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Valor de produção de lavouras deve atingir R$ 305,3 bi em 2013

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O Valor Bruto da Produção (VBP) das principais lavouras do país deve atingir R$ 305, 3 bilhões neste ano, o que representa um acréscimo de 26,3% sobre 2012. Os cálculos – feitos pela Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) – são elaborados a partir dos levantamentos apresentados em janeiro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Esse resultado se deve em grande parte ao valor da produção de soja, que combina safra elevada e preços altos”, afirmou o coordenador de Planejamento Estratégico da AGE do Mapa, José Garcia Gasques. Em 2013, a soja representará 34% do valor da produção das lavouras pesquisadas e acréscimo de 52,4% sobre o VBP de 2012.

Este ano, aliás, a maioria dos produtos deve obter melhores resultados do que em 2012. Com exceção de algodão e café, todos os demais apresentam aumentos expressivos no valor da produção. “Os preços agrícolas favoráveis e as expectativas de maior produção conduzem a esse resultado neste ano”, explicou Gasques.

Após a soja, as maiores altas de valor de produção sobre 2012 serão: tomate, 72,0%; laranja, 70,9%; maçã, 36,3%; feijão, 31,6%; cebola, 31,2%; trigo, 25,8% e milho, 22,3%. Em níveis pouco mais abaixo destes encontram-se o arroz, batata inglesa, cana-de-açúcar e fumo.

Nas estatísticas regionais do VBP de 2012, o Centro-Oeste obteve alta de 34,9% sobre 2011, seguido de resultados positivos do Nordeste (13,6%) e Norte (12,4%). Sul e Sudeste apresentaram variações negativas, de 1,8% e 4,5%, respectivamente.

Ainda de acordo com Gasques, as secas no Sul prejudicaram bastante os resultados do ano, principalmente no Rio Grande do Sul. “No Nordeste, a seca também afetou vários estados, mas ainda assim a região obteve resultados positivos quanto ao valor da produção”.
(Fonte: Mapa)

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Rio Grande do Sul busca novos nichos para carne suína

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As refeições institucionais - merenda escolar, presídios, hospitais - do Rio Grande do Sul devem receber um incremento de carne suína em 2013. Decreto publicado pelo governador Tarso Genro, em novembro do ano passado, criou um Grupo de Trabalho (GT) para estudar a ampliação do consumo em estabelecimentos governamentais. Além de promover uma típica cadeia produtiva gaúcha, a medida é uma resposta à crise pela qual o setor passou no último ano, devido, principalmente, ao embargo da Rússia às exportações. Uma nova reunião deve ser realizada amanhã, com representantes de entidades onde o sistema já foi implantado, como em Minas Gerais e Espírito Santo.

Em um primeiro momento, o GT está trabalhando com a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). Apenas no sistema prisional, estabelecendo-se o consumo semanal da carne suína para aproximadamente 30 mil pessoas, a expectativa é de um acréscimo de 12 toneladas por mês nas compras do Estado. O diálogo também iniciou com a Secretaria de Educação, o que deve aumentar ainda mais os números. A população escolar a ser atingida é estimada em dois milhões de estudantes, ou 200 mil refeições por dia. O sistema de saúde e os quartéis também serão incluídos no plano.

A suinocultura está presente em cerca de 300 munícipios gaúchos. Os 10 mil produtores, grande parte deles ligada a agricultura familiar, são responsáveis por 34% da carne suína produzida no Brasil. A atividade, entretanto, passou por dificuldades em 2012. O embargo russo durou 17 meses e foi encerrado apenas em novembro passado. Soma-se a isso a estiagem, que quebrou as safras de milho e soja no Estado - principais insumos que compõem a ração - em 50% e 48%, respectivamente, o que elevou os custos de produção. Além disso, os prejuízos nas lavouras norte-americanas, por situação climática adversa, elevou a cotação dessas commodities no mercado internacional.

"Mesmo neste cenário, o setor teve de continuar produzindo, pois toda a estrutura de criação estava na ativa. Ninguém esperava que se reunissem tantos fatores adversos em um mesmo ano como ocorreu em 2012", lamenta o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do Rio Grande do Sul (Sips), Rogério Kerber.

O resultado da análise será entregue até o dia 15 de fevereiro para apreciação do governador. No estudo, devem constar a definição das cotas per capita e tipos de corte e preparo mais adequados a cada instituição, as formas de viabilização da compra e aproximação da cadeia produtiva e o mercado institucional, apresentação de aspectos nutricionais da carne e a análise da legislação pertinente ao assunto. "Vamos identificar quais são as políticas públicas e os mecanismos e que podem ser acionados para viabilizar esse plano, sem que sejam necessários quaisquer tipos de acréscimos nos gastos governamentais", resume o secretário-adjunto de Agricultura, Cláudio Fioreze.

Nesse sentido, o secretário lembra que o projeto em desenvolvimento pelo governo do Estado faz parte de uma estratégia brasileira para o setor, o Plano Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS). Entre suas metas, está aumentar o consumo per capita e ampliar os mercados. Para isso, estuda-se utilizar o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

O Sips e a nutricionista Helisa Canfield, uma das responsáveis pelo estudo, destacam que o fato de a carne suína produzir muitos derivados facilita sua inserção em diversas refeições. "Com a carne de gado, por exemplo, a opção de compra é a fresca in natura. Mas os derivados têm mais valor agregado. A suína pode ser comercializada fresca, em embutidos, patês etc. Ou seja, uma série de apresentações, mas que em última análise são o mesmo produto, a mesma proteína. Com a diversificação da forma de apresentação, conseguimos inserir mais vezes, um maior número de refeições", explica Helisa.

O diretor-executivo do Sips diz que as cooperativas estão preparadas para atender à demanda de carne, inclusive dos seus derivados. "Elas estão dispostas e têm condições de atender a logística de venda e distribuição que ficarem definidas", afirma Kerber. Para este ano, a aposta é de um ano positivo para o setor devido à perspectiva de recuperação da atividade econômica e a expectativa de uma safra de grãos recorde.

Estratégia pode ser estendida a outras cadeias produtivas
A medida de aumentar o consumo de carne suína em refeições institucionais é um projeto-piloto. A intenção da Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul é estender a medida para outras cadeias produtivas tipicamente gaúchas. Após avaliação do projeto, iniciativas parecidas devem ser desenvolvidas, ainda ao longo deste ano, em culturas de feijão e arroz e na produção de leite.

A ideia surgiu após uma reunião de representantes do governo do Estado e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas. "Temos uma preocupação especial com o arroz e o feijão, dois alimentos muito típicos, mas que vêm sofrendo com a concorrência de produtos industrializados oriundos de outros estados", afirma o secretário-adjunto da Agricultura, Cláudio Fioreze. Os projetos devem se valer das bases do Programa Fornecer RS, criado pela Secretaria da Administração e Recursos Humanos para oportunizar o abastecimento do governo estadual aos micro e pequenos empreendedores. O objetivo é consolidar os chamados circuitos-curtos da economia, aproximando compradores e vendedores locais e, dessa forma, diminuir custos de logística e ampliar o crescimento regional.

Fioreze cita a vitivinicultura como exemplo. O modelo desta cadeia produtiva combina a organização de um fundo público e um instituto privado. No caso da erva-mate, a Assembleia Legislativa aprovou a criação de um fundo com orçamento de R$ 2,6 milhões por ano, enquanto o setor trabalha na implantação Instituto Brasileiro da Erva-Mate (Ibramate). Por meio de um convênio, o segundo deverá receber recursos do primeiro, para ser a entidade gestora das políticas públicas da área.

No mesmo caminho, o Rio Grande do Sul reativou o Fundo de Desenvolvimento da Ovinocultura - R$ 3,5 milhões por ano - e dobrou a receita do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura, de R$ 5 milhões para 10 milhões. Em 2013, o secretário aposta na criação do mesmo sistema para o leite e a carne.

(Fonte: Jornal do Comércio)

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Dirigentes do Sistema OCB retomam fóruns regionais

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A partir da semana que vem, o Sistema OCB retoma a realização dos Fóruns Regionais, eventos organizados com o objetivo de levantar as demandas e propostas de cada uma das cinco regiões do País para o setor cooperativista. Na segunda-feira (14/1), representantes do Sudeste se reúnem em São Paulo. Na quarta-feira (16/01), será a vez do Sistema Ocepar receber as lideranças cooperativistas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Já o encontro do Centro-Oeste ocorre no dia 22 de janeiro, em Campo Grande (MS). Os eventos tiveram início em dezembro, começando por Manaus, reunindo os líderes do Norte, no dia 12 e, no dia 14, em Fortaleza, aconteceu a reunião com os cooperativistas do Nordeste. O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, os superintendentes Renato Nobile e Luís Tadeu Prudente Santos, e os diretores estão participando de todos os Fóruns.

Os eventos iniciam a partir das 8h e prosseguem até às 17 horas. A programação contempla debates em grupos de trabalho destinados ao levantamento de sugestões para o plano de ações da OCB para os próximos anos. A iniciativa integra o novo modelo de gestão adotado pelo sistema, que tem como uma das metas promover o fortalecimento do setor por meio da integração regional.
(Fonte: Sistema Ocepar)

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2013 começa com nova turma do programa de formação para jovens no Espírito Santo

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Estão abertas as inscrições para seleção de novos alunos do Programa de Formação de Jovens Lideranças da região Centro-Serrana do Espírito Santo. O programa desperta o interesse pelo negócio cooperativo, capacita jovens para gerir esse negócio de forma competitiva, exercendo seu papel de liderança, preparando este jovem para encarar com confiança os desafios do mercado de trabalho.

Para participar é necessário que o jovem seja cooperado, filho de cooperado ou colaborador de uma cooperativa. Ele também deve ter entre 20 e 30 anos e ter concluído o Ensino Médio. O Programa é uma oportunidade para o Sistema OCB-Sescoop/ES, pois fortalece o sistema cooperativista na formação de pessoas que influenciam em processos de decisão; gera novas ideias; cria alternativas para o processo de sucessão; conscientiza novas cooperativas sobre a doutrina e filosofia do cooperativismo; além de fortalecer a organização social da cooperativa.

E é também uma oportunidade para os jovens porque os torna capaz de conhecer e gerir o negócio cooperativo; desenvolver habilidades de lidar com ambientes multiculturais, processos de mudança, comunicação e construção de rede de relacionamentos; tomar decisões estratégicas, gerenciar conflitos e negociar; e o mais importante, conhecer o ambiente cooperativo na qual está inserido.

Ao todo serão selecionados 40 jovens para a nova turma que inicia as aulas no mês de fevereiro de 2013. Os alunos não tem gastos com o Programa já que as aulas, o transporte e a alimentação são oferecidas pelo SESCOOP/ES e cooperativas parceiras, nesse caso especificamente compostas pela Escola Cooperação, Coopeavi, Sicoob e Coope-Transerrana.

As inscrições vão até o dia 21 de janeiro. A prova será realizada no dia 27 de janeiro e as entrevistas nos dias 28 e 29/01. Para mais informações entre em contato com a Gerência de Desenvolvimento Humano do Sistema OCB-Sescoop/ES pelo email Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone: 2125-3200.
 

(Fonte: Sistema OCB-ES)

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Exportações do agronegócio registram maior valor da história

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As exportações brasileiras do agronegócio de 2012 somaram o valor recorde de US$ 95,81 bilhões, o que representou incremento de cerca de 1% (US$ 846 milhões) em relação a 2011, quando as exportações atingiram US$ 94,97 bilhões. Já as importações chegaram a US$ 16,41 bilhões, número 6,2% inferior a 2011. O saldo da balança comercial foi recorde, de 79,41 bilhões. As informações são da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir dos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

“Os números comprovam a força do agronegócio brasileiro. O país está cada vez mais competitivo internacionalmente e continuaremos trabalhando, ao lado dos produtores, na busca de novos mercados”, destacou o Ministro Mendes Ribeiro Filho. Segundo ele, a economia nacional depende dos bons resultados do agronegócio para manter o Brasil entre as principais potências econômicas mundiais.

Em 2012, as vendas externas foram influenciadas pela redução dos valores de mercado dos principais produtos exportados pelo Brasil, em função da crise econômica mundial. Os preços caíram, em média, 7,1%, enquanto o peso total exportado em produtos do agronegócio teve aumento de 8,6%.

Os setores que tiveram maior crescimento de vendas foram o complexo soja (8,2%; de US$ 24,14 bilhões para US$ 26,11 bilhões), seguido por fumo e seus produtos (11,0%; de US$ 2,94 bilhões para US$ 3,26 bilhões); cereais, farinhas e preparações (60,3%; de US$ 4,16 bilhões para US$ 6,67 bilhões); fibras e produtos têxteis (20,7%; de US$ 2,17 bilhões para US$ 2,62 bilhões); e animais vivos (30,7%; de US$ 492 milhões para US$ 643 milhões).

O milho contribuiu como destaque para o aumento das vendas – que dobraram – passando de US$ 2,63 bilhões em 2011 para US$ 5,29 bilhões (US$ 2,66 bilhões), aumento de 101,5%. A quantidade embarcada subiu de 9,46 milhões de toneladas em 2011 para 19,78 milhões de toneladas em 2012 (109,1%). Outro produto que se manteve em alta em 2012 foi a soja em grão. As exportações subiram de US$ 16,31 bilhões para US$ 17,45 bilhões (US$ 1,14 bilhão). A quantidade embarcada permaneceu praticamente a mesma de 2011, com cerca de 33,0 milhões de toneladas.

Valor das exportações de carne bovina foi recorde em 2012

A carne bovina registrou alta de 7,39%, com aumento das vendas de US$ 5,35 bilhões em 2011 para US$ 5,74 bilhões em 2012 (US$ 395,4 milhões), com valor recorde. Houve elevação da quantidade exportada: de 1,09 milhão de toneladas para 1,24 milhão de toneladas (13,4%), enquanto o preço médio de exportação caiu 5,3%. As exportações de animais vivos cresceram 30,7%, o que representa 10% das compras de carne. O fumo também teve aumento de US$ 2,94 bilhões para US$ 3,26 bilhões (+US$ 322 milhões). Já as vendas externas de álcool subiram 46,6% (US$ 694 milhões), com acréscimo da quantidade embarcada de 1,57 milhões de toneladas para 2,48 milhões de toneladas (57,5%).

Mercados

A China continua sendo de forma crescente o principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro, passando de 17,4% para 18,8%, com US$ 17,975 bilhões em compras em 2012. Em seguida, aparecem Estados Unidos (US$ 7 bilhões), Países Baixos (US$ 6,12 bilhões), Japão (US$ 3,5 bilhões) e Alemanha (US$ 3,1 bilhões).

Destacam-se o crescimento das exportações para nações da Ásia: Coreia do Sul (40,9%), Taiwan (35,9%), Tailândia (13,5%), China (8,9%), Hong Kong (6,6%) e Japão (0,2%). Juntos, os asiáticos expandiram as aquisições em US$ 3,59 bilhões. A Coreia do Sul ampliou suas aquisições em US$ 637,60 milhões em 2012, cifra registrada em função da elevação das vendas de milho ao país, que subiram de US$ 37,20 milhões para US$ 701,12 milhões. As vendas do cereal e da soja em grão também possibilitaram um forte crescimento das vendas para Taiwan. Além dos países asiáticos, h ouve elevação das vendas para: Egito (12,9%); Emirados Árabes (7,9%); Estados Unidos (2,6%); e Arábia Saudita (0,1%).
 
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Pesquisa da USP aponta monitoramento da gestão de cooperativas como ferramenta essencial

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No Brasil, 943 mil produtores rurais – em sua maior parte pequenos e médios proprietários – estão ligados às cooperativas agrícolas. Além destas famílias de agricultores, mais de 146 mil trabalhadores também dependem diretamente do setor. O monitoramento da gestão desses empreendimentos tem sido foco prioritário dentro do sistema cooperativista e foi tema de uma das pesquisas vencedoras do I Prêmio Sescoop de Excelência em Pesquisa do Cooperativismo, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), em 2012.

A pesquisa vencedora na categoria Pós-Graduando foi orientada pelo professor Sigismundo Bialoskorski Neto, dentro do Programa de Estudos e Pesquisas em Cooperativismo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP), da Universidade de São Paulo. O mote principal é a importância da governança corporativa como forma de garantir transparência e qualidade de gestão do sistema.

Pesquisando uma amostra de 27 cooperativas cadastradas junto à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) dos estados de São Paulo e Minas Gerais, o estudo chegou à conclusão de que investir nesta área é fundamental para o setor. “A situação merece muita atenção tendo em vista que este é um setor econômico importante, com histórico de problemas financeiros por falta de políticas agrícolas, e possivelmente por falta de estratégias de controle de processos”, afirmou, professor titular da FEA-RP e orientador do estudo. 

Competitividade
- As cooperativas precisam atender às especificações da lei 5764, de 1971, que, com relação à governança corporativa, descreve características de assembleia e conselhos de administração e fiscal. A lei determina também funções do conselho fiscal como a de dar pareceres nos relatórios financeiros auditados. Não é previsto na legislação nenhum órgão de regulação.

Hoje, a intenção do nosso setor é adotar as melhores práticas de governança corporativa, sejam elas recomendadas pelo  Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) ou pela Organization for Economic Co-operation and Development (OECD). “O monitoramento e a governança corporativa são necessários pois essas cooperativas precisam ser competitivas uma vez que atuam em mercados onde operam empresas nacionais e multinacionais altamente eficientes”, destaca Luciana Cardoso Siqueira, autora da pesquisa. 
O estudo identificou exemplos de cooperativas que não somente adotam práticas indicadas de governança corporativa, como também primam por processos transparentes, auditorias independentes, e praticas de auditoria interna. Há aquelas também onde é indicado o preparo do conselheiro fiscal para a eficiência do monitoramento de suas atividades e podem ser consideradas exemplares. 
 
“Há um esforço significativo dos órgãos de representação do cooperativismo para continuar melhorando essa situação e para incentivar as boas práticas de governança, para que o pequeno produtor, que depende de sua cooperativa, possa confiar na gestão de sua cooperativa”, resumiu Bialoskorski.
 
(Com informações - FEA-RP/USP)
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Prorrogado prazo de validade do processo seletivo 4/2012 do Sescoop

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) divulgou hoje (7/1) o comunicado de prorrogação da validade do Processo Seletivo nº 4/2012, para o cargo de Analista de Redes e Segurança da Informação.
 
Com o novo prazo, os candidatos classificados no processo permanecerão no cadastro reserva da instituição até o dia 7 de março de 2013, podendo vir a ser contratados neste período, de acordo com o interesse da instituição.
 
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Livro resgata história do cooperativismo cearense

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"Cooperativismo no Ceará: Sociedade, História e Memória" é o nome do livro que conta a trajetória de 40 anos do cooperativismo cearense. A obra foi lançada em dezembro, em Fortaleza, durante a Feira da Cooperação, que encerrou as atividades de 2012 e fez parte das comemorações ao Ano Internacional das Cooperativas. Estiveram presentes os presidentes da OCB, Márcio Lopes de Freitas, da Ocepar, João Paulo Koslovski, e lideranças do cooperativismo do nordeste. Na oportunidade aconteceram ainda o I Fórum de Presidentes de Cooperativas do Ceará e do III Simpósio do Cooperativismo de Crédito do Ceará.

A publicação - O livro “Cooperativismo no Ceará”, de autoria de Manoel Alves de Souza,  traça um panorama do cooperativismo no mundo, passando pela implantação do modelo no Brasil e suas transformações históricas, desde a Colônia à Republica. Apresenta os sete princípios do cooperativismo e mostra a evolução do cooperativismo no Ceará, a partir da década de 1930. Na parte final, traz uma discussão sobre o atual momento das cooperativas e o papel da OCB/CE em todo o processo. 

“Baseado em depoimentos de cooperativistas que relembram o passado, a obra é repleta de histórias reais contadas por quem presenciou e experimentou as dificuldades, lutas e avanços conquistados ao longo das últimas décadas. A transição do cooperativismo rural para o urbano, durante a fase de metropolização de Fortaleza e das demais cidades cearenses é um dos marcos no desenvolvimento do cooperativismo local. Dos princípios cooperativistas a projeções futuras, passando pela história do Ceará e das cooperativas cearenses, “Cooperativismo no Ceará” traz um retrato amplo e completo para se entender a evolução do movimento no estado, além de apresentar o cooperativismo de uma forma bastante didática àqueles que porventura não sejam conhecedores do tema”, afirma o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, na apresentação da obra.

“Este livro evidencia o trajeto que enfrentamos até aqui e os desafios que ainda precisamos encarar e superar... Afirmo, pleno de certeza, que esta obra, elaborada por cooperativistas, será um marco para a história recente do estado e para a nossa base intelectual e educativa”, ressalta o presidente do Sistema OCB/Sescoop-CE, João Nicédio Alves Nogueira.
(Fonte: Sistema OCB-CE)

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Brasil recebe comitiva chinesa para tratar sobre a exportação de tabaco

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Chega hoje (7/1) ao Brasil e permanece até o dia 11, uma missão internacional composta por técnicos da China, com o objetivo de inspecionar as áreas de produção de tabaco em Santa Catarina e Paraná. A intenção, futuramente, é liberar as exportações do produto desses dois estados àquele país. Atualmente, somente o Rio Grande do Sul está autorizado a exportar tabaco aos chineses. Segundo o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de SC (Cidasc), Enori Barbieri, a missão será integrada pelo mais alto nível hierárquico da General Administration of Quality Supervision, Inspection and Quarantine (AQSIQ). Hoje à tarde, os visitantes serão recebidos na Superintendência do Ministério da Agricultura, em Florianópolis, órgão que teve importante papel na intermediação da vinda da missão.

Barbieri observa que as futuras exportações para a China representarão mais um importante marco no fortalecimento da agricultura catarinense. “Não somos bons apenas em exportar carnes. Nosso tabaco está nas primeiras posições da pauta de exportações,” realça.
 
Segundo o dirigente, a missão chinesa vem com o propósito de avaliar os trabalhos que os técnicos do Ministério da Agricultura e a Cidasc realizam para o levantamento de detecção da praga Peronospora tabacina, agente causador do “Mofo Azul”. Essa praga é considerada restritiva para ingresso do fumo no território Chinês. O acompanhamento da Cidasc é considerado relevante para o sucesso da missão, em especial nas reuniões de abertura e encerramento das atividades. A pretendida liberação da exportação de tabaco de Santa Catarina e do Paraná demandará, oportunamente, a formalização de protocolo bilateral entre os dois países.
 
Saiba mais – Santa Catarina é o segundo produtor nacional de fumo, cultivado de forma intensiva por 56 mil pequenos produtores rurais. A importância do fumo para a economia do Estado é significativa: dos 293 municípios catarinenses, 234 são produtores de tabaco. A produção catarinense é de 250.000 toneladas por ano e 95% destinam-se ao mercado externo.
As exportações estaduais renderam, em 2011, mais de 900 milhões de dólares, o que representa 24% das exportações nacionais. Essa participação deve crescer neste ano em razão da queda de produção em nível mundial, em consequência das intempéries que afetaram importantes produtores, como os Estados Unidos e a África.
(Fonte: MB Comunicação)
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Etanol é o produto mais vendido pelas cooperativas até novembro

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As exportações das cooperativas brasileiras somaram US$ 5,515 bilhões, de janeiro a novembro de 2012, e houve redução de 2,3% sobre igual período de 2011 (US$ 5,645 bilhões). No período, as importações tiveram expansão de 1,4%, que passaram de US$ US$ 243,3 milhões, em janeiro a novembro de 2011, para US$ 246,8 milhões, neste ano.

Com esses resultados, a balança comercial registrou saldo positivo de US$ 5,268 bilhões, valor abaixo em 2,5% do observado no mesmo período de 2011, quando atingiu US$ 5,402 bilhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 5,762 bilhões, com queda de 2,1% em relação aos onze meses de 2011 (US$ 5,888 bilhões).

Mercados e Produtos - Neste mês, os Estados Unidos se tornaram o maior mercado de destino das vendas das cooperativas brasileiras, tomando o lugar da China que ocupava a posição até outubro deste ano. O setor exportou, até novembro, US$ 808,5 milhões para o mercado americano, o que representa 14,7% do total das vendas internacionais. Na sequência, aparecem os mercados de China (US$ 761,5 milhões, 13,8%); Emirados Árabes Unidos (US$ 369,2 milhões, 6,7%); Alemanha (US$ 314,3 milhões, 5,7%); e Países Baixos (US$ 246,3 milhões, 4,5%). As cooperativas brasileiras exportaram para 136 países neste ano.

O produto mais comercializado pelo segmento, em valor, no período, foi o etanol, com vendas de US$ 728,5 milhões, representando 13,2% do total exportado pelas cooperativas. Caso o produto se mantenha nessa posição, será a primeira vez em que isso ocorrerá na série histórica da balança comercial do setor iniciada em 2006. Na sequência, os produtos mais vendidos, no acumulado do ano, são: açúcar refinado (US$ 693,5 milhões, 12,6%); açúcar em bruto (US$ 674,5 milhões, 12,2%); café em grãos (US$ 606,4 milhões, 11%); carne de frango (US$ 579 milhões, 10,6%);

São Paulo foi o estado com maior valor de exportações de cooperativas, de US$ 1,893 bilhão, representando 34,3% do total das vendas deste segmento. Em seguida aparecem: Paraná (US$ 1,639 bilhão, 29,7%); Minas Gerais (US$ 652,4 milhões, 11,8%); Santa Catarina (US$ 323 milhões, 5,9%); e Mato Grosso (US$ 292,9 milhões, 5,3%).

Em relação às importações, as cooperativas realizaram compras de 45 países até novembro 2012. As principais origens foram: Paraguai (compras de US$ 33 milhões, representando 13,4% do total); Argentina (US$ 24,2 milhões, 9,8%); Estados Unidos (US$ 22 milhões, 8,9%); China (US$ 19,3 milhões, 7,8%); e Israel (US$ 15,9 milhões, 6,4%).

Os produtos mais adquiridos pelo setor cooperativista brasileiro, no período, foram cloretos de potássio (US$ 28,3 milhões, 11,5%); diidrogeno-ortofosfato de amônio (US$ 17,2 milhões, 7%); soja em grãos (US$ 16,5 milhões, 6,7%); máquinas e aparelhos para preparação de carnes (US$ 12,4 milhões, 5%); malte não torrado, inteiro ou partido (US$ 11,7 milhões, 4,8%); e cevada cervejeira (US$ 11,1 milhões, 4,5%).

O estado que mais importou no período foi o Paraná, com aquisições de US$ 109,5 milhões, representando 44,4% do total deste segmento. Em seguida aparecem: Santa Catarina (US$ 81,4 milhões, 33%); Goiás (US$ 21,4 milhões, 8,7%); Rio Grande do Sul (US$ 18,8 milhões, 7,6%); e São Paulo (US$ 6,5 milhões, 2,6%).

Acesse os dados da balança comercial das cooperativas
(Fonte: Mdic)

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Exportações do agronegócio atingem US$ 88,65 bilhões no acumulado do ano

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As exportações do agronegócio, de janeiro a novembro de 2012, somaram US$ 88,65 bilhões, o que representou incremento de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior. As importações foram de US$ 15,09 bilhões, ou seja, 5% inferiores a 2011. O saldo da balança comercial do agronegócio foi positivo, atingindo US$ 73,56 bilhões. As informações são da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir dos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Os setores que mais contribuíram para o crescimento de US$ 858,82 milhões foram o complexo soja (US$ 2,55 bilhões, passando de US$ 22,95 bilhões para 25,50 bilhões); cereais, farinhas e preparações (US$ 1,89 bilhão, saindo de US$ 3,88 para US$ 5,78 bilhões); fibras e produtos têxteis (US$ 453,41 milhões, de US$ 1,89 bilhão para US$ 2,34 bilhões); fumo e seus produtos (US$ 323,11 milhões, de US$ 2,78 bilhões para US$ 3,10 bilhões) e animais vivos (US$ 156,89 milhões, US$ 442,21 milhões para US$ 599,11 milhões). As maiores quedas foram observadas no café (US$ 2,04 bilhões) e no complexo sucroalcooleiro (US$ 1,60 bilhão).

O principal setor, em termos de valor exportado foi o complexo soja (US$ 25,50 bilhões), cujas exportações aumentaram 11,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas externas de soja em grãos corresponderam a 68,1% desse montante alcançando US$ 17,36 bilhões. Houve aumento de 11,2% em valor, em função da expansão em 4,0% na quantidade e 6,8% no preço. Os embarques de farelo de soja foram de US$ 6,14 bilhões, ou seja 15,0% superiores a 2011 em valor, em decorrência do crescimento de 0,7% na quantidade e 14,2% no preço. O óleo de soja apresentou aumento de 0,3% em valor e 4,5% na quantidade, apesar da queda de 4,0% no preço médio de venda.

As carnes somaram US$ 14,34 bilhões no período. Esse resultado representa queda de 0,6% em valor, em função da queda no preço (4,2%) não ter sido compensada pelo aumento na quantidade embarcada (3,7%). A carne de frango, principal produto em termos de valor exportado (US$ 6,53 bilhões), foi o que mais contribuiu para essa queda do setor, na medida em que as exportações do produto caíram US$ 399,44 milhões. Essa redução se deu em função da baixa do preço de venda do produto (5,7%), enquanto a quantidade permaneceu praticamente estável. Por outro lado, as exportações de carne bovina (US$ 5,25 bilhões) aumentaram 6,4%, em valor, em função do aumento de 12,3% no quantum, já que o preço sofreu redução de 5,2%. As vendas externas de carne suína também apresentaram aumento em valor (4,2%), alcançando US$ 1,39 bilhão. O aumento da quantidade embarcada (12,0%) compensou a queda de 7,0% no preço do produto.

Resultados do mês - Já em novembro, as exportações atingiram a cifra de US$ 7,77 bilhões para o mês, o que correspondeu a um recuo de 6,5% (US$ 538,07 milhões) em relação ao mesmo mês de 2011. As importações também diminuíram (10,0%), atingindo US$ 1,49 bilhão. Como resultado, o saldo comercial dos produtos do agronegócio foi superavitário em US$ 6,28 bilhões.

Mesmo com a retração o milho teve bom desempenho, o incremento foi de 315,2% nas vendas externas (de US$ 258,09 milhões em 2011 para US$ 1,07 bilhão em 2012). A quantidade embarcada foi determinante para esse aumento de receita passando de 907,36 mil toneladas em 2011 para 3,92 milhões de toneladas em 2012, ou seja, aumento de 331,4%, não obstante o recuo do preço médio da tonelada em 3,8%.

As carnes ficaram na segunda posição dentre os principais setores exportadores. A receita global do setor recuou 7,3% de US$ 1,47 milhão em 2011 para US$ 1,36 milhão em 2012. Os únicos produtos que apresentaram expansão nesse setor foram carne bovina in natura com 4,8% e carne suína in natura com 7,8%.

O complexo soja foi o setor que mais sofreu redução em sua receita de exportação, de US$ 1,54 bilhão em 2011 para US$ 848 milhões em 2012, queda de 44,8%. A quantidade exportada foi reduzida para todos os subprodutos, principalmente para a soja em grãos, que sofreu redução de 85,3% em quantidade (de 1,76 milhão de toneladas em 2011 para 258 mil toneladas em 2012).

Clique aqui e confira em detalhes o resultado da Balança Comercial.

Clique aqui para baixar a balança comercial resumida.

(Fonte: Mapa)

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Abertas matrículas para curso Técnico em Agropecuária da Epamig

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Estão abertas as matrículas para o Curso Técnico em Agropecuária do Instituto Técnico de Agropecuária e Cooperativismo (ITAC) da Empresa de Pesquisa de Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG). O curso visa à formação de profissionais que poderão atuar na gestão do agronegócio, nas áreas do Cooperativismo e na pesquisa agropecuária.

 

O curso é destinado à alunos que concluíram o Ensino Fundamental e podem cursá-lo simultaneamente ao ensino médio, com duração de três anos. E, aquele que concluiu o Ensino Médio, pode optar pelo curso pós-médio, com duração de um ano e meio. Os dois cursos são realizados em tempo integral. Através de aulas teóricas e práticas os alunos aprendem preparação do solo até a colheita, preparação de galpões; atividades relativas à avicultura: das pintainhas até a galinha de postura; produções suínas e bovinas: ordenha e manejo; apicultura: do manejo ao beneficiamento dos produtos melíferos; laticínios: produção de derivados do leite. O curso oferece também em seu conteúdo: pesquisa agropecuária; importância do custo de produção (receitas e despesas) e Cooperativismo.

 

As matrículas vão até o dia 17 de janeiro de 2013. Informações: (37) 3271-4004 / Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Há mais de 20 anos o ITAC forma técnicos em agropecuária para condução de trabalhos técnico-administrativos no agronegócio. Segundo a gerente de ensino do Instituto, Luci Lobato, a escola tem traçado um perfil de profissional capaz de responder com eficiência e de modo crítico às exigências do mercado. "Nossos alunos têm utilizado a informática em diversas atividades de campo, como ferramenta de trabalho", explicou.

(Fonte: Portal do Agronegócio)

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Soja rompe limite, apesar do clima

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Mesmo com chuvas irregulares durante todo o plantio, a agricultura brasileira deve colher 22,9% mais soja do que no verão passado, uma safra de 82,27 milhões de toneladas. Com aumento de 9,49% na área plantada e expectativa de bom rendimento, a safra da oleaginosa supera os 72,51 milhões de 2010/11, e promete alavancar a colheita nacional de grãos para 185 milhões de toneladas, uma expansão de pelo menos 13 milhões (t). A projeção foi apurada pela Expedição Safra - projeto da Gazeta do Povo desenvolvido pela sétima temporada que percorreu 28 mil quilômetros desde setembro.

 

Houve redução de 8,8% na área nacional do milho e, por falta de umidade, a produção do cereal perdeu força. Ainda assim, está melhor do que no ano passado e tende a alcançar 35,83 milhões de toneladas. As 7,8 milhões de hectares preservam potencial para 4,59 mil quilos por hectare - produtividade 8,7% maior que a do último verão.

 

A safra recorde reflete um ano de apostas e também de recuperação. Enquanto Centro-Oeste, Sudeste e Centro-Norte ampliam lavouras e superaram suas produtividades, o Sul deixa para trás a quebra climática de 2011/12. Dois terços dos 15 milhões de toneladas da expansão nacional na soja vêm do aumento na produção esperado nos estados que sofreram com a seca.

 

O Rio Grande do Sul espera registrar o maior incremento do país na colheita da soja: 84,6%, com projeção para 12,26 milhões de toneladas. O Paraná deve avançar 36,2% e chegar a 14,85 milhões de toneladas. São 5,62 milhões e 3,99 milhões de toneladas a mais, respectivamente.

 

Em área, no entanto, nenhum estado se equipara a Mato Grosso, com expansão de 902 mil hectares (13,8%) e expectativa de 23,55 milhões de toneladas (6,9%).O estado do Centro-Oeste representa mais de um quarto da produção nacional.

 

A safra poderia ser ainda maior, passando de 84 milhões de toneladas na soja e 36 milhões no milho, avalia o agrônomo Robson Mafioletti, técnico da Organização das cooperativas do Paraná (Ocepar) que acompanha a Expedição Safra. Pelo menos 2 milhões de toneladas de grãos deixarão de ser colhidos por falta de umidade. Houve quebra parcial nas lavouras do cereal semeadas dois meses atrás no Rio Grande do Sul e no Paraná e perda de potencial em lavouras de soja que enfrentaram duas a três semanas de seca no Sul e no Centro-Oeste logo na fase inicial.

 

"A irregularidade climática afetou o início do desenvolvimento do milho e da soja. Nessas regiões, o potencial máximo de produtividade não será atingido. Mas o saldo é positivo, vamos ter safra cheia, dependendo, é claro, de mais um mês e meio de chuva", resume o especialista. A partir de agora, aos produtores, resta torcer por chuvas regulares.

(Fonte: site Avicultura Industrial)

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Recursos do FAT poderão ser acessados por todas as instituições financeiras oficiais

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou o Projeto de Lei 3067/11, do Senado, que autoriza o acesso aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) por parte de todas as instituições financeiras oficiais, agências de desenvolvimento oficiais, bancos de desenvolvimento oficiais, bancos cooperativos e confederações e centrais de cooperativas de crédito.

Tramitação - A proposta tramita em caráter conclusivo e será ainda examinada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

O relator, deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), recomendou a aprovação da matéria. No entanto, ele rejeitou propostas que tramitam em conjunto "tendo em vista que o projeto principal dispõe sobre a mesma matéria de forma mais completa e abrangente".

 

Micro e pequenas empresas - A proposta prevê que os recursos poderão ser utilizados em empréstimos ao setor rural e às micro e pequenas empresas. Atualmente, a prerrogativa desse acesso é apenas do Banco do Brasil e do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

A intenção do projeto é ampliar a rede de operadores, incluindo as demais entidades oficiais.

(Fonte: Jornal da Câmara)

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Valor de produção do milho mais do que dobrou nos últimos seis anos

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O Valor Bruto da Produção (VBP) de milho em 2012 atingiu o patamar recorde de R$ 34,3 bilhões. O resultado é o melhor da história e praticamente o dobro do resultado obtido em 2006, de R$ 16,6 bilhões. As informações são da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Na série histórica, a produção de milho no Brasil saltou de 42,5 milhões de toneladas de grãos na safra 2005/2006 para 73 milhões de toneladas na temporada 2011/2012, de acordo com levantamentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O crescimento recorde deve-se especialmente à região Centro-Oeste, que em seis anos aumentou a quantidade produzida do cereal em 227%.

Para 2013, a perspectiva é que o VBP do grão apresente aumento de 13% sobre este ano, registrando R$ 39 bilhões. A expectativa é positiva mesmo com a possível queda da produção de milho para cerca de 72 milhões de toneladas.

Os dados do valor de produção de lavouras no Brasil têm base nos levantamentos de safra da Conab e do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE).
(Fonte: Mapa)

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Sescoop divulga resultado da segunda etapa do processo seletivo para cargos de nível médio e superior

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) divulgou hoje (14/12) o resultado da segunda etapa do Processo Seletivo nº 05/2012, para contratação de analista de Analista de Métricas Organizacionais, Advogado e Técnico de Apoio Administrativo.

Os candidatos aprovados nessa fase participarão de entrevista técnico-situacional, que ocorrerá nas próximas terça e quarta-feira (18 e 19/12), no Instituto Brasiliense de DireitoPúblico (IDP), localizado no SGAS 607, módulo 49, Conjunto “D” - L2 Sul, Brasília-DF.
 
Para conhecer o resultado da segunda etapa e obter mais informações sobre a terceira, como horário e data de comparecimento, clique aqui. O processo é conduzido pela Gerência de Pessoas do Sescoop.
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Cooperativas centrais e singulares ganham mais credibilidade

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Maior transparência nas contas e mais segurança aos associados. São esses os benefícios garantidos pela Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa (Cnac) às cooperativas de crédito brasileiras. A entidade, que completou cinco anos de atividades no mercado em outubro, audita grande parte das instituições do ramo e já atinge cerca de 60% do total de cooperados no país. São 3,6 milhões de pessoas atendidas pelo serviço que dá ainda mais credibilidade e força para o cooperativismo crescer com qualidade e sustentabilidade no Brasil. “O trabalho realizado pela Cnac proporciona ao cooperativismo de crédito um ambiente seguro para sua atuação, a partir da realização de uma auditoria externa que confere credibilidade à cooperativa, reforçando a sua gestão transparente e sólida”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Segundo o dirigente, trata-se de um processo determinante para o crescimento do setor no mercado financeiro nacional. “A ideia é que, a partir da homogeneização dos procedimentos de auditoria, os sistemas de crédito cooperativo possam investir, a médio prazo, em soluções compartilhadas”, destaca Freitas.
 
As principais instituições do segmento no país são filiadas à confederação de auditoria e já creditam aos serviços prestados com confiabilidade e credibilidade pela entidade grande parte do crescimento e da tranquilidade em trabalhar atualmente. É o que garante, por exemplo, o presidente do Sicoob Espírito Santo, Bento Venturim. A instituição é associada e tem as sete cooperativas vinculadas a ela no Estado auditadas pela Cnac. “Ser associado à Cnac ajuda o Sicoob a manter o seu ritmo de crescimento, pois a auditoria é um instrumento eficaz para apontar os rumos que devem ser seguidos. O Sicoob Espírito Santo se orgulha de fazer parte de entidades que contribuem par ao sólido desenvolvimento do sistema cooperativo de crédito. Participar da Cnac é acreditar que a confederação está comprometida com a missão e os valores do cooperativismo”, elucida.
 
Venturim afirma que a auditoria realizada pela Cnac estabelece uma vigilância permanente que faz com que as pessoas tenham maior zelo no cumprimento das normas. “As auditorias aumentam a credibilidade das demonstrações contábeis das cooperativas de crédito, o que alavanca os negócios e o relacionamento com os cooperados, o mercado, os órgãos supervisores, os funcionários e a sociedade”, ressalta.
 
Auditado pela Cnac desde 2008, o Sicredi Pioneira, de Nova Petrópolis (RS), já sente os efeitos positivos do serviço. Além da certeza de trabalhar de acordo com a lei, com a ética e profissionalismo, a cooperativa implementa as melhores e mais transparentes práticas contábeis, impulsionando o crescimento geral e a confiança do associado. “Entendemos que muitas vezes o sucesso de uma instituição passa por uma boa auditoria e permanente controle, não somente interno, mas especialmente externo, como no caso da Cnac”, afirma o vice-presidente Mário José Konzen. Para ele, a auditoria externa ainda avaliza o trabalho dos conselheiros e permite prospectar mais avanços. “Mostra para os gestores, conselheiros de administração e fiscal oportunidades de melhorias em seus fluxos, procedimentos, políticas e normativos. Para o Conselho Fiscal é de suma importância, pois além de qualificar e facilitar sua atuação oferece indicativos de segurança para sua posição perante o quadro associativo”, explica.
(Fonte: Revista Gestão Cooperativa)
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Dirigentes do Sistema OCB definem prioridades para o cooperativismo da região Norte

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"O futuro do cooperativismo na região Norte está aqui nessa sala", declarou o presidente do Sistema OCB/Sescoop-AM, Petrúcio Magalhães Júnior, durante o I Fórum Regional de Presidentes e Superintendentes do Sistema OCB, realizado nesta quarta-feira (12/12), em Manaus (AM). Em pronunciamento aos colegas cooperativistas, o dirigente relatou que a direção atual da entidade tem uma série de propostas que começa pelo fortalecimento do sistema, visando estreitar a relação das entidades locais com a nacional. "É preciso o desprendimento de todos para levarmos as ações das entidades regionais aos cooperados, que devem ser o foco principal de todas as organizações estaduais", enfatizou.
 
Comandado pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o encontro reuniu presidentes e superintendentes das OCEs que compõem a região Norte do país para ouvir as demandas para desenvolvimento do cooperativismo local e incluí-las no planejamento estratégico sistêmico para o período 2014-2017.  Freitas garantiu que as demandas das cooperativas de todo o Brasil serão ouvidas nesse ciclo de reuniões com as lideranças locais. Afirmou, ainda, que capacitação, orientação e melhoria precisam chegar aos cooperados. “O Sescoop é a ferramenta para chegar a esses resultados”, reforçou. Sobre a representação política da entidade, declarou tratar-se de mais uma ferramenta a ser utilizada pelas cooperativas: “De nada adianta ter um bom representante, mas sim bons projetos, com fundamentos, para que os bancos analisem e possam liberar os recursos”. Freitas exemplificou um dos pontos a serem trabalhados pelo setor: “Os bancos analisam as cooperativas como se fossem empresas mercantis, quando deveriam entender que essas entidades não geram lucros para elas, mas sim aos cooperados. Pelo fato deserem geradoras de resultados e de empregos, as cooperativas também precisam ter acesso a créditos”.
 
Complementando a colocação de Freitas, o presidente Petrúcio Magalhães elencou que, hoje, as principais demandas das cooperativas da região Norte são: mais treinamento de qualificação de gestão e maior acesso ao créditos. Ele informou que o sistema cooperativista amazonense tem feito um grande trabalho no sentido da profissionalização dos cooperados, especialmente os dirigentes. Por outro lado, a entidade também tem entre suas prioridades a aprovação de uma lei estadual sobre cooperativismo.
 
De acordo com Petrúcio, a atual diretoria entende ser necessário fortalecer a Frente Parlamentar Cooperativista (Frencoop) em todos os níveis de poder, utilizando a estrutura já existente em Brasília. "Precisamos acompanhar, nas Casas Legislativas, a tramitação de projetos que vão beneficiar as cooperativas", explicou.
 
Impressões
Após o pronunciamento do presidente do Sistema OCB/Sescoop-AM, outros dirigentes  tomaram a palavra para revelar as demandas de suas regionais. Para Sansão Nogueira de Sena, presidente da Central das Cooperativas dos Piscicultores do Acre, as ações precisam chegar mais ao cooperado, principalmente na área de treinamento. Segundo ele, as cooperativas precisam ter o próprio banco para não depender dos políticos ou então se organizam com recursos próprios. Ricardo Khouri, presidente do Sistema OCB-Sescoop-TO, ressaltou que o Banco da Amazônia não empresta dinheiro às cooperativas porque as entidades têm em seu estatuto a determinação de não terem fins lucrativos, e “se não têm lucro, não têm como pagar o empréstimo”.
 
Já o presidente da Federação das Cooperativas da Região Norte (Fecoop Norte), José Merched Chaar, disse que os fundos foram politizados e os bancos criam problemas para liberar os recursos. "Os projetos são aprovados, estão regulares, mas ficam engavetados. É preciso fortalecer a Frencoop para que as cooperativas também possam receber recursos não retornáveis", defendeu o líder cooperativista.
 
(Com informações do Sistema OCB/Sescoop-AM)
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Presidentes e Superintendentes se reúnem no primeiro Fórum Regional do Sistema OCB

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Fim de ano é tempo de fazer um balanço das conquistas e dos desafios que estão porvir. Por isso, acontece hoje (12/12), na cidade de Manaus (AM), o primeiro Fórum Regional de Presidentes e Superintendentes do Sistema OCB.

O principal objetivo do evento é gerar - através de encontros regionais -subsídios para os direcionamentos estratégicos do setor para o próximo exercício. “Mais do que nunca é o momento de desenvolver e compartilhar estratégias, competências, conhecimentos e tecnologias", afirmou o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, durante a solenidade de abertura do Fórum. "Queremos promover a troca de experiências proativas desenvolvidas pelas entidades do Sistema e aproveitar essas boas práticas para prosseguirmos no caminho do desenvolvimento”.

Responsável pela coordenação dos cinco encontros que acontecerão até janeiro do próximo ano, o assessor da presidência do Sistema OCB, Maurício Landi, ressalta alguns dos pontos essenciais a serem tratados nas reuniões:
  • Investimento na atuação sistêmica;
  • investimento na profissionalização;
  • participação ativa na definição de políticas públicas;
  • fortalecimento da Frente Parlamentar do Cooperativismo – em suas atuações regionais e nacional, além de diversas outras ações

Agenda

 “Com o novo modelo de governança implantado pelo Sistema no início de 2012, cada região do país ganhou um diretor para lhe representar. Este encontro, além de uma prestação de contas de todo o trabalho desenvolvido ao longo do exercício, tem o objetivo de elencar as demandas pontuais dos estados, de forma a compor o planejamento estratégico sistêmico para o período 2014-2017”, explica o assessor.
 

Os próximos encontros regionais já estão agendados. Nesta sexta-feira, 14 de dezembro, será a vez do Nordeste reunir seus estados em Fortaleza (CE). No dia 14 de janeiro de 2013, será realizado o Fórum da Região Sudeste, em São Paulo (SP); no dia 16 do mesmo mês reúnem-se os estados da Região Sul, em Curitiba (PR) e, finalmente, o Centro-Oeste promove o seu encontro, no dia 22 de janeiro do próximo ano, em Campo Grande (MS).
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MBA em Gestão de Cooperativas forma 1ª turma em Governador Valadares

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Estão formados os alunos da primeira turma do MBA em Gestão Estratégica de Cooperativas de Governador Valadares. O curso foi promovido pela Universidade Vale do Rio Doce (Univale), em parceria com o Sistema Ocemg e as cooperativas Coaperidoce, Coopauto, Coovatrans, Sicoob AC Credi, Sicoob Credicope, Sicoob Crediriodoce, Sicoob Credivale, Unicred Leste Mineiro e Unimed-GV.

Ao todo, foram 35 alunos formados na turma pioneira, com vagas divididas entre professores da Univale, associados, colaboradores e dirigentes das nove cooperativas participantes. Estiveram presentes no evento os presidentes e diretores de cada cooperativa parceira, o presidente do Sistema Ocemg, além de representantes da universidade e de sua mantenedora. Todos lembraram, durante a solenidade, o marco que a realização do MBA representa, já que é o primeiro desse tipo na região.

Na oportunidade o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, falou sobre os Desafios da Educação no Ambiente Cooperativista. De acordo com Scucato, o Brasil está carente de lideranças. "Nossa esperança é que os formandos sejam agentes de mudanças dentro das comunidades onde estão inseridos. O que dá vida ao cooperativismo são as pessoas", declarou.

O curso teve início em 2010 e duração de 15 meses. Durante todo o processo, as nove cooperativas estiveram diretamente envolvidas na consolidação da pós-graduação.
(Fonte: Sistema Ocemg)

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