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Sistema OCB e BNDES firmam Acordo de Cooperação Técnica

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Documento representa um importante passo em direção à ampliação da competividade das cooperativas agropecuárias brasileiras

Brasília (19/12) – O movimento cooperativista passa a contar, a partir de hoje, com um novo parceiro: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e o diretor da instituição financeira, Guilherme Lacerda, assinaram no fim desta manhã um Acordo de Cooperação Técnica, visando ao aumento da competitividade das cooperativas do Ramo Agropecuário, por meio de recursos captados junto ao Banco.

A cerimônia ocorreu na Casa do Cooperativismo, em Brasília e contou com a participação do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, do presidente e do superintendente da OCB/ES, Esthério Colnago e Carlos André Santos, respectivamente, além do superintendente Marcelo Porteiro e do gerente Caio Barbos, ambos do BNDES.

Para o presidente do Sistema OCB, contar com o apoio do BNDES é de extrema relevância considerando o momento atual do setor. “As cooperativas estão crescendo muito e o setor deverá crescer ainda mais, tendo em vista que esse é um dos nossos objetivos estratégicos. Ter equipes que conheçam os produtos do BNDES, que podem beneficiar as cooperativas, vai fortalecer bastante o nosso processo de desenvolvimento”, comenta Márcio Freitas.

Para o líder cooperativista, o Acordo de Cooperação Técnica fortalece o relacionamento institucional entre as casas e “é mais um importante passo para acelerar o ritmo de desenvolvimento de nossas cooperativas agropecuárias, uma vez que visa a divulgação permanente e atualizada das políticas e formas de atuação do BNDES para a promoção do acesso das cooperativas às suas linhas de financiamento.”

TRANSPARÊNCIA – “Quando o BNDES empresta um recurso, é muito importante que seja evidenciada a transparência do tomador, para sabermos que o recurso será, de fato, aplicado. O que temos observado é que as cooperativas são muito transparentes, por isso elas são prioridade.” Marcelo Porteiro, superintendente do BNDES

EFICÁCIA – “Temos uma equipe muito entusiasmada em relação às cooperativas. É por isso que precisamos encontrar maneiras de incluí-las no mercado de capitais, por exemplo. Para além disso, precisamos criar estruturas que não dependam de pessoas, para que os processos continuem beneficiando os públicos-alvo das nossas ações.” Guilherme Lacerda, diretor do BNDES.

Dentre os pontos principais do Acordo de Cooperação estão os seguintes:

- O BNDES oferecerá programa de treinamento aos colaboradores do Sistema OCB, que tenham vinculação com o Ramo Agropecuário, com a intenção de que eles sejam os multiplicadores sobre as formas de apoio do banco ao setor;

- As instituições elaborarão, em conjunto, material de divulgação sobre as formas de apoio do BNDES destinadas às cooperativas agropecuárias e seus cooperados;

- As instituições também se comprometem a repassar informações sobre seus bancos de dados, uma à outra.

FORTALECIMENTO – Com vigência de 60 meses, o acordo de cooperação técnica é um importante passo do setor, porque permitirá adequar e disseminar as linhas de financiamento público para o investimento, custeio e capital de giro das cooperativas agropecuárias, permitindo que os associados em cooperativas possam se fortalecer por meio da economia de escala e abrindo a possibilidade para que estes atuem em condições de igualdade em relação às sociedades empresárias.

RECURSO – Atualmente, o BNDES possui diversas linhas de financiamento, voltadas às cooperativas agropecuárias, como o Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap-agro), o Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), o Pronaf Agroindústria Investimento e o BNDES PSI. Desde 2009, o banco já desembolsou mais de R$ 13 bilhões para cooperativas por meio dos seus diversos Programas.

BANCO – O BNDES é hoje o principal instrumento de financiamento de longo prazo para a realização de investimentos em todos os segmentos da economia, em uma política que inclui as dimensões social, regional e ambiental. Desde a sua fundação, em 1952, o BNDES se destaca no apoio à agricultura, indústria, infraestrutura e comércio e serviços, oferecendo condições especiais para micro, pequenas e médias empresas. O Banco também vem implementando linhas de investimentos sociais, direcionados para educação e saúde, agricultura familiar, saneamento básico e transporte urbano.

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Unicred Santa Catarina comemora 20 anos nesta sexta-feira

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Florianópolis (12/12) – As duas décadas de atividades da Unicred Central Santa Catarina serão comemoradas logo mais às 20h30, no Iate Clube Veleiros da Ilha, em Florianópolis. Para marcar a data, a Central lança o livro “Registrar a História para Preparar o Futuro”, que mostra a evolução da cooperativa com o passar dos anos, atualmente com mais de 50 mil cooperados e R$ 2 bilhões em recursos totais, ocupando o 1º lugar no Ranking Nacional do Sistema Unicred.

O evento reunirá dirigentes, cooperados, equipe de colaboradores e parceiros. O presidente da cooperativa, Jorge Abi Saab Neto, no seu segundo mandato à frente da instituição, destaca a importância do livro, que reconhece e valoriza o Sistema Unicred e o cooperativismo de crédito, que tem solo fértil em Santa Catarina. “A finalidade é satisfazer o cooperado, que é a nossa razão de existir. Além disso, temos consciência de que não adianta apenas crescer numericamente. É preciso evoluir com sustentabilidade, transformando números em reais benefícios aos associados”.

O livro foi organizado através de entrevistas junto aos fundadores e os dirigentes que deram os primeiros passos da Unicred no estado. Programas desenvolvidos e benefícios oferecidos aos cooperados também são registrados na edição, através de uma linha do tempo que narra as conquistas alcançadas em 20 anos. Por fim, a obra apresenta as peculiaridades e a evolução de cada uma das seis Singulares da Cooperativa: Florianópolis, Blumenau, Sul Catarinense, Litoral e Norte, Oeste e Serra e Coomarca. (Fonte: Assessoria de Imprensa Unicred – Assimp Sistema Ocepar)

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Diretriz Nacional de Comunicação é apresentada a profissionais do Sistema OCB

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Mais de 40 assessores participaram de encontro na sede do Sistema OCB, em Brasília


Brasília (10/11) – Profissionais que atuam na área de comunicação de 23 unidades estaduais, mais o Distrito Federal, participaram,  em Brasília, do Encontro de Comunicadores do Sistema OCB. O grupo técnico conheceu e debateu a Diretriz Nacional de Comunicação, cujo objetivo é servir como norteador das ações tanto no âmbito nacional quanto estadual, visando ao fortalecimento do cooperativismo brasileiro.

O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, destacou o papel importante da comunicação social nos posicionamentos estratégicos do movimento cooperativista nacional. “A área de comunicação  é fundamental para o desenvolvimento do setor, na medida em que se torna uma ferramenta vital de divulgação e, mais ainda, de defesa dos interesses das nossas cooperativas. É com muita união, transparência e diálogo que vamos alcançar o objetivo de tornar o cooperativismo reconhecido por sua competitividade, integridade e capacidade de promover a felicidade dos cooperados até 2025”, comenta Nobile citando a visão do Planejamento Estratégico do Sistema OCB.

A Diretriz Nacional foi apresentada pela gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke. Ela explicou que o documento foi elaborado pelos integrantes do Conselho de Comunicação, com apoio da empresa de consultoria Macroplan. “Essa diretriz leva em consideração as características regionais, apresentadas pelos conselheiros e pretende ser uma grande ferramenta de melhoria do nosso trabalho, com vistas à consolidação da marca sistêmica”, comenta a gerente.

Segundo ela, o Conselho de Comunicação, formado pela Diretoria e por profissionais que representam as regiões do país, entende que é essencial que a comunicação seja trabalhada de forma estratégica e planejada, pois fortalece a identidade do Sistema OCB e melhora o relacionamento com seus públicos. Uma comunicação melhor permitirá que a sociedade reconheça os diferenciais do cooperativismo e se identifique com os princípios do setor.

Para se chegar às linhas da Diretriz, foram realizadas pesquisas via web e presenciais, coletadas informações nos fóruns regionais de comunicação, no Congresso Brasileiro do Cooperativismo e, por meio dos questionários enviados a cooperativas indicadas pelo Conselho. Com isso, as áreas de comunicação têm, diante de si, quatro grandes desafios a serem superados:

1 – Ampliar o conhecimento que a sociedade tem do cooperativismo e seus princípios e valores;
2 – Integrar e alinhar a comunicação e o discurso institucional;
3 – Respeitar as diversidades do cooperativismo e suas instituições;
4 – Aumentar o reconhecimento que a sociedade possui em relação ao papel do Sistema OCB.

MAPA – De acordo com o documento, a superação desses desafios será a base do Mapa Estratégico da Diretriz, que pretende:
1 – Consolidar a imagem do cooperativismo como um bom negócio;
2 – Despertar e fortalecer o orgulho de ser cooperativista;
3 – Ampliar o grau de conhecimento sobre os diferenciais do cooperativismo;
4 – Alinhar a comunicação e o discurso institucional do Sistema OCB;
5 – Promover as instituições que compõem o Sistema OCB e seus papeis.

PORTAS ABERTAS – No primeiro dia do encontro (6/11), os comunicadores participaram do projeto Portas Abertas, realizado pela Gerência de Relações Institucionais do Sistema OCB. Além de conhecer a estrutura e o funcionamento das três casas – OCB, Sescoop e CNCoop – os técnicos da comunicação social também ampliaram seus conhecimentos a respeito do Congresso Nacional, onde foram o foco de uma visita guiada. O grupo conheceu ainda a área de comunicação da Embrapa, sua editora de livros técnicos e os estúdios de programas de TV e rádio.

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Banco Central realizará seu VI Fórum em Santa Catarina

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Florianópolis (31/10) – Estão abertas as inscrições para o VI Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, que será realizado entre os dias 17 e 19 de novembro, no Centro de Eventos ACM, em Florianópolis (SC). A inscrição é gratuita e pode ser feita no site do evento. As vagas são limitadas e o período de inscrições encerra-se no dia 24 de outubro, às 18h.

Ao final do processo de inscrição, o participante receberá um e-mail de confirmação ou, caso as vagas estejam esgotadas, de informação de que está em lista de espera. Se houver desistência, será enviada nova mensagem de confirmação.

Durante o VI Fórum, promovido pelo Banco Central, serão debatidos os avanços na promoção da inclusão financeira no Brasil e no mundo, com destaque para as inovações em relação a instrumentos de poupança e ao provimento de crédito para micro e pequenos negócios.

As cooperativas interessadas em participar devem fazer a inscrição e providenciar hospedagem. O site do evento lista os hotéis mais próximos do Centro de Evento da ACM. O Sicoob Central SC se colocou à disposição para ajudar as cooperativas por meio do e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..

Serviço:
O quê: VI Fórum Banco Central
Quando: 17 a 19 de novembro
Onde: Centro de Evento ACM - Rodovia SC 401, km 04, 3.854, bairro Saco Grande, Florianópolis/SC
Inscrições: até o dia 24 de outubro, pelo site

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Florianópolis recebe VI Fórum Banco Central

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Florianópolis (21/10) – Estão abertas as inscrições para o VI Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, que ocorrerá entre os dias 17 e 19 de novembro, no Centro de Eventos ACM, em Florianópolis. A inscrição é gratuita e pode ser feita no site do evento. As vagas são limitadas e o período de inscrições encerra-se no dia 24 de outubro, às 18h.

Ao final do processo, o participante receberá um e-mail de confirmação ou, caso as vagas estejam esgotadas, de informação de que está em lista de espera. Se houver desistência, será enviada nova mensagem de confirmação.

Durante o VI Fórum, promovido pelo Banco Central, serão debatidos os avanços na promoção da inclusão financeira no Brasil e no mundo, com destaque para as inovações em relação a instrumentos de poupança e ao provimento de crédito para micro e pequenos negócios.

As cooperativas interessadas em participar devem fazer a inscrição e providenciar hospedagem. O site do evento lista os hotéis mais próximos do Centro de Evento da ACM. O Sicoob Central SC se colocou à disposição para ajudar as cooperativas por meio do e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..

PROGRAMAÇÃO

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Brasil leva 85 empresas ao maior evento de alimentos do mundo

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Brasília (15/10) – A Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) será a responsável pela presença do Brasil no maior evento de alimentos e bebidas do mundo, o SIAL 2014, que acontece em Paris, França, entre 19 e 23 de outubro. A Agência levará 85 empresas e cooperativas de diversos setores, como cafés, carnes bovina, de frango e suína, alimentos gerais (doces, chocolates, castanhas, produtos gourmet, massas), lácteos e bebidas para expor seus produtos em quatro pavilhões da feira. A expectativa é superar a marca de US$ 1 bilhão em negócios realizados.

A União Europeia é um mercado prioritário para a Apex-Brasil. As exportações brasileiras de agronegócios foram de aproximadamente US$ 99,96 bilhões em 2013, dos quais 22% teve como destino a União Europeia. O setor agrícola desempenha um papel importante para a economia brasileira, respondendo por 23% do PIB e 41% das exportações totais do país.

Além da exposição de produtos e das reuniões de negócios, a Agência levará a Paris dois restaurantes – um para degustações de carne bovina e outro para carne de frango –, um túnel sensorial com informações do setor de carnes (desenvolvido em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne – Abiec) e um espaço batizado de Brazilian Lounge, onde os visitantes poderão acompanhar eventos temáticos gastronômicos brasileiros e experimentar produtos.

A Agência levará ao conjunto de pavilhões brasileiros na feira o conceito Brasil Beyond Flavors, que comunicará aos visitantes um país além dos estereótipos já reconhecidos de Brasil, destacando produtos inovadores, sustentáveis e saudáveis – que possuem forte apelo com o público europeu. Além disso, uma parceria com a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) permitirá que os pavilhões nacionais sirvam café especiais aos visitantes.

“O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos e bebidas do mundo. Teremos no SIAL 85 empresas que levarão muita qualidade, sustentabilidade e tecnologia a Paris. Nossa presença alavancará os negócios e as exportações brasileiras não só para a Europa, mas também para o Oriente Médio e para a Ásia, que mandam muitos compradores para a França”, diz o presidente da Apex-Brasil, Mauricio Borges. (Assimp Apex-Brasil)

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Unicred Bandeirante realiza plantio de árvores

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São Paulo (7/10) – A Unicred Bandeirante realizou o plantio de árvores, em Americana, no sábado (27/9), e repôs na natureza uma parte do que consome diariamente por meio de papel, copos descartáveis, energia, combustível e água. Essa é uma ação, que está inserida no Programa Crédito de Carbono.

Mesmo com a chuva, colaboradores, familiares e cooperados fizeram questão de estarem presentes e participar dessa linda ação. Foram plantadas 500 mudas de várias espécies de árvores, em terreno que a Prefeitura de Americana destina para o reflorestamento.

É importante destacar que a Unicred Bandeirante, de forma espontânea, decidiu fazer parte do Programa Carbono Zero, e desta forma, contribuir com a natureza.

Na ocasião, também estiveram presentes o presidente do Conselho de Administração da Unicred Bandeirante, Armando Lazzaris Fornari, o secretário do Meio Ambiente de Americana, Luis Antonio de Souza Neto e o vereador, Ulisses Silveira. (Unicred Bandeirante)

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Documentário produzido pela Coopas conquista prêmio internacional

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Rio de Janeiro (26/9) – O documentário “De Volta”, uma coprodução da Cooperativa de Trabalho de Produção Audiovisual de Saúde, Saneamento e Meio Ambiente (Ccoopas), e do Canal Futura - Fundação Roberto Marinho, recebeu o Prêmio Especial do Júri, em Qinghai, na China, em setembro, na categoria sociedade, no “Jade Kunlun”, um dos maiores festivais de documentários existentes no país.

Esta foi a sexta premiação internacional do filme, que já ganhou prêmios na América Latina, Finlândia, Itália, India e no Uruguai. “De volta” aborda quatro dias atípicos na vida de quatro brasileiros: o período da saída temporária do presídio na época do Natal até o retorno.

O documentário segue a rotina de liberdade de Leandro, Sonia, Midiã e Anderson e seus reencontros, os lugares revisitados, as expectativas, as surpresas e as decepções.

Com apoio da Pastoral Carcerária do Rio de Janeiro, da SEAP - Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e da VEP - Vara de Execuções Penais, em dezembro de 2012 a equipe da Coopas entrevistou diversos detentos que teriam direito à saída temporária de Natal daquele ano, selecionando as quatro histórias que são apresentadas no filme. ASSISTA

A IDEIA – Diretor do documentário, Rafael Figueiredo conta como surgiu a ideia de mostrar a questão prisional no Brasil pelos olhos daqueles que a vivenciam.

“Comecei a ler e a pensar sobre a saída temporária e como ela pode ser uma janela de tempo que serve para falar sobre uma série de questões. Percebi como as pessoas que têm poucos dias de liberdade podem nos dar relatos muito interessantes e vivos e têm uma percepção muito pontual do que é a liberdade e do que é importante para cada um na vida”, disse Rafael.

Em 2007, ele dirigiu “A peste da Janice”, curta-metragem premiado nos festivais de Gramado, Bahia, Cartagena e Huelva e, em 2009, “Groelândia”, melhor filme nos festivais de Huelva e La Plata.

Produtora executiva da Coopas, Paula Lagoeiro relata como foi o processo de produção: “Entrevistamos cerca de 60 pessoas, 40 homens e 20 mulheres, até chegarmos a estes quatro personagens. Houve desencontros, problemas de comunicação entre os presos e seus familiares, muitos desistiram no meio do caminho. Só tivemos acesso a essas pessoas dez dias antes da saída de Natal. Em termos de produção, era tudo ou nada. Apostamos todas as nossas fichas e tivemos muita sorte ao encontrar quatro histórias tão interessantes”, destacou.

“O documentário é lindo e emocionante. Passa a densidade carregada de tensão como um fio desencapado, prestes a cintilar com o brilho de uma urgência iminente e incandescente que ameaça incendiar a narrativa. O espectador permanece ligado, à espera do estampido que anuncia o cataclismo. A crise explosiva, reeditando crimes arcaicos, é sucessivamente postergada. O tempo parece suspenso no varal, imóvel, congelado ao vapor de um verão de chumbo, que se infiltra, vermelho e minucioso, nas rugas úmidas, nos vincos domésticos”, destacou o antropólogo, cientista político e escritor, Luiz Eduardo Soares , Co-autor dos best-sellers Elite da Tropa 1 e 2, à época do lançamento, em abril de 2013.

JADE KUNLUN - O Festival busca promover o debate sobre cultura, meio ambiente e a coexistência entre o ser humano e a natureza, além de encorajar a diversidade cultural. Destina seu foco para as regiões de montanha, buscando imagens originais e a preservação da memória da humanidade.

O festival possui três categorias: Antropologia, Sociedade e Natureza.

Cada categoria possui os seguintes prêmios: Grande Prêmio, Melhor Documentário de longa e curta-metragem, Prêmio Especial do Júri, Melhor Diretor e Melhor Fotografia

COOPAS - Criada em 1997, a Cooperativa de Trabalho de Produção Audiovisual de Saúde, Saneamento e Meio Ambiente - COOPAS é especializada em produzir conteúdos na área da saúde, que inclui temas como qualidade de vida e bem estar, políticas públicas do setor, ciência e tecnologia, comportamento, educação, cultura e meio ambiente e sustentabilidade.

Seu principal cliente e parceiro há mais de 20 anos é o Canal Saúde, um canal de televisão público da Fundação Oswaldo Cruz/ Ministério da Saúde.

(Fonte: Assimp Sistema OCB/RJ)

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Encontro de Presidentes de Cooperativas é realizado na cidade de Irecê

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Irecê (5/8) - Os presidentes, dirigentes e representantes das cooperativas da cidade de Irecê e região receberam na última sexta-feira, 1º/08, o Encontro de Presidentes de Cooperativas da Bahia 2014. O objetivo do evento foi oportunizar o diálogo e a troca de experiências entre os participantes. Além de construir conjuntamente propostas e ações para o desenvolvimento do cooperativismo na região.

O encontro realizado na cidade de Irecê faz parte do roteiro estabelecido pelo Sistema Oceb e foi prestigiado por 35 participantes, representando 13 cooperativas.

O presidente do Sistema Oceb, Cergio Tecchio, conduziu o encontro e enfatizou a importância da inovação no cooperativismo. "A questão da inovação é fundamental para o crescimento das cooperativas. Devemos ficar atentos ao que acontece em nossa volta e acompanhar as novas configurações econômicas e sociais." Além desse aspecto, outros pontos como o respeito a diversidade, valorização das pessoas e a transparência nos processos cooperativistas fizeram parte do discurso do presidente.

De acordo com o presidente da Copirecê, Walter Ney Dourado Rodrigues, esse evento é muito importante para o cooperativismo da região. "A Oceb está de parabéns em realizar esses encontros no interior. Temos a oportunidade de nos aproximar de outras cooperativas e iniciar um diálogo para possíveis parcerias."

Quem compartilha com o mesmo pensamento de Rodrigues é o presidente da Coomcg, Albérico Alves Oliveira. “Esses encontros devem continuar, pois é a oportunidade que temos para alinhar conhecimento e buscar parcerias para os nossos negócios.”

Para o presidente da Cooper grãos, Fausto Lima, todo evento produzido e oferecido pelo Sistema Oceb/BA deve ser aproveitado ao máximo. "Acho muito interessante participar desses eventos, pois aprendemos cada vez mais e durante os encontros praticamos a intercooperação de fato. Conversamos com outros presidentes, trocamos ideias e alinhamos questões referentes ao cooperativismo."

Durante o evento a campanha do Dia de Cooperar teve destaque. Os presentes puderam conferir o projeto desenvolvido pela Cooperativa de Ensino da Região de Irecê-Cooperil. A proposta da cooperativa é arrecadar notas e cupons fiscais e doar ao Hospital Aristides Maltez que atende pessoas com câncer.

Para idealizadora do projeto, Alaerte Aronia, a motivação para realizar essa campanha está no ato de ser solidário com o próximo. “Em Irecê a incidência de pessoas com câncer é grande e muitas recorrem ao Aristides Maltez para realizar tratamentos e uma forma que encontramos para colaborar com o hospital e com essas pessoas foi desenvolvendo esse trabalho de arrecadação de notas e cupons fiscais.”

Na oportunidade, Alaerte comenta sobre o Encontro de Presidentes. "Estou satisfeita com o que aconteceu hoje. As discussões estão focadas e o processo de renovação das ideias está acontecendo de forma madura. Acredito que iremos superar nossas dificuldades."

O Encontro de Presidentes de Cooperativas da Bahia 2014 continua na estrada e a próxima parada será em Vitória da Conquista. O evento está agendado para acontecer na sexta-feira, dia 8/8. (Assimp Sistema Oceb)

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Pesquisa aponta maior satisfação e valorização do agricultor na sociedade

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A segunda edição do Farm Perspective Study teve como principais conclusões o aumento do nível de confiança do agricultor como provedor de alimentos, desempenhando uma função necessária e essencial na sociedade e, também, uma maior satisfação do agricultor com o cenário atual da agricultura quando comparado ao resultado do estudo de 2011. A pesquisa foi encabeçada pela Unidade de Proteção de Cultivos da BASF para investigar e aferir as percepções e atitudes de consumidores e agricultores no que diz respeito à agricultura. A pesquisa foi conduzida pela empresa Market Probe e ouviu um pouco mais de 300 agricultores e 1000 consumidores brasileiros.

O PAPEL DO AGRICULTOR NA SOCIEDADE - No Brasil, os dois grupos de entrevistados estão mais alinhados quanto ao papel do agricultor na sociedade para a afirmação de que o "agricultor é um fornecedor de alimento", quando comparado ao estudo feito há três anos. Essa percepção aumentou em 18% entre os consumidores brasileiros, totalizando 88,6% de concordância. O agricultor também se sente mais responsável como provedor de alimento, o índice de aumento dessa percepção saltou de 79% para 93%.

O nível de satisfação do agricultor com sua função aumentou em 5,48%, ou seja, de 73% para 77%. Os produtores também se sentem melhor com sua posição na sociedade em relação à pesquisa anterior, passando de 62,3% para 73,3% em 2014. Os consumidores também afirmam respeitar os agricultores (90,5%).

Os agricultores brasileiros avaliam que devem concentrar ainda mais esforços para atender às expectativas dos consumidores, o que demonstra uma maior preocupação com as demandas do mercado.

SUSTENTABILIDADE E ACESSO AOS ALIMENTOS – A maioria dos consumidores e agricultores brasileiros associou sustentabilidade na agricultura somente a aspectos relacionados ao meio-ambiente e biodiversidade, o que demonstra uma visão simplista acerca do tema. Apesar disso, constatou-se que os consumidores brasileiros aumentaram em 3,5% seu nível de preocupação com a sustentabilidade na agricultura em relação à primeira pesquisa, atingindo a marca de 82%.

No Brasil, 67% dos agricultores concordam que utilizam métodos sustentáveis de produção versus 37% dos consumidores.

Assim como na primeira edição da pesquisa, o estudo de 2014 constatou que os consumidores estão dispostos a pagar preços mais altos por alimentos produzidos de forma ambientalmente amigável, de 65% de menções para 75% nesta edição da pesquisa. Entretanto, o índice de concordância entre os agricultores no país ainda é baixo (36%). Segundo Eduardo Leduc, vice-presidente Sênior da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF para a América Latina e de Sustentabilidade para a América do Sul, esses dados refletem uma mudança na forma como os consumidores finais enxergam a produção agrícola, bem como reforçam a importância de comunicar adequadamente os avanços do setor e suas iniciativas sustentáveis.

TENDÊNCIAS – Temas como melhorias em tecnologia, mais subsídios do governo, mudanças climáticas, aumento da produtividade e utilização de biotecnologia foram apontados pelos agricultores como as principais tendências para os próximos cinco anos.

"Embora tenhamos um cenário positivo, fica clara a necessidade de conscientizar a opinião pública sobre a realidade e desafios dos agricultores. Ainda há uma diferença de entendimento sobre a atividade, mais precisamente no que se refere a métodos sustentáveis de produção e consumo. Porém, também fica evidente o comprometimento do agricultor com a qualidade da produção e é papel da indústria orientá-lo sobre novas tecnologias disponíveis", afirma Francisco Verza, vice-presidente da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF para o Brasil. (Fontes: Comigo e Agrolink com informações de assessoria)

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Bahia realiza curso de Contabilidade para não contadores

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Brasília (23/7) - O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado da Bahia (Sescoop/BA) oferece, nos dias 25 e 26 de julho, aos dirigentes, associados, conselheiros e técnicos das cooperativas baianas, o curso Contabilidade para Não Contadores.

O evento tem como proposta central promover a compreensão dos conceitos, princípios e ferramentas da contabilidade, objetivando a inclusão desses conhecimentos no dia a dia das cooperativas.

O curso ocorrerá em Salvador/BA, das 8h às 18h, com carga horária total de 16 horas. Serão disponibilizadas 20 vagas. (Assimp Sistema Oceb)

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Sustentabilidade faz parte da natureza das cooperativas

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Curitiba (6/6) – Desde 1972, o Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado em 5 de junho (ontem). A data foi estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas, como forma de chamar a atenção de povos e países para a importância da conscientização e da preservação ambiental.

No cooperativismo, a questão ambiental é uma preocupação constante. Por isso, o setor adota práticas sustentáveis em seu processo produtivo e incentiva os cooperados a cuidar do meio ambiente, seja por intermédio do plantio de árvores, recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos, proteção das nascentes, tratamento de efluentes, combate à poluição do ar, uso de tecnologias mais apropriadas de cultivo e manejo de culturas, como o plantio direto na palha e a integração lavoura, pecuária e floresta, entre outras.

AÇÕES EDUCATIVAS - Também promove ações educativas com alunos de escolas espalhadas em todas as regiões do Estado e com seus próprios colaboradores. As cooperativas têm ainda feito o aproveitamento de resíduos, que são utilizados na geração de energia elétrica e térmica.

“Dessa forma, elas conseguem consolidar suas ações de sustentabilidade, transformando problemas ambientais em oportunidades de negócios, aliando a produção e alimentos e a preservação do meio ambiente”, afirma o engenheiro agrônomo do Sistema Ocepar, Sílvio Krinski.

PARCERIA – No Paraná, todo esse trabalho é feito em conjunto com o poder público, comunidades, escolas, organizações não governamentais e outras entidades, como a Apae.

Somente por meio do Programa Estadual de Mata Ciliar, desenvolvido em gestões anteriores do governo do Estado, as cooperativas ajudaram o Paraná a atingir o cultivo de mais de 100 milhões de mudas, contribuindo para recuperar as margens dos rios, melhorar a qualidade da água e reduzir a emissão de aproximadamente 4 milhões de toneladas de carbono.

O setor também esteve mobilizado na campanha que promoveu o recolhimento de 600 toneladas de BHC das propriedades rurais paranaenses, evitando a contaminação do produtor, da água e do solo. Trata-se de um produto altamente tóxico e proibido de ser utilizado nas lavouras.

RECURSOS – A cada ano, o cooperativismo paranaense tem aumentado o montante de recursos destinados à conservação ambiental, sendo que os investimentos diretos nessa área somaram cerca de R$ 40 milhões em 2012. (Assimp Sistema Ocepar)

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Agricultura Sustentável é tema de seminário do Fórum do Futuro

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Brasília (27/5) – Representantes do Sistema OCB, dentre eles a gerente geral, Tânia Zanella, participaram hoje do primeiro dia do Seminário Um Novo Olhar Sobre a Agricultura Brasileira IV, promovido pelo Fórum do Futuro, com apoio do Sescoop. Um dos objetivos do evento é consolidar os dados estratégicos que visam ao reposicionamento da imagem da agricultura brasileira, tanto no país quanto no âmbito internacional, com ênfase no progresso científico e tecnológico do setor.

O seminário está em sua quarta edição. Neste ano, tem como tema: "Recursos Naturais, a Nova Moeda da Economia Mundial - Agricultura Sustentável, a Janela de Oportunidade para o Brasil".

“O cenário mundial de demandas por alimentos sinaliza uma crise alimentar planetária, anunciada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação para as próximas décadas. Por isso, é importante pensar em estratégias que assegurem produção, produtividade e sustentabilidade, visando a dimensionar oportunidades, obstáculos e riscos que se colocam para o Brasil diante do cenário mundial”, comenta Tânia Zanella.

De acordo com o grupo de entidades que forma o Fórum do Futuro, o evento conclui uma série de estudos e debates, que buscou oferecer os elementos para que a Agricultura Tropical Sustentável seja percebida na visão estratégica da sociedade brasileira e dos parceiros científicos, tecnológicos e comerciais no plano internacional.

Entre os estudos programados para hoje e amanhã, quando termina o seminário, destaca-se o levantamento do cenário da oferta, que será determinada para a definição do grau de priorização das políticas de fomento e incentivo à produção.

OBJETIVOS – O seminário tem ainda outros objetivos, dentre os quais: discutir a questão do desperdício na cadeia de valor de alimentos como elemento estratégico do tema e, ao mesmo tempo, valorizar o papel da gestão e do planejamento estratégico como ferramentas do conhecimento capazes de oferecer soluções para as demandas pertinentes, com destaque para as repercussões sobre a micro e a pequena empresa.

PROGRAMAÇÃO – Dia 28

- 8h30 – PAINEL: “Combate ao Desperdício Alimentar, o Desafio Definitivo”.
Coordenação: Alysson Paolinelli

Palestrante: José Cordeiro, da Universidade Singularity (NASA) que falará sobre os “Cenários da Alimentação em 2050 – A questão da longevidade: a morte vai morrer em 2045”

Debatedores: Alan Bojanic – Representante da FAO no Brasil
                             
14h – PAINEL “A Comunicação na Visão Estratégica da Agricultura Brasileira. – O Papel da Informação Científica no Debate Nacional”
Coordenação: Paulo Haddad

Palestrante: Fernando Barros, falará sobre “O Elemento Simbólico na Construção do Diálogo Campo/Cidade”.
       
Apresentações:
1)“Indicador Agroeconômico como instrumento do Diálogo com a Sociedade”. (Paulo Haddad)
2) “Bases para uma estratégia de reposicionamento da imagem da Agricultura”. (Fernando Barros)

Debatedores: Mônica Waldvogel (Jornalista) e José Peres (Diretor CPAC/Embrapa)

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Protocolo de Nagoya é discutido em Brasília por setor agropecuário

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Brasília (23/05) – Representantes do Sistema OCB participaram hoje de mais uma reunião sobre o Protocolo de Nagoya, cujo objetivo é criar maior segurança e transparência legal tanto para fornecedores quanto para usuários de recursos genéticos da biodiversidade brasileira. A reunião ocorreu na sede da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília, e contou com a participação de técnicos do governo e também da Confederação Nacional da Indústria, do Instituto Pensar Agropecuária e da própria FPA.

O QUE É: O Protocolo de Nagoya sobre Acesso a Recursos Genéticos e a Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Advindos de sua Utilização (ABS) para a Convenção sobre Diversidade Biológica é um acordo complementar a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Ele oferece uma estrutura legal transparente para a implementação efetiva de um dos três objetivos da CBD: a repartição justa e equitativa de benefícios advindos da utilização de recursos genéticos.

O Protocolo de Nagoya sobre ABS foi adotado em 29 de outubro de 2010 em Nagoya, Japão. Seu objetivo é a repartição justa e equitativa de benefícios advindos da utilização de recursos genéticos, contribuindo, dessa forma, para a conservação e uso sustentável da biodiversidade.

IMPORTÂNCIA – O Protocolo de Nagoya criará maior segurança e transparência legal tanto para fornecedores quanto para usuários de recursos genéticos estabelecendo condições mais previsíveis para acesso a eles e auxiliando a assegurar a repartição de seus benefícios, o que deverá criar incentivos à conservação e ao uso sustentável de recursos genéticos. Isso tem por objetivo aumentar a contribuição da biodiversidade para o desenvolvimento e bem-estar do ser humano.

DOCUMENTO INTEGRAL: PROTOCOLO DE NAGOYA

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Inscrições prorrogadas para concorrer ao Prêmio Andef

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Florianópolis (12/05) – As inscrições para a 17ª Edição do Prêmio ANDEF foram prorrogadas até o dia 23 de maio, exclusivamente para cooperativas, revendas e distribuidores. Os interessados podem inscrever um ou mais projetos por meio do site: http://www.andefedu.com.br nas seguintes categorias: Boas Práticas Agrícolas, Responsabilidade Ambiental e Responsabilidade Social.

Os projetos serão avaliados de acordo com o objetivo, introdução, descrição, resultados e conclusão. O vencedor de cada categoria ganhará um bolsa de estudos no MBA em Fitossanidade do IAC (Instituto Agronômico de Campinas) e ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal), e também um tablet iPad 2 – 16 GB e 3G.

O Prêmio ANDEF existe há 17 anos e é destinado também a outros profissionais do setor como: estudantes, jornalistas e profissionais das indústrias de defensivos agrícolas. O objetivo é reunir, incentivar e consagrar ações de produção agrícola segura e sustentável, levando em conta a sustentabilidade econômica, social e ambiental. (Assimp Sistema Ocesc)

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Pescadores querem inclusão de novas espécies no Defeso

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Manaus (12/05) – O presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Magalhães Júnior participou na sexta-feira (dia 9) da segunda reunião ordinária do Conselho Estadual de Pesca e Aquicultura (Conepa) - entidade consultiva deliberativa das questões pesqueiras e aqüícolas do Amazonas, realizada no Mini plenário Cônego Azevedo na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) para discutir a introdução de novas espécies no Defeso.

Para Petrucio Magalhães, também membro do CONEPA, “a reunião foi muito importante porque discutiu assuntos de interesse da pesca artesanal e da piscicultura que aguardavam um encaminhamento por parte do Conselho”.

De acordo com o secretário executivo de Pesca e Aquicultura da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) e presidente do Conepa, Geraldo Bernardino, uma das principais pautas discutida no encontro foi a retirada do Mapará do Defeso e a introdução de peixes como Jaraqui e Surubim na lista de espécies protegidas.

O Defeso, segundo ele, é uma medida que visa a proteger os organismos aquáticos durante as fases mais críticas de seus ciclos de vida, como a época de sua reprodução, a piracema, ou ainda de seu maior crescimento, favorecendo a sustentabilidade do uso dos estoques pesqueiros e evitando a pesca quando os peixes estão mais vulneráveis à captura, por estarem reunidos em cardumes.

Bernadino explica que a portaria que regulamenta o Defeso no País é Federal e tem regras específicas para a Bacia Amazônica, podendo incluir novas espécies de pescados. A portaria é definida pelo Ministério da Pesca e Meio Ambiente e em consequência da gestão compartilhada, segundo ele, o Estado pode ser mais restritivo apresentando espécies que não constam na portaria Federal.

“A regulamentação do período do defeso é definida por portaria federal que especifica as espécies, o período e outras características. No entanto, o Estado pode fazer uma portaria específica para sua região incluindo espécies, se assim for necessário, ou ampliando o período. Mas não pode diminuir ou retirar. Isso não é prerrogativa federal”, explica. (Assimp Sistema OCB/AM)

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Escolas começam a receber o gibi Sicoobito

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São Miguel do Oeste (9/05) - Na manhã de ontem, o Sicoob São Miguel iniciou a distribuição da revista em quadrinhos Sicoobito. A primeira escola visitada foi a EEB São João Batista do Bairro Agostini de São Miguel do Oeste. O material é destinado aos alunos na faixa etária entre seis a 12 anos de idade das escolas públicas e particulares.

Ao todo são 25 mil exemplares, distribuídos para as 163 escolas na área de atuação da cooperativa. A revista em quadrinhos tem como objetivo tratar sobre valores e temas pertinentes a formação das crianças. A cooperação é questão fundamental para o desenvolvimento da sociedade e este é um assunto presente em todas as edições.

Em 2014 foi produzida a 5ª edição, mantendo assim a continuidade do projeto que nasceu em 2009. A assessoria de comunicação todo ano visita as escolas entregando o gibi e em contato com os alunos, educadores e gestores apresenta a revista e realiza bate papo para discutir a temática e coletar sugestões.

O Sicoobito é uma ferramenta de comunicação e educação que pode ser considerada de domínio público, conforme ressalta Blásio Spaniol, mentor do projeto “Estamos há cinco anos nas escolas, com milhares de revistas entregues neste período e já conquistamos o reconhecimento da comunidade. Na primeira visita isso ficou muito claro para a equipe do Sicoob São Miguel, os alunos nos reconheceram associando-nos ao personagem Sicoobito. Além do mais outras cooperativas do sistema Sicoob estão reproduzindo a revista e levando o mesmo conteúdo para as escolas”, destaca.

Anualmente a revista aborda de forma explícita diversos temas e valores e implicitamente possibilita a reflexão sobre outros assuntos. A edição de 2014, intitulada “Amigos de Verdade”, vem recheada de novas ações de cooperação.

Em uma divertida aventura nosso herói interage com o menino Andrey e seus amigos, apresentando lições de educação financeira, amizade, cuidado e respeito com os animais e meio ambiente, inclusão social, além de resgatar o compromisso do cooperativismo com a educação, sendo uma história que pode ser apreciada por toda família, transpondo o ambiente escolar. (Sicoob São Miguel)

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Seminário internacional discute impacto das atividades econômicas

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Brasília (8/05) – “Negócios e Capital Natural: Diálogos para uma parceria sustentável”. Esse é o tema de um workshop internacional realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Cooperação Técnica Alemã (GIZ). O Sistema OCB está acompanhando as discussões, que terminam amanhã.

Segundo a organização do evento, são muitas as atividades econômicas brasileiras que dependem ou impactam o capital natural do país. Por isso, o maior envolvimento do setor empresarial vai contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias e modelos de negócios que levem ao ganho em competitividade e imagem, à adequação às normas ambientais e à redução de riscos aos ecossistemas.

O workshop tem como objetivos principais promover a troca de experiências entre práticas empresariais nacionais e internacionais para o uso e conservação da biodiversidade e obter as percepções do setor sobre as políticas relacionadas ao tema. O evento também pretende envolver outros setores da sociedade, como o setor público, a academia e a sociedade civil.

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Entram em vigor novas regras da portabilidade de crédito entre bancos

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Brasília (6/05) – Estão em vigor desde ontem as novas regras para transferir os empréstimos e financiamentos de um banco para a instituição financeira que oferecer melhor taxa de juros. Trata-se da chamada "portabilidade" do crédito, que também vale para operações de "leasing" (arrendamento mercantil). A notícia divulgada pelo Banco Central do Brasil causou um alvoroço social o que levou jornalistas do País todo a se debruçarem sobre o assunto.

E as cooperativas de crédito estão entre as instituições financeiras de maior vantagem, segundo afirma a comentarista de assuntos econômicos do Jornal da Globo, Mara Luquet. Segundo ela, os consumidores devem pesquisar em outros bancos o custo de seu financiamento, para avaliar se vale a pena fazer a portabilidade. “Inclua nessa pesquisa as cooperativas de crédito. Hoje, em dia, elas têm todos os produtos oferecidos por outros bancos, mas a um custo mais barato”, incentiva a jornalista. ASSISTA

As novas regras foram regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no final do ano passado, mas só entraram em vigor nesta segunda-feira, e valem para todo o tipo de crédito: consignado, crédito pessoal, financiamento de imóveis e de automóveis, entre outros, e até mesmo aqueles com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o objetivo da medida é incentivar a concorrência entre os bancos e possibilitar uma redução na taxa de juros cobrada nas operações. Nesse contexto, as cooperativas de crédito constituem uma alternativa valiosa para o cliente.

“É importante destacarmos o seguinte: as instituições financeiras cooperativas têm um papel muito forte na inclusão financeira. Quando uma pessoa se vincula a uma cooperativa de crédito, passa ser dona do negócio e, por isso, pode contar com um atendimento personalizado, com os mesmos produtos e serviços do mercado convencional, além, é claro, de uma taxa de juros mais baixa do que a praticada pelos bancos”, argumenta Márcio Freitas.

DESAFIO – De acordo com o diretor do Sistema OCB para o ramo Crédito, Celso Regis, também presidente da unidade estadual do Mato Grosso do Sul, o momento agora é de as cooperativas se prepararem para a demanda. “É fato que o custo efetivo total do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo é mais competitivo do que os demais. Nesse momento, as cooperativas estão trabalhando para saber se darão conta de atender à demanda que, certamente, crescerá”, prevê Celso Regis.

DEFESA - As entidades de defesa do consumidor avaliam que as novas regras garantem maior transparência e segurança nas transações, uma vez que padroniza os procedimentos e fixa prazos para troca de informações entre os bancos.

COMO FUNCIONA – Pelas normas, tudo será feito eletronicamente pelos bancos sem custo adicional. As instituições financeiras terão o prazo de cinco dias para fazer uma contraproposta ao cliente que estiver querendo sair. Os bancos estão proibidos de cobrar os custos da transferência. Mas somente a taxa de juros pode ser alterada: prazo e valor da operação original devem ser mantidos.

"A norma torna mais célere e transparente um processo que até então não tinha ampla divulgação e muitas vezes se tornava num calvário para o consumidor", afirmou a economista do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), Ione Amorim.

Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), acredita que a portabilidade do crédito terá um "impacto bom" em termos de taxas de juros, e outros custos, cobrados pelos bancos.

A representante da Proteste também avaliou que a portabilidade do crédito é "importantíssima" para o consumidor e lembrou que, teoricamente, a medida deveria ter entrado em vigor em 2006.

"A lei existe desde 2006, porém as instituições não estavam atendendo ao consumidor que estava querendo fazer a portabilidade do crédito imobiliário por diversas razões. As instituições estavam resistentes. Diziam que a burocracia era do banco tomador. Havia um entrave entre as instituições e, também, a cobrança do cartório. Com as novas regras [do CMN], certamente os bancos não vão ter mais desculpas para adiar a portabilidade", declarou Maria Inês. (Com informações do jornal O Globo)

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Oceb fará palestras sobre cooperativismo a integrantes da Coopamido

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Brasília (24/04) – O Sistema Oceb, objetivando fortalecer o cooperativismo por meio da disseminação da doutrina e filosofia cooperativista, realizará duas palestras para os cooperados e convidados da Cooperativa dos Produtores de Amido de Mandioca do Estado da Bahia (Coopamido). O evento está marcado para amanhã e ocorrerá na cidade de Lage/BA.

De acordo com a programação das palestras, serão abordados os seguintes temas: contextualização do cooperativismo; princípios e valores; pilares básicos da cooperativa; morte e como matar uma cooperativa; o papel da participação na dinâmica da cooperativa; as faces da cooperativa.

A Coopamido tem como foco a produção sustentável e em fluxo contínuo de amido modificado de mandioca e subprodutos. O amido modificado é um produto de maior valor agregado utilizado por indústrias alimentícia, cosmética, de óleo e gás, química, petroquímica e farmacêutica.

Trata-se de um projeto de desenvolvimento sustentável que visa à inclusão social e melhoria da qualidade de vida das unidades-família integrantes da cooperativa. Esta, por sua vez, é formada por produtores de mandioca dispostos a realizar uma produção integrada constante para atender a modulação do seu parque industrial.

O primeiro módulo agroindustrial, a Bahiamido, foi inaugurado em abril de 2011. Situada no município de Laje, a 226 km de Salvador, a indústria tem capacidade de processar 200 toneladas por dia de raiz da mandioca para produzir amido modificado. Essa é a primeira do tipo no Nordeste.

A Coopamido foi fundada em julho de 2009 e conta com mais de 150 associados. Integrado à iniciativa está a preocupação em apresentar projetos para conscientização e orientação da utilização correta dos recursos naturais, recuperação e preservação de áreas, utilizando habilitação em mecanismos de desenvolvimento limpo.

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