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Unimed do Brasil empossa nova diretoria

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Diante de representantes do governo, de entidades médicas e de lideranças de singulares de todo o País, a nova diretoria da Unimed do Brasil foi empossada, em cerimônia realizada na noite da última sexta-feira (15/5), no Buffet Torres, em São Paulo (SP). Na ocasião, também tomaram posse os dirigentes da Central Nacional Unimed, Fundação Unimed, Seguros Unimed e Unimed Participações. O superintende da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Luís Tadeu Prudente Santos, representou o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, na solenidade.

Eleito, no último dia 25 de março pelo Conselho Confederativo para o mandato que se estenderá até 2013, o presidente Eudes de Freitas Aquino destacou em seu discurso que a cerimônia de posse conjunta vai muito além da festividade: simboliza a união, a sobriedade, o compadrio e a junção dos interesses comuns que são a amálgama do cooperativismo. “Iniciamos agora uma nova etapa dentro do Sistema Unimed, em que precisamos interagir mais com a sociedade, associar-nos ao governo e mostrar o cooperativismo como expressão política, social e econômica. Precisamos ser, propriamente, cooperativistas”, disse. 

Dividem agora com ele a responsabilidade de conduzir a Unimed do Brasil, Luiz Carlos Palmquist (vice-presidente), Euclides Malta Carpi (diretor Financeiro), Francisco Pilla (diretor Administrativo), Aucélio Melo de Gusmão (diretor de Marketing e Desenvolvimento), Valdmário Rodrigues Junior (diretor de Integração Cooperativista) e Antônio César Neves (diretor de Tecnologia) - também empossados no evento.

Também compuseram a mesa de abertura o secretário Municipal de Saúde de São Paulo, Januário Montone, representando o prefeito da cidade Gilberto Kassab; Celso Corrêa de Barros, ex-presidente da Unimed do Brasil e presidente da Unimed-Rio; Denise Damian, presidente da Unicred do Brasil; Dirceu Raposo, diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Henrique Carlos Gonçalves, presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp); Cid Carvalhaes, presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp); Edivaldo Del Grande, presidente do Sistema Ocesp/Sescoop-SP; Iolanda Campos, presidente da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (UNIDAS); e o presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), o desembargador Henrique Calandra.

Outras entidades - Na Operadora Nacional responde pela presidência Mohamad Akl, acompanhado por Marco Antonio Eckert, diretor de Produto e Operações; Rodolfo Pinto Machado de Araújo, diretor Administrativo e Financeiro; e Kamil Hussein Fares, diretor-adjunto.

João Batista Caetano assume a presidência da Fundação Unimed, enquanto Gerson Thomé Marino, Robson Jorge de Lima e Ronaldo Paes Barreto passam a ser, respectivamente, diretores Administrativo Financeiro, de Educação Corporativa e de Desenvolvimento e Responsabilidade Social.

Na Seguros Unimed manteve-se Dalmo Claro de Oliveira na presidência; Mauri Raphaelli, na diretoria de Negócios; e Rafael Moliterno Neto, na diretoria de Planejamento. Alexandre Augusto Ruschi Filho é agora o seu diretor-técnico.

Já Robertson D'Agnoluzzo continua como presidente da Unimed Participações, que passa a ter como diretor Administrativo Financeiro, Marco Antonio Eckert.  (Com infrmações Unimed Brasil)

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Gerardo Fontelles assume Secretaria Executiva do Ministério da Agricultura

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O engenheiro agrônomo José Gerardo Fontelles assumiu a Secretaria Executiva do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (15/5). Com experiência de 40 anos no serviço público federal, Fontelles exerceu vários cargos de direção no Ministério da Agricultura e, atualmente, integra o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) como membro do Conselho Nacional.

Pioneiro na implantação do projeto de irrigação no Ceará, seu estado natal, Fontelles iniciou a carreira no antigo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs). Em 1972 foi transferido para Brasília quando começou a trabalhar em uma das empresas vinculadas ao Mapa, Companhia Brasileira de Alimentos (Cobal), atual Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Nessa atividade, implantou as centrais de abastecimento, destinadas a orientar e disciplinar a comercialização e distribuição de hortigranjeiros e outros produtos alimentícios em todo o País. Após a implantação, Gerardo Fontelles permaneceu por dois anos em Curitiba, como diretor técnico-financeiro da Central de Abastecimento do Paraná.

Além do Ministério da Agricultura e da Presidência da República, Gerardo Fontelles consolidou sua atuação como técnico nos ministérios da Indústria e Comércio, do Planejamento e da Fazenda. Neste último, assumiu a coordenação geral do Departamento de Abastecimento e Preços, da Secretaria Especial de Assuntos Econômicos e da Secretaria de Acompanhamento Econômico, tendo sido, também, assessor especial do Ministério da Fazenda para assuntos agrícolas. (Fonte: Mapa)

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Cooperativas de catadores buscam orientação na Ocesp

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As cooperativas de triagem de material reciclável estão sendo afetadas negativamente pela crise financeira internacional. O momento é de queda na demanda  e no preço dos materiais recicláveis, em todo o mundo.  A situação evidencia as dificuldades na autogestão dos empreendimentos. Na busca de orientação para traçar um plano de ação, representantes de sete cooperativas – seis de São Paulo, uma de São José dos Campos – estiveram na Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), nesta terça e quarta-feira (12 e 13/5).
  
Técnicos da Ocesp promoveram dinâmicas para melhorar a gestão das cooperativas. Participaram também representantes do Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), órgão da Prefeitura de São Paulo.  

"Muita coisa do que foi passado aqui na Ocesp a gente não sabia, e espero que tenhamos mais cursos como este”, disse o presidente da Coopercaps, de Capela do Socorro, Telines Basílio do Nascimento Junior, o Carioca. Para ele, muitas ideias discutidas no evento podem ajudar as cooperativas neste momento difícil. “Precisamos criar uma associação, com representantes de todas as cooperativas, para elaborarmos projetos conjuntos e já começar os trabalhos com a padronização na qualidade dos materiais, visando aumentar o nosso ganho”, explicou, referindo-se a uma das sugestões propostas.

O plano de unir as cooperativas foi citado também pela secretária da Cantareira Viva, cooperativa que funciona ao pé da Serra da Cantareira. Eva da Silva . Ela vê com bons olhos a formação de uma rede de comercialização. “Assim podemos saber qual cooperativa está comercializando melhor determinado produto, e destinarmos o material para lá, melhorando o rendimento de todos”, diz ela. “Unidos, e com o respaldo e orientação de órgãos como a Ocesp e a Limpurb, tenho certeza que levaremos menos chapéu nos negócios”. Eva se refere a uma grande ocorrência de calotes sofridos pelas cooperativas. (Fonte: Ocesp)

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Cooperativismo apresenta propostas para o Plano Agrícola e Pecuário 2009/10

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Com o objetivo de dar continuidade à construção de políticas estruturantes para o sistema cooperativista, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) apresenta propostas do setor para o Plano Agrícola e Pecuário 2009/10, contemplando o atendimento, especificamente, das cooperativas agropecuárias e de crédito. “Com isso, esperamos fortalecer o patrimônio das cooperativas brasileiras e de seus associados, minimizar seus passivos financeiros, promover melhor distribuição de renda e inclusão dos produtores que se encontram às margens do crédito rural”, avalia o gerente de Mercados da OCB, Evandro Ninaut.

Tais medidas, específicas para o cooperativismo, podem ser relacionadas em seis pontos principais: “Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop)”, “Acesso a recursos pelas cooperativas de crédito”, “Programa de Geração de Emprego e Renda Rural para Cooperativas (Proger Rural Cooperativo)”, “Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro)”, “Cotas-Partes do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf Cotas-Partes)” e “Cooperativas seguradoras”. Elas fazem parte de um documento mais amplo, com propostas comuns dos setores cooperativista e produtivo, elaborado e entregue hoje (14/5) pela OCB e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, na sede da CNA, em Brasília (DF).

Propostas – Sobre Prodecoop, o setor pede a manutenção da linha de capital de giro desvinculado do projeto de investimento e a agilização da aprovação de projetos pelo Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além disso, pede o aumento do volume de recursos para R$ 2,2 bilhões, ampliação do limite de investimento por cooperativa para R$ 75 milhões, diminuição da taxa de juros para 5% ao ano, entre outras alterações.

Quanto ao acesso de recursos pelas cooperativas de crédito, o objetivo é a autorização para que as mesmas possam operar com recursos oficiais do crédito rural, como aqueles provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e dos fundos constitucionais.

Em suas propostas, o setor também aponta pouca utilização da linha Proger Rural Cooperativo, solicitando a inserção das cooperativas como benficiárias para uso próprio e repasse aos associados. Com isso, busca-se irrigar a distribuição de recursos e, consequentemente, revitalizar a linha. O Proger Rural é uma linha com taxa e prazo atraentes, que busca atender especialmente pequenos e médios agricultores, com propriedade de até 15 módulos fiscais e renda até R$ 300 mil, focalizando a geração de mais emprego e renda.

Com um volume de recursos na ordem de R$ 2,5 bilhões, propõe-se ainda a estruturação do Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro), já contando com o aval da Presidência da República e sinalização positiva do BNDES. Esse programa atenderia às necessidades creditícias das cooperativas singulares e centrais, além de cumprir com as exigências dos agentes financeiros, transmitindo-lhes tranquilidade e confiança.

Para melhor pulverização do crédito e acesso por um número maior de produtores aos recusos do Pronaf Cotas-Partes, o sistema cooperativista pede a ampliação do limite do agricultor familiar associado para R$ 15 mil e da cooperativa até o valor de seu patrimônio. A concessão de acesso às centrais é outra solicitação do setor.

Fechando a sugestão de medidas voltadas exclusivamente ao cooperativismo, há o pedido de regulamentação junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep) da constituição de cooperativas seguradoras, permitindo sua atuação nesse mercado e atendimento ao sistema cooperativista.

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São João sedia fórum sobre crédito rural

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Mais de 100 pessoas já participaram dos fóruns regionais sobre crédito rural organizados pelo Sistema Ocepar, em parceria com cooperativas, Secretaria de Estado da Agricultura (Seab), Emater e  Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O primeiro evento aconteceu nesta segunda-feira (11/5), na sede da cooperativa Coasul, em São João, com a participação de 55 pessoas.

O presidente da cooperativa, Paulino Fachin, ressaltou a importância do fórum para as cooperativas da região Sudoeste do Paraná, que são compostas por grande maioria de agricultores familiares. Nesta terça-feira (12/05), o Fórum foi realizado na sede da Copagril, em Marechal Cândido Rondon, com 45 participantes. Nesta quarta-feira (13/05), os debates serão realizados na sede da Cocamar, em Maringá.

Programação -   Os fóruns regionais propõem a discussão dos financiamentos de custeio e investimentos vinculados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Visa ainda debater os procedimentos para enquadramento das cooperativas e cooperados ao programas.

Participam diretores, gerentes, profissionais dos departamentos financeiro, agronômico e de crédito rural das cooperativas agropecuárias e de crédito. "Os eventos realizados até o momento estão trazendo resultados muito positivos. Os representantes das cooperativas estão apontando as dificuldades enfrentadas nessa área e apresentando propostas que poderão ampliar o número de cooperativas e de cooperados como beneficiários do Pronaf", afirma o gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra.

Temas - Nos fóruns, o tema "Pronaf e suas alterações recentes para beneficiar um grupo maior de produtores rurais" está sendo abordado por Reni Denardi, da Delegacia Federal do MDA no Paraná. O programa, criado em 1.996 para financiar produtores e cooperativas,  já conta com dois milhões de produtores acessando os recursos desta fonte em valor superior a R$ 9 bilhões por ano.

Representantes da Emater estão discorrendo sobre os critérios para enquadramento da Declaração de Aptidão ao Pronaf - DAP - pessoa física e jurídica. Já a  discussão sobre as propostas de adequação dos normativos do Programa para inclusão de mais cooperativas no está sendo coordenada por Flávio Turra. (Fonte: Ocepar)

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Linha de crédito de R$ 10 bi para agronegócio entra em vigor

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A decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de criar uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para financiamento de capital de giro para agroindústrias, indústrias de máquinas e equipamentos agrícolas e cooperativas agropecuárias entrou em vigor nesta segunda-feira (11/5). Ela se tornou oficial a partir da publicação da Portaria nº 203 no Diário Oficial da União".

Com data de 7 de maio, a Portaria repassa os R$ 10 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), encarregado de operar a linha de crédito levando em consideração os financiamentos contratados a partir de 16 de abril de 2009 e até 31 de dezembro de 2009.

A linha de crédito foi aprovada pelo CMN em reunião extraordinária no dia 18 de abril, com o objetivo de aliviar as dificuldades de crédito que afetaram os diversos setores exportadores do agronegócio em consequência da crise financeira internacional. Um dos segmentos mais atingidos, de acordo com avaliação do Ministério da Agricultura, foi o de frigoríficos.

O número de trabalhadores demitidos nos maiores frigoríficos do País e nas empresas ligadas ao setor pode chegar a 100 mil, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Exportadores de Carne (Abiec) e da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Além disso, sete grandes frigoríficos pediram recuperação judicial. (Fonte: Agência Estado)

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Sescoop/TO promove intercooperação com MG

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Tocantins (Sescoop/TO) e a cooperativa de crédito Sicoob-Credipar de Paraíso do Tocantins vão participar de uma visita a cooperativas do estado de Minas Gerais no período de 12 a 17 deste mês. As instituições têm interesse em conhecer as cooperativas de crédito rural de livre admissão e identificar as boas práticas de gestão, produtos e serviços das cooperativas de crédito rural de Minas Gerais.

Além disso, a intenção é verificar o processo de implantação da livre admissão observando as vantagens, desvantagens, cuidados e providências e conhecer  a tecnologia de informação, destinação de crédito rural, produtos e serviços junto ao Bancoob.

A Credipar quer, por  meio de novas experiências de cooperativas bem sucedidas, aprimorar a expansão de produtos e serviços para melhor atender seus cooperados. Na programação estão previstas visitas a Sicoob Central Crediminas,  em Belo Horizonte; Sicoob Credisete,  em Sete Lagoas; Sicoob Credipeu,  em Pompéu; Sicoob Credibom, em Bom Despacho; Sicoob Credibelo, em Campo Belo; e a Sicoob Saromcred, em São Roque. (Fonte: OCB-Sescoop/TO)

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Renda agrícola está projetada para 2009 em R$ 156 bilhões

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A estimativa de renda agrícola das vinte principais lavouras no Brasil em 2009 atingiu, em abril, R$ 156 bilhões, valor 3,2% inferior ao registrado no ano passado. Apesar da redução de renda, o valor estimado este ano é o segundo maior, depois de 2008, desde a série iniciada em 1997.

Em relação à estimativa divulgada no mês passado, houve um aumento devido, especialmente, à revisão dos dados de safra realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A diferença de estimativas também ocorreu por falta de informações dos preços da uva. A Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulga mensalmente a renda agrícola.

Os períodos de estiagem em novembro e dezembro do ano passado e em março e abril deste ano na região Sul e em Mato Grosso do Sul afetaram a safra de produtos agrícolas, principalmente, milho e soja. A região Sul vem mostrando uma queda de 11% na produção de grãos em relação ao ano passado. Essa queda se deve essencialmente às condições climáticas, sendo o milho o produto mais afetado, como explica o coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques.

Do conjunto analisado, nove produtos apresentam variação positiva de renda em relação a 2008. Os maiores destaques são para a uva (218,5%), amendoim (21,17%), arroz (21,1%), cacau (19,7%) e mandioca (14,3%). a cana-de-açúcar com expectativa de aumento em 5,9% destaca-se  entre os produtos com grande expressão para a renda.

Os decréscimos reais de renda comparados a 2008 ocorrem no milho (-26,4%), algodão herbáceo (-22,8%), trigo (-19,3%), café (-14,4%) e cebola (-13,5%). Outros produtos como tomate, feijão, fumo, banana e soja também devem apresentar queda na renda. No caso da soja, embora com pequeno percentual de redução, o impacto em valor absoluto da renda é elevado por sua importância na composição da renda agrícola.

O Centro-Oeste (-10,3%), Sul (-7,9%) e Sudeste (-7,4%), demonstram maiores percentuais de queda entre as regiões brasileiras, observa o coordenador. Os estados de Mato Grosso do Sul (-17,8%), Paraná (-16%), Minas Gerais (-15,78%) e Mato Grosso (-11,86%) sofreram grande redução na renda. (Fonte: Mapa)

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11/5/2009 - BNDES excede teto de crédito de curto prazo

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Janaína Lage
Da Sucursal do Rio

A demanda por crédito de curto prazo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) já supera o orçamento previsto para este ano. Lançada em dezembro para minimizar a escassez de crédito, a linha PEC (Programa Especial de Crédito) tem orçamento de R$ 6 bilhões e vigência até o fim do ano. Em cinco meses, a procura por empréstimos somou R$ 6,685 bilhões.

Até o fim de abril, os principais interessados nesse tipo de empréstimo foram os frigoríficos. Afetados pelo cenário de demanda externa menor por carne bovina e crédito mais caro, os frigoríficos já pediram R$ 1,473 bilhão. O banco não divulga o nome das empresas.

A oferta de capital de giro não é atribuição do BNDES. O banco trabalha com financiamento de longo prazo para investimentos. No caso da PEC, os custos totais ficam em média na faixa de 15%, segundo o banco, um patamar ainda competitivo se comparado ao crédito dos bancos privados.

Segundo Caio Pinhão, chefe do departamento de Prioridades do BNDES, os frigoríficos têm necessidade maior de capital de giro. A demanda total do setor, incluindo também o abate de aves e suínos, chega a cerca de R$ 2 bilhões. A linha, de caráter emergencial, tem prazo de trâmite de operações de 30 dias a 60 dias.

As liberações mais rápidas ocorrem quando as empresas apresentam carta de fiança garantindo a operação. Desde que foi lançada, o limite para operações foi ampliado de R$ 50 milhões para R$ 200 milhões.

Segundo Pinhão, não há sinais de preocupação com falta de recursos porque ainda existe um grande volume de operações em consulta (R$ 2,832 bilhões), que é a primeira etapa do trâmite da operação.

Além disso, ele afirma que parte da demanda pode ser absorvida por novas linhas de crédito, como o Programa de Crédito Especial Rural, que inclui frigoríficos, máquinas e equipamentos agrícolas e cooperativas. Caso não seja suficiente, o banco pode elevar o orçamento. "No momento em que tivermos um aumento substancial do valor das operações enquadradas, vamos solicitar suplementação de recursos", disse.

Para Luís Miguel Santacreu, analista financeiro da Austin Ratings, os balanços dos bancos privados no primeiro trimestre mostraram que eles seguraram mais a oferta de crédito.

 Veículo: Folha de S.Paulo
Publicado em: 11/05/2009 - 08:48

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Encontro cooperativista reúne vereadores do leste de SP

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O Núcleo Regional Leste do Sistema Ocesp realiza, na próxima quarta-feira (13/5), em São José dos Campos (SP), o 1º Encontro das Frentes Parlamentares do Cooperativismo. A intenção é incentivar a organização de vereadores nos municípios da região para defender o cooperativismo como meio de desenvolvimento econômico regional com benefícios sociais.

O evento, que conta com o apoio da Câmara Municipal de São José, será realizado no plenário da própria Câmara, a partir das 14 horas. Conforme a programação, a abertura terá pronunciamento do presidente da Câmara, vereador Alexandre da Farmácia, e do presidente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), Edivaldo Del Grande.

Haverá palestras sobre o sistema cooperativista de São Paulo, sobre orientação jurídica, criação de uma frente parlamentar cooperativista e sua importância para a economia local. No final da tarde, serão apresentadas as experiências de sucesso da Serco e da Coopertêxtil, cooperativas da região.

Mais informações: (11) 3146-6287 / e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
 

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Começa nova turma do Jovens Lideranças no ES

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Entre os dias 4 e 7 de maio o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Espírito Santo (Sescoop/ES) realizou a seleção dos 35 alunos que participarão do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas em Santa Maria de Jetibá.  Desta vez serão parceiras as cooperativas Coopeavi, Coopetranserrana, Sicoob Centro Serrano, e Cooperação.

O presidente do Sescoop/ES, Esthério Colnago, e o presidente do Sicoob Centro Serrano, Arno Kerkoff, abriram o processo de seleção falando sobre a importância de capacitar e despertar o interesse de novas gerações para o cooperativismo. A gerente de capacitação do Sescoop/ES, Patrícia Gonçalves, apresentou o programa aos jovens. 

O encerramento das atividades de apresentação ficou por conta dos alunos da turma do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas do município de São Gabriel da Palha, Dandhâra, Gézio, Giliani, Jéssica, Juliana e Michel. Eles relataram o acréscimo que o programa trouxe à suas vidas e a importância do programa para os novos alunos.

Teste - Na continuidade da seleção foi realizada a 2ª etapa do processo seletivo com teste de português e redação. A 3ª etapa foi composta por entrevistas individuais. O resultado está disponível no site do Sescoop/ES www.ocbes.coop.br. (Fonte: Sescoop/ES)

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Inscrições para Fóruns da Ocepar terminam hoje

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Termina nesta quinta-feira (7/5), o prazo para fazer as inscrições aos Fóruns técnicos regionais sobre crédito rural. O Sistema Ocepar promove os eventos de 11 a 13 de maio, em parceria com cooperativas, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Instituto Emater e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Os fóruns propõem a discussão dos financiamentos de custeio e investimentos vinculados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf ). Visam ainda debater os procedimentos para enquadramento das cooperativas e cooperados ao programa.

São destinados a diretores, gerentes, profissionais dos departamentos financeiro, agronômico e de crédito rural (projetos de financiamento) das cooperativas agropecuárias e de crédito. "É importante a participação das nossas cooperativas nos eventos pois, além de conhecer melhor o funcionamento do Pronaf, elas terão a oportunidade de contribuir com sugestões que poderão possibilitar a inclusão de maior número de cooperativas e de cooperados como beneficiários do Programa, tanto nos financiamentos de custeio e investimento como também nas linhas de comercialização e industrialização", afirma o gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra.

A realização dos fóruns regionais foi uma das propostas apresentadas pelo presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski, no Fórum de Crédito Rural, realizado na sede da entidade, dia 24 de abril, com a presença do Secretário Nacional de Agricultura Familiar do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), Adoniran Sanches.

Agenda - O primeiro fórum regional acontece na sede da Coasul, em São João, no Sudoeste do Estado, dia 11. No dia 12, o debate será na sede da Copagril, em Marechal Cândido Rondon, na região Oeste, e no dia 13, é a vez da Cocamar, em Maringá, sediar o encontro. 

A prevê a abordagem de três temas: "Crédito Rural: Alterações do Pronaf e condições para enquadramento das cooperativas agropecuárias", ministrada por Reni Denardi e José Leitão, da Delegacia Federal do MDA no Paraná. Na seqüência, Arnaldo Bandeira e Sérgio Auffinger, do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) vão discorrer sobre os procedimentos necessários para emissão da Declaração Aptidão ao Pronaf - pessoa física e jurídica. Já as discussões de propostas de alteração do Pronaf para viabilizar o enquadramento de um grupo maior de cooperados e cooperativas no programa serão conduzidas por Flávio Turra e Robson Mafioletti, da Gerência Técnica e Econômica da Ocepar.

Informações e inscrições pelo e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. (Fonte: Ocepar)

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Estiagem reduz produção de grãos

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A estiagem na região Sul interrompeu a sequência de dois meses de crescimento que vinha sendo registrada na safra atual de grãos do País. O oitavo levantamento do ciclo 2008/2009, anunciado nesta quinta-feira (7/5) pela Companhia Nacional Abastecimento (Conab), aponta agora para uma colheita de 136,59 milhões de toneladas, 0,7% menor que as 137,57 milhões toneladas projetadas no mês passado. Ainda assim, este período segue como o segundo o melhor da história.

A maior retração ocorre no milho segunda safra, cultura mais atingida pela estiagem em alguns estados. A nova estimativa prevê uma safrinha de 17,41 milhões de toneladas, ou 624 mil toneladas a menos em relação a abril. As maiores quebras estão no Mato Grosso e, sobretudo, no Paraná.

As plantações de soja também foram atingidas e registram redução de 518,10 mil toneladas. Com isso, o Brasil deve colher 57,62 milhões de toneladas. O maior produtor da oleaginosa é o Mato Grosso (18 milhões toneladas), seguido do Paraná (9,57 milhões toneladas) e do Rio Grande do Sul (7,84 milhões toneladas).

Fatores - Pela primeira vez neste ciclo, a estatal diminuiu as previsões para a safra de feijão. A colheita total será de 3,76 milhões de toneladas, queda de 47,6 mil toneladas em relação ao mês anterior. Outro fator é a diminuição de 30,9 mil hectares da área cultivada. Mesmo com este recuo, a colheita de feijão deve ser de aproximadamente 6,9% maior que a safra passada.

A projeção para o arroz é também de incremento de 138,4 mil toneladas em comparação a abril, chegando agora a 12,81 milhões de toneladas no total. Já o trigo, safra 2009/2010, sofre redução de 9,2% em relação a do ano passado, resultando em 5,46 milhões de toneladas.

A área total ocupada por todos os grãos no País é de 47,56 milhões de hectares, sendo 37,4% na região Sul, 31,7% no Centro-Oeste, 17,4% no Nordeste, 10,1% no Sudeste e 3,4% no Norte.

Para realizar o levantamento, a Conab manteve contato no mês passado com agricultores, agrônomos, cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural e agentes financeiros nos principais municípios produtores do país. (Fonte: Conab)
 

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Fórum Nacional da Aprendizagem Profissional discute anteprojeto de lei

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A sociedade civil, os sindicatos e empresários que compõem o Fórum Nacional da Aprendizagem Profissional se reuniram nesta quarta-feira (06/5) para discutir o anteprojeto de lei do Programa Nacional da Aprendizagem Profissional. O objetivo do Ministério com essa ação é democratizar a elaboração da Lei, estimulando participação de todos e a reflexão sobre o tema. Participaram o gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG) e o coordenador de Promoção Social do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), respectivamente, José Luiz Pantoja e Jorge Toledo.  

A atual minuta do anteprojeto de lei institui o Programa de Aprendizagem na Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional e compreende, entre outras regras, a contratação de aprendizes com idades entre 14 e 18 anos incompletos por um prazo máximo de dois anos e percentual restrito até 5%, calculado sobre o número de cargos ou empregos públicos efetivamente providos.

“Estamos trabalhando para apoiar o cumprimento da meta do governo federal  que está empenhado em exigir o cumprimento da Lei da Aprendizagem, sancionada no ano 2000”, diz o gerente da GEADG. . A proposta anunciada pelo governo, explica Pantoja, é inserir 800 mil aprendizes no mercado de trabalho até 2010 e reduzir a taxa de desemprego entre jovens de 15 a 24 anos.

Fórum - Instituído pela Portaria 983, de 26/11/2008, o Fórum deve promover o contínuo debate entre instituições formadoras, órgãos de fiscalização e representação de empregadores e trabalhadores; desenvolver, apoiar e propor ações de mobilização para contratação de aprendizes; monitorar e avaliar o cumprimento da cota. Anualmente, os responsáveis pelo Fórum deverão apresentar um relatório ao MTE e à sociedade civil.

 

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Jovens buscam qualificação em mercado de café

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A terceira edição do “Curso de Formação para Jovens Produtores de Café” será realizada de13 a 31 de julho, de segunda a sábado, no alojamento do Centro de Excelência do Café, em Machado (MG). A promoção é do Sistema Ocemg/Sescoop-MG, em parceria com o Centro de Excelência do Café - Sul de Minas (CEC).

Trata-se de uma oportunidade de mercado para jovens interessados em qualificação profissional. Voltado para filhos de produtores na faixa de 17 a 25 anos, o curso busca capacitar esse público frente à nova realidade do agronegócio.

Constam na programação do curso temas como gestão da empresa agrícola; o café como negócio; cooperativismo, sindicalismo e associativismo; comunicação; desafios do agronegócio; classificação e degustação de café.  Os participantes ganharão uma nova visão da área por meio de aulas expositivas, dinâmicas de grupo e aulas práticas.

As inscrições já estão abertas até o dia 19 de junho. A iniciativa tem o objetivo de estimular a permanência no campo da nova geração de produtores do agronegócio café. Mais informações pelo telefone (31) 3025-7111. (Fonte: Ocemg)

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Ocemg-Sescoop/MG promove encontro regional de dirigentes

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Discutir com os dirigentes as principais demandas regionais, bem como as tendências do cooperativismo contemporâneo, promovendo a efetiva integração no ambiente cooperativo, em um contexto democrático e de consolidação de propostas. Esses são os objetivos do 1° Encontro Regional de Dirigentes em 2009, que acontece nos dias 26 e 27 de maio, na sede do Sistema Ocemg-Sescoop/MG, em Belo Horizonte (MG).

Este ano, o evento será descentralizado por regiões. O primeiro encontro destina-se às cooperativas da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Terá como palestrante Sigismundo Bialoskorski Neto, pós-doutor em Economia das Organizações nos EUA e membro do Comitê de Pesquisa da Aliança Cooperativa Internacional (ACI).  O moderador será José Gabriel Pesce Júnior, que desde 1996 atua como consultor autônomo e moderador de processos de trabalho com grupos, focados no planejamento, gestão e capacitação com base na metodologia participativa.

Público - Cerca de 80 presidentes, diretores e conselheiros de administração e fiscal são esperados para o evento. As inscrições podem ser feitas pelo portal do cooperativismo mineiro (www.ocemg.org.br). A data limite para confirmação de participação é 18 de maio. Os outros dois Encontros Regionais de Dirigentes acontecerão em agosto e outubro. (Fonte: Ocemg)

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Ramo Trabalho debate ações para fomento na OCB

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“Os benefícios que a Instrução Normativa Nº 2, 30/4/08, do Ministério do Planejamento, trouxe para o Ramo Trabalho são muito importantes e devem ser divulgados para todo o setor”, avaliou o representante nacional do Ramo Trabalho da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Geraldo Magela. Ele participou hoje (4/5), da Reunião do Conselho Consultivo do Ramo Trabalho, na sede da instituição, em Brasília (DF), junto com representantes de nove estados.

“As cooperativas devem ter pleno conhecimento do direito que têm de participar em processos licitatórios no âmbito do governo federal. A instrução reabriu a possibilidade do acesso ao amplo mercado de serviços terceirizados da administração pública”, completou Magela.

Preocupado com a urgência da aprovação do Projeto de Lei 7009/06, agora PLC 131/08,  que propõe uma nova regulamentação para as cooperativas de trabalho brasileiras, o representante nacional do Ramo Trabalho trouxe também a discussão para o grupo. Ele enfatizou que fará todo o esforço necessário para consolidar as informações que irão subsidiar as negociações no Congresso Nacional. “Precisamos de uma lei que identifique o cooperativismo de trabalho, dê credibilidade para a sociedade brasileira, e promova o crescimento e desenvolvimento do Ramo”.

“O Programa Nacional de Fomento às Cooperativas de Trabalho (Pronacoop), previsto no PLC 131/08, será uma importante ferramenta para o fomento do setor”, afirmou o secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Fábio Sanchez, que participou da reunião. Segundo ele, o cooperativismo de trabalho vem há alguns anos sofrendo perseguição, e esse projeto dará perenidade às ações do setor.

O Pronacoop, cuja finalidade é promover o desenvolvimento e a melhoria do desempenho econômico do Ramo Trabalho, será constituído por ações de apoio à elaboração de diagnóstico e plano de desenvolvimento institucional para as cooperativas participantes. Além disso, terá acompanhamento técnico, por entidade especializada, para fortalecimento financeiro, de gestão e qualificação dos recursos humanos, além de viabilizar linhas de crédito especificas ao cooperativismo de trabalho.

Outro assunto tratado durante a reunião foi o Programa Nacional de Conformidade Cooperativa (PNC/Trabalho), que cria um padrão para as cooperativas deste ramo e preserva a integridade do modelo. “A intenção é criar normas e critérios para diferenciar e gerar sustentabilidade às cooperativas de trabalho, por meio de auditoria e monitoramento”, explicou o gerente de Mercados da OCB, Evandro Ninaut. Segundo ele, o PNC está sendo implantado como projeto-piloto nos estado de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
 

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Fóruns regionais da Ocepar acontecerão de 11 a 13 de maio

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O Sistema Ocepar promove, de 11 a 13 de maio, os fóruns técnicos regionais sobre crédito rural. Esta foi uma das propostas apresentadas pelo presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, durante o Fórum de Crédito Rural, realizado na sede do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) com a presença do secretário Nacional de Agricultura Familiar do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), Adoniran Sanches. Os eventos acontecerão em parceria com cooperativas, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Instituto Emater e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

O primeiro fórum será no dia 11, na Coasul, em São João (PR). Dia 12 , a Copagril sediará os debates, em Marechal Cândido Rondon, na região Oeste paranaense. Já no dia 13, o evento começa às 9 horas na sede da Cocamar, em Maringá. 

 A realização dos fóruns regionais foi uma das deliberações tomadas no Fórum de Crédito Rural realizado dia 24 de abril, na sede da Ocepar, em Curitiba, com a presença do secretário estadual da Agricultura, Valter Bianchini, entre outras autoridades.

Os Fóruns Técnico de Crédito Rural propõe a discussão dos financiamentos de custeio e investimentos vinculados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Visa ainda debater os procedimentos para enquadramento das cooperativas e cooperados ao programa. São destinados a diretores, gerentes, profissionais dos departamentos financeiro, agronômico e de crédito rural (projetos de financiamento) das cooperativas agropecuárias e de crédito.

Programação - A programação prevê a abordagem de três temas: "Crédito Rural: Alterações do Pronaf e condições para enquadramento das cooperativas agropecuárias", ministrada por Reni Denardi e José Leitão, da Delegacia Federal do MDA no Paraná. Na seqüência, Arnaldo Bandeira e Sérgio Auffinger, do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) vão discorrer sobre os procedimentos necessários para emissão da DAP - Declaração Aptidão ao Pronaf - pessoa física e jurídica. Já as discussões de propostas de alteração do Pronaf para viabilizar o enquadramento de um grupo maior de cooperados e cooperativas no programa serão conduzidas por Flávio Turra e Robson Mafioletti, da Gerência Técnica e Econômica da Ocepar.

Os interessados devem efetuar as inscrições impreterivelmente até quinta-feira (7/5) pelo e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Mais informações pelo telefone (41) 3200-1100.
 

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Ocesp lança segundo Prêmio Comunicação Cooperativa

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O Sistema Ocesp realizará em 2009 a 2ª edição do Prêmio Comunicação Cooperativa, que distribuirá R$ 30 mil. Para ampliar a participação dos comunicadores, o prêmio terá vencedores nos cinco núcleos regionais do Sistema. O objetivo é incentivar a divulgação do cooperativismo, valorizando o trabalho dos profissionais de comunicação que atuam nas cooperativas do Estado de São Paulo. 

Serão escolhidos os melhores trabalhos regionais nas categorias "Pauta", "Projeto de Comunicação e Marketing" e "Reportagem sobre o Sistema Cooperativista".

Além de prêmios em dinheiro, os vencedores também receberão troféus e terão seus trabalhos divulgados nos meios de comunicação do Sistema. Para o vencedor da categoria Grande Prêmio será entregue um notebook.
Mais informações pelo fone 11 3146-6254. (Fonte: Ocesp)
 
Clique aqui para ver o regulamento

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Cooperativas de eletrificação discutem a regularização do setor

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A sede do Sistema Ocesp, em São Paulo, foi palco de importantes debates acerca do futuro das cooperativas de eletrificação rural do País. Dirigentes de cooperativas de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul reuniram-se para definir estratégias para as próximas etapas do processo de regularização das cooperativas na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O evento aconteceu na última quarta-feira (29/4).

Os debates reuniram tanto as maiores cooperativas do setor, enquadradas pela Aneel como Permissionárias, quanto as menores, classificadas como Autorizadas. A partir das reuniões, os cooperativistas solicitarão uma audiência com a agência reguladora. “O importante é que as cooperativas estão coesas, cientes dos desafios e buscando superar os problemas que surgem a cada etapa”, disse o presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop), Jânio Stefanello.

Boa parte das cooperativas que atuarão como Permissionárias já assinaram contratos com a Aneel. Em São Paulo, dos 14 empreendimentos definidos nesta categoria, 10 já estão com seus contratos em vigência. “Os encontros foram importantes para saber como está adaptação em cada empreendimento e quais os problemas das cooperativas que ainda não assinaram os contratos. Foram reuniões muito elucidativas, que nos prepararam para a audiência que teremos com a Aneel”, disse Danilo Roque Pasin.

O processo de regularização das cooperativas está em curso desde março de 2000 para cumprimento da Lei nº 9.074/1995. Desde o início, as cooperativas lutaram para ter suas particularidades respeitadas pela Aneel e precisaram de articulação e força política para manterem vivas, beneficiando milhões de famílias em todo o País, além de gerar energia também para indústrias e outros empreendimentos econômicos. De acordo com a Infracoop, as cooperativas de eletrificação rural são responsáveis por cerca de 580 mil ligações de energia no País.

No encontro das Autorizadas, o debate atual gira em torno da definição de tarifas. As cooperativas reunidas procuraram um alinhamento para se relacionar com o órgão regulador estatal. “Precisamos encontrar uma linguagem comum para que nossos interesses sejam levados em conta na metodologia de revisão tarifária”, comenta o presidente da Fecoeresp (Federação das Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de São Paulo), Danilo Roque Pasin.

Capacitação – Para os líderes do ramo, profissionalizar a gestão e preparar os colaboradores das cooperativas para atender as exigências da Aneel são os maiores desafios. “Necessitamos cada vez mais de parcerias para capacitar o nosso pessoal. Neste sentido, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de São Paulo (Sescoop/SP) já vem desenvolvendo um bom trabalho, mas ainda necessitamos de mais treinamentos”, analisa Henrique Ribaldo Filho, diretor do ramo Infraestrutura da Ocesp. 

De acordo com Stefanello os maiores desafios estão relacionados à busca por excelência no atendimento. Para isso, as áreas técnicas precisarão ser treinadas e, em alguns casos, ampliadas.  “Haverá um período de transição no qual as cooperativas precisam fazer o dever de casa, com muito treinamento para seus colaboradores. Após esse período, a Aneel começará a fiscalizar e poderá multar as cooperativas como faz com qualquer concessionária”, salienta Stefanello. (Fonte: Ocesp)

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