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Fazemos votos e oferecemos nossas preces e orações para que Deus o acolha na gloria eterna e dê aos familiares e amigos resignação e conforto para suportar a separação e a saudade.
Petrucio Magalhães Júnior – Presidente

Fazemos votos e oferecemos nossas preces e orações para que Deus o acolha na gloria eterna e dê aos familiares e amigos resignação e conforto para suportar a separação e a saudade.
Petrucio Magalhães Júnior – Presidente

Curitiba (22/1) – Os pesquisadores do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) propõem um novo modelo de produção de maracujá-amarelo como estratégia para enfrentar o vírus do endurecimento dos frutos, doença que pode inviabilizar a produção no Estado. A nova tecnologia será apresentada no Show Rural 2016, na primeira semana de fevereiro, em Cascavel.
“É a saída que encontramos para enfrentar o problema”, explica Pedro Antonio Martins Auler, coordenador de pesquisas em fruticultura do Iapar. Transmitido por pulgões, o vírus do endurecimento dos frutos tem alto poder destrutivo. Além de duros, os frutos ficam pequenos e impróprios para comercialização; as folhas se tornam enrugadas e deformadas e a planta como um todo apresenta crescimento retardado e tem sua vida útil diminuída.
AGRICULTURA FAMILIAR - A produção de maracujá-amarelo é uma boa alternativa para a pequena agricultura familiar. O cultivo da espécie ocupa cerca de 1,2 mil hectares no Paraná e tem grande potencial para crescer, mas está ameaçado pelo vírus do endurecimento dos frutos, doença que já foi detectada nos principais polos de produção do Estado, segundo Auler.
NOVO MODELO– Pelo modelo proposto, o produtor faz o plantio das mudas em setembro, após o risco de geadas, e colhe entre os meses de dezembro a julho. Após a colheita, todas as plantas devem ser eliminadas para um período de vazio sanitário, no mês de agosto.
OBJETIVO - O objetivo dessa estratégia é reduzir a incidência do vírus nos primeiros meses após a implantação do pomar. “Assim, mesmo que ocorra a infecção mais tarde, já durante o ciclo, a produção não é prejudicada”, explica Auler.
COMPARAÇÃO - Apenas para comparação, no sistema de produção atual os produtores colhem duas safras a partir de um só plantio. O pomar é implantado em setembro e os frutos são colhidos entre os meses de março a julho, a chamada “safrinha”. A segunda e maior colheita ocorre entre dezembro e o mês de julho do ano seguinte.
MUDAS E VAZIO SANITÁRIO– A chave do novo modelo é a utilização de mudas maiores, com cerca de um metro, que devem ser produzidas em ambiente protegido (telado) para evitar a presença dos pulgões e a consequente contaminação pelo vírus.
COLHEITA - “A utilização de mudas com idade mais avançada, de cinco a seis meses, possibilita que a colheita se inicie em dezembro/janeiro e é um aspecto fundamental para a viabilidade econômica deste sistema de produção”, ressalta Auler.
ALERTA - Igualmente importante é a implantação do vazio sanitário, com a eliminação de todas as plantas de maracujá ao término do ciclo da cultura, no mês de agosto. Auler alerta, no entanto, que a prática deve ser adotada por todos os produtores de uma determinada região para garantir a eficácia do novo modelo.
PESQUISA – O novo sistema de produção de maracujá-amarelo foi desenvolvido pelo Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, e vem sendo adotado com sucesso por produtores do Estado de São Paulo, onde a doença está presente há mais tempo.
VALIDAÇÃO - No Paraná, o Iapar, em parceria com a Cooperativa Agroindustrial de Produtores de Corumbataí do Sul (Coaprocor) e a Emater, está validando a tecnologia desde 2014, quando a doença foi detectada em um pomar no município de Godoy Moreira.
EXPERIMENTOS - O Iapar vem conduzindo experimentos para validação do modelo em Londrina e em Corumbataí do Sul, dois municípios representativos das áreas aptas ao cultivo de maracujá do Estado, conforme o zoneamento agrícola de risco climático do Ministério da Agricultura (Mapa). (Assessoria de Imprensa do Iapar)
Maceió (22/1) – O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) vai implantar coleta seletiva em sua sede. A expectativa é que o trabalho, feito em parceria com a Cooperativa de Recicladores de Lixo Urbano de Maceió (COOPLUM), comece no início de março. Na segunda-feira (18/1), a Comissão de Meio Ambiente do TJ/AL se reuniu com integrantes da COOPLUM para traçar as últimas etapas do projeto.
Estima-se que 1.100 kg de papelão, plástico, alumínio, papel, vidro, ferro, embalagens tetrapak, entre outros materiais, seja enviada à cooperativa mensalmente. Para isso, o TJ/AL já adquiriu coletores de lixo e concentradores. Serão disponibilizados ainda três pontos para recolhimento de baterias de celulares, visando o descarte consciente.
“Trata-se de um projeto-piloto, que esperamos que seja bem-sucedido. Nosso objetivo é levar a iniciativa para as demais unidades judiciárias da Capital e do Interior”, afirmou Alexandre Moraes, integrante da Comissão de Meio Ambiente.
Ainda segundo ele, será feita uma conscientização dos servidores para que abracem a causa. Funcionários que atuam na limpeza do Tribunal também passarão por treinamento. “Nos testes que realizamos ano passado vimos que precisa haver bastante treinamento em relação aos materiais a serem recolhidos. É importante também que os servidores tenham atenção na hora de separar os resíduos reaproveitáveis dos não aproveitáveis”.
Alexandre Moraes explicou que nos departamentos e gabinetes do TJ/AL serão colocadas lixeiras com sacos azuis, que deverão receber os materiais recicláveis. “Além da coleta interna, servidores poderão separar os materiais em suas casas e trazer para o Tribunal, que contará com coletores no lado de fora”, ressaltou.
A coleta seletiva de resíduos integra o Plano de Logística Sustentável do Poder Judiciário de Alagoas e segue determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). (Fonte: Dicom TJ/AL)
Brasília (22/1) – O Sul do país teve maior participação no valor bruto da produção agropecuária (VBP) de 2015. Do montante de R$ 498,5 bilhões alcançados no ano passado, os três estados da região (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) foram responsáveis por um faturamento de R$ 145,6 bilhões dentro dos estabelecimentos rurais, segundo números da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
No ranking por regiões do VPB 2015, elaborado pela Coordenação-Geral de Estudos e Análises da SPA, o Centro-Oeste aparece em segundo lugar, com R$ 135,2 bilhões, seguido do Sudeste, com R$ 127,4 bi, Nordeste, com R$ 46,9 bi, e Norte, com R$ 29,1 bi.
Soja, bovinos, cana-de-açúcar, milho e café foram os produtos com maior VBP no ano passado, destacou o coordenador-geral de Estudos e Análises da SPA, José Gasques. “Milho, soja e carne bovina apresentaram o maior valor bruto da produção nos últimos cinco anos.”
Ainda de acordo com ele, 2015 também foi o de melhor resultado para outros produtos ao longo dos últimos anos, com destaque para cebola, suínos, frango e ovos.
MILHO - O desempenho da cultura de milho em 2015 resultou em um valor bruto da produção de R$ 41,3 bilhões. Do total, a Região Centro-Oeste foi responsável por R$ 19,9 bi.
“Também chama a atenção o fato de o VPB do milho em Mato Grosso, de R$ 10,4 bilhões, ter superado o do Sul, de R$ 10,2 bilhões”, acrescentou Gasques. Ele lembrou que nessa região estão o Paraná e o Rio Grande do Sul, importantes produtores do cereal.
O coordenador-geral de Estudos e Análises da SPA assinalou que a Bahia está se tornando um importante polo de plantio de milho no cenário nacional: “O valor bruto da produção do grão no estado mais que dobrou nos últimos quatro anos.”
CANA-DE-AÇÚCAR - Em nota técnica divulgada nesta quinta-feira (18), a SPA enfatiza ainda que a cana-de-açúcar está ganhando espaço em áreas não tradicionais, como Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás. Em 2015, esses quatro estados responderam por 32% do valor produto da produção de cana, contra 18% dos 10 anos anteriores.
“São Paulo, principal produtor de cana do país, teve reduzido fortemente o VPB da cultura nos últimos quatro anos”, disse o coordenador-geral de Estudos e Análises da SPA. Ele atribui a queda aos preços decrescentes e às condições climáticas desfavoráveis. “Essas são as principais razões para essa perda de faturamento de São Paulo na produção de cana.” (Fonte: Assimp MAPA)
Campo Grande (22/1) – As aulas do MBA em Gestão de Cooperativas começam dia 4 de fevereiro, quinta-feira, às 19 horas na sede do Sistema OCB/MS, em Campo Grande. Esse curso de pós-graduação (lato sensu) é realizado em parceria com a Fundace/USP e proporciona acesso e integração aos temas que se encontram na fronteira do conhecimento de cooperativismo, na união saudável da teoria com a prática.
Desenvolvido especialmente para profissionais de elevado potencial, com efetiva participação no sistema cooperativista ou com interesses nele e que objetivem aprimorar suas habilidades e capacidades para transformar as instituições em que atuam.
Este ano foram mais de 70 inscrições e 45 pessoas de 15 cooperativas diferentes foram selecionados. O principal diferencial de um programa de treinamento especializado in-company é sua capacidade de se utilizar das experiências da organização atendida, maximizando assim as potencialidades dos executivos que vierem a participar do programa. Este curso alia a experiência de professores, profissionais e pesquisadores na área de gestão. (Fonte: Assimp Sistema OCB/MS)
Curitiba (21/1) – O valor bruto da produção agropecuária (VPB) brasileira alcançou, em 2015, o valor recorde de R$ 498,5 bilhões, de acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), na segunda-feira (18/1). Do total, R$ 321 bilhões são referentes às lavouras e R$ 177,5 bilhões à pecuária, segmento em que o Paraná se destacou com a maior soma entre os demais estados, R$ 23,9 bilhões, o que representa 13,5% do total.
Na sequência, vem São Paulo, com R$ 20,6 bilhões (11,6%) e Minas Gerais com R$ 20,07 bilhões (11,3%). “A carne de frango foi o que proporcionou essa condição de destaque ao Paraná. O estado respondeu por 30% do VPB alcançado pelo país com este item, ou seja, R$ 15 bilhões do total de aproximadamente R$ 50 bilhões”, afirma o assessor da Gerência Técnica e Econômica do Sistema Ocepar, Gilson Martins. Ainda de acordo com ele, Santa Catarina obteve o segundo melhor resultado com o frango, atingindo R$ 8,3 bilhões.
LAVOURAS – Em lavouras, o Paraná alcançou o terceiro maior valor no quando geral, (R$ 39 bilhões), atrás do Mato Grosso (R$ 51,4 bilhões) e São Paulo (R$ 45 bilhões). Segundo o Mapa, o melhor desempenho desse setor ficou com o milho, cujo VBP foi de R$ 41,3 bilhões, seguido da soja, de R$ 106,4 bilhões. Também se destacaram a cana-de-açúcar (R$ 50,3 bilhões), o café (R$ 19,4 bi) e algodão (R$ 13 bi). Na pecuária, a carne bovina liderou com R$ 73,8 bilhões, seguida da do frango (R$ 49,8 bi) e leite (R$ 27,8 bi).
PREÇOS – Ainda de acordo com o Mapa, o ano passado ficou caracterizado pelos baixos preços agrícolas. A maior parte dos produtos teve cotações abaixo das registradas em 2014. Quedas fortes foram observadas em amendoim (-14,9 %), arroz (-7,9 %), batata-inglesa (-6,1), cana-de-açúcar (-6,7 %), laranja (-4,3 %), mandioca (-10,4 %), uva (-19,7 %) e leite (-7,3%).
PROJEÇÃO - Para 2015, o ministério projeta VBP de R$ 503,57 bilhões, dos quais cerca de R$ 122 bilhões devem vir das lavouras de soja. Bons resultados também são esperados para a carne bovina e de frango, de R$ 72 bi e R$ 52,5 bi, respectivamente. (Fonte: Sistema Ocepar com informações do Mapa)
Florianópolis (21/1) – Um perigo real e iminente assusta o agronegócio catarinense, representada no grave quadro de super encarecimento de milho que assola violentamente as maiores cadeias produtivas de Santa Catarina e ameaça causar pesados e irreversíveis prejuízos à avicultura e à suinocultura. Desemprego na indústria, insolvência de criadores e quebradeira de empresas são os efeitos temíveis se a crise não for contornada.
Documento endereçado aos governos do estado e da União e firmado pelos presidentes da Ocesc, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (José Zeferino Pedrozo) e Coopercentral Aurora Alimentos e diretoria de agronegócio da Fiesc (Mário Lanznaster) relata a raiz da crise e reivindica ações imediatas.
Os principais agentes econômicos dessas cadeias produtivas – os produtores rurais e as agroindústrias – foram surpreendidos pelas rápidas e imprevisíveis mudanças do mercado, o que fez o preço do milho saltar de R$ 27,00 a saca em outubro para R$ 42,00 em janeiro deste ano, marcado por forte e persistente viés de alta.
Esse espantoso aumento superior a 50% em apenas 90 dias tem origem na taxa cambial, fruto da gestão macroeconômica do Governo Federal, que instituiu um novo parâmetro nesse mercado: “o preço do porto”. A rigor, nesse momento, não há escassez nem excesso de milho no mercado, mas a opção pela exportação drenou 30 milhões de toneladas do mercado doméstico para o mercado internacional. Dessa forma, os criadores de aves e suínos e as indústrias pagam, desde o ano passado, o valor correspondente à cotação internacional para comprar milho destinado a sua transformação em carne.
Os dirigentes assinalam que a procura mundial pelo grão tornou o Brasil o segundo maior exportador de milho do mundo, arrecadando bilhões em divisas externas. Mas isso tem um preço: a produção interna de carnes sofre pela elevação do custo. O milho existe no mercado, mas seu preço é absurdamente elevado: a saca está sendo vendida a até R$ 46 reais em algumas regiões.
Essa situação afeta todo o País, porém, é mais grave em Santa Catarina que está longe de obter autossuficiência em milho. Aliás, o Estado é o maior comprador de milho dentro do Brasil. Santa Catarina possui o mais avançado parque agroindustrial do País, representado pelas avançadas cadeias produtivas da avicultura e da suinocultura. Essa fabulosa estrutura gera uma riqueza econômica de mais de 1 bilhão de aves e 12 milhões de suínos por ano, sustenta mais de 150 mil empregos diretos e indiretos e gera bilhões de reais em movimento econômico.
PRODUÇÃO DESPENCA EM SC
Nesse cenário de intenso consumo de milho, a produção desse cereal cai continuamente há dez anos. Em 2005, 106 mil produtores rurais catarinenses cultivavam 800 mil hectares com milho e colhiam entre 3,8 e 4 milhões de toneladas. Nessa década, a área plantada foi se reduzindo paulatinamente e, em 2015, foram cultivados 340 mil hectares de lavouras para uma produção estimada em 2,5 milhões a 3,0 milhões de toneladas. (Cerca de 40% desse volume nem sai da propriedade e é transformada em silagem para nutrição do gado leiteiro).
Esse quadro representa uma equação perigosa: para um consumo de 6 milhões de toneladas haverá uma produção interna de 2,5 milhões e, portanto, uma necessidade de importação de 3,5 milhões de toneladas de milho. Insumo escasso representa encarecimento para os produtores rurais e para as agroindústrias. A conjugação de uma série de fatores contribuiu para chegarmos a esse ponto, com redução tão drástica da produção. Os produtores migraram para a soja, um produto com grande liquidez no mercado de commodities, menor custo de produção e melhor remuneração final aos agricultores.
A OCESC, FAESC e AURORA alertam que “o elevadíssimo custo do milho está inviabilizando dezenas de pequenas e médias indústrias frigoríficas e tornando insolventes milhares de produtores rurais.” E advertem que o governo cometerá um grave erro se considerar essa crise apenas “um problema do mercado”. A avicultura industrial e a suinocultura industrial são os setores que empregam intensa mão de obra no campo e nas indústrias de processamento.
MEDIDAS - As entidades reivindicam duas medidas urgentes formalizadas em documento entregue ao governador Raimundo Colombo nessa quarta-feira, em Chapecó, que se comprometeu em levar ao governo federal. Uma, é a intervenção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no sentido de abrir leilões para venda de milho e promover a transferência dos estoques do centro-oeste brasileiro para o sul. A outra, é a concessão de subsídio de R$ 10 reais por saca de milho transportada do centro-oeste para Santa Catarina a ser deduzida dos créditos de PIS e Cofins que as indústrias da carne têm junto à Receita Federal.
Os dirigentes foram categóricos: “Precisamos estancar rapidamente essa crise do milho, caso contrário, milhares de produtores e muitas agroindústrias de pequeno e médio porte sucumbirão. Isso representará milhares de novos desempregados na cidade e nova onda de êxodo rural no campo”.
Zordan, Pedrozo e Lanznaster asseveram que não são contrários ao produtor de milho ser bem remunerado, mas, explicam, “precisamos de mecanismos para evitar que esses custos tenham reflexo no aumento do preço da carne e na inflação”.
Lembram que, em 2011/2012, crise semelhante ocorreu provocada por outros fatores, e o governo federal permaneceu absolutamente inerte, indiferente e apático. Em consequência, milhares de criadores quebraram, dezenas de agroindústrias caminharam para o precipício e fecharam ou foram incorporadas aos grandes grupos econômicos – em um processo de concentração industrial sem precedentes. (Fonte: Assimp Sistema Ocesc)
Brasília (21/1) – Os efeitos do El Niño geram excesso de chuva para algumas regiões e escassez para outras. Com isso, as lavouras de arroz e feijão também têm sido afetadas negativamente, além da soja, avalia a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A área de plantio com arroz deve encolher 6,6% na safra 2015/2016, para 2,14 milhões de hectares. Há atraso na instalação das lavouras, nos principais estados produtores, diante da situação climática adversa, informam os técnicos da estatal.
O maior rizicultor do país, Rio Grande do Sul, chegou a receber representantes do Ministério da Agricultura para negociar a redução dos danos trazidos pela chuva. Só o Rio Uruguai já apresentou seis enchentes durante os períodos de preparo e semeadura, informa a Conab. Em consequência, a produção de arroz desta temporada deve diminuir 6,5%, para cerca de 11,63 milhões de toneladas, ante as 12,44 milhões de toneladas obtidas no período anterior.
O cultivo da primeira safra de feijão da temporada 2015/ 2016 foi praticamente concluído, com significativo atraso em virtude das adversidades climáticas. O grão deve apresentar uma redução de 0,9% na área plantada, mas um aumento médio de 7,1% na colheita.
No caso do algodão, a produção da fibra deve alcançar 1,50 milhão de toneladas, o que significa uma retração de 4% quando comparada ao volume do ciclo anterior. Neste caso, o dólar alto pesou muito sobre o preço dos insumos, que representam, aproximadamente, 55% do custo total. Esse saldo traz pouca remuneração ao cotonicultor, diz a Conab. (Fonte: Jornal DCI)
O
O Sistema OCB/AM divulga seu calendário de atividades do I semestre de 2016.
O calendário pode ser baixado no nosso site no link:
https://ocbam.coop.br/blog/wp-content/uploads/2015/06/Final-cal..pdf
O
O Sistema OCB/AM divulga seu calendário de atividades do I semestre de 2016.
O calendário pode ser baixado no nosso site no link:
https://ocbam.coop.br/blog/wp-content/uploads/2015/06/Final-cal..pdf
Cuiabá (19/1) – A agenda de trabalho 2016 do Programa leite a Pasto - Educação Continuada, executado pelo Sistema OCB/MT, teve início ontem, na Cooperativa Agropecuária Mista Terra Nova (Coopernova), localizada no município de Terra Nova do Norte. A cidade dista da capital mato-grossense pouco mais de 640 quilômetros. No decorrer do ano, a Coopernova terá mais dois encontros: o primeiro está previsto para ocorrer entre os dias 16 e 20 de maio. O segundo, está marcado para o período de 12 a 16 de setembro.
CAMPILEITE – A Cooperativa dos Produtores de Leite de Campinápolis começa sua agenda com as atividades do Programa Leite a Pasto no mês de fevereiro, no período de 15 a 19. Os outros dois encontros serão realizados em junho, de 20 a 24; e, o outro, no mês de outubro, entre 17 a 21. A cooperativa fica na cidade de Campinápolis, distante 560 km de Cuiabá.
COOPNOROESTE – Em março, no período de 14 a 18, será a vez da Cooperativa Agropecuária do Noroeste Mato Grosso. Os demais encontros serão realizados em julho, entre 11 a 15; e outro em novembro, no período de 21 a 25. A Coopnoroeste, que fica no município de Araputanga, a pouco mais de 350 km de Cuiabá, foi a cooperativa onde o Programa Leite a Pasto iniciou e posteriormente estendido para as demais cooperativas de laticínios presentes nos principais polos de produção de Mato Grosso.
SAIBA MAIS – O Leite a Pasto é parte integrante do Programa de Desenvolvimento de Conhecimento Estratégico da Cadeia do Leite em Cooperativas de Laticínios do Estado de Mato Grosso. Seus objetivos são: promover o conhecimento, desenvolver estratégias e ações para enfrentar os desafios impostos pelos mercados globalizados, promovendo o crescimento mútuo dos cooperados e cooperativas do ramo agro familiar. O Programa entra em 2016 no terceiro ano de execução, onde estão previstos cinco anos de duração. (Fonte: Assimp Sistema OCB/MT)
"Pedro Afonso (19/1) – O município de Pedro Afonso, já conhecido por ser um dos maiores produtores de soja do Tocantins, em breve pode se destacar na produção de mandioca e frutas, em grande escala. Este é o resultado esperado com o desenvolvimento dos projetos Rede de Multiplicação e Transferência de Manivas – semente de mandioca com qualidade genética e fitossanitária) e Produção Integrada de Frutas (PIF).
Ambos objetivam o desenvolvimento da produção de mandioca e da fruticultura na região de Pedro Afonso, por meio da realização de ações de fomento, disseminação de tecnologias, capacitação de produtores, monitoramento e comercialização da produção. Os beneficiados são produtores da agricultura familiar, que cultivam terras em pequenas propriedades como chácaras e sítios.
REALIZAÇÃO – A iniciativa é desenvolvida pela Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (Coapa) e Secretaria de Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), por meio de um convênio de cooperação técnica, e ainda tem a parceria da Embrapa Pesca e Aquicultura, Embrapa Mandioca Fruticultura, Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins (Ruraltins). A intenção, também, é que a Prefeitura de Pedro Afonso apoie o projeto.
Em uma área com dois hectares na Fazenda São Pedro, localizada a 50 km de Pedro Afonso, cedida pelo agricultor Evanis Roberto Lopes, foi implantado um campo experimental. Atualmente são cultivadas 49 variedades de mandioca, sendo que apenas três vieram de outros estados (RS, BA e MT), além de 12 variedades de banana, sete de maracujá, três de mamão, duas de abacaxi (uma resistente a fusariose), duas de café e uma coleção de citros. Em breve chegarão mais 23 variedades de mandioca indexadas (livres de pragas e doenças), além de outras 16 variedades de maracujá.
Segundo o técnico agrícola Fernando Antônio Teixeira, que acompanha o experimento em Pedro Afonso, os materiais são melhorados geneticamente por pesquisadores da Embrapa Cruz das Almas (BA). Depois que ficam livres de pragas e doenças, as mudas são enviadas para Pedro Afonso, onde se testa a adaptação à região na área experimental. O passo seguinte será a entrega gratuita das mudas aos agricultores, que também terão assistência técnica sem nenhum custo.
BENEFÍCIOS PARA O PEQUENO
O clima é de otimismo em relação aos resultados a serem alcançados com os projetos Rede de Multiplicação e Transferência de Manivas (Reniva) e o Produção Integrada de Frutas. Os representantes das instituições destacam que os pequenos agricultores, além de terem acesso às mais modernas tecnologias, ainda poderão contar com benefícios econômicos e sociais.
“As pesquisas são totalmente focadas na sustentabilidade do pequeno agricultor. Eles vão contar com novas tecnologias e variedades livres de pragas. A intenção é que produzam mais, garantam a alimentação da família e ainda melhorem a renda com a venda da produção excedente”, explica o presidente da Coapa, Ricardo Khouri.
O diretor de Políticas para a Agricultura e Agronegócio da Seagro, José Américo Vasconcelos, ressalta que os projetos são importantes porque levam técnicas modernas aos agricultores familiares. “Na área da mandiocultura visamos, ainda, oferecer uma seleção e multiplicação de variedades mais produtivas e livres de pragas e doenças, e na fruticultura demonstrar, por meio de vitrines, o manejo apropriado de cada cultura”, detalhou.
RESULTADO – Alexandre Aires de Freitas, chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Aquicultura e Pesca, lembra que o trabalho feito em parceria com a Coapa e outras instituições parceiras é mais efetivo já que atende uma demanda apresentada diretamente pelos produtores locais. O pesquisador destaca, ainda, que o experimento permite selecionar as melhores variedades de mandioca e frutas que se adaptam à região. “Quem ganha é o produtor que tem variedades mais produtivas e resistentes”, avalia Alexandre Freitas.
AGROINDÚSTRIA – Para o agricultor Evanis Roberto Lopes, o desenvolvimento dos projetos pode contribuir para atender um antigo anseio dos agricultores: a implantação de uma pequena agroindústria para beneficiar a produção regional.
Com a experiência de 12 anos trabalhando com agricultura familiar, inclusive em países africanos, o técnico agrícola Fernando Teixeira lembra que a implantação do Reniva pode colaborar para aumentar a produtividade de mandioca em Pedro Afonso. Atualmente a média de produção é de quatro a cinco toneladas por hectare, número que segundo ele, pode dobrar já no primeiro ano de plantio.
“Além disso, os projetos com a mandioca e frutas ajudarão a manter o homem do campo em sua propriedade e até trazer de volta àqueles que foram para a cidade por falta de opção”, lembrou o técnico.
JORNADA – Os resultados dos experimentos com mandioca e frutas serão apresentados em uma jornada tecnológica no próximo mês de março, em data a ser definida, quando técnicos irão prestar informações sobre resistência a pragas e doenças, produtividade, manejo, entre outros dados relevantes. A intenção é que algumas mudas de mandioca indexadas sejam entregues a agricultores para uma fase de testes de adaptabilidade. (Fonte: Assimp Sistema OCB/TO)
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O presidente do Sistema OCB/ AM Petrucio Pereira de Magalhães Junior recebeu nesta sexta – feira dia 08 de janeiro de 2016 na casa do cooperativismo, para uma reunião o secretário Executivo de Pesca e Aquicultura (Sepa), Geraldo Bernardino, José Leles representante do secretário de Estado de Produção Rural do Amazonas (SEPROR) Sidney Leite e o ilustre ex- presidente do Sistema OCB/ AM o Sr. Vasco Ribeiro para debater sobre a constituição de uma cooperativa para administrar entreposto público. O presidente Petrúcio falou sobre os benefícios de participar de uma cooperativa e de como é sua administração além de citar outros casos de sucesso do cooperativismo amazonense, também explicou que a necessidade de constituir uma cooperativa tem que partir de um grupo com objetivo comum.

Os alunos das duas turmas do programa Aprendiz cooperativo retornam as aulas após recesso de fim de ano do Sistema OCB/ AM para as aulas do módulo de informática que será ministrado pelos professores Jackson Filho e Fredson Pereira.
O presidente do Sistema OCB/ AM Petrucio Pereira de Magalhães Junior recebeu nesta sexta – feira dia 08 de janeiro de 2016 na casa do cooperativismo, para uma reunião o secretário Executivo de Pesca e Aquicultura (Sepa), Geraldo Bernardino, José Leles representante do secretário de Estado de Produção Rural do Amazonas (SEPROR) Sidney Leite e o ilustre ex- presidente do Sistema OCB/ AM o Sr. Vasco Ribeiro para debater sobre a constituição de uma cooperativa para administrar entreposto público. O presidente Petrúcio falou sobre os benefícios de participar de uma cooperativa e de como é sua administração além de citar outros casos de sucesso do cooperativismo amazonense, também explicou que a necessidade de constituir uma cooperativa tem que partir de um grupo com objetivo comum.

Os alunos das duas turmas do programa Aprendiz cooperativo retornam as aulas após recesso de fim de ano do Sistema OCB/ AM para as aulas do módulo de informática que será ministrado pelos professores Jackson Filho e Fredson Pereira.
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O presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Magalhães Jr. fez a entrega do Certificado de Registro Provisório ao presidente da Cooperativa de Zeladores de Veículos do Estado do Amazonas – COOPROZEVAM, Sr. Francisco Pinheiro do Nascimento. Na oportunidade o presidente Francisco Nascimento, informou que está discutindo uma proposta de parceria com a Prefeitura de Manaus na implantação de um sistema estacionamento rotativo chamado de “Zona Azul”.
A COOPROZEVAM foi constituída com 28 cooperados, “todos impulsionados pela vontade de mudar a imagem do guardador de carro na cidade”, disse o presidente Francisco Pinheiro. A cooperativa atuará em primeiro momento no centro da cidade com a perspectiva de ampliar para toda Manaus, os cooperados irão atuar uniformizados e com identificação (crachá), além da atividade de guardar veículos a cooperativa tem planos futuros de vender acessórios, lavar e higienizar veículos, contudo o presidente Petrucio também debateu a possibilidade da cooperativa desenvolver um projeto de manobrista VIP, com estacionamento rotativo, para área comercial da cidade.
Petrucio ressaltou também a importância da cooperativa participar ativamente das capacitações e eventos de promoção social promovidos pelo Sistema OCB, “pois, juntos somos mais fortes, destacou”

