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Avança Café premia startups do agronegócio



Brasília (29/4/19) – Quatro startups que desenvolveram soluções para a cafeicultura participaram, na última quinta-feira (22/8), do Demoday do Avança Café – programa de pré-aceleração de startups do café. O evento, que ocorreu no Anfiteatro da Agência de Inovação do Café (InovaCafé) da Universidade Federal de Lavras (UFLA), ter por objetivo premiar os negócios que mais se desenvolveram ao longo de 12 de semanas de trabalho, realizadas no InovaHub e nos polos parceiros do Instituto Federal do Sul de Minas (IF Sul de Minas) em Muzambinho e Machado.

Após os pitches (discursos de venda) apresentados ao público, uma banca de avaliação reuniu-se para decidir quais startups receberiam a premiação, distribuída conforme a classificação: 1º lugar – R$ 10 mil; 2º lugar – R$ 7 mil; e 3º lugar – R$ 4 mil. Os valores deverão ser reinvestidos no desenvolvimento das próprias empresas.

 

JULGAMENTO

A banca foi composta pelo analista técnico e econômico da OCB, Tiago Barros, pelo chefe-geral da Embrapa Café, Antônio Guerra, pelo pesquisador da Gerência Adjunta de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café, Antônio Heberlê, e pelo presidente da Minasul, José Marcos Magalhães. Após avaliarem critérios como discurso e histórico de participação das startups, os vencedores da noite foram ScanFito (1º lugar), QIPixel (2º lugar) e AgroRenda (3º lugar).

 

CAPACIDADE

“Trabalhamos com startups, pois sabemos o real poder de impacto desse tipo de negócio, que é escalável, repetível e altamente inovador. Ao pensarmos nessas empresas inseridas no mercado, vemos o quanto elas são capazes de melhorar a vida de todos os envolvidos na cadeia produtiva do café e, principalmente, dos pequenos e médios produtores”, ressaltou o coordenador do InovaHub, Rennan Campos. Segundo ele, é também objetivo do programa manter a competitividade da cafeicultura nos mercados nacional e internacional através da inserção de novas tecnologias.

Para o chefe-geral da Embrapa Café, Antônio Guerra, foi uma grata surpresa o resultado do programa. “Conhecemos jovens empreendedores que apresentaram ideias fantásticas de negócios e de tecnologias para o setor cafeeiro, que vão facilitar a vida das pessoas e gerar recursos. Essas equipes têm reais possibilidades de se tornarem empresas de sucesso e, assim, contribuir para toda a cadeia produtiva e para a sociedade”, declarou.

Conheça as startups finalistas:

  • ScanFito (Lavras) – Utiliza VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) e desenvolve tecnologia voltada para a aquisição e gestão da informação cafeeira, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a produtividade.
  • QIPixel (Lavras) – Oferece ao agrônomo agilidade e precisão no monitoramento das lavouras, gerando economia de tempo e deslocamento para a realização da diagnose.
  • AgroRenda (Lavras) – De forma simples e intuitiva, viabiliza ao cafeicultor a gestão contínua de sua lucratividade a partir do levantamento facilitado dos custos e o acompanhamento dos preços no mercado físico e futuro.
  • Viva Café (Machado) – Destina-se aos corretores e produtores com o propósito de facilitar a comunicação e viabilizar os negócios entre ambos, entregando novas formas de vendas aplicadas ao café.

 

AVANÇA CAFÉ

O Avança Café é uma iniciativa do InovaHub/InovaCafé, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Café), por intermédio do Consórcio Pesquisa Café, e já tem anunciada sua segunda rodada, prevista para o segundo semestre deste ano.

Realizado de 27 de maio a 22 de agosto, o programa priorizou projetos com base em Tecnologia da Informação (T.I). Em um futuro próximo, pretende-se expandir sua abrangência para projetos de hardware. Foram executadas, na primeira rodada, as etapas de Prospecção, Sensibilização e Pré-Aceleração. Nesta última, foram realizadas as seguintes fases: Formação de Equipe, Validação de Dor de Mercado, Mínimo Produto Viável (MVP), Pitch, Desenvolvimento de Produto, Mercado, Financeiro, Vendas, Marketing e Planejamento Estratégico.

Na metade do ciclo, foi realizada uma banca tipo exportação, eliminando os projetos que não atingiram o grau de desenvolvimento esperado. Na ocasião, 75% das equipes foram desligadas do programa, restando quatro equipes que seguiram até o final do processo, já realizando suas primeiras vendas. (Fonte: Ascom InovaCafé)

Ô abre asas, que eu quero voar!

Brasília (26/8/19) – O Brasil tem o desafio de voltar a crescer. O Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, encerrou 2018 com crescimento de 1,1%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A melhora do cenário em 2019 passa por reformas estruturantes – como a da Previdência e a Tributária –, além de implementação de medidas para destravar a economia e melhorar o ambiente de negócios. Mas as dificuldades para os empreendedores, em geral, e o cooperativismo, em particular, não param por aí.

É preciso preparo para conquistar um lugar ao sol na economia do século XXI, que sofreu profundas transformações. Indústria 4.0, diversidade e sustentabilidade são alguns dos conceitos-chave nesse novo mundo.

Uma boa notícia, de acordo com o consultor financeiro Teco Medina, é que o Brasil parece estar comprometido com a agenda de responsabilidade fiscal e desburocratização necessária à retomada do crescimento. Na avaliação de Medina, se as principais reformas estruturantes propostas para a economia forem aprovadas, em breve voltaremos a crescer. Para ele, a reforma da Previdência, em tramitação no Congresso, é considerada a mais importante, já que colaborará significativamente para sanar as contas públicas.

“Para investir e atrair investimentos, é preciso zerar o déficit primário, formado, em grande parte, pela Previdência. Não existe país, em 2024, se a reforma não passar”, afirmou, durante sua palestra “O Mercado Brasileiro de Hoje no Futuro”, 14º CBC.

Dispostas a não ficarem à mercê das marés do mercado financeiro, as cooperativas estão se preparando para enfrentar qualquer um dos cenários possíveis para o país. Justamente por isso, o cooperativismo é um dos setores da economia mais qualificados para aproveitar as oportunidades que podem surgir nos próximos anos.

“Pode ser que, na próxima década, o Brasil deixe de ser o país do futuro para ser o país do presente. Vocês, cooperativistas, estão muito bem preparados para isso. Não deixem de pegar esse ciclo do começo. Se as coisas derem certo de novo, elas vão dar muito certo. A partir do ano que vem, tem enormes chances de a economia voltar a andar”, afirmou.

Medina falou também sobre a importância de um ambiente de negócios favorável ao empreendedorismo, incluindo suas novas formas. “A gente precisa tornar o Brasil um lugar melhor para se investir. Não existe país em que o governo atrapalhe mais os negócios.

O Brasil precisa decidir se vai ser o país das cooperativas, das fintechs e da inovação, ou o país do pedágio, do ascensorista”, comentou.

 

UMA NOVA ECONOMIA

Outra boa notícia para as nossas cooperativas: estamos em sintonia com um fenômeno que está mudando as relações econômicas no mundo. A Indústria 4.0 (ou quarta revolução industrial), é um conceito que engloba as novas tecnologias de automação e informação. Isso inclui, por exemplo, as startups, pequenas empresas com modelo inovador de negócios, que muitas vezes impactam a vida de suas comunidades.

A velocidade com que surgem esses novos empreendimentos é um desafio para quem está no mercado. O positivo é que o cooperativismo tem muito em comum com a Indústria 4.0. “Nada está sendo como antes, pois a velocidade de transformação está muito alta. A cada instante, está surgindo um novo negócio que pode acabar com nosso negócio. Há uma nova lógica de consumo, que envolve menos comprar para ter posse, e mais para ter acesso. Com o Uber, por exemplo, não preciso ter um carro na garagem para me locomover. Basta ter acesso ao carro”, explica Andréa Dietrich, empreendedora e consultora de estratégia digital.

Andréa, que presta consultoria tanto para startups quanto para grandes companhias, também esteve no CBC falando sobre “A Marca na Indústria 4.0”, ressaltando que, em um cenário de competição acirrada – no qual a tecnologia eleva a qualidade a um novo patamar –, o grande diferencial pode ser o propósito da empresa, bem como a experiência oferecida aos clientes.

Transparência, visão das necessidades do consumidor e impacto social agregam valor à marca. “O que diferencia uma empresa de outra é como você vai colocar sua ideia em prática. Tudo isso é muito alinhado com o cooperativismo. A marca 4.0 é pautada pela experiência que deixa na vida das pessoas. A marca do futuro é construída sobre três pilares fundamentais: propósito, empatia e coragem. A causa por trás é que vai fazer a diferença, e o cooperativismo tem isso muito forte.”

 

DIVERSIDADE

O respeito à diversidade e a inclusão de todas as pessoas também são diferenciais importantes no mercado 4.0, tornando qualquer negócio mais oxigenado e competitivo. Nesse quesito, mais uma vez, as cooperativas saem na frente. “O conceito de diversidade engloba aceitação e respeito. Significa entender que cada indivíduo é único e reconhecer nossas diferenças individuais.

Vivemos um momento de polarização e, ao mesmo tempo, de grande expressão social, com as ditas minorias se posicionando”, afirma o psicólogo Djalma Scartezini, que tem MBA em Recursos Humanos pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e também esteve no 14º CBC, falando sobre “A Diversidade como Diferencial Competitivo.”

Ele destaca que, para se comunicar, a empresa precisa compreender a sociedade. “O negócio é atrair pessoas”. O psicólogo explica, ainda, que um grupo pouco diverso de colaboradores no interior das empresas fornece um número igualmente limitado de soluções. Além disso, ressalta que, para funcionar, a diversidade precisa ser uma política efetiva, para além do marketing.

“A diversidade de pensamento é que vai trazer para a organização um diferencial competitivo. Parecer ser diverso é fácil. A gente contrata alguém para fazer uma campanha de marketing. O marketing é o papel embrulhando o presente. Não adianta desembrulhar e não ter nada dentro”, diz. Para Djalma, o cooperativismo tem a semente da diversidade na gestão coletiva. “Todo mundo é dono [do negócio]. A gente [mercado] quer esse valor que já existe no cooperativismo, que é a decisão coletiva. Assim, teremos mais engajamento e produtividade”, afirma.

 

FONTES RENOVÁVEIS

Em franca expansão e alinhado com a nova economia, o setor de energia sustentável vai gerar muitas oportunidades de negócios nos próximos anos e, por isso, precisa estar no radar das cooperativas. Quem garante é Filipe Braga Ivo, especialista em tecnologia, empreendedorismo e diretor de novos negócios da Sunew, empresa líder mundial na fabricação de filmes fotovoltaicos orgânicos (OPV, um filme gerador de energia solar com design flexível e inteiramente orgânico).

Em sua palestra sobre “O Potencial Brasileiro na Energia Renovável”, durante o CBC, Braga Ivo ressaltou que fontes de geração de energia, como petróleo e carvão, vão perder cada vez mais espaço, não apenas por serem fontes esgotáveis, mas devido ao dano ambiental que causam.

O consumo de carvão chegou a um pico em 2015 e, desde então, a tendência é de queda. O especialista diz que o mesmo deve ocorrer com o petróleo, muito antes de as reservas se esgotarem.

“A transição energética está acontecendo, não interessa se vemos o copo meio cheio, ou meio vazio”, resume. Os substitutos ao modelo atual já estão entrando em ação. A geração de energia solar já é a que mais cresce no mundo. A produção de energia eólica também sobe a um ritmo acelerado. Os custos de produção de ambas vêm caindo vertiginosamente. A eletrificação dos carros também já é uma realidade. “As montadoras têm previsão de eletrificar as frotas”, diz Felipe. As cooperativas também aderiram à revolução energético.

 

GERANDO A PRÓPRIA ENERGIA

Marco Olívio Morato, analista técnico e econômico do Sistema OCB, explica que, somente no Ramo Infraestrutura, há 76 cooperativas gerando energia. Dessas, nove atuam no chamado sistema de compensação – ou seja, geram energia para consumo próprio e, com isso, pagam mais barato na conta de luz. As demais produzem energia para venda. Além disso, há 159 cooperativas de outros ramos gerando a própria energia no sistema de compensação.

A maior parte é formada por Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Mas há também geração a partir de biomassa, fotovoltaica e uma cooperativa geradora de energia eólica. Com 22 cooperados, a Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober), de Paragominas (PA), é uma das que geram energia com placas solares no sistema de compensação. “A energia gerada é injetada nas redes de distribuição e compensada na conta de luz, que tem um desconto de 60% para os cooperados.

Hoje, eles geram 9 mil Kw/h por mês, o equivalente ao abastecimento de 50 famílias de quatro pessoas”, explica Morato.

 

VALORIZAÇÃO

Os cooperativistas contam ainda com a promessa de fortalecimento e interlocução por parte do novo governo. Segundo o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Fernando Schwanke, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, quer valorizar o setor.

 

“Estamos preparando programas importantes de acesso tanto a mercados institucionais quanto privados, em âmbitos nacional e internacional”, afirmou.

 

Segundo Shwanke, o governo está elaborando suas políticas com base no documento Brasil

Mais Cooperativo, da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). “A ideia é ter cooperativas irmãs, com troca de boas práticas (veja matéria da página 44)”.

 

Outra novidade é que, a partir de 1º de julho, as cooperativas de crédito poderão receber depósitos da poupança rural. O anúncio foi feito pelo chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Bancárias do Banco Central, Harold Espínola.

As políticas voltadas para o cooperativismo também serão desenvolvidas no âmbito da Secretaria de Inclusão Social e Produtiva Urbana (Senisp), vinculada ao Ministério da Cidadania. A secretaria deve atuar em três eixos: intermediação de mão de obra, qualificação e empreendedorismo – contando com 644 parceiros, entre instituições públicas e privadas. A Senisp reúne as antigas Secretaria de Inclusão Produtiva, do extinto Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), e Secretaria Nacional de Economia Solidária, do extinto Ministério do Trabalho.

 

imagem site coop

Divulgada lista de trabalhos selecionados para o V EBPC



Brasília (16/8/19) – Fim do suspense! O Sistema OCB acaba de divulgar a lista com os nomes dos autores dos 105 trabalhos selecionados e que serão apresentados durante a quinta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (EBPC). O evento ocorrerá nos dias 9 a 11 de outubro, em Brasília.

Para a edição deste ano, a comissão julgadora teve muito trabalho, já que o número de inscrições foi recorde: 275. “Todo esse volume de trabalhos passou por um processo de avaliação às cegas em pares, ou seja, cada um, sem a identificação dos autores, era avaliado por dois pareceristas, que puderam verificar a qualidade científica das pesquisas”, explicou a gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas do Sescoop, Geâne Ferreira.

Segundo ela, ao todo, foram selecionados 105 trabalhos: 90 para a apresentação oral e 15 para pôster.

 

CUSTEIO

Os apresentadores dos 66 trabalhos com as melhores notas terão as passagens aéreas (válido apenas para voos nacionais) e hospedagem custeados pela organização do evento. A comissão organizadora entrará em contato por e-mail, individualmente, com os autores dos trabalhos para emissão dos vouchers.

As submissões foram divididas em cinco eixos temáticos:

Eixo Temático

Nº de Trabalhos aprovados

Identidade e Cenário Jurídico

11

Educação e Aprendizagem

17

Governança, Gestão e Inovação

38

Capital, Finanças e Desempenho

17

Impactos Econômicos e Sociais

22

 

ATENÇÃO

Agora, os apresentadores dos trabalhos selecionados devem se inscrever, gratuitamente, no evento para efetivar sua participação. (Clique aqui)

 

COMO PARTICIPAR

As inscrições no evento também são gratuitas para os interessados em conhecer mais sobre o universo acadêmico das pesquisas em cooperativismo. As vagas são limitadas. Poderão participar: pesquisadores, profissionais, colaboradores de unidades estaduais do Sistema OCB e demais interessados. As inscrições começaram nesta sexta-feira e vão até o dia 30/9.

 

OUTROS ESCLARECIMENTOS

Para dirimir eventuais dúvidas encaminhe um email para Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..

 

 

LISTA DE SELECIONADOS (COM CUSTEIO DE DESPESAS)

 

 

Título Do Trabalho

Eixo Temático

Modalidade

Apresentador(a)

Autores (Em Ordem Alfabética)

A Construção De Referentes Teórico-Metodológicos De Ater Para Gestão De Cooperativas De Agricultores Familiares: Luxo Ou Necessidade?

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Marcos Gregolin

Marcos Gregolin, Renato Santos De Souza

A Extensão Rural E A Educação Na Construção Do Cooperativismo: A Experiência Do Instituto Paranaense De Assistência Técnica E Extensão Rural - Emater Paraná

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Francieli Pilati Gervasoni Oliveira

Dalvan Joel Petry Mallmann, Francieli Pilati Gervasoni Oliveira

A Formação Da Força De Trabalho Híbrida Em Cooperativas: Estudo De Caso Em Uma Cooperativa Agropecuária Certificada Pelo Fairtrade

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Layon Carlos Cezar

Alexandre Reis Rosa, Layon Carlos Cezar

A Influência Das Dimensões Cultura, Liderança E Aprendizagem Na Inovatividade De Uma Organização Cooperativa

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Patricia Taradenko

Alex Antonio Ferraresi, Patricia Taradenko

A Livre Adesão Nas Cooperativas De Crédito: Estamos Captando Cooperados Ou Correntistas?

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Anderson Roberto Pires E Silva

Anderson Roberto Pires E Silva, Cássia Marcelle Dias Pinho, Maria Iolanda Santos Souza.

A Prática Da Intercooperação No Cooperativismo De Crédito: Um Estudo De Caso De Uma Agência Compartilhada Por Quatro Cooperativas De Crédito De Minas Gerais

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Antônio Carlos Guerra Junior

Antônio Carlos Guerra Junior, Tueli Rodrigues Tavares

A Preservação Do Ato Cooperativo De Entrega Ou Recebimento Na Lei 13.288/2016

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Gabriel Fernandes Khayat

Gabriel Fernandes Khayat

A Trajetória, Mudanças Organizacionais E Perspectivas De Uma Cooperativa De Crédito Solidário: Um Estudo De Caso Em Minas Gerais

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Isabela Renó Jorge Moreira

Almiro Alves Junior, Isabela Renó Jorge Moreira, Paulo Henrique Da Silva

Abordagem Sobre Cooperativismo Entre Médicos Anestesiologistas: Um Estudo Em Uma Cooperativa Médica

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Maria De Fátima Oliveira Dos Santos

Ana Laís Oliveira Dos Santos, André Pacelli Viana Bezerra, Maria De Fátima Oliveira Dos Santos, Marília Augusta Raulino Jácome

Alocação De Direito De Propriedade Em Modelos Alternativos De Cooperativas Agropecuárias Em Mato Grosso Do Sul

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Alessandra Hocayen Da Silva

Alessandra Hocayen Da Silva, Silvia M. Q.Caleman

Análise Da Aprendizagem Sobre A Taxonomia De Bloom A Partir Da Utilização Dos Jogos De Empresa.

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Murilo Sena Baiero

Murilo Sena Baiero, Pablo Murta Baião Albino

Análise Da Eficiência Sócio Financeira De Cooperativas De Crédito No Brasil

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Brício Dos Santos Reis

Brício Dos Santos Reis, Mateus De Carvalho Reis Neves

Análise De Eficiência De Cooperativas De Crédito: Uma Comparação Entre As Cooperativas Com Foco Em Crédito Solidário E As Voltadas Ao Mercado

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Vilmar Rodrigues Moreira

Rafael Luiz Junges, Vilmar Rodrigues Moreira

Análise Fundamentalista De Cooperativas Agrícolas Do Interior Do Rio Grande Do Sul

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Raiziane Cássia Freire Da Silva

Darlan Kohl Bronstrup, Luciana Moro De Souza, Raiziane Cássia Freire Da Silva, Régis Friedrich, Rosane Maria Seibert

As Cooperativas Na Redução Da Desigualdade De Renda No Meio Rural Brasileiro

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Carlos Otávio De Freitas

Carlos Otávio De Freitas, Felipe De Figueiredo Silva, Mateus De Carvalho Reis Neves

As Reformas Legislativas Para A Capitalização Das Cooperativas Agrícolas Francesas

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Regel Antonio Ferrazza

Regel Antonio Ferrazza

Avaliação De Processo Do Programa Mais Gestão Na Perspectiva Dos Atores Envolvidos Na Implementação

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Rafael Guimarães Farias

Alair Ferreira De Freitas, Rafael Guimarães Farias

Balanced Scorecard Por Unidades De Negócio Em Uma Cooperativa Médica

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Neusa Maria Da Costa Gonçalves Salla

Berenice Beatriz Rossner Wbatuba, Eduardo W. Martins, Lisandro R. Grassel, Marcos Felipe M Barbosa, Neusa Maria Da Costa Gonçalves Salla

Classificação De Cooperativas Agropecuárias Em Minas Gerais

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Paulo Marcos Dos Reis Ciro

Paulo Marcos Dos Reis Ciro

Conflitos De Agência Em Cooperativas Agropecuárias E Suas Implicações Para O Processo De Sucessão Do Presidente

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Luisa Rhoden Rech

Erlaine Binotto, Katia Katsumi Arakaki, Luisa Rhoden Rech, Manoela Morais, Pedro Vinícius Juchem Herrera

Cooperativas Abertas E Cooperativas Modernas: Análise De Dois Conceitos Para O Cooperativismo Contemporâneo.

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Rui Samarcos Lora

Rui Samarcos Lora

Cooperativismo De Crédito E Diversidade: Análise Das Campanhas De Comunicação Sicoob E Cresol

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Jéssica Suzana Magalhães Cardoso

Ivonete Da Silva Lopes, Jéssica Suzana Magalhães Cardoso

Cooperativismo E Agricultura Familiar: Uma Análise A Partir De Publicações Científicas Brasileiras No Período Entre 2010 A 2018

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Suany Machado Da Silva

Bruno De Jesus Lopes, João Paulo Louzada Vieira, Kátia De Fátima Vilela, Marco Paulo Andrade, Suany Machado Da Silva

Cooperativismo Na Agricultura Orgânica No Brasil: Contribuições De Chayanov

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Gean Carlos Tomazzoni

Gean Carlos Tomazzoni, Sérgio Schneider

Cooperativismo, Renda E Emprego Na Agricultura Familiar Em Goiás

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Marcelo Dias Paes Ferreira

Guilherme Resende Oliveira, Lindomar Pegorini Daniel, Marcelo Dias Paes Ferreira, Marcelo José Braga

De “Banquinho Do Sindicato” À Sistema Cresol: A Modernização Do Cooperativismo De Crédito Solidário Em Minas Gerais

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Almiro Alves Junior

Alair Ferreira De Freitas, Alan Ferreira De Freitas, Almiro Alves Junior

Desafios E Oportunidades Na União Entre Cooperativas De Crédito Solidarias; O Caso Da Cresol Vale Europeu

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Marcos Catelli Rocha

Ana Cecilia Guedes, Eloiza Andrea Moraes, Fábio Luiz Búrigo, Marcos Catelli Rocha, Stéfani Tamara Pérez

Desempenho Nas Cooperativas Financeiras Por Meio Da Análise De Eficiência: Uma Comparação Entre Os Principais Sistemas Brasileiros

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Valéria Gama Fully Bressan

Lua Syrma Zaniah Santos, Rafael Morais De Souza, Renata Turola Takamatsu, Valéria Gama Fully Bressan

Digital Participation: A Comparative Analysis Between Platform And Traditional Cooperatives

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Dieisson Pivoto

Camila Luconi Viana, Carlos Alberto Oliveira De Oliveira, Claudionor Guedes Laimer, Dieisson Pivoto, Mário De Conto

Disputas Conceituais E Metodológicas Na Concepção De Um Projeto De Ater Para Cooperativas De Agricultores Familiares

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Marcos Gregolin

Marcos Gregolin, Renato Santos De Souza

Dos Princípios À Responsabilidade Social: Um Estudo Sobre A Percepção Acerca Da Res Em Uma Cooperativa De Crédito

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Krisna Mello Da Silva

Krisna Mello Da Silva, Pablo Murta Baião Albino, Thiago Heleno Mariano

Educação Cooperativista E Inovação Social: O Caso Da Cooperativa De Trabalho De Pessoas Com Deficiência E Familiares - Coopdef

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Naldeir Dos Santos Vieira

Airton Cardoso Cançado, José Maria Ribeiro Neto, Naldeir Dos Santos Vieira

Efeito Do Risco De Crédito No Desempenho Financeiro Das Cooperativas De Crédito De Livre Admissão Brasileiras

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Stella Fernanda De Azevedo

Rosiane Maria Lima Gonçalves, Stella Fernanda De Azevedo

Eficácia Do Treinamento No Trabalho E Autoeficácia Em Sociedades Cooperativas

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Vilmar Rodrigues Moreira

Alex Sandro Quadros Weymer, Eliane Lourenço Goulart Festa, Vilmar Rodrigues Moreira

Eficiência Social E Econômica: Uma Análise Das Cooperativas Agropecuárias De Minas Gerais

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Nágila Da Silva Santos

Nágila Da Silva Santos

Eficiência Técnica E Ciclo De Vida Em Cooperativas: Uma Análise De Dados Em Painel

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Lucas Batista Dos Santos

Davi Rogério Moura Costa, Lucas Batista Dos Santos

Empoderamento Feminino: Estudo De Caso Em Três  Cooperativas De Crédito Do Centro Oeste Mineiro

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Hélia Geralda Siqueira

Hélia Geralda Siqueira, Marlene Catarina De Oliveira Lopes Melo

Entrincheiramento Gerencial E Criação De Valor Nas Cooperativas De Crédito Brasileiras

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Bruno José Canassa

Bruno José Canassa, Davi R De Moura Costa, Marcelo S Pagliarussi

Fatores De Influência Na Participação Dos Membros De Uma Cooperativa Agropecuária

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Celina Martinez Georges

Celina Martinez Georges, Maísa Gomide Teixeira, Patricia Campeao, Renato De Oliveira Rosa

Fatores Que Motivam A Associação Em Uma Cooperativa De Crédito

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Danilo De Oliveira Sampaio

Danilo De Oliveira Sampaio, Gleice Santana Morais, Lupércio França Bessegato

Identificação Organizacional Cooperativa:  Construção E Validação De Escala Para Cooperativas De Crédito

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Marcia Helena Dos Santos Bento

Gabriel Murad Velloso Ferreira, Jaime Peixoto Stecca, Lúcia Rejane Da Rosa Gama Madruga, Marcia Helena Dos Santos Bento, Vania De Fátima Barros Estivalete

Influência Do Cooperativismo No Desenvolvimento Humano Municipal

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Lucas De Paula Rocha

Lucas De Paula Rocha, Marco Ufv, Wesley De Almeida Mendes

Interpretação Técnica Icpc 14: Um Comparativo Dos Impactos Nos Índices Financeiros De Cooperativas

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Anderson Roberto Pires E Silva

Anderson Roberto Pires E Silva, Andreza Costa Ribeiro, Frederick Fagundes Alves, Ruannyres Rebelo Lopes

O Cooperativismo Habitacional E A Gestão Coletiva Da Propriedade Como Garantia Da Segurança Da Posse De Populações Vulnerabilizadas: O Community Land Trust

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Renata Cristina Do Nascimento Antao

Renata Cristina Do Nascimento Antao, Tarcyla Fidalgo Ribeiro

O Processo De Implantação De Modelo De Gestão E Governança Em Uma Cooperativa De Crédito: Um Estudo De Caso.

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Pedro Luís Büttenbender

Ariosto Sparemberger, Dirce Schreiner, Pedro Luís Büttenbender

Obstáculos E Desafios Da Prática Da Intercooperação Nas Cooperativas De Crédito

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Joyce Ferreira Rodrigues

Ana Lúcia Magri Lopes, Joyce Ferreira Rodrigues

Organizações Sociais Na Agroindústria Familiar Do Estado  De Rondônia.

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Paula Almeida Brito

Daniel Menéndez Llerena, Gleimiria Batista Da Costa, Mariluce Paes De Souza, Paula Almeida Brito, Tomás Daniel Menendes Rodrigues

Os Desafios À Educação Cooperativista: Análise De Uma Experiência Em Uma Cooperativa De Crédito Na Bahia

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Anerita Oliveira De Almeida Neta

Anerita Oliveira De Almeida Neta, Eliene Gomes Dos Anjos

Os Efeitos Das Fusões Nas Cooperativas De Crédito Brasileiras

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Marcelo Henrique Shinkoda Santos

Marcelo Henrique Shinkoda Santos, Marcelo José Braga

Participação De Cooperativas Em Licitações Na Perspectiva Da Política De Compras Governamentais

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Kalina Maria Donato De Araújo Sales

Felicia Borges Carvalho De Faria, Kalina Maria Donato De Araújo Sales

Política De Distribuição De Sobras Em Cooperativas De Crédito

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Letícia Luanda Maia

Bárbara Alice Campos Souto, Letícia Luanda Maia, Valéria Gama Fully Bressan

Práticas De Controle Interno Em Cooperativas De Crédito: Análise Sob A Ótica De Presidentes, Conselheiros De Administração E Auditores Internos

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Marília Augusta Raulino Jácome

Carlos Fernandes Florêncio De Carvalho Junior, Maria De Fátima Oliveira Dos Santos, Marília Augusta Raulino Jácome

Problemas De Governança Em Cooperativas De Produtores De Leite No Estado Do Rs

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Mariele Boscardin

Adriano Lago, Marcelino De Souza, Mariele Boscardin, Renata Milani, Rosani Marisa Spanevello

Programa De Excelência Em Gestão: O Caso Da Frísia Cooperativa Agroindustrial

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Sandra De Souza Schmidt

Alfredo Benedito Kugeratski Souza, Ana Lucia Soares Gonçalves, Matheus Felipe Da Silva, Rodrigo Gandara Donini, Sandra De Souza Schmidt

Protagonismo Das Cooperativas Na Promoção Dos Objetivos De Desenvolvimento Sustentável: Reflexões E Agenda De Pesquisa

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Alessandra Hocayen Da Silva

Alessandra Hocayen Da Silva, Antonio Joao Hocayen Da Silva

Rating Para Avaliação De Cooperativas De Crédito: Uma Aplicação Do Modelo Pearls

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Vilmar Rodrigues Moreira

Paulo Fabricio Huscher, Rodrigo Alves Silva, Vilmar Rodrigues Moreira

Reflexos Das Fusões E Incorporações Nos Indicadores Financeiros No Setor De Cooperativas De Crédito

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Wilmar Cagnini

Wilmar Cagnini

Reflexos Do Cooperativismo Da Agricultura Familiar No Desenvolvimento Territorial Na Bahia

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Eliene Gomes Dos Anjos

Ana Georgina Rocha, Daciane Oliveira Da Silva, Eliene Gomes Dos Anjos, Fabiana Simão

Relações Cooperativas: Um Estudo Na Cadeia Da Carne Bovina Diferenciada No Estado Do Paraná

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Jaiane Aparecida Pereira

Amanda Ferreira Guimarães, Jaiane Aparecida Pereira, José Paulo De Souza, Rejane Heloise Dos Santos, Sandra Mara De Alencar Schiavi

Segmentos Do Sistema Financeiro Nacional E Eficiência Do Cooperativismo De Crédito

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Gustavo Henrique Dias Souza

Edleuza Paulina Loures Da Silva, Gustavo Henrique Dias Souza, Jacqueline Veneroso Alves Da Cunha, Valéria Gama Fully Bressan

Survival And Failure Of Brazilian Credit Unions: An Analysis Of Corporate Governance Characteristics

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Bruno José Canassa

Bruno José Canassa, Davi R De Moura Costa, Mateus De Carvalho Reis Neves

Technical Efficiency And Organizational Forms: The Case Of Dairy Processing Industry In Southern Brazil

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Caetano Luiz Beber

Caetano Luiz Beber, Ioannis Skevas, Sebastian Lakner

Terceirização Via Cooperativismo: O Cenário Antes Da Reforma Trabalhista E Agumas Perspectivas

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Marília Pacheco

Ana Laura Gschwend Monteiro, Anna Flora Carvalho De Oliveira, Carol Matias Brasileiro, Marília Pacheco, Sielen Barreto Caldas De Vilhena

Tradução E Controle Da Estratégia Em Cooperativas Agroindustriais: Proposição De Um Mapa Estratégico Dinâmico

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Roberto Max Protil

Luiz Carlos Duclós, Reginaldo Ferreira Barreiros, Roberto Max Protil

Um Ensaio Sobre O Desempenho Econômico-Financeiro Das Sociedades Cooperativas Sob As Dimensões De Mercado, Do Cooperado E Do Desenvolvimento Regional

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

Paola Richter Londero

Anelise Krauspenhar Pinto Figari, Fabiana Cherubim Bortoleto, Luana Zanetti Trindade Ferraz, Paola Richter Londero

Utilização De Jogos De Empresa No Treinamento Gerencial E Desenvolvimento Cooperativista De Cafeicultores Familiares Da Zona Da Mata Mineira

Educação E Aprendizagem

Poster

Roberto Max Protil

Gustavo Duarte Mota, Roberto Max Protil

 

 

 

LISTA DE SELECIONADOS (SEM O CUSTEIO DE DESPESAS)

 

Título Do Trabalho

Eixo Temático

Modalidade

Apresentador(a)

Autores (Em Ordem Alfabética)

A (In)Aplicabilidade Do Código De Defesa Do Consumidor Nas Relações Jurídicas Entre Cooperativas De Crédito E Seus Cooperados

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Sabrina De Andrade Azevêdo Carvalho

Henrique Azevêdo Carvalho, Sabrina De Andrade Azevêdo Carvalho

A Atuação Da Educação Cooperativista No Recôncavo Da Bahia: O Caso Da Coopeducar

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Ana Virgínia Pereira Dos Santos

Ana Virgínia Pereira Dos Santos

A Autonomia Deliberativa Das Cooperativas De Saúde Na Admissão De Novos Associados

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Eliane Lourenço Goulart Festa

Eliane Lourenço Goulart Festa, Leila Andressa Dissenha

A Disseminação Da Cultura Cooperativista Através De Programa Social Institucional: Um Estudo Sobre O Alcance Em Percepção De Valor Dos Associados

Educação E Aprendizagem

Poster

Daniela De Oliveira Soares

Daniela De Oliveira Soares

A Educação Cooperativa Como Gerador De Mudanças Sociais: Um Estudo Sobre A 6ª Semana Da Educação Financeira Na Cidade De Itamaraju/Ba.

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Daniele Carmo Scopel

Daniele Carmo Scopel, Estella Oliveira Dos Santos

A Intercooperação Nas Cooperativas De Crédito Da Região Do Vale Do Aço: Discurso Ou Efetividade?

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Edair Costa De Assis

Ana Lúcia Magri Lopes, Edair Costa De Assis

Análise Da Percepção Dos Controles Internos Nas Cooperativas Agropecuárias Do Rio Grande Do Sul

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Matheus Loro

José Máximo Daronco, Matheus Loro, Paola Richter Londero

Apicultura No Norte De Minas: Cooperativismo E Novos Mercados

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Ailana Fernanda Silva Dutra Santos

Ailana Fernanda Silva Dutra Santos, Sara Gonçalves Antunes De Souza

Construção De Indicadores-Padrão Para Cooperativas Agropecuárias De Mato Grosso Do Sul

Capital, Finanças E Desempenho

Apresentação oral

José A Moura Aranha

Agnes Akemi Yahiro, José A Moura Aranha, Laísa Aparecida Pereira De Souza

Contribuições Do Cooperativismo De Crédito Para O Desenvolvimento Econômico E Social Das Comunidades: Um Estudo Na Sicredi União-Rs

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Poster

Carla Rosane Da Costa Sccott

Carla Rosane Da Costa Sccott, Fernando Reichert Haas, Janaína Balk Brandão, Sandro José Fin, Vitor Reisdorfer

Controles Internos E Gestão De Riscos: Um Estudo De Caso De Uma Cooperativa De Crédito De Livre Admissão Do Alto São Francisco De Minas Gerais

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Letícia Matos Duarte

Letícia Matos Duarte, Pedro Henrique Melillo

Cooperativa Escolar E A Preparação De Novas Gerações Para O Futuro Do Cooperativismo- Estudo De Caso Da Cooebompa-Rs

Educação E Aprendizagem

Poster

Vitor Reisdorfer

Amanda Da Rocha Balzan, Carla Rosane Da Costa Sccott, Gilmar Jorge Wakulicz, Vitor Reisdorfer, Wagner Nart Macedo

Cooperativas De Trabalho: Sustentabilidade, Identidade Jurídica E Direito De Contratar Com A Administração Pública

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Érica Almeida Leal

Catrine Cadja Indio Do Brasil Da Mata, Érica Almeida Leal, Ferlanda Luna

Cooperativas Na Política Agrícola De Crédito Rural

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Ricardo Theodoro

Davi R De Moura Costa, João Tomas F. Biavaschi, Marco V. Azevedo Fabbri, Pedro De Mesquita Santos, Ricardo Theodoro

Cooperativismo Agropecuário E Sucessão Geracional: Um Estudo De Caso Com A Cooperativa Agropecuária Cotricampo- Rs

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Mariele Boscardin

Adriano Lago, Camila Weber, Gabrieli Dos Santos Amorin, Mariele Boscardin, Vitória Benedetti De Toledo

Cooperativismo De Crédito, Sistema Financeiro E Crescimento Econômico No Rio Grande Do Sul

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Ricardo Höher

Osmar Tomaz De Souza, Ricardo Höher

Cooperativismo Mineral No Brasil E Na Bolívia

Identidade E Cenário Jurídico

Apresentação oral

Alan Ferreira De Freitas

Alair Ferreira De Freitas, Alan Ferreira De Freitas, Everton Alves Pereira, Paulo Henrique Da Silva

Cooperativismo Modelo De Negócios De Hoje Para A Construção Do Amanhã

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Poster

Joao Luiz Gomes Garay Brandão

Ivanir Casagranda, Joao Luiz Gomes Garay Brandão

Desafios No Processo Sucessório Em Uma Cooperativa Financeira Do Semiárido Baiano

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Sara Vilas Boas Dos Santos Almeida

Sara Vilas Boas Dos Santos Almeida

Educação Cooperativa: O Case Do Programa De Capacitação Em Gerenciamento De Cooperativas Para Conselheiros Do Sistema Cresol (Gercoop)

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

José Carlos Vandresen

Franciele Lorenzi, José Carlos Vandresen, Luiza Maria Da Silva Rodrigues, Rosiane Dalacosta, Wellington Alvim Da Cunha

Educação Financeira Como Fator De Desenvolvimento Sustentável No Cooperativismo

Educação E Aprendizagem

Apresentação oral

Samuel Tiago Dos Santos

Ana Lúcia Magri Lopes, Samuel Tiago Dos Santos

Emergência De Novos Arranjos Organizacionais No Cooperativismo De Crédito Rural - O Caso Do Sulcredi

Governança, Gestão E Inovação

Poster

Felipe Dagnese

Fábio Luiz Búrigo, Felipe Dagnese

Estudo Do Critério Governança Transformado Em Plano De Ação Para A Coapecal Cariri.

Governança, Gestão E Inovação

Poster

Laudemiro  Lopes De Figueredo Filho

Irislânia Barbosa Da Silva, Janaina Da Costa Santiago, Laudemiro  Lopes De Figueredo Filho

Governança Corporativa: Desafios E Perspectivas De Sua Implementação Nas Cooperativas De Crédito Rural

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Wilmar Cagnini

Wilmar Cagnini

Governança E Desempenho Se Associam? Evidências Em Cooperativas De Crédito No Brasil

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Marindia Brachak Dos Santos

Flavia Luciane Scherer, Gabriel Murad Velloso Ferreira, Igor Sonza, Marindia Brachak Dos Santos

Governança Sob A Ótica Da Economia Institucional: Estudo Em Uma Cooperativa Fair-Trade

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Aíla Fialho

Aíla Fialho

Intercooperação Através Da Experiência Das Compras Coletivas De Cooperativas Filiadas A Fecovinho

Governança, Gestão E Inovação

Poster

Jessyca Leon Bolzan

Jessyca Leon Bolzan

O Impacto Da Implantação De Cooperativas Sociais De Trabalho No Sistema Penitenciário Brasileiro Sobre O Índice De Reincidência De Seus Egressos: Reflexões Sobre A Educação Social

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Poster

Eduardo Damião Da Silva

Eduardo Damião Da Silva

O Papel Das Cooperativas Agropecuárias Em Roraima No Acesso E Na Comercialização De Alimentos Para Os Mercados Institucionais Públicos: O Caso Da Coopercinco

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Apresentação oral

Hudson Do Vale De Oliveira

Hudson Do Vale De Oliveira, Mary Lúcia Silva Perim, Serguei Aily Franco De Camargo

Organização Do Quadro Social: Expressão Da Gestão Democrática

Governança, Gestão E Inovação

Poster

Cleberson Da Silva Santos

Cleberson Da Silva Santos

Percepção Dos Funcionários Das Cooperativas Agropecuárias Sobre A Criação De Valor Oferecida Aos Cooperados: Um Estudo Comparativo

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Luana Zanetti Trindade Ferraz

Luana Zanetti Trindade Ferraz, Vanessa Schaefer

Pesquisa De Satisfação Dos Associados Vale A Pena? O Antes E O Depois Na Experiência Em Uma Cooperativa De Crédito

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Leonardo Pinheiro Deboçã

Eduardo Marques Dos Santos, Leonardo Pinheiro Deboçã, Patrícia Rosvadoski-Da-Silva

Práticas Da Governança Corporativa Em Cooperativas Médicas

Governança, Gestão E Inovação

Poster

Joaquim Fernandes Pinto

Joaquim Fernandes Pinto

Prerrogativas E Proventos Das Cooperativas Diante Do Mercado Institucional: Análise Da Produção Científica No Tema

Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais

Poster

Bruno De Jesus Lopes

Angelina Moreira Melo, Bruno De Jesus Lopes, Isabela Renó Jorge Moreira, Kátia De Fátima Vilela, Suany Machado Da Silva

Processo De Controle De Estoque Com Atuação Da Auditoria Interna Em Uma Fábrica De Rações De Uma Cooperativa Agropecuária.

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

José Guilherme Pretto

Ciro Weber, José Guilherme Pretto, Paola Richter Londero

Progrid: Uma Ferramenta De Disseminação De Educação Cooperativista Na Cooperativa De Crédito Viacredi Entre Os Anos De 2016 E 2017

Educação E Aprendizagem

Poster

Henrique Azevêdo Carvalho

Henrique Azevêdo Carvalho, Maria José Carvalho De Souza Domingues

Representações Sociais Do Agricultor: Um Analise De Uma Ong Internacional Em Seu Trabalho Com Cooperativas De Cafeicultores Em Minas Gerais

Identidade E Cenário Jurídico

Poster

Luiza Rocha Rosa Vieira

Luiza Rocha Rosa Vieira

Retorno De Investimentos Em Capacitações Em Cooperativas Agropecuárias Do Estado Do Rio Grande Do Sul/Br.

Capital, Finanças E Desempenho

Poster

Henrique Fernando Lidório

Angelo Lorensi Leivas, Fernando Sérgio De Toledo Fonseca, Henrique Fernando Lidório, José Cardoso Sobrinho, Ricardo Höher

Sucessão Rural E Em Cooperativas Agropecuárias: Analise De Três Estados Brasileiros

Governança, Gestão E Inovação

Apresentação oral

Erlaine Binotto

Carolina Vilella Castelo Branco Oliveira, Eduardo Luis Casarotto, Erlaine Binotto, Luisa Rhoden Rech, Manoela Morais

 

imagem site coop

OCB recebe prêmio na Conferência Mundial do Woccu 2019

Steven Stapp, presidente do Woccu, entrega prêmio Distinguished Service Award ao presidente da OCB. (Foto: Woccu/Sicredi)


Brasília (29/7/19) – A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) recebeu o Distinguished Service Award durante a conferência Mundial do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês). O evento ocorre até o dia 1º de agosto em Nassau, Bahamas. O prêmio é a maior honraria destinada pelo cooperativismo de crédito mundial a indivíduos e instituições e foi concedido em reconhecimento aos serviços prestados pela OCB em prol da disseminação do segmento no Brasil e fora dele. A honraria foi indicada pelo Sicredi ao Woccu por meio de um case que ilustrou a atuação nacional da OCB em países como Uganda, México, Equador e Cuba.

Presente no evento para receber o prêmio, o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a relevância do reconhecimento. “Pela legitimidade que tem o Woccu, essa homenagem é uma grande honra e receber essa distinção por uma indicação do Sicredi nos dá mais orgulho ainda, pois é o reconhecimento de quem vive o dia a dia do cooperativismo no Brasil. Outro ponto é que essa presença maciça do cooperativismo brasileiro na Conferência Mundial do Woccu, sendo a segunda maior delegação no evento, é fantástica, pois nos permite dividir com todos esse prêmio. Se a OCB está onde está, é porque o cooperativismo tem construído bases para isso. A entidade é o espelho do que está acontecendo no movimento cooperativista”, declarou Freitas.

Já para o presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock, o reconhecimento recebido pela OCB é resultado de um sólido trabalho realizado. “A OCB tem dado ao cooperativismo de crédito o alicerce necessário para o seu desenvolvimento e aprimoramento. O suporte oferecido pela entidade para questões fundamentais como as relações com as instituições públicas regulatórias, por exemplo, nos proporcionou avanços que nos impulsionaram em direção à expansão, pois viabilizaram importantes melhorias no Sistema Nacional de Crédito Cooperativo”.

 

O PRÊMIO

Criado para reconhecer contribuições destacadas para o desenvolvimento de cooperativas de crédito, o Distinguished Service Award é concedido anualmente na Conferência Mundial de Cooperativas de Crédito. As inscrições da delegação do Sicredi na Conferência Mundial do Woccu contaram com o apoio do Sescoop que, junto com a OCB e a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), formam o Sistema OCB.

 

SOBRE O SICREDI

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. (Fonte: Sicredi)

Sicredi recebe prêmio internacional

Pêmio foi entregue ao Sicredi pelo presidente do Woccu, Steven
Stapp (direita) e pelo CEO da instituição, Brian Branch.

Brasília (31/7/19) – O Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, recebeu o prêmio Growth Award durante a Conferência Mundial do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês), nesta segunda-feira (29/7), em Nassau, nas Bahamas. A premiação, conferida pela entidade internacional em reconhecimento ao crescimento do Sicredi no segmento de cooperativismo de crédito, foi entregue durante a Assembleia Geral Anual do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito.

Após receber o prêmio de Steven Stapp e Brian Branch, respectivamente presidente e Ceo do Woccu, o presidente da SicrediPar, da Central PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock, destacou a relevância da honraria. “Este é um prêmio a todos os presidentes das cooperativas que integram o Sicredi, assim como a todos os colaboradores e associados, que, diariamente, trabalham em suas regiões para que a nossa instituição siga tendo um crescimento continuo e sustentável”, ressalta Dasenbrock.

Recentemente, o Sicredi ultrapassou a marca de quatro milhões de associados e já conta com mais de 26 mil colaboradores e mais de 1.700 agências em mais de 1300 cidades brasileiras.

 

FUTURE FORUM

Além receber o prêmio Growth Award nesta terça-feira, o Sicredi também participou da programação do Future Forum, uma agenda da Conferência Mundial do Woccu que reúne lideranças das principais cooperativas de crédito do mundo. Na ocasião, o Sicredi debateu temas como “Liderança Estratégica”, “Tecnologia e Desenvolvimento”, “Remuneração das Lideranças” e “Marcas Sistêmicas e Campanhas Publicitárias”, liderados por João Tavares, presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi.

O executivo apresentou o modelo de marca única da instituição cooperativa, também dividindo com os participantes a estratégias de campanhas nacionais de posicionamento institucional, somadas a ações de comunicação regionais e locais.

“Na busca por gerar entendimento sobre os benefícios do cooperativismo de crédito e do Sicredi, procuramos unir forças para fazermos juntos a diferença com mensagens unificadas, mas respeitando a autonomia para que as cooperativas utilizem, por exemplo, a linguagem regional para se comunicar de uma maneira próxima com os associados. Foi uma oportunidade extraordinária de mostrar a executivos de grandes cooperativas do mundo os pilares de governança estruturada, responsabilidade solidária, padrões operacionais e respeito às decisões estratégicas, que são o que sustenta nossa marca. Recebemos feedbacks de que o modelo do Sicredi é algo a ser seguido mundialmente, o que nos deixa muito orgulhosos”, resumiu Tavares.

Também participaram dos debates, que têm como dinâmica a rotatividade dos presentes entre os grupos de discussões temáticas, a vice-presidente da Cooperativa Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG, Angelita Cadona; Wellington Ferreira, presidente da Cooperativa Sicredi União PR/SP; Domingos Sousa, vice-presidente da Cooperativa Sicredi Celeiro MT e Jaime Basso, presidente da Cooperativa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP. Os dirigentes puderam dividir os exemplos das suas cooperativas e do Sicredi de maneira geral, além de conhecerem o trabalho de cooperativistas de países como Estados Unidos, Canadá, Colômbia a Austrália.

As inscrições da delegação do Sicredi na Conferência Mundial do Woccu contaram com o apoio do Sescoop. (Fonte: Sicredi)

Gestão do negócio é foco de seminário do Ramo Educacional

Brasília (24/7/19) – Representantes de 49 cooperativas educacionais de todo o país participam nesta quarta-feira (24/7) de um Seminário Nacional promovido pela OCB, com o objetivo de discutir gestão e inovação do negócio. No total, 170 pessoas acompanham a programação que inclui palestras e debates a respeito da gestão do negócio cooperativo, cenário educacional, gestão e inovação do ambiente escolar, entre outros, além de atividades de alinhamento estratégico.

O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, deu as boas-vindas aos participantes do seminário e destacou a importância do evento. “Temos vivido momentos de intensos desafios no país e o setor educacional está entre os setores impactados, por isso, é importante nos lembrarmos da premissa que move as cooperativas educacionais, que é oferecer uma educação de qualidade, contribuindo para a formação de cidadãos mais cooperativos. É isso que fará do Brasil, um país mais forte, mais próspero. A educação é o grande motor do desenvolvimento”, avalia Nobile.

A condução das reflexões a respeito dos assuntos pertinentes ao evento ficou por conta da analista de Desenvolvimento e Gestão de Cooperativas do Sistema OCB, Pamela Lima, do presidente da Unimed Fortaleza, Elias Leite, do palestrante Renato Casagrande, especialista em educação, da gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabiola Motta, o professor da Universidade de Brasília, Francisco Thiago Silva, e o diretor de Marketing da Tecnisa, Romeo Busarallo, especialista em inovação.

A programação do seminário também contou com um painel moderado pela gerente Técnica e Econômica da OCB, Clara Maffia, e que teve por objetivo apresentar um pouco do que tem sido feito pela OCB em prol das cooperativas educacionais. O painel também teve a participação dos representantes das cinco regiões do país no Conselho Consultivo do Ramo Educacional, coordenado pelo Ricardo Lermen.

 

NÚMEROS

O ramo educacional abrange 265 cooperativas no Brasil, com 60,7 mil cooperados e 3,4 mil empregados, segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro.

imagem site coop

OCB receberá prêmio internacional

Brasília (22/7/19) – A atuação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) dentro e fora do país, com foco nas cooperativas de crédito, rendeu um novo prêmio à entidade. No próximo domingo (28/7), a partir das 16h30, o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, receberá o Distinguished Service Award (Prêmio por Serviço Eminente), honraria conferida pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla inglesa). O prêmio é um reconhecimento à atuação internacional em prol do desenvolvimento do cooperativismo de crédito.

A cerimônia de entrega ocorrerá durante a abertura da Conferência Mundial do Woccu, que ocorrerá em Nassau, nas Bahamas, entre os dias 28 e 31 de julho. O evento deve reunir cerca de cinco mil representantes de cooperativas de crédito de mais de 50 países para discutirem iniciativas que possam melhorar a vida das pessoas.

A indicação da OCB para receber o prêmio partiu do Sicredi, instituição financeira cooperativa que valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1,7 mil agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros.

O prêmio pode ser visto como um grande reconhecimento à atuação internacional da OCB e coloca a entidade como a primeira organização representativa latino-americana a receber a honraria.

Para tomar a decisão de premiar a OCB, a comissão julgadora do prêmio levou em consideração o acordo de cooperação com Moçambique, que tem resultado numa intensa troca de expertises entre as diversas delegações estrangeiras que a entidade tem recebido ao longo dos últimos anos para compartilhar informações sobre o cooperativismo de crédito no Brasil.

 

SEGUNDA VEZ

Essa é a segunda vez que o Brasil recebe o prêmio. Em 2015, Roberto Rodrigues foi um dos quatro homenageados. Assim, a OCB se juntará a um grupo de grandes organizações internacionais homenageadas, dentre elas estão, por exemplo, a Igreja Católica, agraciada em 2005; a Associação Nacional das Cooperativas de Crédito dos Estados Unidos (CUNA) e a Fundação Konrad Adenauer, que receberam o prêmio em 1988.

 

SICREDI

O Sicredi também estará presente nas principais agendas da Conferência, representado por uma comitiva formada por 134 integrantes, entre dirigentes, executivos, colaboradores e associados.

 

FUTURE FORUM

No Future Forum, momento em que líderes das maiores cooperativas de crédito do mundo se reúnem para discussões sobre tendências do segmento, João Tavares, presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi, vai liderar um debate sobre Marcas Sistêmicas e Campanhas Publicitárias.

As sessões de debates do Future Forum também contarão com a presença de Wellington Ferreira, presidente da Cooperativa Sicredi União PR/SP; Pedro Caldas, presidente da Cooperativa Sicredi Planalto Central; Angelita Cadona, presidente da Cooperativa Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG; Domingos Sousa, vice-presidente da Cooperativa Sicredi Celeiro MT e João Bezerra Júnior, presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Sicredi Evolução, da Paraíba.

 

INTERCONEXÃO

Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente dos Conselhos de Administração da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, estará presente na Conferência e ressalta que o evento é o principal momento de interconexão entre os cooperativistas em nível mundial.

“O cooperativismo de crédito é um modelo que está em plena expansão no mundo, principalmente em lugares onde chegou mais tarde, como a América do Sul e Ásia, por exemplo. Dados recentes divulgados pelo Woccu revelam que já são quase 90 mil cooperativas de crédito e 260 milhões de adeptos ao redor do planeta e a Conferência Mundial do Woccu é uma oportunidade para buscarmos soluções e trocarmos conhecimento sobre como podemos levar os benefícios da atuação focada no desenvolvimento das comunidades até um número ainda maior de pessoas”, explica Dasenbrock, que também coordena os trabalhos do Conselho Nacional do Ramo Crédito da OCB.

 

OPORTUNIDADE

Desenbrock também destaca que os momentos para networking durante a Conferência são oportunidades para apresentar ao mundo exemplos positivos do cooperativismo de crédito no Brasil e conhecer o que está sendo feito no mundo. Por isso, a agenda do Sicredi nas Bahamas inclui, um jantar organizado pela própria instituição para cerca de 300 convidados ligados ao segmento, entre eles Brian Branch e Steven Stapp, respectivamente, CEO e presidente do Woccu. A programação do encontro contará com a palestra A quarta revolução industrial, reinventando empresas, ministrada por Vinicius David, líder de Produtos da HP, uma das maiores companhias de Tecnologia da Informação do mundo.

 

SUSTENTABILIDADE

Na Conferência, o Sicredi também vai participar de sessões especiais de debates. Em uma delas, Manfred Dasenbrock tratará sobre sustentabilidade com o tema Tomando a Frente na Sustentabilidade – Fazer a coisa certa também é um bom negócio. Felipe Sessin, superintendente de Operações de Produtos do Sicredi, vai discutir Como a Tecnologia Cognitiva pode ajudar a fornecer um melhor serviço aos associados.

Já Gisele Gomes e Ingrid Muller Costa, duas das 11 representantes do Sicredi no Global Women's Leadership Network (GWLN) que estarão na conferência, vão debater Inteligência Cultural e Diferenças Interculturais. Gisele Gomes ainda participará do painel O futuro das culturas cruzadas, países e pessoas: uma perspectiva profissional jovem. As agendas do Global Women’s Leadership Network, terão foco em apresentações e debates para discutir a presença feminina no cooperativismo de crédito e na sociedade de forma geral.

 

FORÇA JOVEM

Durante o evento do Woccu, o Sicredi também vai destacar a força dos jovens no cooperativismo de crédito. Neste ano, a instituição vai apresentar 11 projetos brasileiros para o World Council Young Credit Union People (WYCUP), um programa que premia jovens que fizeram contribuições significativas às suas cooperativas de crédito, que têm potencial de causar impacto global.

Em 2018, duas iniciativas de associados da instituição foram vencedoras no WYCUP. Na edição deste ano, os projetos inscritos pelo Sicredi evidenciam ações voltadas as áreas de educação, inclusão, sustentabilidade e liderança juvenil. Além disso, representantes do Sicredi apresentarão aos participantes do WYCUP o trabalho realizado pela instituição no Brasil com os Comitês de Jovens. A intenção é que a inciativa sirva de inspiração para que o modelo seja replicado mundialmente. (Com informações do Sicredi)

Presidente do Banco Central reforça papel do SNCC


 

Brasília (27/6/19) – Na terça-feira, o presidente do Banco Central, Roberto de Oliveira Campos Neto, esteve na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras, em Brasília. Ele explicou como o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) pode contribuir com as ações da chamada democratização financeira, foco da Agenda BC#, lançada há um mês. Durante o discurso, ele fez questão de destacar como o cooperativismo de crédito é percebido pelo banco. Confira alguns trechos:

 

PILAR

Um dos pilares do Banco Central é o cooperativismo. As cooperativas de crédito estavam entre os primeiros grupos que estudamos fortemente. Ao longo dos últimos anos, o Banco Central tem apoiado bastante o setor, por meio do desenvolvimento de regulação que considera as particularidades, do fomento e aprimoramento da governança, controle gerencial e de risco e a supervisão especializada em busca de atender os negócios cooperativos.

 

EVOLUÇÃO

O Banco Central já vem trabalhando muito, mas temos ainda diversos outros projetos vindos aí pela frente. É interessante ver a evolução do cooperativismo de crédito. De fato, é impressionante. É a modalidade de crédito que mais subiu em ativos concedidos e depósitos, entre 2009 e 2019. Então, mesmo durante as crises da década anterior, o cooperativismo se manteve firme nessa trajetória de crescimento, desde 2009, ano da publicação da Lei Complementar nº 130. A gente tem agora que trabalhar para consolidar o setor, por isso temos, dentre os 14 grupos de trabalho, um específico para consolidar e expandir o cooperativismo.

 

CONSOLIDAÇÃO

Em 2018 tivemos uma redução de cerca de 4% no número de cooperativas singulares (de 967 para 925). Desde 2014, as cooperativas foram repensadas e usam mais tecnologia. Elas não deixam a desejar em nada para cooperativas de outros sistemas e países mais avançados, então, isso é um motivo de grande felicidade. Apesar da redução no número de cooperativas, o número de cooperados ultrapassou 10 milhões entre pessoas físicas e jurídicas. Elas estão presentes em cerca de 2,5 mil cidades e seus postos de atendimento superam a casa dos 5,4 mil. Esse desempenho está diretamente ligado ao modelo de negócio das cooperativas, focado na proximidade com os associados, e ocorre, ainda, graças à sua presença massiva no interior do país.

 

COOPERATIVA X SPREAD

Um dos problemas de crédito que temos no Brasil, atualmente, e por isso o spread é alto, está dividido em duas partes: um problema de informação assimétrica, ou seja, não existe um sistema de informação muito eficiente e a cooperativa elimina isso, porque ela está mais perto da pessoa que toma o crédito. E o outro problema diz respeito à recuperação de garantias. Na cooperativa isso também é solucionado, porque ela conhece o cooperado, sabe a garantia que ele pode dar, sabe onde ela está. Então, esses dois problemas são eliminados no ambiente da cooperativa.

 

CRESCIMENTO

O cooperativismo de crédito continua aumentando sua representatividade no Sistema Financeiro Nacional com crescimento bem maior que os demais segmentos. A gente ainda tem objetivos bastante ambiciosos, mas o trabalho de vocês, até agora, é impressionante. Estamos muito contentes com isso.

 

INCLUSÃO

As cooperativas de crédito são fundamentais para a inclusão financeira, com efeito multiplicador de poupança, de educação financeira. Há vários trabalhos que mostram que quando um agente agrícola, por exemplo, entra numa cooperativa começa a aprender a administrar melhor os insumos, fica mais eficiente. Essa proximidade com o produtor, que é tomador de crédito, gera esse aumento de eficiência de produtividade que nós precisamos.

 

COOPERAÇÃO

As cooperativas nasceram do rural, mas hoje têm um espectro mais amplo. A gente precisa receber de vocês os inputs para poder melhorar ainda mais a penetração em outras áreas. É uma rua de duas mãos. Precisamos trabalhar juntos. Nós precisamos entender quais são os novos negócios que as cooperativas querem fazer e como podemos ajudar nesse caminho.

 

O QUE VEM POR AÍ
  • Permissão de empréstimo sindicalizado;
  • Depósito Interfinanceiro Cooperativo (funding inter cooperativas e sistemas);
  • Captação de poupança por cooperativas singulares;
  • Uso de Fundos Constitucionais como funding;
  • Definição de política para área de atuação nos sistemas organizados;
  • Modernização do conceito de área de admissão;
  • Realização de assembleias também por meios digitais, garantidos a participação e o voto;
  • Possibilidade de as centrais exercerem “intervenção” em cooperativas singulares, bem como de confederações em centrais;
  • Aprimoramento da governança e ampliação do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop);
  • Meta de desenvolvimento regional.

Essas são as medidas que já estamos tomando.

 

DESAFIOS

 

Os desafios que temos para o setor são:

  • Aumentar a participação do crédito tomado pelos cooperados. Atualmente em 24% e nós projetamos um aumento para 40%.
  • Aumentar a participação das cooperativas de crédito no sistema financeiro nacional de 8% para 20%.
  • Aumentar a participação dos cooperados de renda mais baixa (até 10 salários mínimos), de 1/3 para 50%. Isso faz parte do movimento de inclusão.
  • Aumento da presença das cooperativas nas regiões Norte e Nordeste. Ainda nos falta um projeto integrado de aumento.

 

Pretendemos contribuir com tudo isso, e o primeiro passo é o aprimoramento da Lei Complementar 130/2009.

EBPC recebe inscrição de pesquisadores até esta sexta

Brasília (6/6/19) – Pesquisador, se o foco de seu trabalho é o cooperativismo, corra para inscrever seu material. Ele pode ser um dos escolhidos para ser apresentado durante a quinta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). O prazo para garantir a participação na seleção termina nesta sexta-feira (7/6). Basta acessar o site do evento e seguir o passo-a-passo.

Cada autor pode participar com até três artigos, sendo que cada um dos materiais pode ter no máximo cinco escritores. Os autores selecionados virão à Brasília com todas as despesas pagas para mostrar que teoria e prática podem caminhar de mãos dadas. O encontro ocorrerá em Brasília, entre 9 e 11 de outubro de 2019, e o tema norteador será Negócios sustentáveis em cenários de transformação. A previsão é de que o resultado da seleção seja divulgado no dia 16 de agosto.

Vale destacar que serão considerados válidos os trabalhos que estejam correlacionados com pelo menos um dos seguintes eixos: Identidade e Cenário Jurídico; Educação e Aprendizagem; Governança, Gestão e Inovação; Capital, Finanças e Desempenho; Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais.

 

OBJETIVO

O EBPC tem por objetivos: estimular o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas sobre as cooperativas e contribuir com o crescimento do setor e, consequentemente, do país. (Leia mais)

Brasileiros apresentam resultado de pesquisa no Canadá

Brasília (28/5/19) – O estímulo à pesquisa científica voltada ao cooperativismo brasileiro é uma das vertentes na atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e deve crescer cada vez mais. Entre os exemplos concretos está a realização do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC), a chamada pública realizada em parceria com o CNPq e, também, possibilidade de seus funcionários desenvolverem e apresentarem os resultados de seus trabalhos.

Este é o caso das gerentes Susan Miyashita Vilela (Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas) e Giulianna Fardini (gerente de Controladoria) e, ainda, do analista em Desenvolvimento Social de Cooperativas, Guilherme José Cabral Gonçalves, que participam ao longo desta semana da Conferência da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), em Quebec, no Canadá.

Realizado graças à parceria entre Associação das Cooperativas de Educadores do país, o Comitê de Pesquisa da ACI e a Associação Canadense de Estudos em Cooperativos, o evento é um dos mais importantes do mundo e contribui diretamente para o desenvolvimento das cooperativas em mais de 100 países.

Os brasileiros apresentarão os resultados de suas atividades envolvendo ferramentas de gestão e governança, atualmente utilizadas pelas cooperativas brasileiras. A programação que começou nesta segunda-feira (27/5) termina na próxima quinta.

 

GDH

Guilherme apresentou, nesta terça-feira (28/5), o estudo Gestão do Desenvolvimento Humano: as contribuições da ferramenta para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras, através da formação profissional e promoção social de seus empregados e associados.

Segundo o autor, para realizar a gestão e o acompanhamento das demandas das cooperativas, foi desenvolvida uma ferramenta informatizada denominada Gestão do Desenvolvimento Humano (GDH), que permite o controle físico e orçamentário das soluções de desenvolvimento humano.

Para ele, “a ferramenta GDH exerce um papel fundamental na gestão das ações de formação profissional e na promoção social, realizadas pelas unidades estaduais do Sescoop, à medida que faz a ponte entre o diagnóstico de necessidades das cooperativas e a execução das ações, propiciando acima de tudo, elementos de acompanhamento e controle, como planilhas de dados e relatórios gerenciais”.

 

GESTÃO

A apresentação do resultado da pesquisa comandada por Susan, Giulianna e Karla Oliveira (gerente geral do Sescoop e que ficou no Brasil) ocorrerá na quinta-feira (30/5). Elas mostrarão o diagnóstico de governança das cooperativas brasileiras, realizado entre 2013 e 2017, e cujo objetivo é destacar os pontos críticos da governança em termos de conformidade, relacionamento com cooperados e questões relacionadas aos valores e princípios cooperativos.

Para obterem os resultados, dois questionários foram utilizados, com foco em aspectos legais da governança, segundo a legislação brasileira e, ainda, nos processos de governança baseado nos valores e princípios que norteiam a atuação das cooperativas em todos os países onde o movimento cooperativista existe de forma estruturada.

Sescoop conclui curso para conselheiros de administração



Brasília (30/5/19) – Mais de 130 pessoas participaram da capacitação para conselheiros de administração de cooperativas e unidades estaduais, promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O objetivo foi atualizar o conhecimento de quem já é conselheiro a respeito de assuntos como legislação, por exemplo, e, ainda, oferecer informações aqueles que irão desempenhar a função pela primeira vez.

Esse é o caso de Fernando Schwanke, secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que, nesta quarta-feira (29/5), tomou posse no Conselho Nacional do Sescoop.

Nesta quinta-feira, o presidente do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, fez questão de destacar a importância de capacitações como essa para o desenvolvimento sustentável das cooperativas brasileiras. Segundo ele, quanto mais qualificadas estiverem as pessoas que ocupam cargos eletivos, de gestão ou de liderança numa cooperativa, mais seguras serão as tomadas de decisão.

“Uma gestão participativa sólida, envolvente e consciente é o que o nos diferencia dos demais modelos de negócios presentes no nosso país. É exatamente o fato de sermos organizações focadas no bem-estar das pessoas que nos possibilitou atravessar crises econômicas sérias ao longo da história do movimento cooperativista brasileiro”, enfatizou Márcio Freitas.

 

 CONTEÚDO

Oriundos de todas regiões do país, os conselheiros de administração discutiram, em dois dias de curso, questões ligadas à planejamento estratégico, ao papel do Conselho de Administração, aos cenários e tendências e, ainda, às boas práticas que podem contribuir efetivamente com o desempenho da função de conselheiro.

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Sicoob oferece orientação financeira gratuita



Brasília (23/5/19) – Na 6ª Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF), o Instituto Sicoob promove atendimento financeiro gratuito e individualizado para a população em todo o país. Em Brasília, o Programa Clínica Financeira entre os dias 23 a 25 de maio, das 11h às 18h, no térreo do Shopping Conjunto Nacional. Será possível consultar o SPC/Serasa e receber orientações sobre como administrar o dinheiro e manter uma vida financeira saudável.

Segundo o superintendente do Instituto Sicoob, Luís Edson Feltrim, o objetivo da Clínica Financeira é melhorar a situação econômica do país, promovendo a justiça e a educação financeira. Além da Clínica, o Instituto também promove palestras e o programa Se Liga Finança, workshop destinado a jovens entre 15 a 29 anos com o objetivo de alcançar o entendimento, pelo jovem, das consequências que as suas escolhas financeiras podem acarretar no horizonte de curto, médio e longo prazo.

A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) é uma iniciativa pública do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) que reconhece a educação financeira e previdenciária como ferramenta de inclusão social, de melhoria da vida do cidadão e de promoção da estabilidade, concorrência e eficiência do sistema financeiro do país.

 

SOBRE O SICOOB

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), possui 4,4 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 450 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). A rede Sicoob é a quinta maior instituição financeira do país, com mais de 2,9 mil pontos de atendimento e é considerado o 41° maior grupo empresarial do Brasil. (Fonte: Sicoob)

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Banco Central lança Agenda BC#

Brasília (29/5/19) – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, anunciou nesta quarta-feira uma série de medidas para melhorar a saúde financeira do brasileiro e, por consequência, a economia do país. Ao lançar a Agenda BC#, baseada em quatro pilares (inclusão, competitividade, transparência e educação), o executivo destacou a atuação das cooperativas de crédito.

Segundo ele, o modelo é ideal para incluir mais brasileiros no Sistema Financeiro Nacional (SFN), por isso, é uma das estratégias do Banco, localizadas no pilar Inclusão. De acordo com o IBGE, ainda há cerca de 60 milhões de pessoas ‘desbancarizadas’ no país, ou seja, cerca de ¼ da população ainda é considerada “sem-banco”.

 

VANTAGENS

Presentes em praticamente 100% do território brasileiro, as cooperativas de crédito possuem, juntas, a maior rede de atendimento bancário do país e um portfólio de produtos e serviços (tais como: conta corrente, empréstimos, financiamentos, investimentos, planos de previdência e seguros) similar à dos demais integrantes do SFN, mas com juros e taxas cerca de 30% menores.

Além de economia, as cooperativas oferecem inclusão e educação financeira a cerca de 11 milhões de brasileiros, muitos deles moradores de uma das dezenas de cidades onde elas são as únicas instituições financeiras presentes. Só na última década, o número de pessoas que se vincularam à uma cooperativa se crédito cresceu praticamente 180%.

Um desses brasileiros é o economista Daniel Lopes. Segundo ele, as cooperativas de crédito só oferecem vantagens para os cooperados. “Além de ter uma lista bem interessante de produtos, também tem um atendimento diferenciado e, ainda, me dá a oportunidade, como cooperado, de participar do processo de gestão, pois sou um dos donos do negócio”, comemora.

Outro aspecto que torna uma cooperativa de crédito a alternativa mais viável para cidadãos e empreendedores que buscam opções mais vantajosas no Sistema Financeiro Nacional, é o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). Criado para assegurar valores de até R$ 250 mil, por depositante, em casos de intervenção ou liquidação extrajudicial, o fundo trouxe mais segurança institucional, credibilidade e competitividade para todo o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).

 

ESTRATÉGIA

Essa nova agenda, baseada em inclusão, competitividade, transparência e educação veio para substituir a chamada Agenda BC+ que, até então, era o norteador da autoridade supervisora do SFN. Assim, o Banco Central do Brasil atuará, em conjunto com as cooperativas, em três grandes vetores: 1) Fomento de atividades e negócios; 2) Aprimoramento da organização sistêmica e promoção do aumento da eficiência do segmento; e 3) Aprimoramento da gestão e da governança.

Para o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o que os brasileiros mais querem são juros baixos duradouros, serviços financeiros melhores e a participação de todos no mercado, ou seja, democratização financeira. Ele explicou que a Agenda BC# reúne uma pauta de trabalho centrada na evolução tecnológica para desenvolver questões estruturais do sistema financeiro.

 

QUATRO DIMENSÕES

A reformulação da agenda foca em quatro aspectos:

  • INCLUSÃO: Facilidade de acesso ao mercado para todos: pequenos e grandes, investidores e tomadores, nacionais e estrangeiros.
  • COMPETITIVIDADE: Adequada precificação por meio de instrumentos de acesso competitivo aos mercados.
  • TRANSPARÊNCIA: No processo de formação de preço e nas informações de mercado e do BC.
  • EDUCAÇÃO: Conscientização do cidadão para que todos participem do mercado e cultivem o hábito de poupar.

 

LINKS

E os detalhes dos pilares e das ações que compõem cada um podem ser visualizados aqui. Já o pronunciamento completo do presidente do Banco Central, pode ser visualizado por aqui.

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Pesquisadores: inscrevam seus trabalhos no EBPC

Brasília (22/5/19) - Com o objetivo de estimular o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas sobre as cooperativas, contribuir com o crescimento do setor e, consequentemente, do país, vem aí a 5ª edição do EBPC (Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo). Esta é uma super oportunidade para pesquisadores de todo o Brasil e o espaço também está aberto para estudantes interessados no tema! O encontro ocorrerá em Brasília, entre 9 e 11 de outubro de 2019, e o tema norteador será Negócios sustentáveis em cenários de transformação.

Os interessados têm até 7 de junho para a submissão dos trabalhos. Cada autor poderá participar com até três artigos, sendo que cada um dos materiais pode ter no máximo cinco escritores. Os autores dos 50 melhores trabalhos serão convidados a apresentá-los no evento, em Brasília, com todas as despesas custeadas pela organização do encontro. A previsão é de que o resultado da seleção seja divulgado no dia 16 de agosto. Confira todas as diretrizes para as inscrições neste link.

Vale destacar que serão considerados válidos os trabalhos que estejam correlacionados com pelo menos um dos seguintes eixos:

 

· Identidade e Cenário Jurídico;

· Educação e Aprendizagem;

· Governança, Gestão e Inovação;

· Capital, Finanças e Desempenho;

· Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais.

 

OPORTUNIDADE DUPLA

Os interessados em participar do EBPC com um trabalho voltado ao cooperativismo de crédito também poderão se inscrever o Prêmio ABDE-BID 2019 (categoria: “Desenvolvimento e cooperativismo de crédito”). Os dois primeiros colocados terão os artigos publicados em livros e receberão, respectivamente, o prêmio de R$ 8 mil e R$ 4 mil. Um detalhe muito importante: para participar do ABDE-BID (com inscrições até 30 de junho) é necessário também participar do EBPC (com inscrições até 7 de junho). Por isso, fique ligado para não perder nenhum dos prazos!

Para mais informações, clique aqui.

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Atuação de conselheiros é foco de ação do Sescoop



Brasília (28/5/19) – Promover a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras. Essa é a missão do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) que, há duas décadas, promove ações de capacitação direcionadas à cooperados, colaboradores de cooperativas e também de suas unidades estaduais.

Um exemplo de ações como essa é a capacitação para conselheiros de administração de cooperativas e unidades estaduais, que ocorrerá amanhã e quinta-feira (29 e 30/5), em Brasília. A ideia é trabalhar o desenvolvimento contínuo dos participantes com foco no aprimoramento do papel de integrantes desse tipo de Conselho. Cerca de 120 pessoas confirmaram a participação.

Segundo o gerente de Pessoas do Sescoop, Marco Antônio Franzi, o Sescoop contribui para a autogestão da sua cooperativa, garantindo maior competitividade e, principalmente, o atendimento aos interesses dos cooperados.

“Para nós é muito claro que, não importa aonde se quer chegar, o desenvolvimento humano está no centro do trabalho realizado pelo Sescoop. É por isso que sempre identificamos os cursos que atendem, sob medida, a necessidade do movimento cooperativista brasileiro. Assim, ganha o colaborador, ganha o cooperado, ganha a cooperativa e ganha o país”, enfatiza o gestor.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Dia 29

  • 13h30 - 14h: Recepção dos participantes e entrega de material
  • 14h - 14h30: Abertura do evento e apresentação dos participantes
  • 14h30 - 15h30: Apresentação Institucional
  • 15h30 - 16h: Intervalo
  • 16h - 17h: Planejamento Estratégico e Papel do Conselho de Administração
  • 17h - 18h: Relação entre o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal

 

Dia 30

  • 8h30 - 9h: Boas-vindas
  • 9h - 10h: Principais Atos Normativos e Constitutivos
  • 10h - 10h30: Intervalo
  • 10h30 - 12h: Cenários e Tendências
  • 12h - 13h: Almoço
  • 13h - 13h30: A Importância do Conselho de Administração
  • 13h30 - 14h30: Case de Sucesso – Boa Prática de Conselho de Administração
  • 14h30 - 15h30:  Atuação Estratégica do Conselho
  • 15h30 - 15h45:  Intervalo
  • 15h45 - 17h45:  Atuação Estratégica do Conselho
  • 17h45 - 18h: Encerramento
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Sescoop capacita conselheiros fiscais



Brasília (22/5/19) – Com um mercado cada vez mais competitivo, estar preparado é fundamental. É por isso que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) realiza em todo o país ações de desenvolvimento profissional voltadas a quem cuida dos rumos das cooperativas brasileiras. Uma dessas iniciativas é o programa de capacitação de conselheiros fiscais.

Nesta semana, por exemplo, representantes de todos os estados estarão em Brasília, entre os dias 21 e 22 para participar da programação que englobará, dentre outros assuntos, questões ligadas à representação institucional, auditoria, planejamento, normativos, leis, cenários e tendências.

De acordo com o gerente de Pessoas do Sescoop, Marco Antonio Franzi, o objetivo da iniciativa é assegurar o desenvolvimento contínuo dos participantes para que, assim, aprimorem o desempenho de sua atribuição como conselheiro fiscal.

“A gente sempre diz que a atividade dos conselheiros fiscais é tarefa essencial para garantir a saúde econômico-financeira de uma organização. São eles os verdadeiros guardiões da execução da estratégia e do orçamento, assegurando a sustentabilidade dos negócios. Esses conselheiros atuam, dentre outras frentes, para garantir o foco na transparência da gestão dos recursos financeiros”, reforça.

 

PROGRAMAÇÃO

Dia 21

13h30 - 14h

Recepção dos participantes e entrega de material

14h - 14h30

Abertura do evento e apresentação dos participantes

14h30 -15h30

Apresentação Institucional

15h30 - 16h30

Alinhamento Estratégico

16h30 - 17h

Intervalo

17h - 18h

Questões relevantes para a atuação do Conselho Fiscal

               

Dia 22

8h30 - 9h

Abertura Institucional

9h - 10h

Palestra: Principais Atos Normativos e Constitutivos

10h - 10h30

Intervalo

10h30 - 12h

Palestra: Cenários e Tendências

12h - 13h30

Almoço

13h30 - 16h

Plano de Trabalho do Conselho Fiscal - Procedimentos

16h - 16h30

Intervalo

16h30 - 17h30

Plano de Trabalho do Conselho Fiscal - Procedimentos

17h30

Encerramento

 

MANUAL

Além de realizar ações periódicas de desenvolvimento profissional voltadas não só aos conselheiros fiscais, mas a todos aqueles que assumem funções administrativas nas cooperativas, o Sistema OCB, do qual o Sescoop faz parte, publica uma série de materiais de orientação para cargos como esse. Um bom exemplo é o Manual de Orientação para o Conselho Fiscal, que aborda desde aspectos da sua constituição a atribuições gerais e especificidades da função.

“Assim, consciente de seu papel, o conselheiro fiscal poderá contribuir de forma cada vez mais efetiva na fiscalização da gestão e apresentação do resultado econômico-financeiro, contribuindo-se diretamente com o desenvolvimento sustentável do cooperativismo brasileiro”, finaliza Franzi.

Parcerias que transformam o mundo

Brasília (10/5/19) – “O último ODS é, em minha opinião, um que merece maior destaque em debates como esse. O ODS 17 fala sobre alianças e nós só conseguiremos alcançar todas as metas impostas pela agenda 2030 da ONU se firmarmos parcerias concretas com aqueles que podem solucionar problemas conosco”.

Foi com esse pensamento que Graciela Fernandez, presidente da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas) iniciou sua participação na mesa redonda ‘‘Cooperativas e Parcerias para a implementação dos ODS’’, durante o 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo. Para a líder cooperativista uruguaia, cooperativas precisam fortalecer suas ligações para que práticas sustentáveis sejam implementadas e tenham sucesso em âmbito global.

E é como um case de sucesso da aplicação do ODS 17 que a cooperativa Sicoob Creditapiranga, do município de Itapiranga, localizado no extremo-oeste de Santa Catarina, se destaca. Mesmo antes de a agenda 2030 da ONU ser lançada, a cooperativa já trabalhava em prol da construção de parcerias eficazes para implementar práticas sustentáveis na comunidade em que está inserida. Desde 2014 a cooperativa realiza o Programa Cooperjovem, que tem o objetivo de disseminar a cultura da cooperação com base nos princípios e valores do cooperativismo, a partir de atividades educativas em várias escolas públicas da região.

Atualmente, o programa está implementado nas 11 escolas de ensino fundamental do município e atende cerca 2500 alunos. ‘‘O que viabiliza a existência deste projeto são as parcerias. Começamos com o Sescoop, que repassa as orientações e fornece capacitação. Depois temos o alcance da cooperativa, que oferece parte da equipe e dá os subsídios necessários para execução, depois a secretaria municipal de educação e a prefeitura. E por fim, as escolas, alunos e comunidade que são o ponto central de atuação desse programa’’, pontuou Gilvane Kern, gerente de comunicação e marketing do Sicoob Creditapiranga.

A educação colaborativa proposta nas escolas conta com o apoio de mais de 200 professores e as temáticas abordadas durante a execução do Cooperjovem surgem a partir do contato direto com a comunidade. ‘‘A escola promove entrevistas com pais e com a comunidade e aí define quais são os desafios a serem vencidos na escola em questão. Esses desafios vão desde melhorias na escrita e leitura dos alunos quanto a melhorias que precisam ser feitas em espaços dos colégios. É uma rede que conta com o apoio, direto de 7500 pessoas trabalhando no propósito de melhorar a comunidade’’, pondera Kern.

 

UM POUCO DE HISTÓRIA

O sucesso da implementação do programa realizado há quase cinco anos pode ter relação direta com a fundação da cooperativa em 1932. A instituição, uma das mais antigas de Santa Catarina, surgiu junto com o município de Itapiranga, criado em 1926. Com os propósitos de reter economias locais e desenvolver a comunidade, a cooperativa foi crucial para auxiliar as pessoas a conseguirem empréstimos para compras de terras na cidade. Desta forma, toda a cidade foi construída com base na cooperação e na parceria. Portanto, hospitais, igrejas, praças e salões comunitários foram erguidos pelos moradores que doavam seu tempo e trabalho em prol do bem de todos.

Após 87 anos, a Sicoob Creditapiranga já possui mais de 21 mil associados. Para Kern, esse é um número expressivo que representa a forte atuação da cooperativa. ‘‘O mais significativo é perceber que dos 26 mil habitantes dos três municípios mais próximos, 74% é ligado diretamente ao nosso trabalho. Conseguimos fazer muito mais em prol do social visto que nossa cooperativa tem uma entrada de mercado muito grande’’, comemora o gerente de comunicação.

Ainda, segundo ele, as instituições do município são sempre parceiras da cooperativa e isso facilita a apresentação e a inclusão de diversos projetos locais. ‘‘Dificilmente um município vizinho se nega a fazer uma parceria com uma cooperativa com tanto alcance e influência. Nossa obrigação é aproveitar o espaço que temos para fechar mais parcerias e trabalhar em outras frentes’’, finalizou. A iniciativa foi nacionalmente premiada na categoria Cooperjovem do prêmio SomosCoop em 2018.

O objetivo de instigar os participantes a buscarem mais parcerias deu certo. Ao final da mesa redonda, Jair Piovesan, presidente do Sicredi Espumoso do Rio Grande do Sul, pontuou a importância de as cooperativas se unirem em prol de projetos como esse. ‘‘Uma belíssima atuação como essa precisa ser expandida. Sei que minha cooperativa pode contribuir para alcançar mais parcerias e saio daqui motivado para dar continuidade à essa articulação’’, concluiu o participante.

Cases de sucesso para governança e gestão

Brasília (10/5/19) – Na manhã desta quinta-feira (9/5), foi realizado, em uma das oito salas de atividades simultâneas, a palestra Governança e Gestão Cooperativa, focando em um dos temas centrais do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, trazendo dois cases ligados ao assunto.

Na primeira parte da atividade, o case abordado foi Sucessão, com Tiago Schmidt, do Sicredi Pioneira. Na ocasião, o colaborador mostrou o funcionamento de sucessão na cooperativa. Segundo o palestrante, falar em sucessão é garantir a estratégia da cooperativa. Esse processo na cooperativa da qual faz parte é feito de forma coletiva e não individual, não se limitando apenas a sucessões individuais, por meio de avaliações de desempenho realizadas entre os próprios membros, buscando possibilitar que os conselhos sejam cada vez mais diversificados, trazendo renovação.

O segundo case da atividade intitulado “Conquista do Selo Pró-Ética” - iniciativa do Instituto Ethos e da Controladoria-Geral da União (CGU), cujo objetivo é avaliar e divulgar companhias engajadas com a integridade e confiança nas relações comerciais - pela Unimed BH, única cooperativa brasileira a ter o selo. O colaborador convidado pelo Sistema Coop, da Unimed de Belo Horizonte, Fernando Coelho, discutiu a importância de gestões baseadas na ética. “É necessário fazer o certo e não o que é fácil”, frisou.

De acordo com Fernando, os principais passos para um trabalho ético em uma corporação é a transparência, equidade entre os membros, prestação de contas, responsabilidade e compliance (o conjunto construído a fim de cumprir as normas, diretrizes e atividades do negócio, além de detectar, tratar e evitar qualquer desvio na conduta desse conjunto. “O selo não é um fim, mas sim um meio. Ele serve como alavanca para nos ajudar a indicar lacunas e resolvê-las”, finalizou.

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Livros são lançados durante congresso

Brasília (9/5/19) – Quem achou que o 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo Brasileiro seria apenas um olhar para o futuro se enganou. No fim das atividades desta quinta, 9, foi realizado o lançamento de livros que tratam sobre o cooperativismo brasileiro, no momento atual. Confira!

 

AS OBRAS

 - José Aroldo Galassini: uma visão compartilhada – Dessa vez Elias Awad, escritor, palestrante, jornalista e administrador de empresas, escolheu contar a história de José Aroldo Gallassini,  presidente da maior cooperativa agrícola da América Latina, a Coamo.

 - A tributação das sociedades cooperativas de crédito – Entender as unidades cooperativas brasileiras, focando, principalmente, no cooperativismo de crédito e as formas de tributação das atividades cooperativistas no contexto legal brasileiro. Essa é a obra do Mestre em Direito Empresarial, pela Faculdade de Direito Milton Campos.

 - Cooperativismo financeiro: virtudes e oportunidades. Ensaios sobre a perenidade do empreendimento cooperativo – O gaúcho Ênio Meinen, pós-graduado em Direito da Empresa e da Economia pela Fundação Getúlio Vargas, dentre outras qualificações, trás em seu livro uma reflexão para o futuro do cooperativismo financeiro.

Gestão criativa e colaborativa em pauta no CBC



Brasília (9/5/19) – O 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo trouxe em sua programação o workshop Colaboração e Cooperação. Iniciado na quarta-feira (8/5), o encontro apresentou aos participantes novas técnicas de mercado, onde o cooperativismo pode gerar lucro com uma consciência coletiva e, assim, buscar impactos positivos no cenário global, com maior abertura comercial, mas mantendo o foco nas relações entre colaboradores, mercado e clientes.

A temática do impacto da transformação digital e social tem sido um tema debatido com frequência por quem está diretamente no mercado. E Este assunto foi um dos destaques do workshop, que teve Pedro Mello e Mauro Peres, ambos da Reset – especialistas em treinamentos sobre gestão de vendas e Open Leaders Organization, como palestrantes.

‘‘A gestão colaborativa surgiu em oposição aos modelos tradicionais, cuja a figura do líder está relacionada ao poder e ao conhecimento como uma forma de hierarquia linear. Neste tipo de gerenciamento, todos os setores de uma empresa compartilham responsabilidades para o sucesso do negócio. Em um ambiente colaborativo, todos são incentivados a aplicarem suas ideias e talentos em prol de um conjunto’’, afirmou Pedro Mello.

E é aí que além de garantir o desenvolvimento social da comunidade na qual está inserida, a cooperativa pode se transformar constantemente ao se apoderar de ferramentas que facilitam o dia a dia de acesso à serviços, seja através de aplicativos ou soluções móveis. Segundo Pedro, inovar é levar em conta o pensamento criativo e os novos processos para melhorar os resultados que se deve oferecer aos clientes. ‘‘Em momentos de crise, a inovação se torna uma vantagem competitiva e coloca o gestor à frente do mercado na volta do crescimento econômico”.

Para ele, a transformação não exige muito para ocorrer. “As organizações têm uma maneira equivocada de acreditar que grandes feitos vão trazer resultados grandiosos e não é necessariamente desse jeito. Toda transformação começa de uma forma muito significativa e particular, pautada na construção de um ambiente seguro e de confiança para os colaboradores que, só assim, podem colaborar mais. São pequenas intervenções capazes de gerar grandes mudanças. Colaboradores mais motivados e confiantes implementam coisas rápidas, práticas e o índice de cooperação é muito mais eficaz”, disse o especialista.

 

GESTÃO COLABORATIVA

Junto com um ambiente dinâmico e criativo, o colaborativo é a nova forma de gerir negócios. A gestão colaborativa foi o tema abordado na segunda parte do workshop, apresentado por Mauro Peres, nesta quinta-feira (9), e abordou os pilares para o desenvolvimento de uma geração de empresas focadas em alcançar a excelência na gestão.

“Estamos vivendo a terceira grande revolução histórica. Primeiro foi a agricultura e a revolução industrial, agora a revolução tecnológica demanda um foco maior das empresas e necessita que elas sintam e ouçam seus clientes. Atualmente, o mundo gira muito rápido e as empresas precisam se adaptar a esse novo momento mercadológico. Uma coisa é certa: o momento é decisivo para que organizações pensem em pessoas, retenham talentos e incentivem os colaboradores. Em ambientes colaborativos, onde todos falam a mesma língua, os resultados finais são muitos mais positivos que a de empresas que continuam insistindo em um modelo antigo e ultrapassado”, afirmou Peres.

O Congresso Brasileiro de Cooperativismo ainda debate outros temas como os métodos de comunicação interna e externa, mudanças políticas e econômicas, os desafios de cativar novas gerações e desenvolver novas lideranças, entre outros.

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