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Sicredi atualiza modelo de Gestão Corporativa

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A consolidação de uma nova estrutura societária com a constituição da Sicredi Participações S.A., o aperfeiçoamento do modelo organizacional por meio da adequação nas atribuições das empresas prestadoras de serviços do Sistema e a implantação de um novo processo de governança que prevê a participação direta e formal das 130 cooperativas de crédito na gestão corporativa, são os principais aspectos que pautarão a atuação em 2009.

Para este ano, o Sicredi projeta um incremento de 34% em ativos, totalizando R$ 17 bilhões, 48% em depósitos, somando R$ 9 bilhões e 30% em patrimônio líquido, o que representa um montante de R$ 2 bilhões. Adiciona-se a isto a perspectiva de chegar a 1,7 milhão de associados até o final do ano, número 20% superior a 2008.

De acordo com Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente do Conselho de Administração da Sicredi Participações S.A, estas alterações estruturais têm o objetivo de suportar o processo de crescimento e de expansão nos próximos 10 anos de forma planejada e eficiente. Segundo Ademar Schardong, presidente executivo, o novo modelo também irá propiciar maior sinergia na geração de negócios com instituições congêneres e a atuação em novos mercados, bem como ampliará a eficácia operacional, permitindo que produtos e serviços possam ser disponibilizados aos associados com custos ainda mais competitivos.

Em 2009, irá incentivar a captação de poupança, gerando recursos que serão destinados aos seus associados para custeio, comercialização e investimento no setor agropecuário - em 2008, a carteira de crédito rural do sistema cresceu 36% em relação ao ano anterior, atingindo R$ 3.152.339 - e intensificar a utilização de outros canais de distribuição com serviços e produtos já consolidados, tais como seguros, cartões, consórcios de automóveis e motocicletas, custódia de ativos financeiros, fundos de investimento, entre outros.

Outras iniciativas que merecem destaque são o projeto de implementação do consórcio de imóveis no segundo semestre e ações para intensificar o relacionamento com investidores qualificados, sejam pessoas físicas ou institucionais, a partir de um portfólio de produtos e serviços customizados e de maior valor agregado. (Sicredi)

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Novo modelo de drawback reduz custo de produção para exportadores do agronegócio

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Um novo regime tributário beneficiará as empresas exportadoras em geral, incluindo as que operam com produtos do agronegócio. Trata-se do “drawback integrado”, que consiste na suspensão do Imposto sobre Produtos industrializados (IPI), da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins na aquisição no mercado interno ou na importação de mercadoria para emprego ou consumo na industrialização ou elaboração de produto a ser exportado.

A medida foi regulamentada pela Portaria Conjunta nº 1, do Ministério da Indústria e Comércio e Secretaria da Receita Federal do Brasil, publicada nesta quinta feira (2/4), no Diário Oficial da União (DOU), e entrará em vigor em 45 dias. O Ministério da Agricultura participou das discussões técnicas para garantir que o mecanismo abrangesse os itens do setor agrícola que estavam excluídos na modalidade “drawback verde-amarelo” e as sociedades cooperativas de produção agropecuária.

A diferença em relação ao chamado “drawback verde-amarelo” é que as matérias-primas utilizadas poderão ser adquiridas no mercado interno de forma conjunta, ou não, com as importadas. 

Benefícios - Os setores mais beneficiados serão a avicultura, suinocultura, frutas, algodão, vinhos, mel, lácteos e outros que utilizam milho, soja, rações, medicamentos e embalagens e outros insumos do processo produtivo. Assim, as empresas e cooperativas ficarão desobrigadas de recolher os referidos impostos. Atualmente, recolhem e aguardam posterior devolução. O novo regime representará um alívio no fluxo de caixa na proporção do custo de produção de cada seguimento, sendo que o percentual relativo ao PIS/Cofins é de 9,25% e do IPI é de 5%.

Os tributos com cobrança suspensa têm peso diferenciado no processo produtivo de cada setor, mas representam uma contribuição importante no sentido de aumentar a competitividade das exportações agroindustriais.

 Saiba mais sobre o “drawback integrado” no site www.desenvolvimento.gov.br. (Fonte: Mapa)

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Osmar Dias destaca 38 anos da Ocepar

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O líder do PDT no Senado Federal, Osmar Dias, destacou em discurso no plenário da Casa, os 38 anos da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) que são completados nesta quarta-feira. “Defendemos desta tribuna políticas públicas que possam gerar renda e empregos para nossos estados. Quero falar de um exemplo de geração de empregos e de renda que é a criação das cooperativas no Paraná.
 
Neste 2 de abril, quando se completam os 38 anos da Ocepar, temos que comemorar e muito. No ano passado, as cooperativas paranaenses alcançaram um faturamento de R$ 25 bilhões. Um faturamento, se comparado ao do agronegócio paranaense, se mostra muito importante, porque as cooperativas respondem por 70% de tudo o que é movimentado pela agricultura paranaense em algumas culturas. As cooperativas estão inseridas em praticamente em todas as regiões e contamos com cerca de 500 mil cooperados. É um movimento que se baseia na união, na solidariedade e na defesa do interesse comum”, salientou.

O senador paranaense lembrou da história do cooperativismo no Paraná, ressaltou a força do cooperativismo de produção e também das outras atividades cooperadas no Estado. “O cooperativismo de produção é uma força extraordinária que impulsiona a economia do Paraná, mas temos mais doze ramos de cooperativas funcionando no Estado: as cooperativas de trabalho; de crédito; do setor elétrico e as cooperativas médicas,entre outras. O início de todo este processo se deu no início da década de 70 com os imigrantes, que foram para Castro, para Palmeira,  para Colônia Witmarsum, para Entre Rios, perto de Guarapuava, e lá instalaram as cooperativas, exemplo atraiu os produtores rurais”, frisou.

Para Osmar Dias a força do cooperativismo paranaense deve a Ocepar e aos dirigentes cooperativistas do Estado, pelo trabalho sério, dedicado que executam, em benefício de 1 milhão e 250 mil trabalhadores que são empregados no Sistema Cooperativista paranaense.”As cooperativas estão sempre interferindo de maneira positiva no que se refere ao aumento de produtividade e geração de novas tecnologias. Exemplo do avanço do cooperativismo paranaense em relação ao contexto nacional é o da criação da  Codetec, empresa de pesquisa sustentada com recursos das cooperativas. A Codetec é hoje responsável por 25% das sementes de soja plantada no Brasil e 25% da semente de trigo plantada no Brasil. Só isso já atesta a importância das cooperativas no Estado do Paraná”, frisou o parlamentar paranaense.

Osmar destacou também o pioneirismo do sistema “S” do cooperativismo no Paraná, o Sescoop – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, que passou a funcionar no Estado em outubro de 89. “O Sescoop tem realizado um trabalho fantástico aos cooperativistas, dando-lhes dignidade por meio de centenas de ações de formação, de informação e cultura. Para famílias isoladas em suas comunidades no interior do Paraná, raramente há outras opções de cultura, lazer e conhecimento se não as propiciadas por meio desse sistema. É emocionante perceber a gratidão dessas pessoas quando lhes é proporcionada uma oportunidade de formação. Em 2008, o Sescoop – Paraná realizou mais de 3.000 eventos, beneficiando diretamente 100.000 pessoas entre cooperados, funcionários e seus familiares”, ressaltou.

Segundo Osmar Dias as cooperativas tem uma importância econômica e social indiscutível no Paraná, menos em alguns estados, mas muito no Brasil. “Na média dos estados brasileiros, elas estão inseridas de forma a proporcionar o desenvolvimento econômico e o desenvolvimento social. Nós temos 240 cooperativas no campo e nas cidades, beneficiando mais de 100 mil paranaenses, entre seus associados, trabalhadores e seus familiares. Num Estado como o Paraná, que tem uma população de mais de 10 milhões de habitantes, gerar mais de um milhão de postos de trabalho representa muito. Não fossem as cooperativas, não teríamos, claro, esse crescimento da economia e não teríamos essa distribuição de renda que existe no interior do Estado”, observou.

Nova Lei - O senador paranaense salientou a importância da aprovação, na semana passada, pelo Senado Federal, da regulamentação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, projeto do qual foi relator. “O Senado aprovou uma importante alternativa para o desenvolvimento econômico, ao permitir acesso ao crédito sem a participação do sistema financeiro tradicional, em benefício de segmentos usualmente marginalizados, como pequenos produtores rurais, comerciantes e industriais e também a população de baixa renda. Para impulsionar mais ainda o setor e dar suporte ao Brasil ante a crise mundial é importante também que seja aprovada a lei que moderniza o cooperativismo”, afirmou.

O PLS 3/2007, de autoria de Osmar Dias e que aguarda votação no Senado, reorganiza as sociedades cooperativas no Brasil, define o que é o ato cooperativo e retira do setor o peso dos impostos e proporcionando maior competitividade. &ldqu"

Cooperativas de trabalho - Alternativa legal para terceirização de serviços nesse período de crise econômica e financeira mundial

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* Geraldo Magela da Silva

Neste momento de grave crise econômica e financeira mundial em que milhões de postos de trabalho vem sendo eliminados deixando os trabalhadores de diversas categorias profissionais sem condições de sustentar suas famílias e também condenando milhares de empresas à falência, é imprescindível nos posicionarmos de forma objetiva de modo a esclarecer e orientar tanto os cidadãos trabalhadores que buscam no
cooperativismo uma alternativa para se manter ativos no mercado de trabalho como a sociedade como um todo, e especialmente as classes empresariais.

O cooperativismo de trabalho apresenta-se como um importante e singular
instrumento que possibilita uma oportunidade das empresas compatibilizarem seus custos com a preservação e até ampliação de postos de trabalho e significativa contribuição para a geração de renda para milhares de profissionais e seus familiares.

Assim também contribuindo para a preservação do mercado consumidor e crescimento econômico.

A valorização do cooperativismo de trabalho como um instrumento de fomento a geração de trabalho e renda é um movimento mundial, tanto que o Cicopa – Organização Internacional de Cooperativas de Produção Industrial, Artesanal e de Serviços, que integra a ACI – Aliança Cooperativa Internacional, em 06/11/2003, emitiu a seguinte Declaração Mundial sobre as Cooperativas de Trabalho, aprovada por sua Assembléia Geral com redação final aprovada por seu Comitê Executivo em 17/11/2004: “Em particular, é necessário que os Estados reconheçam em suas legislações que o cooperativismo de trabalho associado está condicionado por relações trabalhistas e industriais distintas do trabalho dependente assalariado e do auto-emprego ou trabalho individual independente, e aceitem que as cooperativas de trabalho associado apliquem normas e regulamentos correspondentes. “

Também é fundamental considerar o direito ao trabalho digno, consagrado na Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, arts. 23 e 24, nas Convenções e Recomendações da Organização Internacional do Trabalho, bem como a Declaração Mundial sobre as Cooperativas de Trabalho e a Carta de Montevidéu, que fixou as diretrizes do Cicopa Américas, aprovado no Primeiro Encontro das Cooperativas de Trabalho das Américas, ocorrido em 28 e 29/11/1998, e que são pedras fundamentais que consubstanciam a construção da identidade da cooperativa de trabalho. Portanto, os sócios de uma cooperativa de trabalho estão abarcados pelas normas de ordem
pública, no que tange o exercício de suas atividades: dignidade, segurança, saúde e medicina do trabalho.

A Organização Internacional do Trabalho - OIT, em sua Recomendação 127,
definia a Cooperativa como associação de pessoas que se uniram voluntariamente para realizar objetivo comum, através da formação de uma organização administrada e controlada democraticamente, realizando contribuições eqüitativas para o capital necessário e aceitando assumir de forma igualitária os riscos e benefícios do empreendimento no qual os sócios participam ativamente.

A 90ª Conferência da OIT, em 20.06.2002, revisou a Recomendação 127 e,
recepcionando os Princípios de Identidade Cooperativista, na forma emanada do Congresso Centenário da Aliança Cooperativa Internacional (Manchester, 1995), definiu a Cooperativa como uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente para satisfazer suas necessidades e aspirações econômicas, sociais e culturais em comum através de uma empresa de propriedade conjunta e de gestão democrática  (Recomendação 193).

As cooperativas de trabalho se fundamentam no que estabelece a lei 5.764/71, regente das sociedades cooperativas em nosso país.

O suporte dado pela cooperativa é viabilizado pela sua atuação empreendedora, tendo como base primordial o retorno aos associados do resultado das suas atividades laborativas, deduzidos exclusivamente os tributos e contribuições sociais incidentes e os custos administrativos e de investimento necessários, que são rateados na proporção da fruição de cada um dos serviços da cooperativa.

É claro que uma relação de trabalho pode ser objeto da legislação cooperativista.

Afinal, o art. 5° da Lei 5.764/71 dispõe: “As sociedades cooperativas poderão adotar por objeto qualquer gênero de serviço, operação ou atividade.”

Da análise da estrutura da lei cooperativista se depreende que a relação jurídica existente entre o sócio cooperado e a cooperativa é relação sujeita ao ramo do direito societário, o que para alguns autores é direito cooperativo, e para outros, direito civil, mas é certo que nunca direito do trabalho.

É importante ressaltar que no âmbito do direito previdenciário o Congresso
Nacional aprovou a Lei"

Encontro no Nordeste discute PNDES

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Apresentar a estrutura do Plano Nacional de Desenvolvimento da Educação do Sescoop (PNDES) e incentivar as unidades estaduais do Nordeste a realizar seu planejamento para implantação foi o objetivo de uma reunião na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Pernambuco (Sescoop/PE), em Recife (PE). Além de representantes de Pernambuco participaram técnicos do Ceará, Alagoas, Paraíba, Bahia, Rio Grande do Norte e Piauí. A reunião aconteceu de 25 a 27 deste mês.

Segundo José Luiz Pantoja, gestor da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG), que apresentou o Programa junto com o coordenador de capacitação, Jorge Toledo, o PNDES vai definir a identidade dos cursos, estabelecerá uma visão de conjunto de todas as ações educacionais. “Também vai auxiliar na proposição da concepção educacional, os objetivos, métodos, estratégias e processos para realizá-los”, destaca Pantoja.

Outra assunto tratado foi a ferramenta que vai auxiliar na execução do Plano, conhecida como Sistema de Gestão Educacional do Sescoop (Siges). O Siges é uma ferramenta de informática desenvolvida para unificar a análise das ações de educação do Sescoop.

Pantoja adianta que o mesmo encontro será realizado de 6 a 8 de abril, no Distrito-Federal com a participação dos estados do Centro-Oeste e no Rio Grande do Sul, de 13 a 17 onde deve reunir os estado do Sul do País.

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Cooperativas de crédito crescem na Bahia

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Os balanços realizados pelas cooperativas de crédito de dezembro de 2008, comprovaram um crescimento sólido e auto-sustentável, resultando um montante de R$ 135 milhões em patrimônio próprio e R$ 200 milhões em depósitos de seus cooperados. Segundo Cergio Tecchio, vice-presidente da Organização das Cooperativas da Bahia (Oceb), “o bom desempenho se deve, principalmente, pelos investimentos em capacitação de funcionários e dirigentes”. 

Ele destacou ainda que, com os novos marcos regulatórios como a Lei Estadual de estímulo ao cooperativismo e com a aprovação pelo Senado Federal do Projeto Lei 293, o cooperativismo de crédito terá maior incentivo para um desenvolvimento com segurança para este ano.

Tecchio destacou ainda o trabalho realizado pelo Sescoop/BA no apoio ao desenvolvimento da capacitação de dirigentes e funcionários, já que em 2008 mais de 1200 pessoas participaram dos diferentes cursos oferecidos em parceria com a Oceb e o Sicoob.

Hoje o cooperativismo de crédito reúne 95.890 cooperados, contemplando todas as regiões da Bahia. O conjunto dos associados é formado principalmente de pequenos produtores rurais, micro e pequenos empresários urbanos, trabalhadores autônomos, servidores públicos e funcionários de empresas privadas.
 

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Eudes Aquino é eleito presidente da Unimed do Brasil

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O presidente da Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Fesp), Eudes de Freitas Aquino, foi eleito, nesta quarta-feira (25/3), presidente da Unimed do Brasil para o mandato 2009-2013, juntamente com os novos componentes da diretoria executiva da Confederação, durante a Assembléia Geral Ordinária (AGO) realizada em São Paulo (SP), na sede da Confederação. Com chapa única inscrita no processo eleitoral, Eudes Aquino substitui Celso Corrêa de Barros, que ocupou o cargo nos últimos oito anos.

A nova diretoria executiva ficou composta da seguinte forma: Luiz Carlos Misurelli Palmquist (diretor vice-presidente); Francisco Albeniz Bohrer Pilla (diretor administrativo); Euclides Malta Carpi (diretor financeiro); Aucélio Melo de Gusmão (diretor de marketing e desenvolvimento); Valdmário Rodrigues Junior (diretor de Iitegração cooperativista); e Antonio Cesar Azevedo Neves (diretor de tecnologia).

Eudes Aquino mostrou-se satisfeito com o resultado do processo eleitoral. "Neste momento, gostaríamos, principalmente, de agradecer o apoio recebido no período da campanha, que foi um processo enriquecedor e que demonstrou a maturidade do Sistema Unimed", afirma. Sua expectativa é desenvolver um trabalho conjunto com dirigentes de todo País.

Para o Conselho Fiscal foram eleitos os Jauro Soares (SC), José Martiniano Grillo Neto (SP) e José Vanderlite Alves (PB). Como suplentes, Ricardo José Caetano de Souza (MG), Roberto de Sabóia Bicudo (MT) e Tales Azevedo dos Santos (RJ).

Eudes Aquino é médico cooperado desde 1982, presidente da Federação das Unimeds do Estado de São Paulo desde 2005, representante estadual do Ramo Saúde na Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) e ex-presidente da Unimed Piracicaba e da Federação Intrafederativa do Centro Paulista.

Mestre e Doutor em Clínica Médica (Nefrologia) pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), Eudes é pós-graduado em Gestão Empresarial Avançada em Saúde e Master in Business Administration (MBA) em Gestão de Serviços de Saúde, ambos pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap).
 

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Bancoob tem novo presidente

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Marco Aurélio Borges de Almada Abreu é o novo presidente do Bancoob. A solenidade de posse ocorreu nesta terça-feira (25/3), no edifício-sede da instituição, em Brasília. Almada, como é conhecido no Sicoob, foi eleito por unanimidade na 18ª reunião do Conselho de Administração do Bancoob, num processo democrático. “Nesta nova fase, vamos perseguir os objetivos estratégicos, no intuito de agregar fatores de competitividade às cooperativas. O banco existe em função delas e, por isso, tem a missão de atendê-las da forma mais completa possível”, discursou.

Segundo Almada, sua gestão será baseada em três diferenciais para as entidades do sistema: custo, qualidade e mix de produtos. Para isso, informou que o banco identificará as necessidades de aperfeiçoamento dos processos e de ampliação do portfólio. Durante a solenidade, o presidente da Confederação Sicoob Brasil e do Sicoob Goiás Central, José Salvino de Menezes, enfatizou que Almada conhece bem o sistema cooperativo e chega à instituição para estabelecer metas. “A vida é marcada por mudanças e esse processo nos torna mais fortes e experientes. Estamos vivendo mais uma fase”, afirmou.

O evento contou com a presença de dirigentes das cooperativas centrais e singulares do Sicoob, do presidente das Organizações das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Odacir Zonta. Também compôs a mesa o primeiro presidente do banco, Raimundo Mariano do Vale, o secretário de Produção e Agroenergia do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Manoel Bertone, e o presidente em exercício do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. Também participaram da solenidade o superintendente da OCB, Luís Tadeu Prudente Santos, e o secretário-executivo Renato Nobile.

Desafios - O novo presidente construiu uma trajetória profissional ligada ao Sistema Financeiro Nacional, em especial ao cooperativismo de crédito. Possui larga experiência no mercado financeiro. Foi superintendente de projetos e marketing do banco até abril de 2002, quando aceitou o desafio de participar da constituição da Confederação Sicoob Brasil, órgão que tem a missão de prestar serviços de representação, supervisão e padronização de procedimentos operacionais do sistema.

Agora, vai comandar uma instituição que tem quase 12 anos de existência e posiciona-se entre as 50 maiores no ranking do Sistema Financeiro Nacional em ativos totais. Os números representam essa trajetória de crescimento.  A instituição encerrou 2008 com ativo total na ordem de R$ 5,1 bilhões e carteira de crédito de R$ 1,6 bilhão. Administrou, ainda, R$ 3,6 bilhões de recursos do sistema, considerando tesouraria e fundos.

Por intermédio do Bancoob, as cooperativas do Sicoob podem oferecer aos seus associados produtos e serviços e empréstimos oriundos de recursos próprios e governamentais. Esse portfólio permite que elas atuem no mercado financeiro em condições de igualdade com os bancos convencionais e, em muitos casos, com vantagens competitivas. Atualmente, o sistema possui cerca de 1.700 pontos de atendimento cooperativo, para atender 1,7 milhão de associados, em diversas comunidades espalhadas pelo País. 

Instituição parceira do cooperativismo de crédito brasileiro, o Bancoob foi constituído em 1997 para proporcionar autonomia operacional às cooperativas do sistema, permitindo aos associados o acesso ao crédito de forma justa e igualitária. (Fonte: Bancoob)

 

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Movimentação financeira da Codepa cresce mais de 50% em 2008

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Em 2008, a movimentação financeira da Cooperativa de Desenvolvimento e Produção Agropecuária (Codepa), com sede em Mangueirinha (PR), atingiu R$ 59,1 milhões. O montante representou um acréscimo de  50,62% sobre o valor contabilizado no ano anterior.

As sobras, antes das destinações, eram de R$ 2,1 milhões dos quais R$ 1,6 milhões foram incorporados aos fundos legais e de desenvolvimento. Os cooperados receberam o saldo de R$ 545 mil. (Fonte: Ocepar)
 

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Mercoláctea Milk Fair 2009 inicia em Chapecó

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A Mercoláctea Milk Fair 2009, feira do segmento lácteo de Santa Catarina, foi aberta nesta terça-feira (24), no parque de exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC). “A realização de uma feira do setor, neste momento que o cenário instalado é de crise mundial, pode ser considerada uma vontade de combater os prejuízos decorrentes dos problemas econômicos e uma forma de reagir à pressão do mercado” destacou o presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Zordan durante a abertura do evento. 

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic) e coordenador geral da feira, Vincenzo F. Mastrogiacomo destacou o papel do produtor rural na cadeia produtiva do leite e disse que o momento, apesar de difícil, não deve ser encarado com desânimo. “Estamos enfrentando uma crise, mas temos que aproveitar esse momento para qualificar o sistema de produção e se preparar para dias melhores que devem chegar em breve”, enfatizou.

A abertura foi prestigiada por autoridades do setor, pelo secretário de desenvolvimento regional, Luciano Buligon, representando o governador de Santa Catarina, pela ministra de relações exteriores da Argentina, Maria René Dias de Britto entre outras autoridades.

A expo-feira exibire máquinas, equipamentos e insumos para a cadeia produtiva, especialmente das indústrias de laticínios, com produtos e serviços para  manejo, nutrição, sanidade, qualidade, genética, máquinas, equipamentos, embalagens, etc. A principal clientela é formada de criadores, técnicos e proprietários de indústrias de processamento.  O horário de funcionamento da feira é das 14 às 21 horas.

Inscrições  - As inscrições são gratuitas. Para participar o interessado deve preencher o formulário de credenciamento no site www.mercolactea.com.br. A Mercoláctea é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), Agência T12 e Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), com apoio da Ocesc, entre outras entidades. (Fonte: Ocesc)

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Sescoop/SP oferece curso de ouvidoria

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de São Paulo (Sescoop/SP) promove, em abril, o curso de ouvidoria nos núcleos regionais Nordeste, Oeste e Centro Paulista. Desenvolver habilidades para a gestão eficaz de ouvidorias e aprofundar conhecimentos para o exercício da função de ouvidor são os objetivos da capacitação. 

Os cursos são gratuitos para cooperativas registradas junto ao Sistema Ocesp-Sescoop/SP e fazem parte do Programa de Educação Continuada. Os cursos serão realizados em Ribeirão Preto nos dias 13 e 14, Presidente Prudente dias 16 e 17, e Sorocaba nos dias 23 e 24. Mais informações pelo telefone (11) 3146-6200. (Fonte: Sescoop/SP)

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Comitê de licitação aprova ações para Mercosul

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Seis ações para melhorar a integração comercial entre países do Mercosul foram aprovadas pelo Comitê de Avaliação de Licitação do Projeto de Cooperação Mercosul - União Europeia, na semana passada, em Buenos Aires (Argentina).

O analista de Comércio Exterior, da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luís Henrique Barbosa da Silva, disse que essas ações fortalecem as instituições governamentais do bloco para atendimento aos requisitos em matéria de medidas sanitárias e fitossanitárias, incluindo segurança de alimentos e qualidade dos sistemas de produção.

 De acordo com Barbosa da Silva, as negociações entre os países também vão melhorar o sistema de informação em rede com as bases de dados. “Desta forma, vai facilitar o intercâmbio de informações relacionadas à regulamentação fito e zoossanitárias, intra e extrabloco”, informou.

Os laboratórios que apóiam as atividades sanitárias e fitossanitárias no Mercosul serão aprimorados com a adoção boas práticas e capacitação de recursos humanos. Também será definida uma estratégia regional para a coordenação de atividades de avaliação de risco para as áreas sanitária, fitossanitária e inocuidade de alimentos. (Fonte Mapa) 
 

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Amhpla é bem avaliada pela ANS

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A Amhpla Cooperativa de Assistência Médica, operadora de saúde sediada em Piracicaba (SP) com abrangência regional, obteve qualificação de destaque na avaliação realizada pela Agência Nacional de Saúde (ANS) em relação ao Índice de Desempenho em Saúde Suplementar. Ela se enquadrou na quarta faixa (de 0,60 - 0,79) entre as cinco faixas existentes, onde a nota máxima é 1,00 contida na escala de pontuação da quinta faixa (0,80 - 1,00). 

A pontuação refere-se à qualificação sobre o Índice de Desempenho em Saúde Suplementar (IDSS), fator de importante mediação entre a operadora e seus clientes, destacando entre elas, a credibilidade frente aos seus beneficiários e ao mercado pelos seus serviços prestados. Foram avaliadas nas dimensões de atenção à saúde, estrutura e operação, econômico-financeiro e satisfação do beneficiário. 

O Programa de Qualificação é um convite a todos os atores envolvidos nessa área para a construção de um setor que seja centrado no usuário. A Amhpla Cooperativa de Assistência Médica teve como destaque na avaliação de suas dimensões gerais, o índice de pontuação máxima estabelecida para a atenção à saúde, promovendo a prevenção de doenças e cuidados especiais à diabetes mellitus, câncer de colo de útero, câncer de mama, doenças hipertensivas, câncer de próstata, terapia periondontal básica e cirurgia buco-maxilo-facial à extração dentária, odontopediatria. (Fonte: Ocesp)

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Sescoop/SP abre turma de Jovens Lideranças

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Na sexta-feira (20/3), foi realizada a aula inaugural do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas do Sescoop/SP na cidade de São Paulo. Os 29 jovens que compõem a turma, indicados pelas cooperativas Coopmil e Cooperativa de Crédito de Guarulhos (CCG), foram selecionados após realização de prova de português, redação e entrevistas pessoais.

A aula inaugural teve palestra com as consultoras técnicas do Sescoop/SP Andréa Pinheiro e Iradelia Reis, apresentação do grupo de percussão Festejo, associado à Cooperativa Cultural Brasileira (CCB), e um coquetel de integração. Os jovens, de 16 a 26 anos, terão encontros quinzenais, sempre nos finais de semana, com carga total de 290 horas.

O superintendente do Sescoop/SP, Aramis Moutinho Jr., foi o responsável pela abertura do evento. Logo em seguida, Luciana Santos, do núcleo de Educação e Geração de Renda do Sescoop/SP, apresentou os conteúdos do programa. Alegria e integração deram a tônica do encontro, com intervenções do grupo de percussão Festejo, que levou os jovens para um passeio rítmico com músicas da Bahia, Maranhão, Pernambuco e São Paulo. A aula também contou com a presença de gestores da Coopmil e CCG, parceiras do Sescoop/SP na turma de São Paulo. 

Concebido pelo Sescoop nacional, no Estado de São Paulo o Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas já tem turmas em andamento nas cidades de Bebedouro, Votuporanga e Adamantina. Em abril mais uma turma do programa terá início, na cidade de Cândido Mota. A formação tem conteúdos que abrangem doutrina e filosofia do cooperativismo, organização e planejamento empresarial, gestão de pessoas e gestão de processos e projetos. Também faz parte da formação o desenvolvimento de um projeto para aplicação do conhecimento. 

Juventude Cooperativista – O Sescoop/SP pretende integrar os jovens das cinco cidades do novo programa ao Programa Juventude Cooperativista, que busca fortalecer a difusão do cooperativismo entre os jovens no Estado. Neste programa, além de receberem capacitação e participarem de encontros regionais e estadual para troca de experiências, os jovens se organizam por meio de comitês. 

Com os trabalhos integrados, o objetivo é formar pessoas com uma visão de mundo diferenciada, que assumam responsabilidades e se preparem para assumir funções de comando nas cooperativas, tendo em vista a sustentabilidade do movimento cooperativista paulista. (Fonte: Ocesp)

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Ações educacionais do Sescoop são apresentadas ao Denacoop

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Duas iniciativas do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo Brasileiro (Sescoop) chamaram a atenção do diretor Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural (Denacoop), Daniel Amin Ferraz: o Programa de Formação de Jovens Lideranças e o Cooperjovem. Os dois programas foram apresentados nesta segunda-feira (23/3) pelo gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG), José Luiz Pantoja e pelo coordenador de Promoção Social , Jorge Toledo.
 
“A intenção era apresentar as principais atividades do Sescoop que investe na capacitação e treinamento dos associados de cooperativas”, disse Pantoja. Eles foram recebidos no gabinete do diretor do Denacoop, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília (DF).

Sobre o Programa Formação de Jovens Lideranças ele salientou a importância de preparar os jovens para assumirem o compromisso e a responsabilidade de liderar e articular ações nas cooperativas.  Já o Cooperjovem, explicou o gestor da GEADG, tem como principal objetivo divulgar a doutrina e os princípios cooperativistas como forma de desenvolvimento integral das crianças.

Pantoja ficou satisfeito com a disposição do diretor em trabalhar  de forma profissional ações conjuntas com o Sescoop. “Percebemos que as instituições têm o mesmo objetivo que é contribuir para o desenvolvimento do cooperativismo no País, e pretendemos continuar tendo o apoio do Dencacoop e investir em mais ações”, diz.

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C.Vale implanta processos para reduzir o consumo de água

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Processos para reutilização e redução do consumo de água estão sendo desenvolvidos pelas indústrias da Cooperativa C.Vale, em Palotina (PR). As iniciativas são colocadas em prática com a finalidade de aproveitar racionalmente os recursos naturais, uma preocupação que cresce a cada dia entre empresas. O Programa de Utilização Racional da Água (Pura) orienta os funcionários do frigorífico quanto a necessidade de economia de água nas atividades industriais.

No abatedouro de frangos da cooperativa o uso da água captada de poços artesianos e do rio Santa Fé é monitorado por meio de um programa específico. Outras iniciativas do programa prevêem o reaproveitamento de parte da água do abatedouro no sistema de tratamento de odores da fábrica de farinha e para redução da temperatura na área de espera dos caminhões carregados de frangos vivos.

Meta - A responsável pela área de gestão ambiental do abatedouro C.Vale, Kátia Fagnani, informa que as ações estão focadas na meta de reduzir o consumo para 20 litros de água por frango abatido ainda no primeiro semestre de 2009. Segundo ela, atualmente são usados 22 litros de água para cada frango durante o ciclo de abate. Fagnani explica, ainda, que toda água utilizada no abatedouro passa por um sistema de tratamento químico e biológico dos efluentes (resíduos). Relatórios sobre monitoramento desses efluentes são entregues pela C.Vale a cada seis meses ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Aminodonarias - A amidonarias da C.Vale também adotam medidas que merecem registro no Dia Mundial da Água (22 de março). As indústrias de processamento de mandioca em São José, município de Terra Roxa, e em Navegantes, interior de Assis Chateaubriand, possuem sistemas de tratamento de efluentes monitorados semanalmente por equipes da própria cooperativa e mensalmente por um laboratório privado. A unidade de Navegantes mantém um sistema que permite o triplo aproveitamento da água, desde o processo mais limpo envolvendo o preparo do amido modificado ao mais sujo que é a lavagem das raízes de mandioca. Juntas, as indústrias mantêm 10 alqueires de área de reserva legal e de preservação permanente.

Mata ciliar - O plantio de árvores para recuperação de matas ciliares de nascentes, córregos e rios está sendo estimulado pela C.Vale. A cooperativa firmou convênio com o IAP, secretarias do Meio Ambiente e de Agricultura do Paraná, Emater e prefeituras para o fornecimento de mudas aos associados e está prestando assistência técnica sobre o plantio e proteção das plantas. O programa Mata Ciliar envolve os agrônomos da cooperativa no trabalho de conscientização sobre a importância da proteção das margens de cursos d'água. Dorvalino Pastore, um dos associados envolvidos no programa plantou centenas de mudas, na primavera de 2008, nas margens do rio Santa Fé, em Palotina. (Fonte: Ocepar/Imprensa C. Vale)
 

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Sescoop/SC promove curso de Gestão financeira para cooperativas

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Com os objetivos de analisar a estrutura financeira da cooperativa no processo de tomada de decisão, avaliar e definir o melhor negócio financeiro da cooperativa sob a ótica de finanças e apresentar novos instrumentos de gestão financeira, o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SC) promovem nos dias 30 e 31 de março, no Hotel Porto da Ilha, em Florianópolis (SC), o curso de Gestão Financeira para Cooperativas

A capacitação terá início às 8h do dia 30, com duração de 16 horas/aula e será ministrada pelo professor mestre em economia, com doutorado em administração empresarial pela universidade de Leon, na Espanha, José Eduardo Zdanowicz.

O coordenador de treinamento do Sescoop/SC, Ramiro Hensel, explica que a metodologia utilizada será exposição prática e teórica, enfocando temas que envolvem balanço geral e lei 11.638/07; contabilidade, economia e informática, análise de quocientes, análise de índices, fluxo de caixa; operações bancárias; entre outros. Inscrições podem ser feitas através do site www.ocesc.org.br. (Fonte: Ocesc)

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Cooperativas de São José dos Campos realizam campanha solidária

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Cooperativas de São José dos Campos (SP) se uniram para realizar um ato de solidariedade para o inverno deste ano. Intitulada “Cobertores da Amizade”, a campanha exercita o 6º princípio cooperativista, a intercooperação, pretende ajudar pessoas atendidas por entidades assistenciais da cidade e contribuir para o crescimento de uma cooperativa formada por costureiras e ainda ajudar o Esporte Clube São José, tradicional na cidade. 

Os cobertores serão produzidos pela Coopertextil e receberão acabamento especial da cooperativa de costureiras da cidade. As peças custam R$ 11,00 e a cada aquisição o clube receberá R$ 1,00. “Com um único gesto de solidariedade a pessoa ajuda o próximo, apoia o trabalho realizado pelas costureiras e ajuda o São José Esporte Clube em sua caminhada”, explica o cartaz da campanha. 

De acordo com Ricardo Oliveira, do departamento de marketing da Uniodonto - uma das cooperativas que participam da ação social - empresas da cidade também podem aderir ao programa, inclusive escolhendo uma entidade para receber a doação de cobertores. 

Além de Coopertextil e Uniodonto, a campanha é uma realização da Associação de Amigos do São José. Mais informações: (12) 3943-6235 ou 3018-2313. (Fonte: Ocesp)

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Coordenadores demonstram compromisso com o Cooperjovem

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“Estamos satisfeitos com os resultados do Programa Cooperjovem, e mais ainda com o comprometimento dos coordenadores que estão à frente do processo”, avaliou José Luiz Pantoja, gestor da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG), hoje (20/3), ao concluir as atividades do Encontro de Coordenadores do Programa Cooperjovem, em Brasília (DF).

O encerramento do evento foi feito pelo gerente geral do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Ryan Carlo, que frisou a importância de encontros dessa natureza para o crescimento do programa. “A contribuição de cada um dos coordenadores, com certeza, tem papel fundamental para o aprimoramento do Programa Cooperjovem e realização de sua segunda fase”, disse.

O evento, que se realizou na sede do Sescoop, teve participação de cerca de 30 representantes das unidades estaduais e da unidade nacional do Sescoop. Hoje, foi apresentado o sistema de avaliação e acompanhamento do Programa; prêmios Cooperjovem; avaliação do Prêmio Educador e uma proposta para a edição de 2009. Os participantes debateram a proposta de aperfeiçoamento da metodologia de formação dos professores e coordenadores estaduais do Programa Cooperjovem.

Com a missão de cultivar a cultura da cooperação entre alunos do ensino fundamental, o Cooperjovem entra em seu nono ano de funcionamento como programa do Sescoop. Somente em 2008 mobilizou 382 escolas em 107 municípios, 1.631 professores e 51.849 alunos. “A atualização de informações se faz necessária não só para conhecer melhor todos estes envolvidos como também para dimensionar com a maior eficiência possível, os materiais necessários para a sala de aula”, enfatizou José Luiz Pantoja.

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Mineradores de Russas querem formar cooperativa

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Ceará (Sescoop/CE) promove o Curso Básico de Cooperativismo, destinado aos mineiros de calcário da Serra do Vieira, que produzem pedra portuguesa e pretendem constituir cooperativa na cidade de Russas, a 165 km de Fortaleza (CE). A gerente de capacitação do Sescoop/CE, Ilana Oliveira, coordena a iniciativa.

O gerente de Mercados da mesma instituição, Orlando Filho Borges, também participará da capacitação, ficando responsável pelo estudo de viabilidade econômica e pelo plano de negócios da futura cooperativa. A capacitação, que teve início hoje (19/3), segue até esta sexta-feira (20/3).
Segundo Ilana, o curso é importante para esclarecer questões sobre como constituir uma cooperativa, seus princípios e os atos constitutivos, como o estatuto. “O curso é fundamental para quem quer entrar no cooperativismo”, reforça. Ela vai utilizar recursos como vídeos, músicas, e realizar trabalhos em grupo, sempre com foco na construção participativa. Ao final, será feita uma minuta do Estatuto Social, cuja versão final está a cargo do assessor jurídico André Fontenelle e será concluída em outro encontro com os mineradores, em data a ser definida.

Orlando Borges afirma que é necessário primeiramente identificar a necessidade dos mineradores, conhecer seus anseios básicos para depois fazer o planejamento financeiro do grupo. “Precisamos ver também que tipo de mercado eles visam, qual seu foco, para que possamos constituir a cooperativa e esta não tenha problemas no futuro”, ressalta.

A pedra portuguesa ou mosaico português, originada do calcário e basalto, é utilizada na pavimentação de calçadas, em formatos decorativos, tendo como cores tradicionais o preto e branco.
 

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