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ENTREVISTA DA SEMANA: Roberto Rodrigues

Brasília (1º/12/16) – Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV/EESP e embaixador especial da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para o cooperativismo mundial, foi o entrevistado da edição deste mês da revista Paraná Cooperativo, editada pelo Sistema Ocepar.

Dono de um conhecimento inquestionável sobre economia e cooperativismo brasileiro, ele foi enfático ao dizer que o sistema cooperativista consegue aliar questões de mercado e demandas sociais, de forma eficiente e com foco, promovendo o bem-estar das pessoas. Leia abaixo trechos da entrevista:

Como definir o cooperativismo na atualidade. Qual é a verdadeira fisionomia que deve ser apresentada para a sociedade no mundo todo?

Quando caiu o muro de Berlim, o mundo inteiro e o cooperativismo ficaram perplexos. Éramos, até então, chamados de terceira via, nos posicionando entre o capitalismo e o socialismo. Com a queda do muro, o socialismo sofreu um desastre, desmaiou e ainda continua assim, salvo poucos países do mundo que seguem essa doutrina.

E o capitalismo virou liberalismo. Daí houve uma ampla discussão global: agora, o que nós somos? Foi quando desenvolvi a tese da segunda onda. Não somos mais um rio que flui entre duas margens, o socialismo e o capitalismo, mas uma ponte que junta as duas margens. De um lado, o mercado, onde as cooperativas têm que estar inseridas e eficientemente focadas e, do outro lado, o bem estar das pessoas.

Fiz esse discurso aqui no Paraná há muito tempo, e o estado agarrou isso. E quando esse discurso virou manchete, acabei virando presidente da ACI, pois nele está inserido o selo da perenidade, ou seja, como se faz para manter a doutrina viva e o processo de sucessão articulado.

É aí que se insere a participação dos jovens, em especial no processo sucessório das cooperativas?

Não só dos jovens, mas também das mulheres, afinal, elas são as responsáveis pela preservação da vida e jamais podem ficar de fora deste processo, porque têm um conceito de perenidade diferente do homem, por uma questão biológica. E sou um eterno defensor da participação dos jovens e das mulheres no processo sucessório, por entender que toda cooperativa tem de ter jovens e mulheres na diretoria ou conselho de administração.

Quando fui presidente da ACI, obriguei todos os Continentes a indicarem uma mulher, aliás, fui o primeiro presidente não europeu da ACI a ter na diretoria quatro mulheres. E quem me sucedeu foi uma mulher, Dame Pauline Green, da Inglaterra, que foi sucedida por outra mulher. Elas estão preparadas para assumir postos mais altos no cooperativismo.

Nesse aspecto, o Paraná avançou muito e outros estados também estão adotando a prática de colocar jovens e mulheres em cargos diretivos e deram um salto no processo sucessório. Mas ainda acho a participação feminina muito pequena, especialmente nas cooperativas agropecuárias, de transportes e de infraestrutura. Inclusive no Paraná. Mas isso muda muito quando se trata de outros ramos, como crédito, consumo e saúde.

Qual o motivo de o senhor, com frequência, insistir na tese de que as cooperativas devem estar atentas à comunicação?

Porque é por meio da comunicação que se pode dizer à sociedade o que é, para que serve e o que faz a cooperativa. Recentemente, vi uma propaganda da Cooperativa Aurora, de Chapecó (SC), que é notável, porque mistura o produto com a ideia da cooperação. É o que sempre defendi: na hora de vender, mostrar que o produto é bom, porque é de cooperativa, pois o conceito que há por trás disso é que convence o consumidor.

Para fazer isso, a autogestão é essencial. E a autogestão, que conseguimos a duras penas incluir na Constituinte de 1988, começou aqui no Paraná. Foi o Guntolf van Kaick (ex-presidente da Ocepar) que levou essa tese para mim. E daí, como resultado da luta, com a forte pressão do Paraná e de outros estados, conseguimos incluir o assunto na Constituição brasileira. Por isso, afirmo que a comunicação é algo central no meio cooperativista.

Os números comprovam isso, afinal temos um bilhão de pessoas no mundo filiadas ao cooperativismo. E se formos multiplicar pelo número de pessoas na família, com uma média de mais três, temos cerca de quatro bilhões de pessoas vivendo do cooperativismo, mais da metade da população do planeta. No Brasil temos apenas 20%, porque estamos ainda engatinhando no processo de comunicação social.

O senhor apontaria exemplos de países como referência para essa questão da comunicação no meio cooperativista?

Sim, Japão, Alemanha, Itália. Na Itália eu vi a comunicação voltada mais para produtos industrializados pelas cooperativas. Tem a propaganda de manteiga que diz: ‘Essa é melhor porque é feita por uma cooperativa. Sabe por quê? Porque não quer ter lucro. Ela quer apenas servir bem a você e a sua família!’ Mensagem simples que agrega pensamento positivo sobre a forma de atuar do cooperativismo. A própria mensagem doutrinária está implícita no produto. O 

Japão também faz muito bem isso, de forma profissional, porque lá a cooperação faz parte da índole associativa e solidária do povo. Portanto, o melhor que vi na linha de associar o produto à filosofia cooperativista foi nesses dois países.


Para ler a entrevista completa clique aqui.


Fonte: Ocepar

Ministério do Meio Ambiente abre curso sobre o CAR com cinco mil vagas

Brasília (7/12/16) – Nesta sexta-feira (2/12), abrem as inscrições para o primeiro curso do projeto de capacitação em gestão territorial rural, na modalidade a distância, oferecido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV). São cinco mil vagas gratuitas, na opção de estudo de curso livre, para facilitadores que atuarão na inscrição de imóveis rurais no Cadastro Ambiental Rural (CAR), com prioridade para aqueles que farão cadastro de agricultores familiares.

Segundo o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, o CAR deve ser visto como instrumento de gestão “que auxilie na regularização ambiental e no melhor aproveitamento da terra, de forma que a produção agropecuária possa expandir-se sem necessidade de avançar suas fronteiras”.

Embora o prazo limite para inscrição no sistema seja dezembro de 2017, 99% da área passível de cadastro já está no Sistema do CAR. “Estamos entrando, de forma firme, no pós-CAR”, afirmou o ministro nesta semana, durante lançamento de ações para a economia florestal. Entre as novidades, Sarney Filho anunciou que os dados do CAR estão sendo disponibilizados para a sociedade.

O percentual restante (1%) corresponde principalmente a agricultores familiares, pequenos proprietários e povos e comunidades tradicionais, que necessitam de auxílio para realizar o cadastro no SiCAR. A seleção dos candidatos para a capacitação dará preferência aos participantes com maior capacidade de multiplicação do conhecimento.

As inscrições ficam abertas até 9 de dezembro e podem ser feitas pela internet. O início do curso está previsto para o dia 12 de dezembro, com duração de três meses. O CAR é um instrumento de registro público, eletrônico, de abrangência nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais.

PROJETOS – Outros dois cursos, que serão oferecidos em 2017, também fazem parte do projeto de capacitação sobre gestão territorial rural para apoio à implementação de políticas públicas. São eles: Indicadores de Sustentabilidade em Agroecossistemas (ISA) de propriedades rurais e Zoneamento Ambiental e Produtivo (ZAP) de bacias hidrográficas.

O sistema ISA é uma ferramenta de gestão para o produtor. Tem o objetivo de realizar um diagnóstico dos balanços social, econômico e ambiental de seu estabelecimento, apontar pontos críticos ou riscos e os pontos positivos e oportunidades de negócios.

Já o ZAP permite uma avaliação preliminar do potencial de adequação de uma sub-bacia hidrográfica. É o primeiro passo para efetivar o processo de adequação propriamente dito, que envolve a elaboração de planos, pactos e ações e a definição de indicadores para acompanhamento e avaliação. A ferramenta permite identificar áreas sensíveis e aquelas mais adequadas à exploração agropecuária e florestal.

PARCEIROS – O curso foi desenvolvido originalmente pelo MMA em parceria com a Universidade Federal de Lavras, por meio da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável e do Serviço Florestal Brasileiro. O conteúdo dos cursos ZAP e ISA foi desenvolvido com participação de pesquisadores e técnicos de instituições de ensino e pesquisa, como Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Centro Universitário de Sete Lagoas (Unifemm), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater).

SERVIÇO

Capacitação em Gestão Territorial Rural: CAR

Informações: (31) 3899-1011 ou pelo e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Saiba mais sobre o curso

 

(Fonte: MMA)

Pernambuco sedia capacitação regional do PDGC

Recife (7/12/16) – Nos dias 1º e 2 de dezembro, técnicos do Sistema OCB de oito estados da Região Nordeste, reuniram-se, no Recife, para uma capacitação sobre o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). O objetivo foi dirimir dúvidas sobre os critérios de qualidade e de excelência do programa, bem como viabilizar a socialização de práticas exitosas que possam auxiliar a implementação dos planos de melhoria nas cooperativas.

A iniciativa foi realizada, em conjunto, pela unidade nacional, Sescoop/PE, unidade anfitriã, e demais estados da região. A formação contou com 27 participantes e uma carga horária de 16 horas. 

A ideia da formação surgiu no segundo quadrimestre deste ano, durante o lançamento do ciclo do PDGC em Belo Horizonte, Minas Gerais. Na oportunidade, os técnicos presentes demandaram a necessidade de uma capacitação de forma a aprofundar os conhecimentos e atualizar as informações com base nas experiências vivenciadas por cada estado.

A partir daí, surgiu a proposta de realizar uma formação conjunta com rateio das despesas para a sua viabilização: a unidade nacional viabilizou a instrutoria da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), os estados, as diárias para os seus técnicos, e a unidade anfitriã, de Pernambuco, ficou responsável pela infraestrutura do evento.

Para a superintendente do Sescoop/PE e coordenadora da iniciativa, Cleonice Pedrosa, a capacitação buscou soluções para um maior envolvimento das cooperativas no programa. “O objetivo dessa formação não é apenas trabalhar a autoavaliação, mas também um plano de melhoria que fortaleça a competitividade das cooperativas. Os aspectos aqui trabalhados envolvem questões referentes à conformidade legal, responsabilidade social, ambiental, relacionamento com o cooperado, entre outras, que são diferenciais para o negócio e que passam fortemente pela gestão”, frisou.

O superintendente do Sescoop/SE, Walmir Rocha, partilhou da opinião: “A capacitação foi muito boa. A maioria já havia participado de uma formação sobre o tema, mas, desta vez, o conteúdo foi mais aprofundado. A proposta foi interessante para nos auxiliar a chamar a atenção das cooperativas para a adesão ao PDGC. Estou levando todo o conhecimento obtido aqui para pôr em prática”, concluiu o superintendente.

O primeiro dia focou as questões do formulário de autoavaliação, esclarecendo, pontualmente, cada uma delas.  Já na última sexta-feira o foco foi o debate sobre as ferramentas e pontuações, mudando o ponto de vista. Os participantes, então, se colocaram no lugar das cooperativas e passaram a responder o questionário especificando uma prática da unidade.

“Além de ser um momento de os técnicos se aperfeiçoarem mais, capacitações assim são muito positivas porque é possível compartilhar ideias novas, identificadas no trabalho de campo. A troca de experiências é muito rica, pois todos pertencem à mesma região e tem muitos pontos em comum”, frisou analista de Desenvolvimento e Monitoramento de Cooperativas do Sescoop nacional, Pamela Brandão. (Fonte: Sescoop/PE)

Encontro Tocantinense de Cooperativismo debate ações para 2017

Palmas (7/12/16) – Para celebrar as conquistas deste ano e apresentar o planejamento das ações para 2017, foi realizado na última sexta-feira, 2/12, em Palmas, o X Encontro Tocantinense de Cooperativismo. O intuito foi fomentar a intercooperação e a troca de experiências entre as cooperativas do estado, e ainda debater a importância da gestão profissionalizada.

Participaram cerca de 50 pessoas representando as cooperativas do Sistema OCB/TO, além de representantes da Associação Comercial e Industrial de Palmas (ACIPA), da Conab e da Secretaria Estadual da Agricultura e Pecuária.

Para o presidente do Sistema OCB/TO, Ricardo Khouri, momentos como o encontro desta sexta-feira fortalecem as cooperativas do Tocantins que estão evoluindo principalmente no que diz respeito às suas gestões. “Para 2017 a meta é continuar o processo de profissionalização e melhoria da eficiência da gestão de nossas cooperativas. Também vamos incentivar o trabalho do agente de desenvolvimento humano [ADH] que é o elo entre a cooperativa e o Sistema OCB/TO”, pontuou Khouri.

Para a presidente da Cooperativa de Educadores de Formoso do Araguaia (Coopefa), Madalena Costa, o evento foi um momento de confraternização e de reconhecimento ao trabalho prestado pelas cooperativas.

Já o conselheiro do Sescoop/TO, Ruiter Pádua, que também é associado do Sicoob Credipar e liquidante da Coopernorte, avaliou que o encontro foi importante por promover o debate, além de difundir o cooperativismo e o trabalho do Sistema OCB/TO. 

Satisfeita com a realização do X Encontro Tocantinense de Cooperativismo, a superintendente Maria José Andrade Leão de Oliveira afirmou que o Encontro foi importante para compartilhar os resultados alcançados, alinhar metas e objetivos com as cooperativas para 2017.

O X Encontro Tocantinense de Cooperativismo contou com a palestra: “A importância da gestão nos resultados das cooperativas”, ministrada pelo consultor André Raposo, que com muito dinamismo mostrou a importância do planejamento para o êxito das organizações.

A programação ainda contou com a apresentação do Plano de Trabalho para 2017 e entrega de certificados e placas de reconhecimento às cooperativas participantes e parceiros do Dia de Cooperar 2016 (Dia C). A ação envolveu 1.465 voluntários e beneficiou 5.005 pessoas em 19 municípios do Tocantins.

AGE - Antes do encontro foi realizada a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da OCB/TO, quando foram discutidos, aprovados e homologados entre outros itens: Autorização para suspensão e/ou cancelamento de registro de cooperativas inadimplentes (Art. 10 §2º Estatuto da OCB-TO), Contribuição Sindical 2017, Taxa de Manutenção e Orçamento para 2017. (Fonte: Ascom OCB/TO)

Vantagens do cooperativismo são tema de palestra no Piauí

Teresina (7/12/16) – O gerente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Piauí (Sescoop/PI), Arimatéa Costa, proferiu palestra, na manhã de hoje, 2/12, durante o II Encontro de Negócios da Apicultura dos Cocais, Carnaubais e Planície Litorânea. A palestra abordou o tema 'Cooperativismo como forma empreendedora'.

O Sescoop/PI tem proporcionado ganhos consideráveis às cooperativas piauienses por meio da capacitação de seus gestores nas áreas de gestão e governança. Dia 9 deste mês, por exemplo, forma-se a segunda turma do Programa de Desenvolvimento de Líderes Cooperativistas (Prodelcoop). Até agora, 60 representantes de cooperativas passaram pelo programa de dez disciplinas, com aulas presenciais, e intercâmbio técnico a cooperativas de destaque em outros estados. Até 2020, a instituição terá formado 150 novos líderes cooperativistas.

O Sescoop/PI também mantém um programa de capacitação voltado a grupos interessados em formar cooperativas. “A intenção de todo esse trabalho é propiciar as condições necessárias para que esses empreendimentos já nasçam com solidez e capacidade de enfrentar um mercado competitivo”, frisa o gerente.

A coordenadora de Promoção Social do Sescoop/PI, Carmem Campelo, também esteve presente no II ENAC, que acontece desde ontem no Campus do IFPI do município de Piripiri. (Fonte: Sescoop/PI)

Sescoop/SP realiza intercâmbio técnico para dirigentes na Europa

São Paulo (7/12/16) – Entre os dias 10 e 23 de novembro, presidentes e dirigentes de Unimeds do Estado de São Paulo participaram, com apoio do Sescoop/SP, do Intercâmbio Técnico das Cooperativas Operadoras de Plano de Saúde 2016, em Lisboa e Madri, com o objetivo de realizarem o Programa de Gestão em Saúde.

O evento de capacitação contou com a presença de 34 dirigentes de Unimeds, acompanhados por três representantes do Sescoop/SP: o presidente Edivaldo Del Grande, o superintendente Nelson Claro e a coordenadora de Gestão e Desenvolvimento de Cooperativas Lajyárea Barros.

Na cidade de Lisboa, os participantes realizaram o Programa de Gestão em Saúde para Médicos na Universidade Católica de Lisboa, que abordou os módulos "Gestão da Saúde: Estratégia, Marketing e Qualidade", “Liderança e Gestão de Equipes”, "Sistemas da Informação na Saúde", "Comunicação, Negociação e Gestão de Conflitos" e "Economia da Saúde".

“Os cursos tiveram como objetivo complementar conhecimentos de gestão para os dirigentes das Unimeds. Ao tratar de temas como estratégia, marketing, gestão de conflitos e liderança, a capacitação proporciona o desenvolvimento de competências importantes para a gestão das singulares e do Sistema Unimed como um todo”, explica Lajyárea Barros.

Já na segunda fase do intercâmbio, em Madri, os profissionais participaram de visita técnica a Escuela Nacional de Sanidad e ao Centro de Salud de Barrio Del Pilar, que atuam fortemente na Atenção Primária a Saúde, assunto que está sendo fortemente debatido no sistema e em implantação em expansão nas singulares.

Um dos projetos que o Sescoop/SP realiza com as Unimeds é justamente o de apoio à implantação da Atenção Primária à Saúde, então o contato com esse assunto no intercâmbio foi fundamental. “Além disso, os dirigentes tiveram a chance de ter o contato com o Doutor Juan Gérvas, que é referência mundial em Atenção Primária à Saúde, um grande inspirador no assunto pela sua vivência no cuidado centrado no paciente.”, destaca a coordenadora.

Em Madri, os participantes puderam ainda conhecer a Fundação Espriu, que reúne cooperativas de saúde de diversos segmentos como médicos, usuários dos serviços de saúde e seguradoras. A sede da Fundação fica em Barcelona, mas os participantes puderam entender melhor sobre a cooperativa e sua estrutura durante uma visita técnica a um de seus hospitais.

Por fim, os dirigentes participaram de um Workshop de Encerramento, no qual puderam avaliar o curso e as visitas técnicas, além de debater as aplicações práticas do que aprenderam, comparar as atividades realizadas por cooperativas espanholas e brasileiras, entre outras discussões.

“Os dirigentes identificaram pontos que podem servir de inspiração para eles. O intercâmbio foi muito positivo, principalmente pela vivência proporcionada, a integração e a troca de experiências entre os participantes”, conclui Lajyárea. (Fonte: Sescoop/SP)

Senado aprova política de estímulo ao jovem do campo

Brasília (7/12/16) – O Projeto de Lei do Senado 104/2015 que lista estímulo à formação cooperativista e associativa, privilegiando-se as ações apoiadas ou promovidas pelo Sescoop, como itens de apoio ao jovem empreendedor do campo, foi aprovado, nesta terça-feira (6/12), pela Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional (CEDN) do Senado Federal.

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 104/2015, de autoria do senador José Agripino (RN), “Institui a Política Nacional de Estímulo ao Empreendedorismo do Jovem do Campo” foi acatado na forma do substitutivo do relator, senador Cristovam Buarque (DF).

A Política Nacional tem por objetivo preparar o jovem para exercer papel estratégico de agente do desenvolvimento rural, de forma a ampliar competências, conhecimentos e práticas que possibilitem a gestão empresarial eficiente do negócio agrícola, promovendo o empreendedorismo, a liderança, o cooperativismo, o planejamento, o uso de técnicas produtivas, a comercialização, os negócios rurais e a governança.

A matéria, que reconhece a importância da educação cooperativa e do cooperativismo para o desenvolvimento do jovem do campo, seguirá para a análise da Câmara dos Deputados caso não seja apresentado recurso para sua apreciação em Plenário.

Curso de Gestão de Pessoas é realizado no Sescoop/AM

Aconteceu nesta terça-feira, 06, na Casa do Cooperativismo Amazonense, localizada no Centro de Manaus, o Curso de Gestão de Pessoas do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – Sescoop/AM, com o objetivo de administrar os comportamentos internos e potencializar o capital humano nas organizações. As instrutoras convidadas foram Argemira Botelho, Gerente de Recursos Humanos e Joelma Vieira, Analista de Recursos Humanos, ambas da Unimed Manaus e contou a participação de um bom público.

A analista de RH da Unimed, destaca que o processo de recrutamento de seleção das organizações é muito importante, pois há o recrutamento do candidato que tenha o perfil mais adequado à empresa: “A seleção do candidato, é aquela que nós vamos selecionar o que tenha conhecimentos e habilidades para trabalhar na empresa conosco.

Então precisamos fazer uma boa seleção, técnicas adequadas de entrevista, selecionar e contratar o mais adequado. Em geral, é isso que nós esperamos no processo seletivo, pensar não somente naquele processo de imediato, mas pensar no futuro, no que aquele candidato tem a agregar para a empresa, pois hoje o mesmo precisa não somente ter as habilidades técnicas, como também as habilidades comportamentais, como relacionamento interpessoal, boa comunicação, uma visão sistêmica, foco, que pense na empresa como um todo. Isso faz a diferença à todos os gestores e funcionários de qualquer organização”, afirma Joelma.

A Gerente de RH da Unimed, finaliza com gratidão: “Agradeço o Sistema OCB/AM por ter me dado a oportunidade de compartilhar com a Turma do Curso de Gestão de Pessoas, um pouco dos meus conhecimentos. Fiquei feliz com a receptividade dos participantes, que interagiram e ainda sugeriram outros módulos”, conclui Argemira.

 

O curso teve ótimos resultados, com a demonstração de interesse dos inscritos e um bom aprendizado.

Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

 

Último Módulo do Curso para Formação de Executivos é realizado no Sescoop/AM

O curso para formação de Executivos do Programa de Qualificação de Executivos e Desenvolvimento de Cooperativas de Saúde e Crédito no Amazonas realizado pelo Sistema OCB/AM, está em sua terceira etapa, e nos dias 1, 2 e 3 de Dezembro, o último módulo do curso aconteceu no Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – o Sescoop/AM, e foi mediado por Leoney Miranda, instrutor e palestrante nas áreas: motivacional, cooperativismo, associativismo, liderança, gestão de pessoas, além de Consultor em Planejamento e OQS.

A terceira etapa consiste no módulo Abordagem Comportamental do Programa FORMACRED do Sescoop Nacional, o qual o instrutor credenciado para ministrar o módulo foi Leoney Miranda, e para ele: ““Foi um prazer trabalhar este módulo com os diretores e conselheiros das cooperativas participantes do programa, eles se mostraram interessados em realizar as atividades propostas e a utilizar as ferramentas sugeridas para a fase de implementação dos seus projetos de expansão, conseguiram elaborar o plano de implementação, dessa forma acredito que conseguimos contribuir para que eles coloque em prática os seus projetos nas cooperativa sem maior dificuldades e com certeza vão alcançar bons resultados”, destaca Leoney.

Para Carlos Fábio de Souza, Diretor-Presidente da Coopsebram e um dos executivos que esteve no curso: “Participar do curso foi importante para aprimorar e ter novos conhecimentos, além da troca de experiência com outras cooperativas. Nos proporcionou entender e compreender melhor a importância do planejamento no que diz respeito ao plano de negócios. Contribuiu também para que pensássemos melhor para superar os desafios da crise no Brasil”, afirma Fábio.

 

Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

Cooperativistas iniciam elaboração de diretriz nacional de representação

Encontro Nacional de Representantes do Cooperativismo

Brasília (5/12/16) – Como tornar mais efetiva a atuação dos representantes do cooperativismo em fóruns e conselhos? Para responder a esta pergunta, o Sistema OCB realiza de hoje até amanhã o Encontro Nacional de Representantes de Ramos, em Brasília. Mais de 100 participantes dos Conselhos Consultivos Nacionais de Ramos e dos Fóruns do Poder Executivo, oriundas de todos os estados brasileiros participam do evento.

O objetivo é fortalecer a representação política e institucional do movimento cooperativista. Durante o encontro, os representantes estão tendo a oportunidade de debater temas fundamentais para o exercício de sua função. Dentre eles, estão: liderança, cenário político-econômico e inovação.

A abertura do evento foi feita pelo superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile. Ele fez questão que todos os participantes se apresentassem dizendo nome, ramo e estado onde atua, mas sem mencionar a cooperativa de origem. “Nossa intenção foi mostrar que, no trabalho de representação, é preciso ter em mente que a atuação deve estar focada no cooperativismo brasileiro e que cada ato precisa levar em consideração as necessidades de todas as cooperativas, nao apenas daquela que nos abriga.”

NORTEADOR – Nobile explicou também a ideia é central do evento: “Pretendemos que, em conjunto, respondamos à seguinte pergunta norteadora do evento. A partir daí, pretendemos agregar as respostas e construir uma diretriz nacional de representação, valorizando o protagonismo de cada participante envolvido, em prol de mais de 13 milhões de cooperados”, destaca o superintendente.

CENÁRIOS – Na parte da manhã, os participantes conheceram um pouco mais sobre os cenários nacional e internacional do cooperativismo, durante a exposição da gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Fabíola Motta, que também discorreu sobre a atuação das casas do Sistema OCB (Sescoop, CNCoop e OCB) em prol da construção de uma ambiente favorável ao desenvolvimento sustentável das cooperativas do país.


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Cooperativas-piloto do FIC estão entre as melhores para se trabalhar

Brasília (02/12/16) – O Sicoob Metropolitano e o Sicoob Norte fazem parte de um rol seleto de empresas paranaenses: as reconhecidas com o título de melhor lugar para se trabalhar. A entrega do título ocorreu no último dia 30/11. O ranking é realizado pelo Instituto GPTW – Great Place to Work® com apoio da Gazeta do Povo e da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Paraná.

As duas cooperativas de crédito fazem parte do projeto piloto de implantação do indicador Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC), desenvolvido pelo Sistema OCB. A ideia é fazer um contraponto ao PIB, inspirado no índice Felicidade Interna Bruta (FIB). O FIC está sendo estruturado como mais uma estratégia inovadora e pioneira, visando a assegurar qualidade de vida aos cooperados brasileiros.

O FIC tem ganhado o país e, na semana que vem, será apresentado durante Encontro Internacional Felicidade e Bem-Estar nas Organizações. O evento ocorrerá no teatro Raul Cortez (da Federação do Comércio de São Paulo), na capital paulista, nos dias 9 e 10 de dezembro.​

RAZÃO – Saiba agora os motivos que levaram as duas cooperativas de crédito a terem suas práticas reconhecidas pelo Instituto GPTW:

HUMANIZAÇÃO – O Sicoob Metropolitano percebeu que o cuidado com colaboradores gera um bem-estar que se estende a todos os ramos da organização. O investimento em formação, aliado ao programa de Felicidade Interna Colaborativa (FIC), fez a empresa crescer e investir mais ainda nos funcionários. O ciclo foi a receita para o bom resultado deste ano: a cooperativa saltou do 6º para o 2º lugar na categoria das médias empresas do Great Place to Work.

“Nossa cooperativa vem desenvolvendo um processo forte de humanização da gestão, onde colocamos as pessoas no centro de nossas ações. Temos convicção que por meio delas podemos transformar a instituição e a sociedade”, afirma o diretor presidente Ideval Curioni. Neste ano a organização investiu em treinamentos de feedback e qualidade e realizou ações que aproximaram a vida pessoal dos colaboradores do ambiente profissional.

Hoje, toda etapa de desenvolvimento é reconhecida. O Sicoob Metropolitano organiza eventos para apresentar os estagiários efetivados, homenagear as gestantes e os colaboradores que completam 10 e 15 anos de casa. O diretor presidente coordenou reuniões de alinhamento estratégico e manteve esse relacionamento próximo aos funcionários. Em 2017, o processo de humanização continua com o planejamento de mais de 20 ações sobre o tema.

COLABORAÇÃO – Quarto lugar no ranking, o Sicoob Norte trabalha para ser uma empresa que dá o exemplo antes de oferecer um serviço. A prova disso é que a palavra-chave para um bom trabalho é colaboração. Os funcionários dividem as responsabilidades e se ajudam em suas funções.

A prática trouxe para o presidente da empresa, Emerson Ferrari, uma ideia curiosa: trazer para dentro da empresa um casal de cachorros. O interesse dos funcionários foi tão grande que, mesmo antes da chegada, já existe lista de esperar para cuidar dos animais nos fins de semana.

A integração entre funcionários também aparece em outras práticas. Um ranking que premia boas ações realizadas pelos colaboradores chama a atenção pela maneira como é organizado: os colegas é que avisam quando veem alguém tendo uma atitude positiva que merece ser pontuada.

As lideranças carregam, além da cooperação e integração, a regra do respeito e da transparência. Os gestores têm a missão de liderar pelo exemplo e ajudar os funcionários a vivenciar os valores da empresa no dia a dia. “Temos que estar alinhados, corrigindo, afinando. Para isso dar certo é preciso ter proximidade entre líderes e colaboradores”, explica Ferrari.

O índice de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC) mede o quanto os funcionários estão satisfeitos com o ambiente de trabalho. E as práticas que fazem o índice crescer também envolvem as famílias. O resultado está no comprometimento. “Os problemas vão aparecer, mas a nossa qualidade faz o trabalho ser melhor. É feito com satisfação”, diz.

(Com informações das cooperativas)

Representantes de ramos se encontram para debater o futuro

Rio de Janeiro (1º/12/16) – O Sistema OCB/RJ realizou ontem (30/11), em sua sede, na capital fluminense, o 4º Encontro de Representantes dos Ramos Cooperativistas do Rio de Janeiro. A última reunião de 2016 serviu de integração entre os ramos a fim de alinhar assuntos específicos do cooperativismo no estado e debater sobre ações que vêm sendo desempenhadas em conjunto.

Presidente do Sistema OCB/RJ, Marcos Diaz, frisou a importância de os representantes de ramos serem atuantes nas reuniões que acontecem, tanto no Rio de Janeiro quanto em Brasília. “Nós, lideranças cooperativistas, temos a responsabilidade para o desenvolvimento dos segmentos, pois somente assim fazemos a diferença nas questões discutidas em Brasília”, comentou. 

Os números do cooperativismo fluminense até 2015, e nova grade dos cursos disponibilizados pelo Sescoop/RJ, a partir de 2017, foram alguns dos temas debatidos entre os presentes. 

Participaram do encontro o vice-presidente da OCB/RJ, Jorge Meneses, os diretores da OCB/RJ, Ângelo Galatoli, Vinícius Mesquita (também representante do ramo Transporte), Dr. Carlos Alberto Pêgo, Cláudio Meirelles e Ildecir Sias (também representante do ramo Trabalho). Também estiveram presentes os representantes Alberto Figueiredo (Agropecuário) e Adelina Salles (Educacional), além do conselheiro fiscal da OCB/RJ, Sérgio Bittencourt. (Fonte:  Sistema OCB/RJ)

Cooperativa paraense é destaque em Lyon, na França

Belém (1º/12/16) – A iniciativa dos empreendedores paraenses da Coober, de Paragominas, é uma das soluções discutidas para o desenvolvimento sustentável de empresas e cidades do mundo inteiro. A Cooperativa é a única representante da região Norte no grupo convidado pela iniciativa da União Europeia LCBA que está na Feira Pollutec, evento que ocorre em Lyon, na França, há 27 anos.

A Pollutec facilita o encontro de profissionais com soluções inovadoras e novos temas ambientais. São mais de 2,5 mil expositores e 400 conferências e shows com atualizações sobre as últimas notícias da indústria ambiental. O advogado Raphael Vale representa a cooperativa.

Vale é o presidente da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober), que inaugurou neste ano a primeira usina solar do Brasil construída na modalidade de uma cooperativa.  Ele já agendou sete encontros, visando à troca de experiência e networking. A expectativa é que novas parcerias sejam firmadas e com isso, sejam atraídos investimentos para promover o potencial que Paragominas e o Estado do Pará têm para expandir novas formas de energia renovável, entre elas a solar fotovoltaica e o biogás.

Até amanhã (2/12), a exposição aborda temas como serviços de gestão de água, energia, o uso correto de resíduos e reciclagem de materiais. O salão também oferece discussões em cinco focos: cidades sustentáveis, indústria sustentável e futuro, a agricultura, hospital e desenvolvimento sustentável. No espaço de "Cidade Sustentável", são apresentas as últimas inovações para tornar a cidade mais energia eficiente, mais ecológica e onde cada um encontra o seu lugar.

A Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober) é um dos expositores. Ela foi constituída em fevereiro deste ano, a partir da iniciativa de 22 cooperados. São advogados, biólogos, engenheiros agrônomos, eletricistas e outros profissionais de áreas afins.

“O foco principal é produzir a nossa própria energia de forma mais limpa e segura. A energia consumida em Paragominas, para chegar da usina hidrelétrica de Tucuruí, gasta aproximadamente 800 km de linhas de transmissão, entre alta, média e baixa tensão. Para o mundo novo, não é racional ter uma produção tão longe do consumidor. Vamos deixar de ser consumidores e passar a ser “prossumidores”, ou seja, consumidores e produtores”, afirma Raphael.

O espaço físico da micro-usina tem capacidade de 75 KWp. São 288 placas fotovoltaicas que possuem capacidade de produção média de 11.550 KW/H por mês.  Até entrar em operação, o projeto representou investimentos da ordem de R$ 600 mil, bancados totalmente com recursos próprios dos cooperados. Toda energia produzida pela usina é injetada no sistema da rede Celpa.

O resultado é rateado entre os cooperados e descontado diretamente na conta de energia da unidade consumidora de cada um, independentemente de sua localização. Estima-se que metade do quadro social da Coober tenha a conta completamente zerada, dependendo do nível de consumo individual.

As metas da cooperativa visam ampliar a geração para um grupo maior de pessoas. De acordo com Raphael, o número de cooperados será ampliado para 300 ou até 600 a partir do segundo semestre de 2017, dependendo da expansão da capacidade de produção.

Pela legislação, o teto que cada concessionária pode atingir é 5MW de potência. Hoje, a Coober produz 7,5% de 1MW. “Por Mega instalado, conseguimos atender até 300 pessoas. Iniciamos a fase pós-inauguração e injeção de rede para entendermos a tratativa por concessionária, compreendendo o fluxo entre a Coober, a Celpa e os cooperados de contratação. Posteriormente, implantaremos um plano de negócio para ampliar a cooperativa e abrir para novos cooperados”, completa Raphael.

De acordo com a Agência Internacional da Energia (AIE) o combustível e as tecnologias de baixo carbono, principalmente renováveis, representarão 80% do crescimento da oferta no setor energético nos próximos 25 anos.

“A Coober é um passo concreto em um caminho que não tem volta. A matriz de produção mundial será renovável. Hoje, ainda depende de combustíveis fósseis, e outras alternativas não sustentáveis. No Brasil, a produção energética está baseada em grandes hidrelétricas que geram grandes impactos sociais e ambientais. Em poucos anos, o Brasil terá centenas de cooperativas de energia renovável espalhadas de norte a sul produzindo energia elétrica de forma compartilhada e distribuindo entre seus cooperados, gastando muito menos sem transmissão, afetando muito menos o ambiente com uma forma econômica mais viável e acessível. Esse é um momento histórico. É uma grande transformação”, afirma o Presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol. (Fonte: Sistema OCB/PA)

Presidentes de cooperativas discutem inovação, governança e ética

Brasília (1º/12/16) – Começou hoje e vai até amanhã o I Fórum de Presidentes do Mato Grosso do Sul, que preten­de promover o debate sobre o papel do dirigente cooperativista, preparan­do-o para a implantação de modelos de gestão e governança que estejam alinha­dos com o que há de mais moderno no mercado, além de debater as ações implementadas pelo Sistema OCB/MS como parte do seu planejamento estratégico.

A primeira palestra do fórum é “Liderança e Inovação” com Leonardo Araújo, professor e pesquisador Associado da Fundação Dom Cabral. “Governança e ética nas organizações” é o tema da segunda palestra com Jairo Laser Procianoy, professor convidado da Dom Cabral.

Cooperativas são projetadas tendo como meta atender as necessidades do seu quadro social de ordem econômica e bem-estar social. Primam por aumentar sua produtividade e crescer harmoniosamente, desejando que as pessoas que as compõem - cooperados, colaboradores e clientes - evolu­am e realizem funções que elevem seu padrão de vida e lhes permitam vivenciar a prosperidade e felicidade.

Nesse contexto, investir em educação é estratégia de gestão. A cooperati­va moderna e competitiva que quiser superar seus desafios e metas, será aquela que investir no conhecimento, transformando-o em ações e investi­mentos que busquem a melhoria contínua dos resultados do negócio.

Fazer as mesmas coisas com o mesmo conhecimento adquirido de déca­das atrás é simplesmente colocar em risco a sobrevivência da cooperativa em face da velocidade das mudanças que ocorrem no mercado, o que exige quebra de paradigmas constantes, flexibilidade, ações e atitudes diferenci­adas que atendam às expectativas do cooperado - que é o dono do negó­cio - e do mercado.

Após as palestras na quinta-feira, os presidentes farão grupos de trabalho na sexta-feira pela manhã para discutirem e refletiram sobre o sistema cooperativista no MS. (Fonte: Sistema OCB/MS)

Executivas da Uniodonto Manaus conhecem boas práticas de gestão em expansão de mercado

Nos dias 24 e 25 de Novembro, as executivas da Uniodonto Manaus, Dras. Daniele Magalhães , Michele Paschoalotti Lemos e Mara Liege Barroso, fizeram uma visita técnica à Uniodonto Goiânia. Essa visita faz parte do Programa de Qualificação de Executivos e Desenvolvimento de Cooperativas de Saúde e Crédito no Amazonas realizado pelo Sistema OCB/AM, o qual está em sua segunda etapa, com o objetivo de conhecer as boas práticas da cooperativa em seus processos de relacionamento com o mercado, governança e gestão.

A Dra. Mara Liege, relata com reconhecimento e entusiasmo sua experiência nessa visita: “Fomos recebidas pela equipe Uniodonto Goiânia, na pessoa do Presidente da Uniodonto Goiânia – Dr. Fábio Araújo Gonçalves Prudente, do Diretor Financeiro – Dr. Fernando George, além das Sras. Kalinka Roriz – Coordenadora Financeira e Vivian Paiva – Gerente Financeira. Realmente, um exemplo de parceria e intercooperacao onde as duas cooperativas (Uniodonto Goiânia e Unimed Goiânia) se fortalecem e se destacam na região”, frisa Liege.

A Dra. Michele Paschoalotti Lemos enfatiza que desde o convite para participar do curso de preparação de executivos vem sendo proporcionado momentos de muito aprendizado. “Nossa visita técnica foi na Uniodonto Goiânia, uma cooperativa de referência. Fomos recebidos por todos com muito carinho e atenção. Foi uma troca de experiências bastante proveitosa. Parabenizo e agradeço a oportunidade dada pela OCB/AM nos proporcionando momentos de ganho e ampliação de conhecimentos”, agradece Paschoalotti.

A Dra. Daniele Magalhães, Diretora Presidente da Uniodonto Manaus, destaca a importância da visita técnica: “Excelente experiência na Uniodonto Goiania. Além de conhecermos o funcionamento de todos os setores, recebemos muito material e assistimos a uma apresentação incrível da cooperativa modelo. Pessoas extremamente atenciosas e capacitadas nos receberam com muito carinho. Esmiuçamos a área comercial e achamos fantástica a parceria deles com a Unimed local. Obrigada Sescoop/AM pela oportunidade e aprendizado.”, finaliza Daniele.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

Foto: Divulgação

Projeto com Alemanha deve impulsionar Ramo Agropecuário

 

Brasília (29/11/16) – Representantes da Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV) e da Academia das Cooperativas Alemãs (ADG) estão reunidos desde ontem, em Brasília, com representantes das organizações estaduais de São Paulo, Paraná e Espírito Santo além de cooperativas agropecuárias. O objetivo é a elaboração conjunta de ações que fortaleçam o Ramo Agro.

 

 

 

A reunião integra ao calendário do projeto de intercooperação Brasil-Alemanha que visa ao desenvolvimento sustentável das cooperativas agropecuárias brasileiras, a exemplo do que já ocorre, com sucesso, no estado do Rio de Grande do Sul, cujos representantes também participam do encontro com a DGRV e ADG.

 

GRUPOS DE TRABALHO

 

A reunião de ontem contou com a participação de representantes do GT Consultoria Estratégica, responsável por fomentar a troca de dados, por meio do software GDA, entre unidades estaduais do RS, PR, SP, ES, MS e GO. O GT também deverá realizar eventos de capacitação de auditores internos baseada em riscos, assistência e planejamento estratégico.

 

Dentre as ações que já foram definidas para ocorrer nos próximos meses estão a realização de um seminário de autogestão e a identificação de indicadores estratégicos para cooperativas.

 

Hoje, a reunião entre alemães e brasileiros contou com a participação do GT Intercooperação Técnica e de Negócios, encarregado de realizar seminários com o objetivo de estimular a troca de experiências, intercooperação e fusões. A proposta inicial é a apresentação de casos de sucesso, seguida por rodadas de negócios que envolvam Brasil, Alemanha e Argentina, por exemplo.

 

Amanhã, a reunião será com os participantes do GT de Desenvolvimento de Recursos Humanos. A proposta é desenvolver um diagnóstico dos processos gerenciais para identificar as oportunidades de melhorias. Para isso, uma ferramenta que deverá ser utilizada é o PDGC. Além disso, a intenção é promover uma apropriação do conteúdo de programas de gestão e governança por técnicos de unidades estaduais e das cooperativas agropecuárias. Uma série de eventos deverá ser realizada a fim de estabelecer diretrizes de qualidade e padrões mínimos para capacitações.

 

SAIBA MAIS – A parceria técnica entre DGRV e OCB prevê um diagnóstico das cooperativas brasileiras e o apoio alemão, focado em áreas como gestão, produtividade e negócios. Em princípio, três estados foram validados pela Diretoria da OCB para participar do projeto-piloto: São Paulo, Espírito Santo e Paraná. A Confederação Alemã possui vasta experiência no auxílio do desenvolvimento cooperativista de diversos países do mundo.

 

Dentre as impressões já apresentadas anteriormente estão, por exemplo, a necessidade de intercooperação entre as unidades avaliadas no projeto-piloto, com o intuito de trocar experiências para problemas e desafios comuns, já que cada estado possui soluções e alternativas importantes e que podem gerar uma padronização em processos de gestão e de produção, por exemplo.

 

AVALIAÇÃO – Segundo a DGRV, em julho do ano que vem, uma nova reunião de avaliação será realizada com a intenção de definir a renovação, por três anos, da cooperação técnica.

 

EXCELÊNCIA – Para Renato Nobile, o apoio de um movimento cooperativista consagrado pela excelência, como é o caso do modelo alemão, é de grande valia para a ampliação da competitividade das cooperativas do Brasil.

 

“Não temos dúvidas de que o diagnóstico feito pela DGRV bem como o suporte qualificado impulsionarão o negócio cooperativismo no Brasil, tornando a rotina operacional e a gestão das cooperativas agropecuárias ainda mais profissionalizada e ampliando o leque de projetos já desenvolvidos pelas instituições”, comenta o superintendente.

Sescoop promove capacitação para conselheiros fiscais

Brasília (25/11/16) – Terminou hoje, em Brasília, a capacitação para conselheiros fiscais do Sescoop e suas organizações estaduais. O evento foi promovido pelo Serviço Nacional, com o objetivo de capacitar os participantes a exercerem assertivamente o papel de membros dos conselhos a partir do conhecimento sistematizado da estrutura e funcionamento institucional, dos papeis e responsabilidades.

Durante os dois dias de programação, os participantes conheceram de perto o funcionamento do Conselho Fiscal, passando por temas como: auditoria, governança e suas estratégias.

A gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira, acompanhou os depoimentos dados pelos participantes e frisou a importância de um processo de aprimoramento seja constante. “Com certeza, os subsídios trazidos pelos representantes dos estados vão fundamentar as futuras tomadas de decisão, no que diz respeito a Conselhos Fiscais e Administrativos”, comentou.

A gestora resumiu em um grande propósito o objetivo do curso: “gerar valor para que cada conselheiro retorne à sua base, capaz de incrementar sua atuação, auxiliando o desenvolvimento de suas unidades estaduais.”

Durante o encerramento da capacitação, Karla Oliveira, foi enfática, ao se referir à importância de um alinhamento de ações relativas ao Planejamento Estratégico do Sistema OCB e da utilização das ferramentas disponibilizadas pela unidade nacional. “O Sescoop trabalha em prol das cooperativas. Credibilidade precisa ser uma preocupação constante em nosso dia a dia. Essa tem que ser nossa meta e desafio diários!”

Produtores discutem Safra do Maracujá em Santa Catarina

Jacinto Machado (28/11/16) – Cerca de 100 produtores participaram, na tarde de 25/11, no auditório da Cooperja, do 3º Encontro de Safra da Cultura do Maracujá. O evento foi organizado pela Cooperativa com o objetivo principal de capacitar os produtores de maracujá que entregam a fruta para Cooperja. “Queremos discutir o que ocorreu na última safra e programar e projetar a próxima”, destacou o engenheiro agrônomo da Cooperja, Délcio Macarini.

A programação iniciou às 13 horas com recepção e atualização cadastral dos agricultores. Após, na primeira etapa do treinamento foram abordadas abordados vários temas, dentre eles: Medidas de contenção do avanço do vírus do endurecimento dos frutos; nutrição do maracujazeiro; importância da qualidade das mudas; nova lista de produtos para controle de pragas e doenças; características dos defensivos para maracujazeiro; breve tópico sobre irrigação e; planejamento safra 2018.

Na segunda etapa, após o café, foi apresentado o mercado brasileiro do maracujazeiro; pontos a melhorar para safra 2017; comercialização e classificação – safra 2017 e; resultados da safra 2016. "A capacitação visa o desenvolvimento dos produtores, de tal maneira que eles consigam produzir maracujá de forma mais eficiente e sustentável, atendendo as expectativas do exigente mercado consumidor do Sudeste do Brasil", afirma Macarini. (Fonte: Cooperja)

Unimed Goiânia lança Canal de Denúncias e Comitê de Ética

Goiânia (28/11/16) – O lançamento do Canal de Denúncias e do Comitê de Ética foi precedido por uma série de 55 palestras sobre o Código de Conduta da Unimed Goiânia promovidas pelo Setor de Gestão de Pessoas, que atingiu cerca de 93% do quadro de colaboradores (1.198 pessoas).

O principal foco das palestras, ministradas pela colaboradora Denise Nascimento, assistente de Treinamento e Desenvolvimento do Setor Gestão de Pessoas, foi o novo Código de Conduta da Cooperativa, que foi distribuído entre todos os participantes.

O documento reforça os princípios e os valores da Unimed Goiânia, e traz informações precisas a respeito da postura ética a ser seguida em diversas situações. Cada colaborador assinou um termo, informando estar ciente da postura ética exigida pela Cooperativa. A repercussão foi muito positiva e a abordagem do assunto pela palestrante foi elogiado.

A empresa IAUDIT Consultoria Empresarial esteve presente falando sobre o Canal de Denúncias, uma ferramenta independente da Unimed Goiânia na qual os colaboradores podem fazer denúncias anônimas, o que lhes dá mais liberdade e segurança. Também foram passadas informações sobre a tendência global para criação de leis anticorrupção e pró-integridade.

As denúncias serão investigadas pelo Comitê de Gestão da Ética, nomeado pelo Conselho de Administração e composto pelo diretor de Planejamento e Controle, Breno de Faria; o diretor Administrativo, João Damasceno Porto; pela gerente de Gestão de Pessoas, Elaine Andrade; a gerente de Planejamento e Controle, Flávia Pacini; e pela gerente jurídica, Tatiana Accioly.

No final do lançamento, todos os membros foram apresentados aos colaboradores. O Comitê de Ética foi aprovado pelo Conselho de Administração durante a reunião do NOP.

Breno de Faria disse que o Comitê estará empenhado em analisar as denúncias: "Vamos buscar agir com o máximo de neutralidade, sigilo e isenção, tendo como norte o Código de Conduta, para fortalecer o ambiente de confiança e honestidade na Cooperativa e também nos outros ambientes nos quais todos convivemos", garantiu.

Segundo o diretor Administrativo, as palestras foram muito produtivas e elucidaram questões importantes aos colaboradores: “É fundamental que todos que fazem parte da nossa Cooperativa estejam alinhados aos mesmos valores e visões. Isso nos fará crescer de forma saudável e nos tornará uma referência de boa conduta no mercado”, disse João Damasceno Porto. (Fonte: Unimed Goiânia)

Cooperativas do TO aprendem mais sobre treinamento e desenvolvimento

Palmas (28/11/16) – A Formação de Agentes de Desenvolvimento Humano (ADH) realizada pelo Sistema OCB/TO foi finalizada com a participação de representantes de dez cooperativas do estado durante o 31º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento. O evento ocorreu em Santos (SP) de 23 a 25 de novembro, no Mendes Convention Center, em Santos/SP. A comitiva tocantinense foi composta por 17 pessoas.

O intuito foi oferecer aos participantes a oportunidade de reciclagem profissional e avaliação de suas competências, além de propiciar conhecimentos que o agente de desenvolvimento humano pode aplicar em seu ambiente de trabalho.

A programação foi extensa e contou com palestras, workshops, cases e debates e painéis com especialistas renomados que abordaram temas como trabalho em equipe, liderança, coaching, educação corporativa, entre outros. O grupo foi acompanhado pelos analistas do Sescoop/TO, Magnun Vinícius e Diogo Couto.

Formação – A Formação de Agentes de Desenvolvimento Humano capacitou os colaboradores que serão o elo da cooperativa com o Sistema OCB/TO. Cabe aos agentes de desenvolvimento humano, principalmente, a elaboração e execução de planos de trabalho. Participaram integrantes da Unimed Palmas, Unimed Araguaína, Unimed Gurupi, Vallecoop, Coapa, Coed, Coopefa, Cooproma, Coopercato e Cooperfrigu. (Fonte: Sistema OCB/TO)

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