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Produtores goianos se organizam para criar APL

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Com o objetivo de melhorar o nível de profissionalização da atividade leiteira na região, os produtores de leite da região de Bela Vista (GO) debateram ontem (6/05), a criação de um arranjo Produtivo Local do Leite (APL do Leite). A reunião foi na sede da Cooperativa Agropecuária de Bela Vista de Goiás (Cooperbelgo).

De acordo com o presidente da Comissão de Pecuária de Leite da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Eurípedes Bassamurfo, os produtores puderam expor suas dificuldades e apresentar seus planos de ação. Eles solicitaram cursos e treinamentos voltados à capacitação de mão-de-obra e medidas que os ajudem a otimizar a gestão das propriedades.

No próximo encontro - agendado para 19 de maio, às 9h, na sede da Cooperativa Agropecuária Mista de Piracanjuba (Coapil) - serão definidos o coordenador e os membros do APL e estabelecidas as funções de cada entidade no APL.

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Ações educacionais do Sescoop terão controle unificado

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Validar o sistema informatizado para as ações desenvolvidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) é o objetivo da viagem do superintendente Administrativo do Sescoop, Luís Tadeu Prudente Santos, ao Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (8/5). O módulo de Educação do Sistema Zeus, a ser implantado nas unidades estaduais do Sescoop, vai auxiliar na consolidação das atividades de educação, facilitando o processo de gestão.

 

O superintende viaja acompanhado do gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão, José Luiz Pantoja, da assessora de Planejamento, Renata Boaro e da coordenadora de capacitação, Soraya Santos. Também participarão da reunião os membros do grupo de trabalho que desenvolveu a ferramenta: de São Paulo, Fernanda Juvêncio, do Paraná, Leonardo Boesche, e de Minas Gerais, Fabíola Toscano. O sistema vai possibilitar uma linguagem única das ações educacionais do Sescoop, atendendo às exigências dos Ministérios da Educação e Trabalho.


O Sistema Zeus é um software que oferece vários serviços. Foi implantado em 2001 para unificar a gestão das unidades estaduais. O sistema permite focar em áreas específicas como educação, custo e planejamento conjugando com sistemas-meio, como contabilidade.

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Sescoop lança 1º Prêmio Educador Cooperjovem

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) lançou hoje (6/05), o 1º Prêmio Educador Cooperjovem. A iniciativa tem o objetivo de valorizar e reconhecer o trabalho desenvolvido por educadores do ensino fundamental, que trabalham com o programa em escolas públicas e cooperativas educacionais, no ano letivo de 2007. Ao todo, 13 unidades estaduais do Sescoop irão participar abrangendo pelo menos 250 escolas.

Os educadores têm até o dia 20 de junho para se inscrever junto à unidade do Sescoop de seu Estado. “Para participar basta apresentar um trabalho/relato/case dos resultados relacionados ao conteúdo do Programa Cooperjovem, de uma turma da qual é regente, e que possa ser comprovado, desenvolvido no ano letivo de 2007”, explica José Luiz Pantoja, gestor da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão do Sescoop (GEADG). Os vencedores serão conhecidos no dia 15 de setembro.  

Clique aqui e veja as informações completas do prêmio

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Segunda edição do fórum goiano debate a política do país

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A programação do 2º Fórum Goiano de Presidentes e Diretores Cooperativistas contará com o cientista político Bolívar Lamounier. Ele vai abordar os bastidores da política nacional, como a possível candidatura da ministra Dilma Roussef à presidência e outros possíveis candidatos como o deputado federal Ciro Gomes e o governador paulista José Serra. Analista experiente e pesquisador, Lamounier lançou recentemente o livro "Da Independência a Lula: dois séculos de política brasileira". O evento, que acontece de 12 a 14 em Caldas Novas (GO), é voltado a dirigentes das cooperativas filiadas a Organização das Cooperativas de Goiás (OCB/GO) e tem como objetivo aprimorar a autogestão das cooperativas.

O evento contará também com o empresário e consultor Nathan Blanche, um dos sócio-fundadores da Tendências Consultoria. Ele vai falar de projeções de câmbio e tendência de comportamento de preços das principais commodities além de comentar a situação do comércio internacional. Para falar sobre liderança foi convidado Eugênio Mussak.

Ele vai abordar a questão da metacompetência. Segundo ele, o novo paradigma da atuação profissional em qualquer área é a metacompetência, ou seja, o desenvolvimento de competências transversais à competência essencial e o aprimoramento das qualidades humanas que potencializam a capacidade técnica. “Mais do que bons profissionais, o mundo deseja boas pessoas exercendo bem suas profissões”, escreveu Mussak na apresentação de sua palestra à coordenação do fórum. Eugênio Mussak é professor do MBA da FIA-USP e consultor nas áreas de desenvolvimento humano e profissional. A programação terá ainda uma dinâmica de trabalho voltada especialmente para o diagnóstico e soluções dos principais gargalos que afetam os diferentes ramos do cooperativismo no estado. As dinâmicas terão como ponto central a participação dos próprios dirigentes divididos em grupos de trabalho moderado pelo consultor Sérgio Cordioli. As inscrições podem ser feitas no site www.ocbgo.org.br. Como o fórum abrirá as ações sociais da Casa do Cooperativismo Goiano neste ano, a inscrição prevê a doação de dez pacotes de gelatina (por pessoa) que serão destinadas à Organização Não Governamental (ONG) Pela Vida que cuida de crianças soropositivas e usa as gelatinas para facilitar a ingestão dos medicamentos e como suplemento alimentar. (Fonte: OCB/GO)

 

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Paulo Bernardo e Sardenberg falam sobre tributos e economia

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O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo Silva, e o comentarista econômico da rádio CBN, Carlos Alberto Sardenberg, serão os palestrantes do Fórum dos Presidentes promovido pelo Sistema Ocepar, nos próximos dias 12 e 13 de maio, em Curitiba (PR). O objetivo do fórum, exclusivo aos presidentes das cooperativas paranaenses, é promover a análise sobre o cenário econômico e político nacional e seus reflexos para as sociedades cooperativas.

Paulo Bernardo falará na abertura do fórum, às 19 horas do dia 12, sobre a reforma tributária. E na manhã do dia 13 o jornalista da CBN Carlos Alberto Sardenberg falará sobre a instabilidade da economia mundial. O fórum termina às 12h30 do dia 13, após um painel entre os dirigentes das cooperativas que apresentarão propostas para fortalecimento do cooperativismo do Paraná. O fórum será realizado no auditório do Sistema Ocepar. Inscrições: 41-3200-1104; 3200-1105 e Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. e Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.. (Fonte: Ocepar)

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Programa Jovens Lideranças chega ao Amazonas

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O Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) chega ao Estado do Amazonas. O superintendente da Organização das Cooperativas do Amazonas (OCB/AM),Petrucio Magalhães Júnior, a técnica Mirlane Magalhães e o coordenador de promoção social da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG) do Sescoop, Jorge Toledo, apresentaram hoje (29/4), o programa à diretoria de três cooperativas do estado do Amazonas: Agrofrut, Ascope e Coomapem.

As cooperativas vão elaborar um plano de trabalho com a previsão de seleção dos alunos para o período de 9 a 12 de junho. Já a capacitação dos professores deverá ocorrer entre os dias 23 a 27 de junho.

O programa estreou em 2007, ainda em fase piloto, em cooperativas do Paraná, Alagoas, Rio de Janeiro e Bahia. Desde então, o programa já mobilizou cerca de 400 jovens de 16 a 24 anos e capacitou 42 instrutores. Com esse programa, o Sescoop investe na formação de jovens, visando à sucessão e ao crescimento do movimento cooperativista brasileiro.

Clique aqui para acessar o site do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas

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Livro sobre a produção do leite será lançado na Agrishow

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Diante da necessidade de mapear e aperfeiçoar as etapas de produção, industrialização e consumo do leite no Estado de São Paulo, o Sescoop/SP, o Sebrae-SP e o sistema Fesp/Senar-SP, numa parceria com o Centro de Inteligência em Agronegócios da Universidade de São Paulo (Pensa/USP), lançam nesta quarta-feira (30/4), no auditório da Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (15ª Agrishow), em Ribeirão Preto (SP), o livro: “Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo”. O livro é o resultado de um trabalho que iniciou em 2004 entre todos os atores envolvidos na cadeia, e tem apresentação do presidente da Ocesp/Sescoop-SP, Edivaldo Del Grande.

A publicação tem como objetivo servir de subsídio para a posterior implantação das ações do planejamento estratégico da pecuária leiteira paulista até 2010. O livro descreve como foi montado o plano estratégico para o sistema agroindustrial e aborda soluções específicas, como o plano de competitividade das fazendas, os planos estratégicos para as cooperativas, a questão fiscal e tributária do setor, assim como aponta caminhos para novos nichos de mercado, inclusive no exterior.

A produção brasileira, em 2006, foi estimada em 25,7 bilhões de litros de leite, gerando um valor bruto de produção de R$ 12 bilhões. A cadeia leiteira movimenta U$ 66 bilhões por ano e a grande maioria dos produtores de leite é de pequeno porte e eles precisam de informações para melhorar e aumentar a rede de abastecimento da cadeia produtiva.

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou alguns dados preliminares do Censo Agropecuário realizado em 2006. No ano de 1996, a atividade leiteira estava presente em 37,2% do total de estabelecimentos agropecuários brasileiros, caindo para 25,8% em 2006. Na última década, houve redução do número de propriedades que se dedicam ao leite em todo o Brasil. Paraná, Santa Catarina e São Paulo, considerados Estados importantes e tradicionais na atividade, reduziram cerca de 35% os estabelecimentos com esta finalidade, mas a produtividade aumentou mesmo com o número menor de propriedades dedicadas à produção do leite, houve um incremento de 6,9 bilhões de litros no período de dez anos, exceto nos estados de São Paulo, Ceará e Roraima. Mesmo assim, o Estado de São Paulo aparece em segundo lugar na produção de leite por propriedade, com valores próximos a 85 litros por dia.

A 15ª Agrishow acontece em Ribeirão Preto entre os dias 28 de abril e 02 de maio no Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro-Leste. Mais informações www.agrishow.com.br. (Fonte: Ocesp)

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1º Prêmio Educador Cooperjovem

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) lança, nesta quarta-feira (30/4), o 1º Prêmio Educador Cooperjovem 2008, voltado aos mais de 4 mil professores das 716 escolas da rede pública e cooperativas de ensino de todo o País. “A iniciativa tem por objetivos valorizar e reconhecer o trabalho desenvolvido no ano letivo de 2007 com alunos da 1ª fase do Programa Cooperjovem, e também dar visibilidade às boas práticas de ensino do cooperativismo”, explica José Luiz Pantoja, gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão do Sescoop.

Os educadores terão o prazo de 9 a 20 de junho para se inscreverem e até 8 de agosto para entrega dos trabalhos. O resultado será divulgado no dia 15 de setembro. Os três primeiros lugares ganharão, respectivamente, notebook, computador e palmtop.

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Pronunciamento Dep. Arnaldo Jardim em sessão extraordinária da Câmara dos Deputados

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*Dep. Arnaldo Jardim

Senhor presidente, senhoras e senhores deputados, um dos principais fatores de crescimento da nossa economia está no aquecimento do consumo interno, por meio da ampliação de linhas de crédito. Entre as várias oportunidades disponíveis no mercado, o cooperativismo de crédito se diferencia, cresce e se consolida.

Em franca expansão, as cooperativas de crédito vêm a cada ano conquistando mais espaço no mercado financeiro. No Brasil, existem 1.441 cooperativas de crédito, com cerca de 4 milhões de associados, um número que parece expressivo, mas dilui-se quanto observamos o seu potencial, diante dos mais de 180 milhões de brasileiros, ávidos por juros mais baixos e melhores condições de pagamento.

Se observarmos a realidade de outros países, percebemos que ainda existe um longo caminho a percorrer, no sentido de fazer com que esse tipo de atividade econômica e social, continue a ampliar o seu atendimento, desenvolvendo programas de assistência financeira e prestação de serviços aos seus cooperados.

Na Alemanha, por exemplo, encontramos mais de 15 milhões de pessoas
associadas a cooperativas que respondem por 20% de todo o movimento bancário naquele país. Se atravessarmos a fronteira da Holanda vamos constatar que mais de 90% dos financiamentos rurais são atendidos pelas cooperativas. E na Europa, como um todo, quase metade das instituições de crédito é composta por cooperativas.

Em meio ao desafio de crescer com sustentabilidade, a Organização das
Cooperativas Brasileiras (OCB) promove reunião do seu Conselho Especializado de Crédito (Ceco). Composto pelo Sicred, Sicoob, Unicred e Confebrás, este órgão tem como objetivo dar maior dinamismo, objetividade e eficiência ao Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. Ao mesmo tempo, o Banco Central (BC) também realiza evento para abordar os benefícios e os avanços da Governança em Cooperativas de Crédito.

No âmbito da Câmara Federal, conseguimos incluir no texto da Medida
Provisória 410, recém-aprovada no plenário, emenda que trata de um plano de segurança que seja compatível com a realidade das cooperativas de crédito. No ano passado, com base na Lei 7.102/83, a Polícia Federal notificou e multou centenas de cooperativas de crédito. Segundo a OCB, caso as cooperativas de crédito tivessem que adotar o plano de segurança semelhante aos bancos convencionais, elas teriam um acréscimo de custos da ordem de R$ 72 milhões ao ano. A proposta, que conta
com o apoio do Ministério da Justiça, estabelece um prazo de seis meses para que o conjunto do cooperativismo de crédito se enquadre nessa nova legislação e, agora, segue para aprovação no Senado.

Também tramita na Casa o Projeto de Lei n° 177/05 que objetiva
regulamentar o cooperativismo de crédito. E muito me anima mencionar que o relator da proposição é o deputado Fernando Coruja, líder da nossa bancada na Câmara. Assim, o PPS demonstra a sua disposição de contribuir, de fato, para que o assunto ganhe os contornos legais e regulamentares que se fazem a cada dia mais necessários.

Como diretor do ramo crédito da Frencoop Nacional, também estou engajado em elaborar um Projeto de Lei para reverter o processo que inclui a incidência de 0,38% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a movimentação das cooperativas e do setor rural. A Receita Federal fez uma elevação sobre os empréstimos da pessoa física superior a cobrança da extinta CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). Outra preocupação é que as cooperativas também serão oneradas quando necessitarem de adquirir crédito de terceiros.

Todavia, aproveito para saudar os resultados do Programa de Capitalização de Cooperativas de Crédito (Procapcred), uma linha específica criada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). Trata-se de um importante avanço para o segmento, pois proporciona o aumento do patrimônio permitido que a cooperativa de crédito invista e aumente ainda mais a sua capacidade de atendimento aos seus associados.

São muitos os desafios que teremos de enfrentar para consolidar, ainda mais, o cooperativismo de crédito como uma alternativa real e viável para o brasileiro acossado pela política de juros das instituições financeiras convencionais, que visam estritamente o lucro. Esses obstáculos só serão superados com muita cooperação e espírito público, em que a OCB, Ocesp e demais lideranças do setor ajudem na mobilização, participem e colaborem na elaboração de leis capazes de assegurar o
crescimento sustentável desta atividade social e econômica no País.

* Deputado pelo PPS-SP e membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) 

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Zordan é o novo presidente da Ocesc

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O presidente da Ocesc, Neivor Canton, encerrou nesta sexta-feira (25/4), um mandato de 4 anos à frente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc). O médico-veterinário Marcos Antônio Zordan foi o candidato de consenso escolhido para a presidência. Presidente da Cooperitaipu (Pinhalzinho) e diretor de agropecuária da Coopercentral Aurora (Chapecó), Zordan tem 30 anos de vivência no cooperativismo. Presidiu a Federação das Cooperativas Agropecuárias de SC (Fecoagro) e participou da administração da Cooper Leite, da Creditaipu, da Agromilk, da Ocesc, entre outras entidades cooperativistas.

Cooperativas crescem 20% em SC
As cooperativas catarinenses, em seu conjunto, faturaram R$ 9,1 bilhões de reais em 2007, montante 20,15% superior ao exercício anterior, de acordo com o ex- presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Neivor Canton. O sistema cooperativista é formado por 256 cooperativas dos ramos agropecuário, consumo, crédito, educacional, especial, habitacional, infra-estrutura, mineral, produção, saúde, trabalho e transporte. Juntas, elas representam 776.749 famílias associadas, o que corresponde a mais de 1/3 da população estadual. As cooperativas empregam diretamente 24.866 pessoas.

O ramo agropecuário, mais uma vez, demonstrou sua absoluta hegemonia: as 54 cooperativas agropecuárias responderam por 65% do movimento econômico  com faturamento de R$ 5 bilhões 986,6 milhões de reais (crescimento de 25% em relação a 2006). O segundo maior movimento foi das 33 cooperativas da saúde, que cresceram 11% e faturaram R$ 1 bilhão 454,1 milhões de reais.

O ramo transporte, com 20 cooperativas, ficou em terceira posição com R$ 519,2 milhões de reais e 18% de expansão, acompanhado de perto pelo cooperativismo de crédito (65 cooperativas com R$ 514,9 milhões e  11% de crescimento).

 Em quinta posição figuram as 27 cooperativas de eletrificação (ramo infra-estrutura) que aumentaram seus negócios em 12% e venderam R$ 351 milhões de reais. Em sexta posição no ranking estão as 13 cooperativas de consumo com 10% de crescimento e R$ 245,9 milhões em vendas.
Os demais ramos com movimentação econômica foram trabalho (23 cooperativas) com R$ 37,3 milhões de reais; educacional (13 cooperativas) com R$ 8,2 milhões de reais; produção (3 cooperativas) com R$ 461 mil reais; habitacional (2 cooperativas) com R$ 343 mil reais; especial (2 cooperativas) com R$ 245 mil reais e mineral (1 cooperativa) com R$ 145 mil reais.

O presidente da Ocesc destacou a prioridade concedida à capacitação dos recursos humanos empregados nos diversos níveis do cooperativismo: em 2007, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) de Santa Catarina promoveu 412 eventos para a formação profissional de 38.795 dirigentes,  funcionários e associados de cooperativas catarinenses mediante desembolso da ordem de R$ 2 milhões 757 mil reais (aumento de 3,10% no volume total de recursos financeiros investidos). (Fonte: Ocesc)

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Cooperativismo brasileiro atrai equatorianos

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A estrutura do cooperativismo brasileiro atraiu 18 representantes e empregados da Cooperativa de Crédito dos Servidores Públicos do Ministério da Educação e Cultura do Equador (Cedecoop). Hoje (25/4) eles foram recebidos pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, pelo superintendente Administrativo, Luís Tadeu Prudente Santos, e pelo gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão, José Luiz Pantoja, na sede da OCB, em Brasília (DF).

Márcio Lopes de Freitas apresentou as ações do sistema cooperativista e a evolução das exportações de cooperativas nos últimos anos. Ele ressaltou a importância da criação do Sescoop, em 1998, para investir na capacitação e treinamento dos associados de cooperativas. “É um orgulho para nós recebermos essa comitiva e podermos divulgar nossas ações. É um grande reconhecimento do trabalho de milhares de cooperativistas”, disse o presidente.

Duas iniciativas, em especial chamaram a atenção da comitiva: Programa de Formação de Jovens Lideranças e o Cooperjovem, que foram apresentados pelo gerente, da GEADG, José Luiz Pantoja. “A viagem foi importante, pois estamos voltando motivados e queremos implantar, em Quito, alguns exemplos que conhecemos no Brasil”, disse o diretor executivo da Cedecoop, Hugo Andrade Vargas. A cooperativa com sede em Quito, no Equador, conta com 15 mil associados. 

No distrito o grupo visitou a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores do Poder Executivo Federal (Cominagri); Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob); Confederação Nacional das Coopetivas do Sicoob Ltda (Sicoob Brasil); Central das Cooperativas de Crédito do Distrito Federal Ltda (Sicoob Central DF);Cooperativa de Ensino de Língua Estrangeira Moderna do Distrito Federal (Cooplem). Lá eles foram recebidos pelo presidente da Organização das Cooperativas do Distrito Federal (OCDF), Roberto Marazi e pelo presidente da Cooplem, Devanisio dos Santos.

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Sicredi faz parceria com a Liga de Cooperativas de Crédito da Flórida

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O Sistema de Crédito Cooperativo fechou um acordo com a Liga de Cooperativas de Crédito da Flórida (FCUL) que vai permitir o intercâmbio de informações e de conhecimentos entre os sistemas cooperativistas. Este convênio foi firmado durante a visita de executivos das cooperativas de crédito da Flórida e do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU), ao Sicredi, em Porto Alegre (RS).

“Teremos oportunidade de conhecer novas ações, compartilhar serviços comuns e buscar inovações”, afirma o presidente da Confederação Sicredi e membro do Conselho do WOCCU, Alcenor Pagnussatt. Ele enfatiza ainda que o objetivo dessa parceria é aprimorar o cooperativismo de crédito no Brasil e no estado da Flórida. 

Para Cassandra Grayson, vice-presidente de administração da FCUL, que congrega na Flórida 176 cooperativas de crédito e 4 milhões de associados,  este acordo é uma oportunidade para desenvolver ainda mais ambos os sistemas. “Estamos muito honrados com a parceria que estabelecemos com o Sicredi”, informa.

Sicredi possui uma gama completa de produtos e serviços financeiros em grandes e pequenos centros urbanos e opera com mais de mil pontos de atendimento em dez estados brasileiros. A sua organização em sistema através de cinco Cooperativas Centrais, Confederação, Fundação, Banco Cooperativo e empresas ligadas, com atuação de forma integrada, proporciona ganhos de escala, fortalecimento da marca e maior competitividade. Hoje, o SICREDI possui no Brasil 1,3 milhão de associados. (Fonte: Sicredi)

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Workshop de Gestão discute ações para divulgar o cooperativismo

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Estimular os técnicos de capacitação profissional e autogestão das unidades estaduais do Sescoop para a disseminação dos materiais destinados às cooperativas, é o principal desafio do professor universitário Homero Reis, que esta ministrando palestra no Workshop de Gestão. O evento que acontece até amanhã (25/4), em Brasília (DF), é promovido pelo Sescoop, e tem a coordenação da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão da OCB (GEADG).

O Workshop tem como finalidade debater a construção participativa de estratégias para a divulgação de uma série de publicações voltadas à gestão de cooperativas. Participam técnicos de capacitação profissional e autogestão das unidades estaduais do Sescoop das regiões Norte e Centro-Oeste.

Para o gerente da GEADG, José Luiz Pantoja, o evento será uma oportunidade de planejar uma ação pedagógica. “Precisamos explicitar, de modo articulado, o contexto no qual se deseja operar, o perfil de clientela e os objetivos do projeto”. O evento acontece em Brasília (DF), no hotel Grand Bittar.

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Sescoop avalia programa de formação para jovens

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Após seis meses de implantação do primeiro projeto piloto do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas, os coordenadores estaduais do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) se reuniram nesta quarta-feira (23/4) para fazer uma avaliação. Segundo o gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão do Sistema OCB, José Luiz Pantoja, o programa já possui elementos suficientes para fazer uma análise mais profunda.

"A partir dos resultados apresentados nesta reunião vamos ter condições de preparar o formato definitivo para que outras unidades estaduais possam executar o projeto”.

Além de técnicos da unidade nacional, participam da reunião os responsáveis pelo projeto piloto dos estados do Paraná, Marcelo Martins, Alagoas, Márcia Túlia; Rio de Janeiro, Maria da Glória Siqueira, e da Bahia, Marina Barros de Acácio.

O Sescoop lançou em 2007 o Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas. Foram mobilizados, somente na fase experimental do programa, cerca de 400 jovens e capacitados 42 instrutores.

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Sescoop realiza Workshop de Gestão dia 24

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) vai promover o Workshop de Gestão, nesta quinta (24/4) e sexta-feira (25/4). Será um evento com debate e a construção participativa de estratégias para a disseminação dos materiais destinados às cooperativas. Participarão técnicos de capacitação profissional e autogestão das unidades estaduais do Sescoop das regiões Norte e Centro-Oeste.

A metodologia participativa no Sescoop, com o apoio de dirigentes e técnicos de suas unidades estaduais, incentivou a produção de uma série de publicações voltadas à gestão de cooperativas. O Workshop de Gestão tem a missão de debater e definir estratégias para disseminação desses materiais que compõem as séries de Gestão Cooperativa e Manuais de Gestão.

A abertura será feita às 8h30 pelo gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão da OCB, José Luiz Pantoja. Às 9h30, os debates começam com o tema Governança Profissional no Contexto do Sescoop. Às 10h45 serão apresentados os cenários educacionais para o futuro do Sescoop. Na parte da tarde, haverá oficina com o professor universitário Homero Reis. Ele é consultor, mestre em Educação e coach Empresarial pela Newfield Consulting (Venezuela), e Instituto Tecnológico de Estudos Superiores de Monterrey (México). O evento será em Brasília (DF), no hotel Grand Bittar.

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Rio e Bahia trocam conhecimentos

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Quatro representantes do Sistema Oceb-Sescoop/BA visitaram a unidade do Rio de Janeiro para conhecer seu funcionamento. Os visitantes passaram por todos os setores da organização, o que permitiu uma visão geral do seu funcionamento. A proposta de intercâmbio entre as unidades estaduais tem como objetivo a troca de experiências, promovendo a integração do Sistema.

Eles foram recebidos pela coordenadora de Recursos Humanos e Qualidade, Tatiana Provedel, na última terça-feira (15/4). “Não consigo pensar numa forma melhor de integração do que esta, que  possibilita mostrar como funciona a nossa unidade e também aprender muito com as experiências do grupo”, enfatizou.

Na quarta-feira (16/4), o presidente do Sistema OCB/RJ – Sescoop/RJ, Francisco de Assis França, levou o grupo da Bahia formado pela conselheira Sandra Cohim e pelos colaboradores José Alberto Batista dos Santos, Valter Santos Sampaio e Janjivan Newton Santos Souza à Região dos Lagos, onde visitaram a Cooperlagoa e Coop Araruama, duas cooperativas incluídas no Programa de Autogestão do Sescoop/RJ.

Já na quinta-feira (17/4), o grupo da Bahia conheceu o Sistema de Gestão ISO 9001: 2000 adotado pelo Sistema OCB/RJ – Sescoop/RJ, que tem possibilitado a supervisão e o monitoramento de todos os processos internos da Organização. (Fonte: OCB/RJ)

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Sistema OCB apresenta cooperativismo à Unesp

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A Coordenadora de Capacitação da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG), Soraya Santos, vai proferir palestra nesta sexta-feira (18/4) na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Neto (Unesp), em Jaboticabal no interior paulista.

A convite do ex-ministro da Agricultura e professor do Departamento de Economia Rural da Unesp, Roberto Rodrigues, ela vai falar sobre o cooperativismo no Brasil, apresentar os números e a importâncias dos projetos desenvolvidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

“Além de conhecer a estrutura do cooperativismo, a intenção é que o público entenda que a capacitação dá condições para o exercício de determinadas profissões e prepara para o mundo do trabalho, oferecendo oportunidades de  adaptação ao mercado competitivo, uma vez que a pessoa fica pronta, com hábitos e atitudes condizentes às exigências desse mercado”, enfatiza Soraya.

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OCB-Sescoop/AM discute Projeto de Lei Municipal do Cooperativismo

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Avaliar o Projeto de Lei (PL) Municipal do Cooperativismo no estado do Amazonas é um dos principais assuntos do III Encontro de Cooperativas do Ramo Saúde, que acontece nesta sexta-feira (18/4), em Manaus (AM). A iniciativa é do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB-AM) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop-AM). As atividades iniciam às 11h no hotel Comfort, em Manaus.

O vereador estadual, Elias Emanuel – autor do projeto de Lei Municipal do Cooperativismo -  fará uma apresentação sobre o PL, que visa o desenvolvimento das cooperativas no município por meio do estímulo operacional, técnico e financeiro.

No evento serão discutidos ainda outros temas de interesse das Cooperativas de Saúde e será um espaço importante para sugestões de melhorias e troca de experiências entre os dirigentes das cooperativas.

Participarão autoridades municipais, entre eles, o prefeito de Manaus, Serafim Corrêa (PSB) o Presidente da OCB/AM José Merched Chaar, além dos presidentes e dirigentes das cooperativas de saúde. (Com informações da Assessoria OCB/AM).

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Pesadelo para os empresários rurais

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Proposta do MDA aumenta a polêmica em torno da questão fundiária. O setor rural desempenha papel fundamental no processo de estabilização da economia brasileira e atualmente é o responsável pelos contínuos superávits da balança comercial. Apesar das consecutivas vitórias e recordes alcançados, os "empresários do campo" passaram a conviver, desde abril, com um pesadelo: a proposta do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que estabelece novos índices para medir a produtividade da terra para fins de reforma agrária. O projeto considera apenas o potencial físico da propriedade, deixando de avaliar a correlação com fatores econômicos e sociais do meio, conforme estabelece o Estatuto da Terra (Lei n 4.504/64).

A proposta dissemina a intranqüilidade no campo e aumenta a polêmica em torno da questão fundiária brasileira. Ela inclui o ajuste dos índices de rendimento de produtos vegetais e de lotação pecuária. A idéia é estabelecer índices médios de produtividade e não pisos ou índices satisfatórios, que serviriam para distinguir o produtor do especulador.

É imputada ao produtor rural a obrigação de produzir cada vez mais, não importando as variáveis de comercialização, armazenamento, transporte, disponibilidade de crédito, intempéries e fatores intrínsecos à propriedade como solos, declives, etc. Se levados em conta os índices propostos, a produção agrícola brasileira ficará prejudicada, no momento em que o País passa a ocupar espaços de verdadeiro competidor no comércio internacional, superando tradicionais concorrentes e conquistando novos mercados. A partir do ajuste proposto, os produtores ficarão forçados a explorar no limite máximo as áreas aproveitáveis do imóvel rural. O uso intensivo da terra não corresponde, necessariamente, a uma maior racionalidade econômica e ambiental. A proposta não está avaliando o uso da terra, a especulação e a ociosidade, mas estabelecendo obstáculos cada vez mais crescentes. O objetivo, ao que tudo indica, é aumentar o estoque de terras para desapropriação.

Além disso, irá para o lixo todo o trabalho desenvolvido nas últimas décadas, quando o Brasil iniciou o salto que vem modernizando continuamente a atividade agropecuária à custa de pesados investimentos. Os mentores da idéia, que não ouviram as entidades representativas do setor, não consideram o fato de que o empresário rural já precisa buscar continuamente maiores índices de produtividade como condição para sua permanência no negócio. Quem produz quantidades inferiores às dos índices exigidos em alguma tabela, assim procede devido a características de mercado ou, muito freqüentemente, por não dispor do capital necessário ao aporte de novas técnicas.

Atualmente, o produtor rural emprega máquinas sofisticadas e equipamentos de última geração para fazer o preparo da terra. Tudo isso se completa com o cultivo de variedades selecionadas, que garantem maior produtividade de suas lavouras e a sustentabilidade do seu negócio. Na pecuária, o melhoramento dos animais e a utilização de manejo adequado, o controle sanitário e a qualidade das pastagens tornaram o rebanho brasileiro um dos mais competitivos do mercado internacional. Em conseqüência, os produtores vêm melhorando a cada ano seus índices e a qualidade da produção agrícola e pecuária.

Nesse aspecto, a proposta de revisão do conceito de produtividade da terra representa uma punição para o empresário rural porque atinge direta e indistintamente a quem investiu. Quem, hoje em dia, obtém índices considerados de ponta em produtividade agropecuária passará a ser considerado um produtor médio. O produtor médio ficará na base da pirâmide e, não obstante todos os esforços que empreendeu ao longo da vida, poderá perder sua terra caso sua produtividade caia, mesmo por motivos alheios à sua vontade tais como seca, excesso de chuva ou falta de financiamento. Em vez de estimular a busca de mais eficiência, a proposta castiga a quem já está produzindo.

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Bahia é referência no Nordeste

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O Cooperativismo baiano, nesses últimos anos, tornou-se referência do Sistema no Norte e Nordeste.

A Bahia conquistou essa referência devido aos investimentos da direção da OCEB/SESCOOP, sob o comando do Dr. Orlando Colavolpe, dentre os quais citamos: crescimento no número de cooperativas; geração de trabalho, emprego e melhor distribuição de renda; educação, formação e profissionalização da gestão; inclusão social e permanência do “Homem” em sua região, contribuindo assim para a redução do êxodo rural.

As atividades desenvolvidas pela OCEB/SESCOOP-BA, impulsionaram.os diferentes Ramos do Sistema, destacando-se :1. O Ramo Educacional, pioneiro no Brasil na construção de um Projeto Pedagógico Unificado, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação em outubro de 2002, representou o ponto alto do trabalho participativo das cooperativas filiadas a OCEB e o esforço para incorporar todas as existentes no Estado, para que também adotem uma linha pedagógica comum, coerente com a filosofia cooperativista e com os resultados sócio-educacionais que os educadores buscam. No decorrer do exercício 2005, foi realizado o X Encontro do Ramo, com elaboração de um Plano de Trabalho para o período 2005/06 destacando-se as metas de atualização metodológica das equipes pedagógicas nas diversas áreas do conhecimento, definição de linhas de ação, priorização de estratégias e dimensionamento de metas, entre as quais destacamos os cursos de pedagogia da cooperação com ênfase nos jogos cooperativos aplicados à área de educação física nas escolas. 2. O Ramo Crédito, com forte política de desenvolvimento local, enfatizou a capacitação de conselhos administrativos e fiscais, dirigentes e gerenciais, assegurando a otimização da prestação de serviços aos cooperados. O Crédito baiano, com 59 cooperativas, é referência do Sistema nas Regiões Norte e Nordeste. Por intermédio de intercâmbios, o Ramo possibilita uma exitosa experiência com crédito para pequenos e médios agricultores, além de outros beneficiários. 3. O Ramo Mineração, com projeto de formação de uma cooperativa central, pelos mineradores, lapidadores e artesãos minerais, a qual dará sustentação a uma política para as regiões de mineração da Bahia, voltada para a profissionalização da gestão das cooperativas singulares, apoio nas áreas de comercialização e exportação, visando à consolidação do desenvolvimento do segmento. 4. Esforços foram desenvolvidos junto às cooperativas do Ramo Agropecuário, apoiando a revitalização do sistema de produção de leite, como também junto aos projetos do Sistema Pesqueiro, em processo de expansão, especialmente as cooperativas vinculadas ao Comitê Gestor para Desenvolvimento Sustentável de Aqüicultura e Pesca da Costa dos Coqueiros; foi procedida divulgação do avanço tecnológico das cooperativas voltadas para exportação, a exemplo da Cooperativa Agrícola de Juazeiro (CAJ), premiada nacionalmente e internacionalmente. Outros avanços das cooperativas baianas foram apoiados pelo Sistema, especialmente as inovações dos modelos de produção agrícola, a exemplo do inhame, caju, café e farinha de mandioca. 5. Foi continuados o Programa Cooperjovem, com a adesão de diversos municípios, o que propiciou um amplo leque de novas ações de multiplicação de formadores e ampliação do número de escolas envolvidas com o Programa. 6. Foram atendidas as demandas de educação/formação/capacitação de conselhos de administração e fiscais, gerentes e dirigentes das cooperativas filiadas, no contexto do programa de Auto-Gestão do Sistema, registrando-se uma ampla adesão ao programa do SAAC - Serviços de Análise e Acompanhamento de Cooperativas. Gestores, funcionários e associados representando cerca de 200 cooperativas participaram dos cursos e de outros eventos do Sescoop/Ba. No exercício foram 102 eventos, contemplando seminários, encontros, palestras e principalmente cursos de Formação Cooperativista e de Legislação Tributária e Previdências, um dos mais freqüentados por dirigentes e gestores. 7. O Ramo Saúde, com 76 cooperativas, tem destaque em 2005, com a parceria formalizada com o Cremeb, que condiciona a liberação dos alvarás de funcionamento ao registro na OCEB, valorizando o Sistema. 8. Foi formalizada parceria com a Universidade Católica do Salvador (Ucsal) para a realização do I MBA em Gestão de Cooperativas, no Estado, com carga horária de 420 horas. 9. Buscou-se descentralizar as ações do Sistema através da instalação da primeira Delegacia Regional da OCEB no município de Itabuna, tendo sido realizado, com êxito, o I Seminário de Integração das Cooperativas do Litoral Sul Baiano, onde se localiza a representação da OCEB."

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