empresas de Base Florestal (Apre) e Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).
DIAGNÓSTICO – Atualmente, o Paraná conta com mais de 192 mil propriedades inseridas no sistema. Juntas, elas somam mais de 7 milhões de hectares e representam 36% do total dos imóveis rurais do Estado. O Paraná é o segundo do País em número de propriedades rurais, com 532 mil unidades. O Estado mantém a quarta posição no Brasil em número de imóveis cadastrados, atrás apenas de Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo.
APRESENTAÇÃO - O relatório da situação atual de cadastramento das propriedades rurais foi apresentado durante a reunião. A ideia é fazer um diagnóstico dos municípios com menor índice de adesão ao cadastramento e esclarecer porque isso acontece.
FORÇA-TAREFA - “Acredito que com esse trabalho do governo estadual e das entidades, vamos reverter mais rapidamente os números nas regiões com baixo índice de cadastramento”, afirma o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Ricardo Soavinski. O objetivo é ultrapassar os números dos primeiros meses de 2015. “Em fevereiro e março do ano passado, tivemos mais de 50 mil cadastros. Vamos superar esse número com essa força-tarefa. A meta é ter 100% dos imóveis cadastrados em todo o Estado”, finaliza Soavinski.
MUNICÍPIOS - O município com maior número de imóveis cadastrados, de acordo com o relatório, é Assis Chateaubriand, que tem 3.259 propriedades inscritas. A lista segue com Marechal Cândido Rondon (2.411), Toledo (2.262), Santa Helena (2.053) e Cascavel, que registrou 2.051 imóveis. Do total de registros feitos no Estado, há também 309 cadastros de Imóveis Rurais de Assentamentos da Reforma Agrária.
PRAZO – Os proprietários que ainda não fizeram o cadastro têm até 5 de maio para regularizar suas propriedades. Quem perder o prazo terá dificuldades para conseguir linhas de crédito e financiamentos, além de não obter benefícios previstos no Novo Código Florestal, como a suspensão de multas ambientais e a continuidade de ocupação de áreas consideradas consolidadas pela nova legislação.
CAR – O Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico que tem o objetivo de ajudar na identificação e na integração das informações ambientais, contribuindo para a regularização ambiental das propriedades rurais no país.
CRIAÇÃO E GERENCIAMENTO- O sistema, criado pelo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), é gerenciado pelo Governo Federal e os cadastros do Paraná serão homologados pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
ENDEREÇO ELETRÔNICO - As inscrições devem ser feitas no site do Governo Federal www.car.gov.br. (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)
Curitiba (4/2) – Durante os dias 1º e 2 de fevereiro, uma comitiva de produtores rondonienses, liderados pelo secretário da agricultura, Evandro Cesar Padovani e pelo presidente da OCB Rondônia, Salatiel Rodrigues, visitou o estande do Sistema Ocepar no Parque Tecnológico da Coopavel, em Cascavel, onde acontece mais uma edição do Show Rural. Segundo Salatiel, o Show Rural é um dos eventos mais importantes para o agronegócio brasileiro.
“Temos aqui o que existe de melhor em novas tecnologias onde nossos produtores podem trocar informações e conhecer as novidades. Neste ano, além de um grupo de produtores ligados as cooperativas do nosso estado trouxemos o governador, Confúncio Moura e o secretário da agricultura.”
LIGAÇÃO - O dirigente cooperativista lembrou que a ligação com o Paraná é tão forte que existe uma cidade que se chama Ji-Paraná e Vilhena é uma das cidades mais sulistas do estado, composta por paranaenses, catarinenses e gaúchos. “Ficamos muito orgulhosos, como cooperativista, poder ver toda essa organização aqui do Show Rural e mais felizes em saber que é uma cooperativa que começou tudo isso. Parabéns para a Coopavel e para o Sistema Ocepar em manter uma feira deste tamanho e desta importância”, frisou.
RURAL SHOW – O secretário da Agricultura de Rondônia, Evandro Padovani, que é natural de Cascavel, disse que além de se sentir em casa, a vinda do governador representa a importância que este evento significa para seu estado.
“Pretendemos intensificar ainda mais a parceria que temos com a Coopavel e as cooperativas de Rondônia na implantação das técnicas que são aqui utilizadas com sucesso. Mais de 80% dos nossos produtores são da agricultura familiar, com áreas abaixo dos 100 hectares e buscar informação é importante, ainda mais numa feira deste tamanho e com tanta gente”.
Padovani ressalta que a visita do governador “também é uma forma de podermos mostrar o que significa toda essa organização e assim, levar um pouco para um evento que realizamos que se chama Rondônia Rural Show, inspirado aqui e que está na sua quinta edição. No ano passado movimentamos R$ 621 milhões em negócios e esse ano estamos esperando superar”, frisou. (Fonte: Assimp Sistema Ocepar)

Nos dias 19 e 20/02 o Sescoop/AM realizou Curso para Conselheiros Fiscais de Cooperativas no auditório da Uniodonto – Manaus. Participaram do evento diversos cooperados e dirigentes de cooperativas do estado que teve com instrutor o Superintendente do Sescoop/AM, Adriano Trentin Fassini.
Durante o curso os participantes puderam conhecer com mais profundidade o funcionamento de uma sociedade cooperativa, assim como discutiram através de atividades práticas e trabalhos em grupo, os aspectos relativos à observância dos princípios do cooperativismo e a estrutura de governança de suas cooperativas, possibilitando um entendimento maior da amplitude de atuação de um conselheiro fiscal.
O instrutor e superintendente do Sescoop/AM, Adriano Fassini, destacou que a atuação de um Conselho Fiscal não se restringe somente a avaliar e fiscalizar a atividade financeira da cooperativa, e sim acompanhar todos os atos de gestão e a observância do estatuto social e demais normativos da cooperativa, além de acompanhar o planejamento estratégico e os planos de trabalho, criando uma relação constante de troca de informações com o Conselho de Administração, dos cooperados na sua cooperativa.
Está prevista a realização de mais cursos para Conselheiros Fiscais após o dia 31 de março, data em que encerra-se o prazo legal para as cooperativas realizarem as suas Assembléias gerais Ordinárias, quando novos conselheiros fiscais serão eleitos.
Com relação ao cooperativismo, este foi o ano com o maior número de citações às cooperativas e às ações destinadas ao desenvolvimento do setor no país
Brasília (3/2) – A presidente Dilma Rousseff participou ontem da abertura dos trabalhos do Congresso Nacional deste ano e apresentou aos parlamentares a “Mensagem ao Congresso Nacional 2016”, documento elaborado anualmente pelo Poder Executivo que, além de prestar contas das ações do governo federal durante o ano anterior, apresenta as propostas para o ano seguinte. Desde o governo Sarney (1985-1990), esta foi a primeira vez que um presidente da República participa da abertura do ano legislativo fora do início do próprio mandato.
REPERCUSÃO – O gesto foi entendido por parlamentares e analistas políticos como um movimento no sentido de melhorar a relação entre o Executivo e o Legislativo e ampliar o diálogo entre os poderes para resolução da crise política e econômica. Todavia, a possibilidade de melhora do cenário decisório ainda é uma incógnita e dependerá de uma série de fatores, tais como: a evolução das propostas apresentadas pela presidente; o aumento da confiança no governo; e, ainda, a capacidade de articulação da base aliada para convencimento da opinião pública e da oposição da necessidade de aprovação das medidas sugeridas.
FOCO NA ECONOMIA – O discurso de Dilma Rousseff aos parlamentares focou em propostas para a área econômica, reforçando a percepção de mudança na pauta do governo neste segundo mandato, que desde 2015 deixou de priorizar a área social para cuidar do reequilíbrio fiscal e buscar a retomada do crescimento.
A reação dos presentes na cerimônia dividiu o plenário do Congresso entre vaias e aplausos a cada proposta apresentada, o que indica o nível de dificuldade que o governo terá para gerar maiorias decisórias neste ano. Além da divisão de opiniões no parlamento, o governo ainda terá de lidar com um calendário apertado por eleições municipais e olimpíadas e com uma crise de credibilidade econômica no cenário externo.
SUBSÍDIOS DO CONSELHÃO – Ao tratar de medidas que visam reconduzir o crescimento da economia, a presidente da República utilizou em seu pronunciamento algumas alternativas sugeridas por representantes da sociedade civil e do setor produtivo durante a 44ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), ocorrida na última semana (28/1).
Para o cooperativismo, alguns pontos da apresentação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, foram lembrados, dentre eles: o foco em políticas de garantia da produção e renda; o aprimoramento das linhas de financiamento e garantia de maior acesso a mercados externos; e o avanço tecnológico do país.
AÇÕES PRIORITÁRIAS – Em relação aos pontos prioritários de esforço do governo, foram citadas medidas polêmicas e que devem gerar bastante debate durante o ano legislativo, como: a recriação da CPMF como medida para equilibrar o orçamento da seguridade social (previdência e saúde); a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) pelo Congresso Nacional; e, ainda, a reforma da Previdência.
COOPERATIVISMO – O documento que foi apresentado pela Presidente da República, além de conter o discurso proferido na tarde de ontem, inclui também um panorama detalhado das ações desenvolvidas pelo governo federal em 2015 e as prioridades definidas para 2016. Com relação ao cooperativismo, este foi o ano com o maior número de citações às cooperativas e às ações destinadas ao desenvolvimento do setor no país.
O tema foi citado 57 vezes, em diversas seções, como por exemplo: agronegócio; agricultura familiar; produção aquícola e pesqueira; compras governamentais e acesso a mercados; promoção comercial; geração de emprego e renda; inclusão bancária e microcrédito; eficiência do setor financeiro; ciência, tecnologia e inovação; juventude; infraestrutura do setor elétrico; transporte de cargas; entre outros.
A íntegra da “Mensagem ao Congresso Nacional 2016” pode ser acessada clicando aqui.
Pedro Afonso (3/2) – Além de desenvolver com parceiros os projetos Reniva (Rede de multiplicação e transferência de manivas – semente de mandioca com qualidade genética e fitossanitária) e Produção Integrada de Frutas (PIF), a Coapa (Cooperativa Agroindustrial do Tocantins) iniciou neste mês outra ação para incentivar a produção de frutas em sua área de atuação. A cooperativa de Pedro Afonso (TO) está comercializando, a preços abaixo dos praticados pelo mercado, mudas de frutas livres de pragas e doenças.
A iniciativa pretende contribuir para o pequeno agricultor melhorar a qualidade da alimentação familiar e ter uma renda com a venda da produção excedente, bem como tornar os quintais das famílias pedroafosinas e de municípios circunvizinhos mais produtivos.
A primeira carga com plantas de 21 espécies de frutas, entre elas, manga, acerola, uva, mangaba, maça, cagaita, mexerica, pequi, cajá e seriguela, foi vendida em menos de dois dias com preços variando entre R$ 12 e R$ 25. As mudas provenientes de dois viveiros privados de Goiânia e Brasília, e da Embrapa Cruz das Almas (BA) são certificadas e livres de pragas e doenças.
A Coapa vai solicitar uma nova carga de mudas. Quem desejar adquirir pode fazer sua reserva pelo telefone (63) 3466-1223. (Fonte: Assimp da cooperativa)
A SOS Amazônia, por meio do projeto Valores da Amazônia e em parceria com o Sistema OCB/AM, realizou entre os dias 18 e 22 de janeiro, oficinas sobre cooperativismo na cidade de Silves, no Amazonas.
O objetivo principal da oficina é capacitar as cooperativas selecionadas no tocante a sua organização administrativa, econômica e produtiva. Ou seja, buscar a eficiência na gestão para alcançar o desenvolvimento sustentável nas comunidades.
Além disso, procura implementar não só investimentos em infraestrutura e equipamentos, mas também, encaminhamentos para a criação de um Plano de Negócios com o objetivo de mapear toda a cadeia produtiva e dimensionar a produção dessas cooperativas.
“A capacitação é um momento importante e decisivo para a cooperativa, pois com a metodologia utilizada podemos despertá-los para o que se propõe uma cooperativa que pretende seguir pelo caminho correto, além de nos permitir detectar as dificuldades enfrentadas pelos associados”, destacou o coordenador do projeto Valores da Amazônia, Álisson Maranho.
Cooperativa participante:
Cooperativa de Produtos Naturais da Amazônia – Copronat (Silves-AM).
“Espero com todas as forças que nossos cooperados entendam o cooperativismo, pratiquem o cooperativismo. Cabe a nós associados colocar em prática tudo que estamos aprendendo nessas oficinas, e com isso, nos tornar mais organizados”, disse Regina Batista, presidente da Copronat.
O projeto Valores da Amazônia é financiado pelo Fundo Amazônia/BNDES e tem a finalidade de estruturar, fortalecer e integrar as cadeias de valor de produtos florestais não madeireiros, como borracha, cacau e óleos vegetais nos Estados do Acre e Amazonas.
Brasília (1º/2) – Representantes do Sistema OCB e do grupo técnico do Centro de Desenvolvimento Tecnológico (Cetem) visitam hoje e amanhã as instalações da Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Peixoto (Coogavepe), localizada em Peixoto do Azevedo/MT. O objetivo da missão é identificar áreas aptas para certificação internacional. A iniciativa é uma das estratégias do movimento cooperativista para ampliar a comercialização de produtos das cooperativas do Ramo Mineral.
O mercado consumidor, cada dia mais, tem visado à aquisição de mercadorias com conhecimento da sua origem. Neste sentido, o mercado joalheiro também passa a ser parte desta nova geração de pessoas preocupadas com a produção ecologicamente correta. A visita técnica demonstrará a equipe a cadeia de extração de quatro propriedades – legalmente autorizadas – de cooperados da Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Peixoto (Coogavepe).
Ao redor do mundo, apenas quatro cooperativas são certificadas internacionalmente e a intenção é identificar pelo menos uma área apta, no Brasil, para compor este rol. Como contrapartida, a cooperativa passará a ser um referencial para todo o mercado internacional.
Recife (1º/2) – Um artigo de mestrado pode auxiliar as cooperativas de saúde a entenderem melhor o resultado de alguns procedimentos médicos na vida dos pacientes. O material desenvolvido pela analista de Cooperativismo e Monitoramento, Jonileide Mangueira, publicado na última edição da revista Ayvu, contextualizou uma pesquisa feita com mulheres que lutaram contra o câncer e como as sequelas da doença afetaram o seu cotidiano. O objetivo do artigo foi provocar uma reflexão sobre como a doença causa problemas não apenas físicos, mas psicológicos e por um longo tempo.
O estudo foi inspirado após a analista se formar em psicologia pela Universidade Paulista em Manaus (Unip/AM). Ela teve contato com vários casos clínicos de transtorno por alimentação e dismorfia corporal, que é a distorção da própria imagem e, muitas vezes, é confundida com a preocupação excessiva pela beleza. Várias pacientes estavam em pleno tratamento contra o câncer de mama. A ocorrência chamou a atenção da psicóloga, que quis estudar mais afundo o problema. Após especializações em massoterapia e acupuntura, era hora de visar o mestrado e abordar a problemática.
Para isso, a atual analista do Sescoop/PE, procurou o Grupo de Apoio às Mulheres Mastectomizadas da Amazônia (Gamma), em 2012, ano de desenvolvimento do artigo. Ela encontrou pessoas em tratamento contra a doença e outras se preparando para a mastectomia, ação que provoca a remoção total ou parcial da mama afetada pelo câncer. O grupo faz parte do Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (Cecon).
No local, Jonileide conheceu o trabalho de tratamento da doença e entrou em contato com mulheres que estavam aptas a contar o seu relato de como vivem e se comportam diante da doença e seus resultados. Ao todo, dez pacientes toparam participar. Para garantir a descrição e proteção da identidade da paciente, a analista optou por não revelar seus nomes pedindo para que cada uma escolhesse o nome de uma flor para ser identificada.
“O estudo foi realizado mediante entrevistas gravadas em áudio e partindo da solicitação de que as participantes descrevessem como vivenciaram o momento do diagnóstico, a cirurgia e entrada no Gamma, bem como o que pensam acerca de tudo que envolveu a questão”, relata a analista do Sescoop/PE. A partir daí, os relatos acabaram evidenciando que a experiência do diagnóstico do câncer se transforma em um momento de enorme impacto e propulsor de grandes modificações na vida familiar, pessoal e social.
As alterações no corpo, de acordo com Jonileide, desenvolvem profundas marcas e deixam a mulher bastante fragilizada. “Ser submetida à mastectomia traz consigo a mutilação. Com o tratamento na base da quimioterapia e radioterapia, vem rapidamente a depressão pela perda dos cabelos, cílios e outros pelos corporais. Os resultados gerados pelo câncer de mama não são sentidos só pelas pacientes, mas se alastram por todas as pessoas que convivem em seu meio social”, explica a psicóloga.
A pesquisa de Jonileide foi intitulada de Ela tem peito, sou des-peitada, muito prazer: sou mastectomizada! e valeu o título de mestre em psicologia. O artigo foi publicado na última edição da revista científica digital Ayvu, que divulga, semestralmente, conteúdos inéditos que contribuam para ampliar a reflexão e o estudo sobre temas da área de Psicologia. Agora, a ideia é compartilhar a publicação com as cooperativas de saúde para que elas possam ter mais informações de como se comporta uma paciente de câncer em meio a um tratamento.
“Essa pesquisa foi feita com mulheres que lutavam contra o câncer de mama, mas ela pode ser levada em consideração com outras doenças também. Deixaremos este artigo à disposição dos nossos parceiros para que sempre haja uma melhora no bem estar dos pacientes”, afirma a analista.
O artigo será entregue às cooperativas nas próximas reuniões solicitadas pelo Sescoop/PE. Para conhecer o trabalho, basta clicar aqui. (Fonte: Assimp Sistema OCB/PE)
Cuiabá (1º/2) – Todo ano a rotina é a mesma em uma cooperativa: realizar sua Assembleia Geral Ordinária (AGO). A Assembleia é o órgão supremo da cooperativa que, conforme o previsto na legislação e no Estatuto Social tomará toda e qualquer decisão de interesse da sociedade. É nesse ambiente que os cooperados, de forma coletiva, se expressam pela reunião de todos, ou da maioria, nas discussões e nas deliberações.
É importante conhecer as formas adequadas de funcionamento, as determinações legais e todas as características que garantam a condução de ações, da maneira mais harmoniosa possível. Assim, o Sistema OCB/MT está investindo na capacitação dos profissionais das cooperativas mato-grossenses, por meio da realização do curso de Preparação de Assembleias e Atas, que ocorre no dia 12/2, na sede da instituição em Cuiabá.
A proposta é capacitar os profissionais das cooperativas para preparar e organizar assembleias e redigir atas de reuniões, respeitando os procedimentos operacionais, legais e estatutários. O treinamento é direcionado a dirigentes e conselheiros, além de colaboradores das cooperativas registradas no Sistema.
Para o Assessor Jurídico do Sistema OCB/MT, Carlos Alberto de Oliveira Paes, orientações acerca das assembleias e preparação de atas é uma ferramenta fundamental entre cooperativas.
“Destaco a importância deste curso, em dois pontos primordiais, primeiro: durante a capacitação, os participantes adquirem conhecimentos técnicos e teóricos sobre os procedimentos necessários de execução das assembleias e atas, obedecendo aos padrões legais, para melhor produção dos processos. Segundo: é a atender às reiteradas exigências da Junta Comercial do Estado de Mato Grosso (Jucemat), em relação aos documentos necessários e obrigatórios referentes ao arquivamento das atas na Junta Comercial, o que reduz futuros transtornos para as cooperativas”.
Na programação, o curso abrange diversos assuntos sobre a sociedade cooperativa, como a Lei Cooperativista e o Estatuto Social; Assembleia Geral Ordinária; Assembleia Geral Extraordinária; Assembleia Geral Especial; Escolha das datas de realização; Convocação e edital de convocação; Preparação e escolha do ambiente; Preparação do roteiro da condução de assembleia; Abertura da assembleia; Realização da assembleia; Encerramento da assembleia; Atas das Assembleias; Validação transparência e fidelidade; Arquivamento e Registro de Atas de Assembleias Gerais. (Fonte: Assimp Sistema OCB/MT)
É com profundo pesar que o Sistema OCB comunica o falecimento do amigo cooperativista e superintendente do Sescoop/SC, Geci Pungan, ocorrido nesta madrugada. Ele também ocupava uma das cadeiras do Conselho Nacional do Sescoop. O corpo será cremado hoje, às 17h, no crematório de Camboriú/SC.
"Com a divulgação final da classificação das cooperativas, o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) fica assim dividido: 34 Cooperativas Plenas; 828 Cooperativas Clássicas; e 199 Cooperativas de Capital e Empréstimo.
Para preservar a liquidez dos bancos, o CMN decidiu ainda que a nova regra entrará em vigor de maneira escalonada. Ao longo do mês de fevereiro, a exigência será de 15% do montante de 34% que se tornará obrigatório no fim do prazo. Em março, passa a ser 30%. Em abril, sobe para 45% e em maio, para 60%. Somente a partir de 1° de junho os bancos ficarão obrigados a destinar o valor integral. (Fonte: URL Brasília / Mariana Franco - repórter da Agência Brasil)
Encontro reuniu a presidente da República, Dilma Rousseff, parte de seus ministros e mais de 90 representantes dos setores econômicos do país
Brasília (28/1) – “O cooperativismo é um modelo societário plenamente estabelecido no país e reúne as melhores condições de contribuir com o desenvolvimento da economia nacional.” Com esta frase, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, iniciou seu discurso durante sua participação na 44ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, mais conhecido como Conselhão.
A reunião ocorreu ao longo da tarde de hoje, no Palácio do Planalto e contou com a participação da presidente da República, Dilma Rousseff. O encontro faz parte da estratégia do governo federal para encontrar alternativas que o levem o Brasil a superar a crise. Alguns ministros participaram da reunião: Nelson Barbosa (Fazenda), Alexandre Tombini (Banco Central), Kátia Abreu (Agricultura) e Jaques Wagner, da Casa Civil, para quem este é o melhor momento para uma retomada da economia.
CONFIANÇA – O movimento cooperativista, representado pelo presidente do Sistema OCB, foi convidado pelo próprio governo federal a integrar o Conselho. Márcio Freitas defendeu que o cooperativismo precisa ser reconhecido como ferramenta de desenvolvimento social e econômico para o Brasil.
“Este é o momento de retomarmos a esperança de que o Brasil pode continuar crescendo com sustentabilidade e a passos largos, amparados por um modelo que estimula a participação de todos e que gera confiança. E o cooperativismo é isso: uma sociedade de pessoas que confiam umas nas outras. E é isso que venho aqui oferecer: confiança”, argumenta a liderança cooperativista.
Segundo Márcio Freitas, atualmente existem 6,5 mil cooperativas registradas na OCB. Juntas, elas são responsáveis por reunir 12,7 milhões de pessoas cooperadas, ou seja, ¼ da população brasileira, e, ainda, por gerar mais 360 mil empregos diretos.
“Um movimento como o cooperativismo, com números tão expressivos, não pode passar batido. Tanto é verdade que a Organização das Nações Unidas já reconheceu o nosso setor como uma alternativa à crise econômica mundial. Estou aqui, em nome de todas as famílias cooperativistas brasileiras para dizer que o nosso setor está do lado de todas as ações que farão do Brasil uma grande economia novamente”, reforça.
VANTAGENS – Para exemplificar a importância do cooperativismo para a economia do Brasil, Márcio Freitas, destaca o papel do movimento no setor agropecuário. “As nossas cooperativas são responsáveis por 48% de tudo que é produzido no campo brasileiro. E este setor precisa do apoio do governo federal para continuar contribuindo, como tem feito nos últimos anos. Na nossa opinião, três medidas são fundamentais para a retomada da confiança e os investimentos do setor: política forte de garantia da produção e renda, política comercial com foco em acesso a mercados externos e avanço tecnológico de processos.
EMPREENDEDORISMO COLETIVO – Márcio Freitas é enfático ao afirmar que o cooperativismo tem em seu DNA a visão de longo prazo e a identidade de desenvolvimento sustentável. “Investir no cooperativismo é investir em um jeito diferente de pensar a sociedade, a geração de renda e a inclusão social da população, por meio da promoção e do fortalecimento do empreendedorismo coletivo, aquele que potencializa e compartilha resultados”, conclui.
CONSELHÃO – Criado em 2003 no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o conselho é presidido por Dilma Rousseff. Neste ano, ele passa a ser composto por 92 integrantes – antes eram 90 – que representam empresários, movimentos sociais, sindicatos e a sociedade civil. A última reunião do grupo ocorreu em junho de 2014.
São Paulo (28/1) – O fim do ano trouxe um pouco de ânimo para cadeia produtiva ligada à agropecuária. O Índice de Confiança do Agronegócio, divulgado nesta quinta-feira, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), fechou o quatro trimestre de 2015 em 84,3 pontos. A alta de 1,9 ponto na comparação com o trimestre anterior pôs fim à sequência de três quedas consecutivas registradas ao longo de 2015.
Apesar da recuperação, o índice geral ainda fecha o ano 9,2 pontos abaixo do registrado ao final de 2014, quando marcou 93,5 pontos.
A melhora, observada entre outubro e dezembro, se deve ao aumento dos índices de confiança do Produtor Agropecuário (88,4 pontos, crescimento de 2,5 pontos) e da Indústria Depois da Porteira (87,1, alta de 4,4 pontos), que reúne preponderantemente as indústrias de alimentos. Ambos os grupos compensaram a diminuição no indicador da Indústria Antes da Porteira (67,8 pontos), constituída pelos fornecedores de insumos, como fertilizantes, defensivos, máquinas e equipamentos agrícolas.
A queda de 5,5 pontos apresentada neste elo da cadeia, explica o gerente do departamento de Agronegócio da Fiesp, Antonio Carlos Costa, foi influenciada pela falta de confiança do produtor na economia e os receios com o cenário político.
“Em um momento como o que estamos vivendo no País o produtor age como qualquer consumidor, ou seja, pisa no freio e reduz os investimentos, ainda que a avaliação sobre o próprio negócio esteja em patamares elevados”, resume Costa. “Neste caso específico, revê o seu pacote tecnológico e quem sofre mais diretamente com isso é a indústria de insumos.”
Na média geral, os participantes da pesquisa mostraram-se mais confiantes no que diz respeito ao futuro próximo do que em relação ao presente: o indicador das expectativas cresceu de 84 para 88 pontos, enquanto o índice da situação atual caiu de 79 para 76 pontos. De acordo com a metodologia do estudo, resultados abaixo dos 100 pontos indicam baixo grau de confiança.
Produtores agrícolas e pecuários
Ambos os perfis que compõem o elo “Dentro da Porteira” registraram aumento do nível de confiança. A alta, de 2,5 pontos em relação ao terceiro trimestre, fez com que o IC Agro do Produtor Agropecuário chegasse a 88,4 pontos, maior patamar registrado em 2015.
Os produtores agrícolas fecharam o período com o índice de confiança em 89,4 pontos, incremento de 2,6 pontos na comparação com o trimestre imediatamente anterior. A valorização das cotações de algumas commodities do setor no período, como o açúcar e etanol, café, milho, entre outras foi uma das principais responsáveis por esse resultado. Em contrapartida, o indicador ainda não conseguiu recuperar os níveis de 2014, quando esteve sempre acima de 90 pontos.
O motivo, explica o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, é a falta de confiança nas condições da economia brasileira, que fechou o último trimestre do ano passado em 38 pontos, um patamar muito baixo.
“Apesar de o produtor continuar confiante com seus níveis de produtividade, ele enxerga com cautela os reflexos do atual cenário econômico em seu negócio, a exemplo dos impactos em seu custo de produção. Ainda persiste o receio em relação ao crédito rural, que apesar de ter se mantido estável em relação ao último levantamento, permanece em ambiente pessimista.”
Já a confiança do produtor pecuário subiu 2,4 pontos, em relação ao trimestre anterior, chegando a 85,4 pontos. O indicador aumentou mais entre os pecuaristas de corte, chegando a 88,4 pontos, uma alta de 3,6 pontos, com destaque para a produtividade – no mesmo período, o índice entre os criadores de gado leiteiro permaneceu estável, em 80,1 pontos, com destaque negativo para o custo de produção. Dessa forma, foi interrompida uma sequência de quatro quedas.
Brasília (26/1) – As cooperativas brasileiras estão engajadas na luta por um mundo mais justo e igualitário. É por isso que o Dia C – o Dia de Cooperar – já atua em todos os estados brasileiros. São ações de educação, cultura, esporte, lazer, integração e responsabilidade social. Mais de 1.250 cooperativas já desenvolvem projetos voluntários que visam melhorar as comunidades em que atuam. Só no ano passado, o Dia C beneficiou 2,5 milhões de pessoas.
Em 2016, o programa tem um desafio ainda maior: multiplicar iniciativas estruturadas e continuadas que beneficiam as pessoas ao longo do ano. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o Dia de Cooperar é uma excelente oportunidade para os brasileiros conhecerem a força do cooperativismo. “As cooperativas têm o poder de contribuir econômica e socialmente. E o Dia C é essa essência colocada em prática. Fortalecer as pessoas e as instituições é a melhor contribuição do programa, que realiza ações diretas, focadas em resultado”, afirma.
A gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas, Maria Eugênia Ruiz, destaca o protagonismo dessas instituições na promoção do bem-estar e da consciência de que é preciso colaborar. “As cooperativas dão um exemplo de cidadania à sociedade, mostrando que ela só se transforma quando todos se juntam para dar a sua contribuição. Com o Dia C, os valores e princípios do cooperativismo são traduzidos na forma de ações transformadoras em benefício das comunidades”, ressalta.
TODO DIA É DIA DE COOPERAR
O Dia de Cooperar, também conhecido como Dia C, nasceu em 2009 como um projeto inovador que rapidamente ganhou a adesão de muitas cooperativas. A iniciativa logo se espalhou pelo país inteiro. Em 2015, ocorreram ações do Dia C em todos os estados brasileiros. Mais de mil atividades foram desenvolvidas, consolidando o Dia C como uma verdadeira mobilização nacional.
“Esse é um programa promovido por pessoas que espontaneamente firmam um compromisso com os valores e princípios cooperativistas”, complementa o presidente Márcio Freitas. As cooperativas contam com o apoio do Sistema OCB e suas unidades estaduais no desafio de evoluir as ações de voluntariado para projetos que promovam uma verdadeira transformação social.
DIA C EM NÚMEROS
- Mais de 1250 cooperativas integradas ao programa;
- 280 mil voluntários engajados;
- 2,5 milhões de beneficiados;
- 50 milhões de pessoas envolvidas direta ou indiretamente com o cooperativismo no Brasil.
Fortaleza (26/1) – O movimento cooperativista mais uma vez provou ser referência quando o assunto é comercialização de produtos agropecuários. Na última semana, o superintendente do Sistema OCB/CE, José Aparecido dos Santos, acompanhado pelos assessores André Fontenelle (jurídico) e Arilo Carneiro (contábil) estiveram na Ematerce para dar orientações sobre como os produtos de cooperativas do Ramo Agropecuário podem ser comercializados, sem que tenham que passar pelas mãos de terceiros.
A capacitação ocorreu durante um curso que o Governo do Estado do CE e a Petrobras Biocombustível realizaram por meio de um convênio para a produção de biodiesel. “A partir daqui vamos orientar os produtores quanto às melhores formas de cultivar o produto. Dentro dessa capacitação vimos que o grande problema seria a comercialização. Então começamos a pensar numa possibilidade de melhorar essa questão. Foi aí que visualizamos no cooperativismo, onde não há atravessador e que sabemos que é uma grande ferramenta econômica, um valioso contributivo para ajudar nesse processo que estamos experimentando”, disse Valdir Silva, assessor técnico da Ematerce.
De acordo com a Ematerce, 24 técnicos participaram do curso, durante cinco dias. A partir dessa capacitação, os participantes irão a campo para aplicar as ferramentas aprendidas em sala de aula.
“Procuramos trazer mais conceitos sobre a organização, sobre como o cooperativismo pode ser uma alternativa econômica viável. A nossa expectativa é de que esses técnicos possam estar orientados e tenham uma visão mais ampla para que os grupos produtivos tenham elementos para constituir uma cooperativa”, disse André Fontenelle, assessor jurídico do Sistema OCB/CE. (Fonte: Assimp Sistema OCB/CE)
Brasília (25/1) – A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), vai realizar no dia 1º de fevereiro o primeiro leilão deste ano de venda de milho dos estoques públicos. O aviso do pregão foi divulgado na tarde desta sexta-feira (22). Serão ofertadas 150 mil toneladas do produto. O preço de abertura só será divulgado dois dias antes.
O produto é destinado a criadores de aves, suínos e bovinos, além de cooperativas e indústrias de insumo para ração animal e indústrias de alimentação humana à base de milho. Os lotes de milho sairão de armazéns da Conab de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e do Rio Grande do Sul.
Hoje cedo, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, adiantou no Twitter que o governo pretende fazer leilões para a venda total de 500 mil toneladas: “O preço do milho subiu muito em função do câmbio. Mas com o leilão vai melhorar. Retornaremos ao equilíbrio.”
Na última terça-feira (19), o ministro interino da Agricultura, André Nassar, se reuniu em Brasília com representantes do setor produtivo que estavam preocupados com a alta do preço do milho. O produto é muito usado na alimentação de aves e suínos. (Fonte: Assimp MAPA)
Brasília (25/1) - Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que a agropecuária gerou 9.821 empregos em 2015. O setor foi o único a apresentar saldo positivo, resultado obtido graças ao aumento da produção e das exportações de produtos agrícolas.
No ano passado, o país aumentou em 7,7% a produção agropecuária na comparação com 2014, alcançando o recorde de 209,5 milhões de toneladas – conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, a participação do agronegócio na balança comercial brasileira foi recorde, respondendo por 46,2% de tudo o que foi vendido ao exterior.
De acordo com o ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar, o bom desempenho da agropecuária em 2015 mostra que os produtores brasileiros mantêm forte confiança no setor e continuam investindo na produção de alimentos para abastecer o mercado doméstico e ampliar as exportações.
“Nos três primeiros trimestres de 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário cresceu 2,1%. Tivemos uma supersafra e exportação recorde. Tudo isso se reverteu em emprego”, destacou Nassar. (Fonte: Assimp MAPA)

