Discutir a retomada do Programa de Desenvolvimento Sustentado das Cooperativas de Produção e Trabalho (Producoop) e as reivindicações do cooperativismo brasiliense foi o objetivo de uma reunião na sede da Organização das Cooperativas do Distrito Federal (OCDF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do DF (Sescoop/DF). Participaram a gerente da Secretaria de Estado de Trabalho (Setrab), Carla Gonçalves, e o secretário-adjunto de Estado de Trabalho, Israel Batista, além de representantes de cooperativas dos ramos Turismo e Lazer, Especial, Produção e Trabalho
Segundo o secretário Adjunto de Estado de Trabalho, Israel Batista, o cooperativismo não recebeu a devida atenção em 2008 devido a uma mudança na estrutura da Secretaria. “Agora, a meta é voltar nossas ações ao setor", garantiu Israel.
Na abertura da reunião, nesta segunda-feira (13/4), o presidente da OCDF-Sescoop/DF, Roberto Marazi, enfatizou que "a instituição é uma entidade que deve assessorar as cooperativas em assuntos políticos e nem sempre essa força é aproveitada. “Queremos formar uma aliança estratégica com o governo e harmonizar as ações entre as duas esferas". Na mesma fala, solicitou ao Secretário apoio a retomada do Producoop ainda neste semestre, mais rapidez na análise da minuta de projeto de lei distrital para o cooperativismo do Distrito Federal, apoio à criação de pólo de cooperativismo e associativismo, entre outros a facilitação no financiamento para as pequenas cooperativas.
Israel Batista aproveitou a oportunidade para anunciar que está previsto a assinatura de um termo de cooperação técnica entre o Banco do Brasil e a Secretaria que prevê linhas de financiamento para van e micro-ônibus. Ele salientou a importância do apoio da OCDF e do Sescoop/DF, no que diz respeito a um estudo nas demais linhas que forem criadas. E por fim, manifestou reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelo órgão que representa as cooperativas no Distrito Federal e disposição em apoiar ações da instituição. (Com informações OCDF)
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Um grupo de sete multiplicadoras do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Paraná (Sescoop/PR) responsável pelo Programa Cooperjovem está em Curitiba (PR) para três dias de reuniões de avaliação e definição de uma linha comum de atuação. A reunião, que começou na manhã desta segunda-feira (13/4), foi aberta pelo gerente de Desenvolvimento Humano, Leonardo Boesche.
Boesche falou durante a abertura sobre a importância do Cooperjovem para o futuro do cooperativismo paranaense. Lembrou que os atuais integrantes do programa serão as lideranças do futuro próximo do cooperativismo e por isso precisam se preparadas adequadamente. Também participaram da reunião a coordenadora estadual do Cooperjovem, Vanessa Christofoli, e o coordenador do Sescoop/ PR, Humberto Bridi.
Um dos objetivos da reunião é buscar uma linguagem única na implantação e desenvolvimento do programa. Também se fará uma avaliação das conquistas e dos pontos que podem ser melhorados, estabelecendo uma direção segura para o futuro do programa.
O coordenador da Gerência de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Humberto Bridi, afirmou que há muitas cooperativas interessadas na implantação do Cooperjovem. "O programa está tomando um vulto muito grande e gostaríamos que vocês sejam uma equipe de multiplicadores. É importante que isso ocorra através desse grupo e de forma planejada", frisou.
Sucesso - O objetivo do Cooperjovem é ensinar aos alunos das escolas do ensino fundamental onde é implantado os princípios e valores do cooperativismo, produzindo resultados práticos nos envolvidos. Desde a sua implantação no Paraná, o programa já envolveu milhares de alunos e professores.
Em 2008 o programa abrangeu 7.574 alunos de 92 escolas de 31 municípios. O número de professores multiplicadores preparados pelo Sescoop/PR subiu para 501. Até agora foi implantado pelas cooperativas: Lar, C.Vale, Castrolanda, Coagel, Coagru, Cocamar, Cocari, Confepar, Copacol, Copagril e Integrada. (Fonte: Sescoop//PR)
As cooperativas de crédito do Sistema OCB, situadas no Pará, passam por um processo de capacitação sobre microcrédito como parte do Projeto OCB/DGRV, realizado em Belém (PA). As atividades tiveram início nesta segunda-feira (13/4) e vão até amanhã (14/4), período em que a professora e consultora Evanda Kwitko, com 20 anos de experiência sobre o tema, informa aos participantes os instrumentos de desenvolvimento das comunidades por meio do microcrédito.
Na programação de hoje, Evanda Kwitko falou às cooperativas sobre experiências de microfinanças, citando desde o Grameen Bank, da Índia, até o Crediamigo, do Banco do Nordeste. Segundo a consultora, esta é a experiência de maior êxito na América Latina. “O Crediamigo oferece capital de giro, investimento fixo, conta corrente, seguro de vida, seguro prestamista e orientação empresarial e ambiental”, explicou.
Para o gerente de mercados da OCB, Evandro Ninaut, o Projeto OCB/DGRV tem a finalidade de aumentar a densidade das cooperativas nas regiões Norte e Nordeste. “A ferramenta de microcrédito pode aumentar, de maneira sustentável, o negócios das cooperativas de crédito do Norte e Nordeste, e também o número de cooperativas de crédito nessas regiões”, disse.
Depois de passar por João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), Salvador (BA), e agora Belém (PA), a capacitação de microcrédito, pelo projeto OCB/DGRV, será realizada em Manaus (15 e 16/04) e Porto Velho (17 e 18/04) ainda nesta semana, e Palmas (20/04), na próxima.
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Santa Catarina (Sescoop/SC) promoveu 493 eventos para a formação profissional de 62.042 dirigentes, cooperados e funcionários de cooperativas catarinenses, no ano passado. Esses números representam o crescimento de 60% no total de participantes, 49% no volume financeiro e 19% no número de eventos. Em 2009, os investimentos financeiros devem crescer 20%.
As informações são do presidente do Conselho de Administração, Marcos Antonio Zordan, e do superintendente Geci Pungan.
Durante o ano de 2008 foram desenvolvidas 46 ações de capacitação e treinamento de recursos humanos das cooperativas, envolvendo 1.273 pessoas e absorvendo R$ 641,5 mil. As ações de promoção social reuniram 594 participantes e utilizaram R$ 155,6 mil. Para o permanente acompanhamento do desempenho das cooperativas, o Sescoop/SC sustentou três ações de monitoramento que envolveram 185 participantes e dispêndio de R$ 50,9 mil.
A área dos projetos especiais experimentou maior crescimento: foram desenvolvidas 442 ações delegadas, para as quais o Sescoop/SC liberou recursos e as próprias cooperativas realizaram os eventos. Nessa esfera, foram atendidas 59.990 pessoas mediante investimentos de R$ 3,2 milhões.
O número médio de participantes em eventos a cada ano é superior a 40 mil pessoas, em treinamentos coordenados pela equipe interna e pelas cooperativas. Os eventos eminentemente técnicos, como auditorias, monitoramento, consultorias, planejamento estratégico em cooperativas, também têm apoio financeiro do Sescoop/SC. (Fonte: Sescoop/SC)
O presidente da Central Sicredi MT, João Carlos Spenthof, apresentou ao superintendente do Sistema OCB-Sescoop// MT, Adair Mazzotti, o Programa de Desenvolvimento que será implantado em dez municípios mato-grossenses com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): Diamantino, Itanhangá, Nortelandia, Rosário Oeste, Juscimeira, Gaúcha do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Claudia, Nova santa Helena e Colniza.
O trabalho já iniciou com o diagnóstico e verificação de cooperativas atuantes nesses dez municípios para que possam integrar a proposta ou constituí-la com apoio do Sistema OCB-Sescoop/MT. “O Sistema vai dar apoio à essa iniciativa tanto com assessoria jurídica, como capacitação à gestão dessas cooperativas, que poderão ter sua atuação ampliada para os municípios vizinhos”, disse Mazzotti.
A proposta do programa é apoiar a organização de pequenas atividades urbanas e rurais, agrupadas em uma única cooperativa mista, como forma de diminuir custos e otimizar investimentos. A cooperativa teria o apoio das prefeituras, das cooperativas já existentes e demais entidades locais. (Fonte: Sistema OCB-Sescoop/MT)
Técnicos de cooperativas paranaenses participaram nesta quarta-feira (8/4), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba (PR), do Fórum de Meio Ambiente. Os profissionais discutiram propostas para o aperfeiçoamento da legislação ambiental.
O evento foi aberto pelo superintendente adjunto, Nelson Costa, que enfatizou a importância do debate técnico, com a elaboração de um conjunto de medidas equilibradas e condizentes com a realidade do campo. "As propostas do Fórum serão avaliadas pelos dirigentes das cooperativas do estado. O objetivo é preparar um documento com as propostas do setor cooperativista para aperfeiçoar a legislação ambiental", disse.
"O documento será entregue ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e aos parlamentares paranaenses em evento a ser realizado no próximo dia 27", explicou.
Grupos de Trabalho - Para dinamizar as discussões do fórum, os participantes se dividiram em grupos de trabalho, reunindo as propostas, suas justificativas e abrangência das medidas. Durante a tarde ocorrem os debates e a conclusão do documento, que será encaminhado aos dirigentes cooperativistas.
Entre as propostas em discussão estava a permissão ao cômputo das Áreas de Preservação Permanente (APP) na Reserva Legal; utilização da servidão (arrendamento) florestal; compensação fora da propriedade e criação de condomínios florestais; e implantação do conceito de remuneração por serviços ambientais na gestão ambiental brasileira.
Os trabalhos foram coordenados pela Gerência Técnica da Ocepar (Getec), com o apoio da Coordenação Jurídica da entidade.
Impactos sociais e econômicos - O Código Florestal Brasileiro foi criado em 1965 e nos últimos 30 anos teve várias alterações e mudanças, que o transformaram numa colcha de retalhos. Na opinião dos cooperativistas, as exigências ambientais têm sido implementadas de maneira impositiva sem considerar critérios técnicos atualizados e, principalmente, os impactos sociais e econômicos gerados pela adequação das áreas. Para o setor, a legislação precisa atender ao princípio básico da gestão ambiental: ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável. (Fonte: Ocepar)
Representantes das secretarias de Educação de 14 municípios gaúchas paranaenses se reuniram nesta quarta-feira (8/4), na sala do Conselho da Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial. Eles discutiram o projeto Escola no Campo, desenvolvido em parceria com a Cotrijal e a Syngenta.
O projeto existe há oito anos. Ele dissemina o crescimento econômico com a capacidade de manutenção dos recursos naturais, dando ênfase à utilização correta dos defensivos agrícolas e dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI). O mesmo projeto ocorre em outros estados do Brasil. No Rio Grande do Sul, uma das unidades escolhidas foi a Cotrijal.
Mais de 10 mil crianças já foram treinadas nos municípios de Não-Me-Toque, Colorado, Victor Graeff, Tio Hugo, Lagoa dos Três Cantos, Almirante Tamandaré do Sul, Carazinho, Santo Antônio do Planalto, Saldanha Marinho, Nicolau Vergueiro e Ernestina.
O projeto - Para esta edição do Projeto foram convidados representantes da 7a Coordenadoria Regional de Educação do município de Passo Fundo e representantes da Secretaria de Educação de Mato Castelhano, totalizando o desenvolvimento do Projeto nos 14 municípios de abrangência da Cotrijal.
O Escola no Campo é desenvolvido em sala de aula para os alunos da 5a série do Ensino Fundamental, onde os estudantes trabalham conteúdos programáticos, baseados numa cartilha criada especificamente para o Projeto. Em paralelo acontecem entrevistas com os produtores rurais sobre a aplicação dos defensivos agrícolas, palestras com a bióloga da Cotrijal, Michelle Valiati e apresentação de uma peça teatral com a Troupe de Atores da Cotrijal. Ao final do ano letivo, os alunos desenvolvem frases e desenhos, concorrendo a prêmios.
O projeto, que surgiu em 1991, na cidade de São Paulo, ressalta, entre seus objetivos: conscientizar as crianças de que não se deve manusear agrotóxicos antes da maior idade; educar alunos do meio rural, conscientizando-os da importância de preservar o meio ambiente; a importância de produzir alimentos saudáveis; conscientizar os adultos através das crianças e que as crianças tenham orgulho de ser da área agrícola. (Fonte: Cotrijal)
O gerente de Desenvolvimento de Autogestão, Gerson José Laucermann, e o analista Econômico-Financeiro Devair Antônio Mem, ambos do Sistema Ocepar, apresentaram hoje (8/4) aos técnicos da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) o Sistema de Análise e Monitoramento de Cooperativas utilizado no Paraná.
Segundo o superintendente da OCB, Luís Tadeu Prudente Santos, que conheceu o Sistema durante uma visita à Ocepar, no dia 23 de abril, junto com o secretário-executivo da instituição, Renato Nobile, "essa é uma excelente ferramenta, pois auxilia no monitoramento das cooperativas oferecendo muitas possibilidades que atendem a diversidade do Sistema Cooperativista Brasileiro”. Na ocasião, eles foram recebidos pelo superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.
De acordo com Santos, em função do sucesso do projeto e da demanda dos estados, a organização nacional do Sistema OCB conduzirá o processo de implantação em todo o País ainda neste ano.
* Márcio Lopes de Freitas
Com linhas de atuação bem definidas o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) busca há dez anos, desde a sua criação, promover a capacitação, a formação profissional, a autogestão e o desenvolvimento social nas cooperativas com a visão de ser o agente formador e propulsor do desenvolvimento do cooperativismo.
Braço educacional do Sistema Cooperativista Brasileiro, o Sescoop se consolida como instituição promotora desse desenvolvimento, tendo em vista seu potencial de atuação e a experiência acumulada até então e responsável por novos modelos de gestão. A maioria dos estados, durante esta década, reafirma a importância do serviço no apoio à reestruturação das cooperativas e à profissionalização de seus associados.
A instituição integra o Sistema S, de âmbito nacional e, de um modo geral, já exibe um grau invejável de maturidade no cenário educacional brasileiro, com uma abordagem especializada em cooperativismo e iniciativas e parcerias que tornam realidade uma base profissionalizante dos empregados e colaboradores das cooperativas.
Presente em todas as unidades da Federação, o S do cooperativismo representa hoje uma fronteira de linhas bastante visíveis entre o passado e o futuro. Dez anos depois da sua institucionalização, no dia 6 de abril, constata-se que o Sescoop era o instrumento que faltava no Sistema Cooperativista Brasileiro para dotar os empreendimentos existentes no País, de quadros de gestores capazes de exercer uma administração saudável e profissional; um instrumento que veio para provocar mudanças e sugerir novos caminhos ao cooperativismo brasileiro.
Dessa forma, o Sescoop se constitui em um serviço que estabeleceu, ao longo desses anos, um ciclo de ações e programas, executados em todo o território nacional, com a missão: profissionalizar as gestões, consolidar um sistema que deu certo no mundo inteiro e que no Brasil é um dos modelos mais organizados de produção de qualidade de vida, pois o Sescoop parte do princípio de que não há progresso sem evolução social.
Graças à entidade, crianças do ensino fundamental ganharam uma formação mais ética e solidária nas escolas da rede pública. Os jovens são preparados para exercer liderança competente nas cooperativas em que atuam, por meio dos programas Cooperjovem e de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas, espécie de plataforma do cooperativismo brasileiro para o futuro. Somam-se programas de inserção das cooperativas em novos mercados o de biodiesel e de tecnologias limpas, como as iniciativas de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) junto às cooperativas.
Em uma década de atuação, o Sescoop ajudou a mudar a vida de milhares de brasileiros por meio de ações, programas e cursos que estimulam a cultura cooperativista. Os números traduzem essa realidade em suas três linhas centrais de atuação: 1,3 milhão de pessoas formadas, 667 mil brasileiros envolvidos em atividades de promoção social e 568 mil atendimentos no âmbito do monitoramento de cooperativas. São mais de 2,5 milhões de pessoas atendidas nesses dez anos a serviço da educação cooperativa no Brasil.
Que o Sescoop siga em frente como uma nova década de realizações e mais desenvolvimento para o cooperativismo brasileiro.
Saudações cooperativistas
* Presidente do Sescoop
"Dois municípios da região dos Campos Gerais no Paraná deverão adotar o Programa Cooperjovem, a partir deste ano. A coordenadora estadual do programa, Vanessa Christofoli de Castro, e a analista de desenvolvimento humano do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Paraná (Sescoop/PR), Fabianne Ratzke Turra, discutiram a implantação do Cooperjovem em reunião com o secretário da Educação de Castro, Carlos Eduardo Sanches, e com a secretária da Educação de Ponta Grossa, Zélia Marochi.
Os encontros foram viabilizados a partir do interesse demonstrado pelas cooperativas Batavo, de Castro, e Copagrícola, de Ponta Grossa. "O passo seguinte do processo foi fazer esse primeiro contato para o estabelecimento de uma parceria com as secretarias de Educação", esclarece Vanessa.
Receptividade - Ainda de acordo com ela, a receptividade à proposta foi muito boa. "Em ambos os municípios houve uma sinalização de interesse na parceria e os secretários visualizaram nessa iniciativa um ganho para o ensino local", afirma a coordenadora do Programa.
Segundo Vanessa, as secretarias da Educação de Castro e de Ponta Grossa ficaram de determinar as escolas que farão parte de um projeto piloto. Depois, será assinado um termo de cooperação técnica e, na seqüência, o Sescoop/PR deverá promover uma oficina de capacitação para a formação de multiplicadores. Atualmente 40 municípios paranaenses integram o Cooperjovem, abrangendo cerca de 8800 alunos em atividades de educação cooperativista. (Fonte: Sescoop/PR)
O Sistema Ocepar-Sescoop/PR promove, no dia 17 de abril, em Curitiba (PR), a primeira edição do Fórum Financeiro 2009. O evento, exclusivo para diretores, gerentes e analistas da área financeira das cooperativas do Paraná, reunirá especialistas para discutir a crise econômica mundial.
Para falar sobre o cenário do agronegócio, foi convidado o consultor da MBAgro, Alexandre Mendonça de Barros. Para fazer uma avaliação do risco para o crédito e instituições financeiras, Erivelto Rodrigues da Austin Rating. Já Alexandre Ricardo Matta Pio de Abreu, analista do Banco Central discorrerá sobre o tema: "conheça o seu dinheiro".
O evento encerra com uma apresentação do gerente de Desenvolvimento e Autogestão do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Paraná (Sescoop/PR), Gerson Lauermann, sobre o "cenário econômico das cooperativas paranaenses - indicadores de gestão".
Saiba mais - O fórum acontece das 8h30 às 17h30, no auditório do Sistema Ocepar-Sescoop/PR, em Curitiba (PR). As Inscrições podem ser feitas diretamente com os agentes das cooperativas ou pelo site http://www.ocepar.org.br/. Mais informações pelos e-mail
Com o objetivo de oferecer aspectos conceituais e legais sobre a gestão ambiental no Brasil, o Sescoop/SP promove o curso Legislação Ambiental em quatro Núcleos Regionais. O primeiro curso será realizado em Lins, no próximo dia 15, na Unimed Lins (Rua Dom Bosco, nº 13) e os outros estão previstos para Ribeirão Preto, São José dos Campos e São Paulo. Com duração de 8 horas, a capacitação propiciará espaço para ampliação da consciência ecológica, bem como a discussão de questões importantes no cenário ambiental. Mais informações: 3142-6209 / 6287. Conheça a programação completa.
"O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) comemora nesta segunda-feira (6/4) dez anos de atuação no País, dedicado a três linhas básicas que sustentam suas atividades junto aos cooperados, trabalhadores e familiares no ambiente cooperativista. A data oficial de comemoração será anunciada oportunamente, quando se espera conjugar a comemoração dos dez anos de atuação de Sescoop com o Dia Internacional do Cooperativismo, numa sessão solene, no Congresso Nacional, no início do próximo mês de julho.
Durante todo o ano, porém, as unidades do Sescoop em todo o País realizarão eventos alusivos à data. Uma mensagem do presidente do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, faz uma análise sucinta desta década, enquanto presidentes das unidades estaduais manifestam-se sobre a instituição e a educação cooperativa.
Confira os depoimentos a seguir dos presidentes que fazem parte do conselho diretor e participaram, nesta segunda-feira (6/4), do Workshop de Planejamento Macroplan.
“O Sescoop é uma ferramenta ideal para o desenvolvimento dos sócios, bem como dos seus familiares por meio de profissionalização e capacitação. O resultado é a melhoria na qualidade de vida destas pessoas e das comunidades próximas. O Sescoop deu um salto de qualidade na gestão das cooperativas".
Esthério Sebastião Colnago, presidente do Sescoop/ES
“O Sescoop durante esses anos todos promoveu o cooperativismo, a capacitação, a formação profissional, a autogestão e o desenvolvimento social nas cooperativas e por isso se tornou referência na formação dos cooperados. Essa década tem que ser comemorada por todos os que atuam no movimento”
Salatiel Rodrigues de Souza, presidente do Sescoop/RO
"Para as unidades estaduais o Sescoop representa mais qualidade e eficiência aliados a oportunidades para os dirigentes, funcionários, cooperados e seus funcionários.
Silvio Silvestre, presidente do Sescoop/RR
"O advento do Sescoop no Mato Grosso do Sul fortaleceu o ambiente cooperativista por meio da promoção de melhorias nos serviços prestados pelas cooperativas. O Estado foi um dos maiores beneficiados pois o maior desenvolvimento das nossas cooperativas impacta positivamente no crescimento regional."
Celso Ramos Régis, presidente do Sescoop/MS
"O Sescoop é um instrumento fundamental para o desenvolvimento do cooperativismo. Seu nascedouro é um marco do início da profissionalização do segmento no País. Nesses dez anos os treinamentos foram ampliados, ocorreu uma melhoria na gestão das cooperativas e grandes investimentos na área operacional. Mais que isso, propiciou às cooperativas uma visão do mercado internacional. Podemos dizer que o Sescoop foi a melhor coisa que aconteceu para o cooperativismo nos últimos 30 anos."
João Paulo Koslovski, presidente do Sescoop/PR
"Em nível nacional, o Sescoop vem impulsionando o desenvolvimento do sistema cooperativista enquanto promove a educação cooperativista, pilar de sustentação do cooperativismo. No Nordeste como um todo, o Sescoop restabeleceu o desenvolvimento sustentado das nossas cooperativas, melhorando os serviços por elas prestados."
Orlando Colavolpe, presidente do Sescoop/BA
“O Sescoop veio para consolidar a área educacional do cooperativismo brasileiro, visando à capacitação, o treinamento, à reciclagem e à promoção social. É, com certeza, um importante instrumento para o desenvolvimento do setor cooperativista no País”.
Ronaldo Scucato, vice-presidente da OCB e presidente do Sescoop/MG
“A implementação da autogestão no setor cooperativista foi incrementada com a criação do Sescoop, ferramenta que levou à efetiva e plena aplicação do 5º princípio do cooperativismo, ““Educação, Formação e Informação”, nesses 10 anos de trabalho”.
Onofre Cezário de Souza Filho, presidente do Sescoop/MT
“O Sescoop foi e vai ser o instrumento principal da promoção e do desenvolvimento do cooperativismo em suas três áreas de atuação: formação profissional, promoção social e monitoramento de cooperativas. Suas ações são fundamentais para gestão e administração mais eficientes das cooperativas”.
Roberto Coelho, vice-presidente da OCB e presidente do Sescoop/RN
A educação e a profissionalização da gestão, a inovação tecnológica e a capacidade empreendedora são considerados os fatores primordiais para o aumento da competitividade das cooperativas nos mercados externo e interno. Esta é a premissa básica do Conselho Nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), que definiu as Diretrizes Estratégicas do planejamento da instituição para este ano.
O documento, divulgado nesta segunda-feira (6/4) pelo Sescoop, que comemora hoje 10 anos de atuação, contempla 11 diretrizes estratégicas. Entre elas, destacam-se a prioridade ao desenvolvimento sustentável das cooperativas, bem como à educação cooperativa; a formação de parcerias com instituições pública, privadas e do terceiro setor.
Para a unidade nacional do Sescoop o Conselho estabeleceu os principais atributos e seus objetivos estratégicos que vão nortear o plano de trabalho/orçamento da instituição. Foram definidos também os objetivos estratégicos por linha de atuação: capacitação e formação profissional, promoção social, monitoramento e desenvolvimento de cooperativas e gestão do Sistema Sescoop. Estes atributos e objetivos também estão contidos no documento divulgado hoje e encontra-se disponível no portal www.brasilcooperativo.coop.br, clicando aqui
O planejamento estratégico do Sescoop, além de participativo, prevê o enfoque sistêmico, que consolida e aperfeiçoa as diretrizes traçadas anteriormente. Seu objetivo é o de aprimorar a gestão e os resultados às cooperativas, seus associados, trabalhadores e familiares e, consequentemente, às comunidades onde estão inseridas e à sociedade em geral.
Por isso, o planejamento estratégico da instituição será estruturado com a participação das unidades estaduais do Sescoop. Estas serão envolvidas na elaboração de um direcionamento estratégico, a partir das diretrizes definidas pelo Conselho Nacional. O objetivo é alcançar a excelência, por meio da atuação sistêmica e, com isso, fortalecer institucionalmente o Sescoop enquanto braço educacional do Sistema Cooperativista Brasileiro.
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Para a Coopermota, é muito importante investir na difusão e transferência de tecnologias, bem como capacitar seus cooperados, principalmente com conceitos de gestão da propriedade rural. Cooperados e cooperadas são capacitados em Administração de Propriedade Rural, num projeto realizado em parceria com a Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo/ Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, Credimota e a Universidade Federal de Viçosa (UFV). Outras parcerias com o Sistema e com o Ministério da Agricultura possibilitarão a formação específica para mulher cooperativista, bem como para jovens.
Estas ações fazem parte do Programa de Educação Cooperativista, iniciado em 2006 com a intensificação das ações junto ao Conselho de Representantes de Bairro, como também o planejamento para a estruturação do Comitê Feminino e Comitê de Jovens. Outra vertente do Comitê Educativo é a Promoção da Saúde no Campo. Por meio de palestras, cooperados e cooperadas compartilham experiências e absorvem conhecimentos sobre o uso correto de agroquímicos, a importância do Equipamento de Proteção Individual - EPI - e outros. Segundo o presidente da Coopermota, Oscar Knuppel, essas ações visam dar mais qualidade de vida ao produtor e sua família. Além disto, acrescenta que a formação possibilita conhecer melhor seu negócio, podendo geri-lo de forma a ter um melhor custo benefício.
Outra linha de atuação da cooperativa é a Difusão de Tecnologia. No Campo de Difusão de Tecnologia e em áreas cedidas pelos cooperados, ensaios conduzidos por instituições de pesquisa e parceiros comerciais testam e validam novas cultivares de soja, híbridos de milho e tecnologias em fertilizantes e defensivos. Desta forma, o agricultor pode observar seu desenvolvimento na realidade de clima e solo da região.
“Nós sempre buscamos novas tecnologias nas culturas mais convencionais, bem como novas alternativas, já que a agricultura é um investimento de alto risco e é preciso minimizá-lo. Pois, nosso compromisso há 50 anos é com o agricultor na busca incessante para reduzir os riscos inerentes a atividade e viabilizar a produção agrícola na região”, ressalta.
Além disto, acrescenta Knuppel, que o Programa de Educação Cooperativista fortalece seus laços de atuação e relação com o cooperado, promovendo o entendimento e aplicação dos benefícios da cooperativa. (Fonte: Assessoria de Imprensa da Coopermota)
"Humberto Jorge Isaac é o novo presidente da Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Fesp), que congrega as 79 Unimeds do Estado. Para o lugar de Humberto Isaac, que ocupava a Superintendência, foi eleito o Dr. Waldemar D’Ambrósio Filho, Presidente da Federação Intrafederativa das Unimeds do Centro-Paulista.
A mudança foi efetivada a partir de uma Assembléia Geral Extraordinária (AGE), realizada na sede da Fesp, em São Paulo, que decidiu por meio de voto democrático entre os representantes das cooperativas Unimed. A recomposição foi necessária devido à eleição da nova Diretoria da Unimed do Brasil, para o qual o Eudes de Freitas Aquino, que exercia mandato na presidência da Fesp para o período 2006/2010, foi eleito o presidente.
A nova diretoria executiva estará à frente da Fesp até a conclusão do quadriênio 2006/2010, oportunidade em que serão convocadas novas eleições. Os demais membros da diretoria executiva da Fesp permanecem em seus cargos: José Marcondes Netto, diretor financeiro; Luiz Roberto Dib Mathias Duarte, diretor de desenvolvimento e mercado; Ciro da Silva Monteiro, diretor de gestão operacional e marketing; e Mauro Candido Junqueira, diretor de desenvolvimento humano.
Humberto Isaac destaca que o desafio de presidir a Fesp será grande, mas que conta, para superá-lo, com uma equipe afinada nos propósitos e no trabalho, e que vem trabalhando em conjunto há três anos. “Sentiremos a saída do Eudes, grande companheiro, mas que foi escalado para o maior cargo do cooperativismo de trabalho médico, como presidente da Unimed do Brasil, onde, certamente, imprimirá um ritmo de trabalho adequado para superar as dificuldades de nosso Sistema”, analisou.
Waldemar D’Ambrósio Filho afirmou que é um momento de alegria poder participar da diretoria da Fesp. Para ele, apesar de ser um mandato tampão, serão oito meses de trabalho, em relação aos quais assume com muita responsabilidade essa função. “É um cargo muito importante, num momento em que o Sistema Unimed passa por mudanças, principalmente pelo fato do Dr. Eudes estar agora na Unimed do Brasil, na qual deverá construir um futuro de sucesso".
Trajetória do novo presidente - Humberto Jorge Isaac é natural de Monte Carmelo (MG). Realizou seus estudos do Ensino Médio em Ribeirão Preto (SP) e formou-se em Medicina pela Faculdade Fluminense de Medicina em 1972, no Rio de Janeiro. Especializado em Clínica Médica e Cardiologia, atuou em diversos hospitais privados e públicos, participou ativamente, dirigiu e presidiu entidades de classe e instituições médicas, como a Associação Médica da Sociedade Portuguesa de Beneficência, Sociedade de Cardiologia de Ribeirão Preto, Centro Médico de Ribeirão Preto, além de atuar como médico cardiologista.
Como dirigente do Sistema Unimed, foi membro do Conselho Fiscal da Unimed Ribeirão Preto, vice-presidente e presidente desta Singular, cargo que ocupa desde 1999, em seu sexto mandato, Delegado Efetivo da Confederação das Unimeds do Estado de São Paulo (Confesp), Presidente da Federação Intrafederativa das Unimeds do Nordeste Paulista, Superintendente na Fesp, de 2006 até este momento de transição para a presidência.
Entre os cursos de especialização, destaca-se o de Gestão em Saúde, pela Harvard International e MBA Profissional em Gestão de Serviços de Saúde pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap) – Wharton.
Waldemar D’Ambrósio Filho - Waldemar D’Ambrósio Filho nasceu em Taquaritinga (SP), cidade em que concluiu seus estudos, e ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná, pela qual se formou em 1969. Fez residência de Urologia no Serviço de Urologia do Professor Santa Maria na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e é titulado “fellow” pelo Colégio Internacional de Cirurgião na especialidade de Urologia e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia. Foi diretor da Santa Casa de Misericórdia de Limeira, presidente da Associação Paulista de Medicina Regional de Limeira e Diretor de Mutualismo e Previdência da Associação Paulista de Medicina. Em 2001, recebeu o Título de Cidadão Limeirense. No Sistema Unimed, foi membro do Conselho de Administração da Confederação das Unimeds do Estado de São Paulo (Confesp), Diretor de Marketing da Confesp, Diretor-Superintendente e Diretor-Administrativo da Federação Intrafederativa das Unimeds do Centro Paulista, da qual passou a ocupar o cargo de Presidente em 2006, sendo reeleito presidente até 2011.
Waldemar D´Ambrósio é Presidente da Unimed Limeira em seu quinto mandato e presidente do Hospital Unimed Limeira no seu quarto mandato. Entre os cursos de especialização, estão Gestão em Saúde, pela Harvard Medical Internacional e MBA Profissional em Gestão de Serviços de Saúde pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap) - Wharton. (Fonte: Ocesp
"A Cooperativa Agropecuária de Uberlândia (Calu) realiza, neste sábado (4/4), a partir das 10h, um seminário para apresentar os resultados do programa Balde Cheio. Atualmente, 60 unidades demonstrativas fazem parte do programa coordenado pela Calu, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg). O evento será na sede do Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem em Transporte (Sest/Senat)
O Balde Cheio foi implementado na cooperativa, em 2007, com o objetivo de oferecer tecnologias simples, baratas e eficientes para que os pequenos produtores aumentem a produção e melhorem a eficiência na aplicação dos recursos disponíveis.
De acordo com o gerente da área de Desenvolvimento e Assistência Técnica da Calu, Marcelo Nogueira, o programa trouxe resultados, já nos primeiros meses de implementação. “Nós tivemos produtores que conseguiram dobrar a produção em apenas dois meses de adesão ao programa”, comenta.
É o caso do cooperado Roberto Pereira, cuja propriedade é uma das unidades demonstrativas, no município de Uberlândia. O produtor viu a produção duplicar e as finanças renderem em apenas dois meses que aderiu ao Balde Cheio. “Foi surpreendente para mim, pois em tão pouco tempo consegui um resultado que eu perseguia há anos na atividade”, confirma.
Além do balanço realizado ao longo desses dois anos do programa na Calu, o evento também contará com os depoimentos dos produtores, uma palestra do presidente da Cooperativa, Eduardo Dessimoni Teixeira e, às 16h, a visita técnica em uma das unidades demonstrativas de Uberlândia. (Fonte: Calu)
"A Cooperativa Agropecuária de Uberlândia (Calu) realiza, neste sábado (4/4), a partir das 10h, um seminário para apresentar os resultados do programa Balde Cheio. Atualmente, 60 unidades demonstrativas fazem parte do programa coordenado pela Calu, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg). O evento será na sede do Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem em Transporte (Sest/Senat)
O Balde Cheio foi implementado na Cooperativa, em 2007, com o objetivo de oferecer tecnologias simples, baratas e eficientes para que os pequenos produtores aumentem a produção e melhorem a eficiência na aplicação dos recursos disponíveis.
De acordo com o gerente da área de Desenvolvimento e Assistência Técnica da Cooperativa, Marcelo Nogueira, o programa trouxe resultados, já nos primeiros meses de implementação. “Nós tivemos produtores que conseguiram dobrar a produção em apenas dois meses de adesão ao programa”, comenta.
É o caso do cooperado Roberto Pereira, cuja propriedade é uma das unidades demonstrativas, no município de Uberlândia. O produtor viu a produção duplicar e as finanças renderem em apenas dois meses que aderiu ao Balde Cheio. “Foi surpreendente para mim, pois em tão pouco tempo consegui um resultado que eu perseguia há anos na atividade”, confirma.
Além do balanço realizado ao longo desses dois anos do programa na Calu, o evento também contará com os depoimentos dos produtores, uma palestra do presidente da Cooperativa, Eduardo Dessimoni Teixeira e, às 16 horas, a visita técnica em uma das unidades demonstrativas de Uberlândia. (Fonte: Calu)
"A Coop – Cooperativa de Consumo iniciou em março uma vasta campanha de relacionamento que envolverá mais de 340 mil cooperados somente nesse mês. Será um conjunto de ações que tem como meta aumentar o fornecimento em mais de R$ 30 milhões e faz parte do plano estratégico da cooperativa.
Segundo Sidnéia Maurício, responsável pela Gestão de Cooperados, esta campanha visa aproximar a cooperativa de seus cooperados e, ao mesmo tempo, verificar quais são as suas necessidades a fim de que sejam atendidas.
“A previsão é realizarmos aproximadamente 60 campanhas distintas até o final deste ano e cada uma será voltada para grupos específicos de cooperados. A Coop vem trabalhando com a consultoria do Peppers & Rogers Group para desenvolver cada vez mais o conhecimento sobre seus cooperados. Com base na análise contínua das informações de consumo e outras individuais, os participantes das campanhas foram selecionados de acordo com seus hábitos e estilo de vida. Assim, poderemos direcionar as ações mais adequadas e relevantes para cada cooperado, aumentando ainda mais sua satisfação e sua fidelidade aos nossos serviços e produtos”, explica Sidnéia.
A campanha de relacionamento da Coop faz parte do Programa Gestão de Cooperados, criado em julho de 2007 para estreitar ainda mais os laços entre a Coop e seus cooperados. Um dos braços que auxilia o programa é a Central de Relacionamento Coop, que oferece atendimento via fone (0800 772 2667), e-mail (via site www.coop-sp,com.br) ou pessoalmente nas unidades, com exceção das Zapt. Coop.
Sobre a Coop - A Coop opera de forma análoga a um supermercado e por ser uma cooperativa está sempre preocupada com a comunidade onde está inserida. Por isso, participa de diversos programas sociais que beneficiam instituições que cuidam de jovens e idosos carentes; incentiva o esporte e a qualidade de vida das pessoas. (Fonte: Ocesp)
Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 1º de abril, a Portaria Conjunta nº 1, da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e Secretaria do Comércio Exterior (Secex) regulamentando o regime especial do Drawback Integrado de que trata a MP 451, de 15 de dezembro de 2008, permitindo a suspensão de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS-Importação, Cofins-Importação e PIS/Cofins na aquisição no mercado interno, ou importação, de mercadoria para emprego ou consumo na industrialização ou elaboração de produto a ser exportado.
O mecanismo foi criado para incluir o setor agrícola, principalmente o mercado de carnes, em estímulo às exportações das agroindústrias, que contribuem significativamente para o melhoramento dos números da balança comercial.
Demanda das cooperativas e da Ocepar - A medida amplia a concessão do regime para mercadorias (embalagens e materiais intermediários), matérias-primas e outros produtos (insumos) incorporados ou consumidos na industrialização ou elaboração de produtos a serem exportados: o termo "consumido" contempla agora a produção agrícola utilizada (consumida ou incorporada) na industrialização ou elaboração de produtos, inclusive na criação de animais, a serem exportados. “A suspensão era uma demanda das cooperativas e da Ocepar e vai melhorar o fluxo de caixa das cooperativas, principalmente para quem atua no setor de carnes”, explica o presidente da Ocepar João paulo Koslovski.
Este regime será vedado às empresas com tributação simplificada (SIMPLES), pelo lucro presumido, e às cooperativas, exceto as cooperativas agropecuárias tributadas pelo lucro real. “Com a suspensão dos tributos, as empresas terão um plus relevante nos seus fluxos de caixa na proporção de 14,25% sobre o custo das aquisições no mercado interno associadas às exportações, referente aos tributos não-cumulativos do PIS/Cofins (9,25%) e do IPI (média de 5%)”, afirma o assessor tributário da Ocepar, Marcos Antonio Caetano.
Leia abaixo a Portaria conjunta da Receita Federal/Secex:
PORTARIA CONJUNTA RFB / SECEX nº 1, de 1º de Abril de 2009
A SECRETÁRIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DO MINISTÉRIO DA FAZENDA E O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, no uso das atribuições que lhes conferem o inciso III do art. 224 do Anexo à Portaria MF nº 95, de 30 de abril de 2007, e o inciso XVI do art. 1º do Anexo VI à Portaria MDIC nº6,de11 de janeiro de 2008,e tendo em vista o disposto no art. 17 da Medida Provisória nº 451, de 15 de dezembro de 2008, resolvem:
Art. 1º A aquisição no mercado interno, ou a importação, de mercadoria para emprego ou consumo na industrialização ou elaboração de produto a ser exportado poderá ser realizada com suspensão do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI,da Contribuição para o PIS/PASEP, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS, da Contribuição para o PIS/PASEP-Importação e da COFINS-Importação.
Parágrafo único.Para os efeitos do disposto no caput, entende-se por produto a ser exportado aquele que é diretamente destinado ao exterior.
Art. 2º O regime de que trata o art. 1º, denominado drawback integrado:
I - terá ato concessório expedido pela Secretaria de Comércio Exterior - SECEX;
II- poderá ser concedido em conjunto com aquele previsto no inciso II do art.78do Decreto-leinº37,de18 de novembro de 1966, e no§ 1º do art. 59 da Lei nº 10.833, de 29de dezembro de
2003, sob um mesmo ato concessório, respeitadas as regras específicas de cada regime.
§ 1º A habilitação no regime de que trata o caput deverá ser solicitada por meio de requerimento específico no Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX,módulo DrawbackWeb, disponível na página eletrônica www.desenvolvimento.gov.br.
§ 2º O requerimento de que trata o § 1º deverá discriminar, além das informações exigidas para o regime aduaneiro especial de drawback, o valor, a descrição, o código da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM - e a quantidade na unidade de medida estatística de cada mercadoria que será adquirida no mercado interno.
§ 3º Não poderão ser titulares de ato concessório de drawback integrado as empresas optantes do Simples Nacional, as tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado e as sociedades cooperativas.
§ 4º O disposto no § 3º não se aplica às sociedades cooperativas de produção agropecuária.
§ 5º A observância do disposto nos §§ 1º e 2º do art. 17 da Medida Provisória nº 451, de 2008, e do § 3º e § 4º deste artigo, é de exclusiva responsabilidade do beneficiário do Ato Conces"
